História Uma promessa se quebrou!! - Capítulo 1


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Categorias Originais
Personagens Personagens Originais
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Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Artes Marciais, Aventura, Drama (Tragédia), Famí­lia, Fantasia, Festa, Ficção, Harem, Luta, Magia, Mistério, Romance e Novela, Sobrenatural, Suspense, Terror e Horror, Violência, Yaoi, Yuri
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Drogas, Estupro, Gravidez Masculina (MPreg), Heterossexualidade, Homossexualidade, Incesto, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Suicídio, Tortura, Violência
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Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Capítulo 1 - Capitulo 1 - O pior dos pesadelos!


Fanfic / Fanfiction Uma promessa se quebrou!! - Capítulo 1 - Capitulo 1 - O pior dos pesadelos!

Azami McKellen

sou joga fortemente contra minha cama, meus braços foram presos em cima de minha cabeça, meu short foi tirado de um jeito bastante rude...o que com certeza tinha deixado marcas em meu corpo. Olho para o rosto da pessoa que estava me machucando, um amigo...minha família no final das contas, em seus olhos não via mais o brilho que tanto me encantou.

Suas mãos sujas foram direto ao meu peito, ele brincava com meus pequenos seios e os apertava sem se importar com os meus gritos e minhas lágrimas, tentava sair daquela situação, mais estava começando a ficar fraca por tanto esforço e machucados que doía e também ardiam. Suas mãos foram descendo, começou a beijar minha barriga descendo até a minha calcinha, tirou ela machucando e apertando minhas finas coxas que de imediato deixou marcas roxas pelo meu corpo.

— Sabe...estou adorando essa situação! Meu brinquedo esta louco para sair, mais antes vou brincar um pouco com você! - Diz abrindo minhas pernas e tocando em minhas partes íntimas sem o mínimo de delicadeza.

Começou a passar seu dedo de cima a baixo, fazendo eu me retorcer em cima da cama, não sentia prazer mais sim nojo...muito nojo de tudo que estava passando naquele maldito momento. Ele me olha com uma cara que me fez engolir em seco, ele tinha um brilho em seus olhos que machucava meu coração, um brilho que nunca vê e que nunca pensei em ver.

Ele encostou sua língua na minha entrada e forçou com a língua, sente um líquido descer pelas minhas pernas, estava doendo...doendo muito, não sabia o que fazer. No chão estavam meus pais mortos, e no outro meu irmão mais velho desmaiado no chão com uma grande poça de sangue debaixo de sua cabeça, provavelmente mortos. Eu não tinha ninguém que pudesse me proteger, eu era a única a estar naquele horrível lugar, eu tenho apenas nove anos não sei o que está acontecendo...mais eu sentia dor...muita dor.

— P-Por favor. P-Pare, esta doendo! - Digo soluçando.

— Se não ficar quieta, coisas piores irão acontecer! - Diz parando de lember e enfiando dois dedos.

— AIIII!! - Digo gritando.

Quero tanto morrer, não acredito que isso estava acontecendo comigo, tudo estava tão bem...todos felizes e agora estão mortos perto de minha cama enquanto o melhor amigo de meu pai estava fazendo coisas bastante doloridas com meu corpo. Minha visão começou a ficar desfocada, não escutava mais ninguém a não ser meu coração bater, meu corpo doia e latejava...não conseguia mais falar ou até mesmo me mexer.

Sente ele mover seus dedo rudemente dentro de mim, machucando meu interior, meus olhos aos poucos foram fechando...eu estava morrendo? Ou apenas desmaiando?

Acordo em um pulo, olho para os lados vendo que estava dentro de minha banheira, novamente esse pesadelo...quanto tempo mais terei que aguentar minha mente me condenando e me castigando por ainda está viva depois de tal acontecimento. As batidas na porta do banheiro foram ficando mais alta deixando minha cabeça doer mais que o normal, saio de dentro da banheira pegando a toalha e me enrolando nela.

olho para meu pulso vendo três cortes enormes que ia do pulso até o meio do braço, vou andando com cuidado até a porta, abro ela dando de cara com a senhora Carrie minha querida / maldita mãe.

— O que você quer? - pergunto mexendo em meus cabelos.

— Seu pai está chamando para o lanche! - Diz cruzando os braços.

— Arg! Não estou com fome! - Digo empurrando ela e indo em direção ao guarda-roupa.

— Porque se cortou? - pergunta puxando meu braço.

— Me deixe em paz! - Digo puxando meu braço.

— O que tem de tão ruim na sua vida? O que estamos fazendo de errado para você fazer isso consigo mesma? Aquele estrupo já passou, porque esquece? - Pergunta apertando meu braço.

— COMO ESQUECER? NÃO FOI VOCÊ QUE TEVE SUA INOCÊNCIA PERDIDA POR CULPA DE UMA PESSOA QUE ERA DE CASA. NÃO FOI VOCÊ QUE SENTIU A DOR QUE EU SENTIR! - Digo gritando e puxando meu braço.

— Realmente é difícil entender, as vezes concordo com luciu que uma surra pode acordar para vida, preguiça não faz bem a ninguém. Você está apenas querendo chamar nossa atenção, eu desisto de você como você desistiu de se mesmo quando tentou se matar mês passado! - Diz me empurrando e indo para a porta.

Ela fecha a porta com força fazendo tudo tremer, me sento na cama sentindo uma raiva tão grande acompanhada de desespero, lagrimas caiam sobre meu rosto me deixando pior ainda. Nem para me matar eu sirvo, não sei o que estou fazendo ainda aqui nesse mundo...



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