História Uma república de imprestáveis (JIKOOK) - Capítulo 21


Escrita por: ~

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Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens Jimin, Jungkook
Tags Bts, Comedia, Jikook, Lemon, Namjin, Romance, Vhope, Yaoi
Visualizações 305
Palavras 1.196
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Aventura, Colegial, Comédia, Drama (Tragédia), Escolar, Famí­lia, Festa, Hentai, Lemon, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Yaoi
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Drogas, Estupro, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Mutilação, Nudez, Pansexualidade, Sadomasoquismo, Sexo, Suicídio, Tortura, Transsexualidade, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Nesse capitulo o Jimin vai ficar meio chocado!

Capítulo 21 - É normal paralisar totalmente?


Fanfic / Fanfiction Uma república de imprestáveis (JIKOOK) - Capítulo 21 - É normal paralisar totalmente?

 

— Fique sentado, sem dizer palavra alguma! — Jungkook deu a ordem e mesmo emburrado, obedeci.

Esperei que ele terminasse de ler uma montanha de papéis estranhos e fiquei entediado. Eu nem sabia porque tinha lhe dito que iria vigiar sua investigação, apenas o fiz porque... sei lá! Acho que querendo ou não, já me acostumei com a ideia de ficar perto dele, mesmo que ele esteja sempre frio comigo.

— Pra onde você vai? — Perguntei quando vi o mesmo saindo do quarto. Ele apenas me encarou e revirou os olhos.

— Preciso dar umas voltas, estou cansado e quero me distrair. Algum problema, senhor baixinho? — Disse e eu quis estapear a face daquele policial irritante. Custava nada me responder de forma normal?

— Abusado! — Suspirei cansado e me levantei da cama. Ele me encarou com as sobrancelhas arqueadas — Eu vou com você.

— Baixinho, quantas vezes eu vou dizer pra você que eu não quero que me siga? — Falou irritado.

— Policial Jeon, eu não sei se você percebeu, mas se não me deixar ir com você, eu posso fazer um escândalo.

Sinceramente, eu nem queria saber tanto sobre essa investigação realmente, mas ele e o Yoongi fizeram tanto mistério que acabaram me deixando curioso até demais. 

— Tudo bem, então vista algo quente pelo menos. — Bufou irritado e foi até seu armário e pegou um casaco de frio seu e me deu — Vista isso e desça, vou te esperar lá embaixo. — Falou e eu fiz.

— Pra onde vamos exatamente? — Perguntei quando desci as escadas e encontrei ele em um sofá. Ele se levantou e se pôs a caminhar na minha frente. Saímos da república e entramos em um táxi que o mesmo havia chamado.

— Pra meu apartamento. — Falou simplista e eu arregalei os olhos e o encarei assustado. — Que foi?

— Pra seu apartamento? — Soltei um suspiro descrente — Uau, eu não sabia que tinha seu lar! Sua família deixa você levar visitas nesse horário da noite? — Falei e ele me encarou com ar de deboche.

— Não sei se você percebeu mas, eu sou maior de idade. E não, minha família não tem motivos pra me proibir de nada, porquê eu moro sozinho. — Revirou os olhos e encarou a paisagem da janela do táxi — Só vou passar lá pra descansar e me distrair um pouco. Pare de fazer perguntas desnecessárias! Tem como ser menos irritante?

Um policial frio, Esse é o Jeon Jungkook. Então, por qual motivo eu ainda insisto em me sentir atraído a esse cara?

Depois de vinte minutos, chegamos em um condomínio de luxo na parte rica da cidade. Descemos e eu encarei os portões daquele lugar. Não sei se ele é um policial realmente bom no que faz, mas pelo que vejo... ele ganha muito bem pra exercer seu trabalho. Não é qualquer um que consegue ter um apartamento nessa região e principalmente em um condomínio luxuoso assim!

— Me siga. — Disse e eu obedeci. Pegamos um elevador que nos levou rapidamente ao local. Encaramos uma das portas e ele colocou a senha e a porta se abriu. — Entre. — Falou e eu entrei olhando tudo ao redor. Luxo pra todos os lados. Desde o piso, os móveis, os eletrodomésticos, entre outras coisas do lugar. — Fique na sala, vou na cozinha e volto já.

