História Uma prostituta de negócios - Capítulo 1


Escrita por: ~

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Categorias Originais
Personagens Personagens Originais
Exibições 26
Palavras 1.502
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Aventura, Comédia, Drama (Tragédia), Ecchi, Festa, Hentai, Violência, Yaoi, Yuri
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Drogas, Estupro, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Suicídio, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


Hey pessoas 💙
Essa é mais uma fic que eu estou escrevendo, e pretendo terminar, espero que gostem

Kissus 💙💅

Capítulo 1 - Capítulo um - Red


Fanfic / Fanfiction Uma prostituta de negócios - Capítulo 1 - Capítulo um - Red

O horário de almoço havia chegado, finalmente poderia sair daquele lugar, a parede formada de vidros me cercava, dando vista à grande cidade de Tóquio, não achava graça em ver aquilo, pois já havia me acostumado.

Peguei minha bolsa de couro vermelha, da minha própria marca de roupas, e saí do meu escritório, isso mesmo, a empresa era minha, tudo aqui é definitivamente meu. Não tinha vergonha de dizer isso à ninguém, nem me reprimia quando tocavam no assunto, foi algo que lutei para conseguir, por quê iria evitar de esbanjar disso?

Desci do quinto andar pelo elevador, assim como o planejado, toda a loja repleta por peças e acessórios luxuosos, todos os funcionários trabalhando corretamente, e vários clientes satisfeitos. Minha vontade do dia passar mais rápido estava enorme, não esperava a hora para anoitecer, e enfim satisfazer outros clientes, de uma forma diferente.

Andei até a porta de saída da loja, e coloquei meus óculos de sol escuros, estava vestida com uma saia de cor creme acima dos joelhos, e uma blusa vermelha de magra comprida colada ao meu corpo, com algumas partes rendadas. Eu não era velha, tinha apenas 29 anos, e iria completar 30 no fim do mês, muitas pessoas achavam injusto eu ser tão " nova ", e já ter uma vida formada, mas o que podia fazer? Nasci em uma família rica dês do princípio.

Comecei a atravessar a rua na faixa de pedestres, os carros pararam, haviam outras pessoas atravessando a rua junto á mim, um velho senhor de idade, uma adolescente dos cabelos cor de rosa, e outras diversas, continuei andando normalmente.

Ao chegar no fim da faixa, a ponto de entrar no restaurante italiano que havia ali, uma mulher me parou:

-Kimi! A quanto tempo não a vejo, como você está? Vivo ouvindo falar de você na TV, mas nunca consigo te encontrar quando vou a sua empresa enorme! - Disse Hana, uma velha e chata amiga do colégio, insuportável. Ela sempre ia me ver na empresa, mas eu mandava dizerem a ela que estava ausente.

-Hana... Olá, ando viajando muito, desculpe não poder me encontrar com você. - Disse a ela, educadamente, apesar de odiá-la, tinha que ser educada, não queria uma má visão de como me tornei.

- Você vai almoçar aqui? Deixe-me ir com você! - Hana disse, toda animada. Enquanto ela dizia aquilo a analisei, ela não estava mal, havia melhorado muito, seus cabelos antes quebrados e médios estavam curtos e brilhosos, parecia ser jovem, apesar de ter 31 anos nas costas.

- Ah, Hana, eu não vou almoçar aqui, vim apenas ver se meu primo estava aqui, ela marcou de me ver para me dar uma entrega...- Tentei disfarçar ao máximo minha mentira, não queria ficar perto dela nem mais um segundo, aquela voz mesquinha.

-Oh, é uma pena, não é mesmo? Vou entrar então, até mais. - Disse Hana, fazendo gesto de beijo pelo ar com a mão.

- Até... - Falei sorrindo, falsamente. Perdi minutos do meu almoço com essa cobra, virei as costas e andei até o fim da esquina e entrei em uma lanchonete qualquer. A atendente veio até mim:

-Bom dia senhora, gostaria de algo? - Disse a garota branquíssima, de cabelos castanhos. Ela usava uma roupa fofa, mas um pouco suja.

-Bom dia, gostaria de um suco de laranja, natural, e também um sanduíche integral

- Okay.... Para comer aqui ou levar?

- Levar, por favor. - A vi selecionando tudo em seu iPad, e comecei a mexer no meu celular, haviam mensagens das minhas amigas noturnas, na qual trabalhavam comigo até a madrugada.

A garota da lanchonete saiu, olhei ao meu redor. Notei que a garota de cabelo rosa que atravessara a faixa de pedestres comigo estava ali, com uma menina que aparentava ter a mesma idade que ela. Ela também tinha mechas no cabelo, mas cor de azul.

As olhei discretamente enquanto mexia no celular, elas estavam de mãos dadas e rindo, dividindo o mesmo fone, era fofo. Me lembro que na época do colégio, eu também era assim com algumas meninas, confesso que adorava ficar com uma menina no banheiro, me lembro dela... Seu nome era Hirawa. Ela era meio bronzeada, e tinha descendência francesa, sua mãe japonesa e pai francês, ela era linda, os meninos eram apaixonados por ela, e ela só queria a mim, bons tempos.

