História Uma possessão e uma coroa - Capítulo 5


Escrita por: ~

Postado
Categorias Justin Bieber
Tags Possessões
Visualizações 63
Palavras 2.023
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Ação, Festa, Ficção, Mistério

Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Boa leitura 💙

Capítulo 5 - Terceiro coração.


Fanfic / Fanfiction Uma possessão e uma coroa - Capítulo 5 - Terceiro coração.

Edward se encontrava ao lado de fora do salão principal, respirando fundo para aliviar a tensão que estava, logo depois da conversa que tivera com Justin, ele encostou-se na janela media de vidro que dava vista a parte de dentro. Virando-se devagar para apoiar sua cabeça contra a mesma, deu de cara com Angelli. Lá estava ela, sentada em seu trono. O casaco vermelho pesado e o vestido vinho a deixava com outro ar. Alguém que parecia querer ser superior, mas era só olhar nos olhos dela, nos olhos pretos como pitombas que você via a doce e gentil Angelli.

Para Edward era horrível a forma em que ela mexia com ele. A forma doce com que ela falava, como brincava com a saia de seu vestido quando estava nervosa. 

Ora o que você está fazendo Edward? Não pense nela assim..


Ao cair da noite, Angelli se esgueirou sobre os corredores do palácio. Apesar de estar disfarçada achara melhor não ter que se esbarrar com ninguém. O uniforme branco e preto de Maggy o caíra muito bem. - Tivera sorte de Maggy ser quase do seu tamanho. Mais cedo pediu que ela trouxesse o uniforme, e explicará tudo para ela. Pediu que não contasse a ninguém que somente ela sabia, e que confiava cegamente nela. No começo, Maggy não foi muito de acordo mas logo percebeu que era por uma causa nobre. Mais tarde colocará umas pinças ao lado do uniforme, e explicará a Angelli todos os lugares pelos quais ela NÃO deveria passar. Como por exemplo o salão principal e o hall da entrada, lá os guardas estavam redobrados. Era sempre assim quando Justin viajava os guardas eram redobrados para que ele ficasse tranquilo em sua viagem. 

Pela manhã, avisara de ultima hora para Angelli que precisava resolver um problema, com o rei da Espanha. Pelo que Angelli sabia O rei Walker queria uma aliança com Hangria.  Isso foi tudo para Angelli saber que era a oportunidade perfeita. - Com a capa azul escura em suas mãos dobradas como um lençol, maggy disse que seria melhor que ela saísse pela porta dos fundos, a que levava a uma pequena parte do jardim e logo ao estábulo. Lá encontraria peterman, o cuidador dos cavalos, o forte de cabelos castanhos lisos sempre tão bem cortados. Apesar se ser noivo de Abby, sabia que ele guardaria segredo se Angelli pedisse. Pois foi graças a ela que seu pai agora estava deitado, dormindo tranquilamente sem precisar carpintaria para ganhar dinheiro para sua familia. Peterman tornou-se o homem da casa, depois de Angelli ter lhe dado esse emprego. Ao passar por um corredor curto, Angelli ouvira algumas vozes, no corredor dos quartos dos funcionários, o guarda Lúcio, e umas das serviçais se agarravam em quanto riam. Eles acariciavam um ao outro no rosto fazendo seus narizes se roçar. Angelli que tentou passar despercebida, mas que fora impossível por causa daquelas sapatilhas barulhentas como plásticos, os dois, soltaram-se na mesma hora, ficando brancos como fantasmas. - Angelli riu - andando em passos rápidos, passando por eles sem dizer uma palavra. Podia sentir os olhos deles nas costas dela. Ao enrolar o corredor, adentrou a cozinha. Todos pareciam máquinas, trabalhando correndo como se tivesse acontecendo um jantar importante agora mesmo. O cheiro de torta e torradas inundava as narinas de Angelli, fazendo sua barriga revirar de fome. Esteve tão anciosa que não conseguiu comer nada. Ao atravessar a cozinha, reconhecendo os funcionários que se empenhavam, Angelli lembrou-se da primeira vez que esteve na cozinha. Do talento de cada um com as enormes panelas, do dia em que cortesiou eles dizendo que os mesmos poderiam escolher o estilo da cozinha. Foi como um grande projeto. A cozinha foi toda revestida de madeira, no chão e nas paredes, madeiras pretas. Parte das paredes pintadas de amarelas. 