E assim fez. Foi até a cozinha e logo trouxe um pouco de bolo de chocolate. Me entregou o pratinho com o bolo e ordenou que eu ficasse naquele lugar. Fiz um bico emburrado e ele revirou os olhos, saindo logo em seguida.

— Vou tomar um banho! — Disse e sumiu do meu campo de visão. Terminei de comer o bolo e continuei sentado no sofá da grande sala, sem ter o que fazer. Esperei alguns longos minutos, eu estava completamente entediado. Cogitei a ideia do maior ter me enganado e fugido pra algum lugar, mas isso nem faria sentido, até porquê eu ainda estava em seu apartamento e eu sou uma visita apenas. Ele nunca confiaria em mim à esse ponto!

Cansei de esperar o moreno e fui em direção ao seu quarto. Encontrei e entrei no mesmo. Minha curiosidade foi maior, olhei pra todos os lados e quando não vi ninguém, decidi agir. Me senti um espião fazendo isso, mas eu precisava! Todo policial tem alguma farda, certo? Então ele obviamente deve guardar uma em algum lugar! Se ele não guardar, é sinal de que ele mentiu pra nós esse tempo todo. Eu preciso investigar!

Abri seu armário e vi muitas peças de roupa.

— Droga! Como eu vou encontrar uma farda no meio de tantos cabides com roupas? — Falei baixinho olhando o grande trabalho que eu teria pela frente. Eu precisava aproveitar o tempo que ele ainda estaria no banho! — Ah, dane-se! Eu consigo encontrar algo aqui!

Revirei meus olhos procurando algo. Passei um bom tempo procurando, porém, senti uma mão no meu ombro.

Uma mão? Droga!

Olhei pra trás e tentei fazer uma carinha inocente pra que ele não desconfiasse minhas intenções.

— Posso saber o motivo de mexer em minhas roupas? — Perguntou e eu até ia tentar responder, mas notei um detalhe que me deixou muito desconcertado. O policial apenas com uma toalha branca amarrada na cintura, seus cabelos altamente molhados e gotas escorrendo do seu pescoço até seu abdomen definido. Não me restou dúvidas dele realmente amar estudar condicionamento fisico, porque o seu... tá de parabéns! — Tem como parar de encarar meu corpo e me responder? — Falou e eu pude voltar à realidade.

Minha intenção inicial era: inventar alguma desculpa caso ele me pegasse no flagra mexendo em seu armário.

No entanto, eu sou um garoto pra lá de azarado e altamente honesto (Que foi? Não é mentira!) por isso apenas suspirei cansado e decidi dizer logo a verdade. 

— Se você é um policial de verdade, porquê não tem uma farda aqui? — Falei e ele me encarou como se achasse idiota minha pergunta. Apenas saiu do quarto e depois de alguns segundos voltou com algo na mão. Era uma sacola preta. Cerrei meus olhos e fui em sua direção. Recebi aquilo e apenas o encarei confuso. — O que é isso?

— Por quê não abre e descobre por si mesmo? — Soltou o ar pela boca, irritado. 

Fiz o que ele pediu e abri a sacola preta. Encontrei um tecido dentro. Puxei e arregalei os olhos.

— Uma... farda de policial. — Era pra ser apenas um sussurro, mas pelo visto saiu tão alto que ele ouviu. Me encarou sério e revirou os olhos pela centésima vez naquele dia. Me estendeu sua mão direita pra que eu lhe entregasse a farda. Eu entreguei e ele foi em direção ao banheiro novamente. Fiquei confuso e apenas esperei que ele voltasse.

Enquanto ele não chegava, fixei meus olhos em um quadro que tinha em uma das paredes do seu quarto. A porta do banheiro foi trancada e eu percebi que ele já havia retornado. Me virei sem interesse algum, porém, travei ao perceber a imagem do rapaz bem vestido com sua farda de policial.

Pode ser apenas um aperto dentro do peito. Talvez eu precise fazer alguns exames de rotina, porque talvez eu tenha algum problema de coração e possa morrer a qualquer momento. É normal paralisar totalmente ao vê-lo fardado?

 

 

 


Notas Finais


Oq acharam do capitulo?


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