Enquanto eu voava em meus pensamentos, meu pedido havia chegado, peguei o saquinho e me dirigi ao caixa para pagar.

Paguei e saí dali, voltei a empresa, e fui para a garagem para pegar meu carro branco, ela estava igualmente novo, e limpo. Entrei e fui para casa. Ao chegar em casa, comi o sanduíche e bebi o suco, fui para o quarto para escolher a roupa que usaria a noite, e pegar todas as coisas e acessórios para levar para a empresa.

Entrei no meu closet, e analisei os vestidos... Meu corpo era aquele tipo de corpo que muitas mulheres invejaram, vários homens pagavam muito caro para poder me tocar. Meus seios eram fardos, e em pés, eu tinha coxas, bunda, e era incrivelmente branca, mudava a cor do meu cabelo às vezes, no momento ele estava negro, com muito brilho. Ele não pegava nada mais nada menos que na minha bunda, era enorme.

Selecionei um vestido prata, com um decote que ia até a barriga, era curto, extremamente curto, quase dava para ver minha calcinha, e tomara que caia. Peguei um salto preto não muito alto, por quê altura era algo natural que eu já possuía. Peguei minha maleta de maquiagem e alguns acessórios, coloquei tudo na mala, e fui para o banheiro tomar um banho.

Quando saí do banho, me sequei, a empregada estava na cozinha, ela não iria vir aqui, tinha certeza. Eu tinha duas empregadas, uma que ia de segunda à quarta, uma velha, e uma de quinta à domingo, uma muito gostosa mesmo, pra caralho. Haviam câmeras pela minha casa, por isso confiava. Os cabelos dela eram avermelhados, ela era magra, na frente era uma tábua, mas tinha uma bunda que... Céus. Confesso que quase nos pegamos uma vez, na verdade nos pegamos, mas isso é algo que se deixe em off.

A noite, eu atendia homens e mulheres, sempre gostei dos dois, era divertido, e perigoso, dava para sentir a adrenalina, isso era o emocionante de ser uma prostituta, eu nunca ia para a empresa de dia super maquiada, era irreconhecível a noite. De dia eu era a dona, e de noite, me deixava ser domada. Gostava de como era minha vida.

Peguei todas as coisas e fui para o carro, poderia chegar na empresa a hora que quisesse, mas tinha que ficar de olho em tudo, funcionários, clientes, produtos.... Meu subgerente cuidava disso enquanto eu estava fora, mas nunca podia deixar vacilar. Haviam tantas pessoas que me excitavam naquela empresa, mas eu não podia me envolver.

Eu estava dirigindo rumo a empresa, quando cheguei estava tudo em ordem, deixei as coisas no carro mesmo, não queria dar satisfação a ninguém, não gostava disso. Circulei a empresa, fiquei olhando aqui e ali, nada estava fora do normal. Meu subgerente, que se chamava Yuki veio até mim, o observei.

-Kimi, preciso falar a sós com você. - Ele estava com uma expressão estranha, o que será que seria?

- Hmm... Sobre o quê? - Disse a ele, sorrindo. Algumas funcionárias olhavam para nós, curiosas. Olhei para elas e elas voltaram ao trabalho.

-Venha logo! - Ele me puxou pelo braço com força, mas não doeu e nem machucou. Fomos ao escritório dele, estava vazio, sem ninguém. Olhei para ele séria.

- O que foi? - Disse, seca.

- É o seguinte, eu vi a Naomi se pegando com um cliente. Isso é errado, não? - Ele parecia estar feliz de acusar alguém, seus cabelos castanhos e lisos para cima caía muito bem no seu rosto fino. Era tão belo...

- É, é errado sim, depois irei chamá-la para conversar...- Comecei a mexer com a mão, estava nervosa. Ele estava me encarando, com aqueles lábios rosados, que lábios... Ele se aproximou de mim, pegou na minha cintura, nossos rostos estavam a centímetros um do outro.

- Como minha chefe, posso fazer o que mandar... - Ele disse no meu ouvido, meu corpo se arrepiou de cima a baixo. Eu queria ele, queria o sentir em mim.

- Sério mesmo? Então por quê - Fui interrompida com um beijo quente, seus lábios eram macios, tinham um gosto doce. Nossas línguas se entrelaçavam, e ele me puxava ainda mais para perto dele, até que fui posta contra a parede, ele começou a beijar meu pescoço enquanto eu apenas fechava meus olhos e sentia aquilo, o clima estava muito bom, ótimo, mas eu não podia ter um relacionamento com ninguém, ainda era o que sou a noite. Ele voltou a me beijar e pegou na minha bunda, estava ofegante.

A porta se abriu, naquele momento eu sabia que estava ferrada.


Notas Finais


Espero que tenham gostado, irei atualizar em breve, até o próximo capítulo 💙


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