- Ei você com o lençol na mão. - Angelli parou subitamente, com o peito quente e acelerado. Virou-se lentamente, tendo vistavdo guarda que se agarrava com uma das serviçais. O homem moreno de olhos castanhos claros, andou em passos rápidos até ela. Ninguém pareceu notar. Ele parou a sua frente abaixando-se perto da orelha de Angelli e dizendo:

- Se pudesse não contar para ninguém o que viu, ficaria muito grato. - Angelli suspirou aliviada, sorrindo mais uma vez. - Iremos pedir permissão a o rei e a rainha, sabemos que é proibido namorar nos corredores. É só que quero dar uma aliança digna para ela. Pedi-la em casamento do jeito que ela merece sabe. Diara merece muito isso, ela é incrível e quero ser digno dela. 

Angelli queria poder parabeniza-lo, dizer que o apoiaria, que seu amor era lindo, mas não podia.. Todos conheciam o tom de voz de sua rainha, e por mas que Lucio parecesse uma boa pessoa não podia envolver mais ninguém nisso. Então sem olha-lo, ela balançou a cabeça positiva para confirmar o que ele pedirá. Então virou-se e saiu antes que mais alguém a abordasse. Mas sabia, que Lucio estava atormentado por ela não dizer nada. 

Ao sair pela enorme porta marrom, o ar frio bateu contra o rosto de Angelli. Ela respirou fundo, como se estivesse repondo sua energia. Lá fora não havia ninguém além de Angelli e das rosas vermelhas. Ela apressou-se indo para o estabulo que ficava logo ali, enrolando para parte do lado do castelo, os guardas, lá estavam, diferente de quando Angelli passeava pelo palácio - Estavam sempre sérios e rigidos de ombros travados e olhos frios. Agora eles estavam descontraídos, uns até mesmo jogando baralho. Sem notar a presença de Angelli, eles continuaram do mesmo jeito.

Antes mesmo de adentrar o estábulo, encontrou peterman finalizando as rédeas dos cavalos. Ele estava apenas com uma camiseta regata fina, e uma calça jeans surrada. Hoje seria o dia que visitará seu pai, então os guardas não estranhariam sua saída. 

- Já era sem tempo. - Disse ele, subindo no Banquinho da carruagem. Não era como as de Angelli, essa era simples branca com apenas um assento para o condutor e para o passageiro. - Vamos.

Angelli adentrou a mesma, abaixando-se o maximo que pôde para não ser vista. Ao passar pelos portões e os ouvir fechar, Angelli se ajeitou no banco sentindo uma dor em suas costas. No caminho Peterman avisava para ela quanto tempo faltava, e até mesmo mostrava alguns campos em que passavam. Era lindo, a lua brilhando no céu iluminando os campos floridos, os lagos e até mesmo as pequenas casas. Angelli, observou pela janela, uma parte um pouco distante das outras casas, onde o mato crescerá até demais, uma pequena casa encontrava-se no meio. As paredes mais sujas que a própria terra, a horta apodrecida, uma casa tão pequena que parecia mal caber uma família. Os pelos dos braços de Angelli se arrepiaram, ela sentiu um calafrio percorrer por sua espinha. Peterman ajudou que ela descesse, olhando para casa com os mesmos olhos tristes que Angelli. Ela olhou para ele em busca de uma resposta, poderia ser aqui?

- É aqui mesmo alteza. - Angelli apressou-se vestindo sua capa, para se proteger do frio. - Como você pediu. - Peterman mostrou a cesta de frutas e bolos que pediu que Maggy preparasse, também havia alguns remédios, que Angelli, por pegara do estoque do palácio. Na porta, que mexia-se com a brisa forte do vento, como se fosse derruba-la, Angelli bateu. Não demorou um minuto, até a senhora dr cabelos brancos colocar apenas parte de seu corpo para fora. Ela arregalara os olhos ao ver Angelli de pé na porta. Parecia bem melhor desda ultima vez em que esteve no palácio sentada em seu trono. Ela arreganhou a porta surpresa demais para acreditar que a rainha de Hangria estava em sua casa.

- Alteza.. Entre, entre! - Ela saiu da frente, curvada para que Angelli entrasse com Peterman logo atrás. O piso de madeira, acinzentado tangia com qualquer passo dr Angelli, e a mesma pisava o mais leve que podia com medo de que podesse quebrar. Lá dentro, um pequeno sofá coberto com udr fronha de retalhos emendados, verde, amarelo, e vermelho. Uma estante mínima com algumas linhas e agulhas, alguns vestidos estavam empilhados sobre um banco, e uma pequena TV que chiava com o volume baixo. - Não sei nem o que dizer. Você está aqui, a essa hora. Não precisava alteza, estou sem palavras para agredecer.

