História Uma república de imprestáveis (JIKOOK) - Capítulo 22


Escrita por: ~

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Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens Jimin, Jungkook
Tags Bts, Comedia, Jikook, Lemon, Namjin, Romance, Vhope, Yaoi
Visualizações 253
Palavras 854
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Aventura, Colegial, Comédia, Drama (Tragédia), Escolar, Famí­lia, Festa, Hentai, Lemon, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Yaoi
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Drogas, Estupro, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Mutilação, Nudez, Pansexualidade, Sadomasoquismo, Sexo, Suicídio, Tortura, Transsexualidade, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 22 - Me desculpe por isso.


 

— Imagino que tenha gostado de me ver assim. — Ele falou e eu voltei à realidade. Respirei fundo e desviei o olhar, olhando para um lugar qualquer do quarto. — Park Jimin? — Chamou minha atenção enquanto se aproximava lentamente do meu corpo. — Você tá corado outra vez.

Como ele tem coragem de dizer isso na maior naturalidade?

— Eu não estou corado. Estou apenas...

— Corado. — Complementou minha fala dando um sorriso de canto. Droga, que sorriso lindo! — Eu guardei essa farda em outro lugar, mas agora você já pode perceber que eu sou um policial de verdade, correto? — Disse e eu apenas afirmei com a cabeça baixa, eu estava com muita vergonha — Eu não posso sair por aí com uniforme, isso destruiria minha investigação rapidamente. — Soltou um suspiro cansado e me encarou, levantando meu queixo lentamente pra que eu o encarasse de volta. — Eu espero que confie em mim. Não sou um doce de pessoa com você e nem pretendo ser, mas o mínimo que peço é que confie em mim.

— Tudo bem, eu quero confiar em você. — Falei por impulso, mas é verdade.

Ele sorriu e se afastou do meu corpo dando alguns passos pra trás.

— Vou vestir uma roupa comum e nós vamos dar umas voltas. Preciso me distrair e já como você não vai sair do meu pé... — Fiz um bico emburrado e ele riu — Eu vou te levar junto. Porém, não ache que vou ser sempre bonzinho com você.

— Você nunca foi bonzinho comigo.

— Nunca? — sorriu irônico — Eu te dei bolo de chocolate, não questionei quando invadiu meu quarto na república, não me irritei tanto quando você abriu meu armário pra procurar meu uniforme e também tive que agredir um cara que quase te obrigou a fazer sexo.

O olhei surpreso e por um instante fiquei com muita vergonha. Acho que ele percebeu o quanto se alterou e me olhou assustado. Eu já estava a ponto de chorar lembrando das cenas do homem dizendo o que iria fazer comigo, respirei fundo e enxuguei algumas lágrimas que teimavam em cair no meu rosto, e saí correndo do seu quarto. Fui em direção a porta de saída do seu apartamento enquanto ouvia alguns passos apressados vindo atrás de mim. Assim que coloquei a mão direita sobre a porta, senti sua mão em meu pulso me fazendo virar pra si.

Eu estava com vergonha. Ele estava certo esse tempo todo, o que fiz além de atrapalhar seu trabalho? E também... ele me viu chorando apenas de cueca, enquanto aquele homem tentava me despir e me violar a força!

— Eu... me desculpe, a culpa é minha. — Tentei pedir desculpas apesar do meu orgulho ferido. Ele tá certo, a culpa é minha. Sempre foi. Olhei pra sua mão em meu pulso e vi seus olhos arregalados encarando meu rosto banhado de lágrimas. Me senti inseguro. Me senti uma criança boba percebendo seu olhar. — Eu não quero te atrapalhar mais e... — Senti quando ele puxou meu corpo próximo a si, me abraçando.

Ainda assustado, fiquei sem reação quando minha cabeça encostou seu peitoral magro e ao mesmo tempo musculoso. Eu devo ter corado bastante com seu abraço inesperado. Tentei afastá-lo, mas ao contrário do que imaginei, ele apenas me puxou de volta pra si, me envolvendo com seus braços. Meu choro não conseguiu ser controlado novamente, e por isso aumentou. 

— Shiiu... ya, não se preocupe. Você não tem culpa de nada, certo? — Falou tentando me embalar em seu abraço quando meu choro aumentou bastante. — Você ainda está um pouco traumatizado, o erro foi meu por ter sido rude. Me desculpe. — Jeon Jungkook está admitindo que foi rude comigo? — Eu conheço um psicólogo que pode te acompanhar daqui pra frente, acho que vai te fazer bem.

— Quê? — Falei em meio aos soluços. — Eu não quero um psicólogo, eu só... — Tentei me afastar do seu corpo, mas me vi preso ali. Era como um imã que me prendia a si. — Policial Jeon... — Vi quando ele olhou pra baixo pra encarar meu rosto, olhou no fundo dos meus olhos e soltou um suspiro cansado.

— Me desculpe por isso. — Falou e logo em seguida me beijou. Era apenas um selinho demorado. Mesmo assustado e sem entender sua reação, percebi que ele não tinha ido em frente com o beijo, com medo que eu me assustasse ainda mais. E sim, eu estava assustado, mas a maciez dos seus lábios sobre os meus era algo tão bom, que a decisão de aumentar o nível do beijo foi minha. Fechei os olhos e passei a lingua sobre seus lábios, em um sinal claro de que eu queria que ele continuasse. E assim ele fez. Sua lingua adentrou minha boca e eu arfei.

Sua mão foi colocada em minha cintura me puxando ainda mais pra si. Eu gostaria de estar com os olhos bem abertos pra vê-lo me beijando com aquele uniforme de policial, mas o clima estava tão quente, que segui meus instintos e correspondi seu beijo de olhos fechados. Minha mão foi pra sua nuca puxando os fios dali e pelo que percebi, ele gostou do que fiz, pois apenas me pressionou contra a porta.


Notas Finais


Calma, vou continuar. Isso é um bônus do capitulo anterior. Até o próximo capitulo!


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