- Não precisa. - Angelli sorriu, seu coração parecia estar amarrado, pelo nó em que ela sentia. - Eu vim ver seu filho, não pude trazer os médicos mas assim que puder trarei. Confesso que seu pedido me comoveu muito, então tive que vim aqui ver seu filho. Você se Importa?

- Claro que não! - Ele esta aqui. Ela não deu se quer quatro passos, o quarto ficava perto da sala. Angelli se aproximou. Primeiro viu a cama com a mesma fronha, mas dessa vez cobria um garoto. Uma sensação de guerra pareceu bater como uma bola no peito de Angelli. Suas pernas tremiam, e seu estômago ficou com uma sensação fria, parecia boa e desesperadora ao mesmo tempo. Ele se batia de frio, aquele coberto não era suficiente. Com uma camisa branca de mangas tão fina quanto a toalha de mesa do palácio. Os cachos loiros de seu cabelo caiam sobre a testa, suas bochechas estavam tão rosadas como se estivessem lotadas de maquiagem, assim como seus lábios grossos. O suor descia pela testa. Ele abriu os olhos lentamente, Angelli que havia se acomodado no pequeno banco ao lado de sua cama, observou a cor tão azul quanto o céu, os olhos tão caídos pela doença, mas tão brilhantes como estrelas. No impulso, de seu coração, ela agarrou a mão quente do garoto. Algo nele... Angelli sentiu seu coração disparar ao ver que os olhos dele estavam sobre os dela. Tudo pareceu parar e acontecer em câmera lenta. Os olhos dele cintilavam, ao ver Angelli, ele apertou a mão dela abrindo a boca. 

- Você é um anjo? - Foi o que ele disse com a voz enfraquecida. - Se for da guarda, tenho que agradecer a Deus, já me fez bem. - O rapaz olhou para as mãos de Angelli. - Macias. Você... Você é tão linda. 

- Alteza precisamos ir, a hora passou rápido demais. Já é quase uma. - Peterman avisou, dando a cesta nas mãos da senhora que Angelli não sabia nem o nome. 

- Não quero ir. - Sussurrou para si mesma. - Não posso deixa-lo. 

Ele sorria no canto dos lábios, olhando para Angelli como se ela fosse uma pintura. Peterman pediu mais uma vez. Angelli sentiu uma lagrima percorrer sobre sua bochecha, era como se estivesse se distanciando de algo importante demais. Porque estou sentindo isso? O que há comigo? Algo em seus olhos... Devagar, ela soltou a mão de Martt. Ficando de pé, passou a mão em seu cabelo e foi para sala. Sua mãe veio logo atrás. Ela parecia saber algo, seus olhos queriam Dizer algo. 

- Seu nome. - Angelli perguntou. - Não perguntei da primeira vez.

- Margarida Veens, alteza. - Curvou-se. - Não tenho palavras...

Angelli a abraçou.

- Eu voltarei. - Disse indo em direção a porta. - Vou tirar vocês daqui, eu prometo. Me aguarde. Coma o que trouxe logo estarei de volta.

Vendo a preocupação de Peterman correu em direção a carruagem. Deixando a figura da dona margarida parada na porta. Depois ela não passou dr um borrão.

 O coração de Martt parecia mais leve, até mesmo as dores em seu corpo pareciam ter relaxado. Como se ele a conhecesse.

No caminho de volta, Angelli chorou, confusa. Parecia que conhecia Martt faz tempo, aquilo estava machucando como se ele fosse alguém que esteve em sua vida a muito tempo. Ao chegarem no palácio, Angelli agradeceu a Peterman, e seguiu para a entrada da cozinha. Fez o mesmo procedimento de ida, até chegar em seu quarto. Sem olhar levantar a cabeça, pois estava abalada demais para qualquer esforço. Jogou a capa no chão.

- Onde você estava Angelli? - Justin estava de pé, com os os tão frios quanto a bisa lá fora. Na cama anecler carregava a mesma expressão. De acusassão..


Notas Finais


Comentários ajudam. Deixe sua opinião. Devo reescrever a historia? Os primeiros capítulos, esses últimos são meus preferidos.
O que acham de Martt veens? 🌚


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