História Uma rosa, um lobo e um Doutor. - Capítulo 9


Escrita por: ~

Postado
Categorias Doctor Who
Personagens 11º Doctor, Amelia "Amy" Pond, River Song (Melody Pond), Rory Williams, Rose Tyler
Tags Bad Wolf, Doctor Who, Rose Tyler
Exibições 25
Palavras 1.472
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Aventura, Comédia, Drama (Tragédia), Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Universo Alternativo
Avisos: Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Spoilers, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


Morri!!! ??? Sem criatividade!!!

Capítulo 9 - Até mais.


Fanfic / Fanfiction Uma rosa, um lobo e um Doutor. - Capítulo 9 - Até mais.

Amy chuta a grama.

- Doutor por que você sempre desmaterializa a TARDIS nas minhas flores? - reclamou Amy assim que viu o estrago nas suas pobres flores.

O Doutor saiu da TARDIS. - Ah flores são chatas.

- Então Doutor... - Amy começou. - Se cuida. - ela o abraça.

- Não sei por que vocês não ficam com a gente.

- O Rory e eu temos uma vida dupla, acho que depois de nove meses a gente precisa voltar para a vida da terra.

O Doutor fez uma careta.

Rory e Rose apareceram gargalhando de algo até verem os outros dois viajantes do tempo.

- Isso não é um adeus escutaram? - disse Amy com a voz firme.

- sim senhora. - falou o Doutor.

Amy deu um sorriso e abraçou Rose. - Cuide dele Rose.

- hé... Eu sempre cuidei. Alguém tem que salvar ele das idiotices que se mete.

- tchau gente. Boa sorte Ponds com a vida chata e monótona de vocês.

Rose deu um uma leve cotovelada no Doutor. - shhh cala a boca.

E o Doutor dá de ombros e entra na máquina do tempo e Rose deu um último aceno para o casal e fecha a porta. Amy e Rory começam a caminhar em direção da casa enquanto a TARDIS ia sumindo aos poucos.

Rose se senta na cadeira de capitã e observa o Doutor engravatado, Amy e Rory faziam falta mas eles tinham que ter um pouco de vida normal também, e isso faz Rose se lembrar de Jackie Tyler já fazia um tempo que não a via. Ela se lembrou da cara que a mãe fez quando viu o Doutor na décima primeira regeneração pela primeira vez.

-... E isso é incrível! Já disse que a gravidade atrapalha... Mas não muito. - o Doutor tagarelava algo.

- Que tal irmos visitar minha mãe? - perguntou Rose de repente.

- Não Rose... Jackie sempre me dá tapas quando nós a visitamos. Acho que ela  gosta de bater mais nesse rosto do que o anterior.

- Ela é minha mãe Doutor.

- ok... - ele desisti. - Primeiro uma viajem antes de visitar Jackie, o que acha?

Rose suspira. - Okay.

- Onde você quer ir?

Rose pensa. - eu não sei... Talvez, sei lá, no passado em hum... Uma época vitoriana...

- como desejar.

Rose se levanta e corre para o corredor.

- Onde você vai?

- Vou trocar de roupas! Já volto. - disse Rose se virando de volta para o corredor.

Rose amava o grande guarda- roupas da TARDIS, ela poderia se perder lá dentro. Depois de alguns minutos Rose finalmente escolhe a roupa que iria usar; um vestido longo da época vitoriana, com um chapéu pequeno bem peculiar.

- proto! - disse Rose ao ver o Doutor olhando para o monitor.

- gostei do chapéu.

- Gostei da gravata borboleta.

- Elas sempre combinam com tudo, por isso que eu gosto.

- sim...

- eu quero um chapéu também.

- Vamos logo! - Rose corre para as portas da TARDIS.

Quando eles abriram a porta deram de cara com armas apontadas para eles. Rose e o Doutor levantaram as mãos.

- Isso sempre acontece com a gente. - resmungou Rose.

- Sensação de déjà vu.

- Calados! Identifique-sem! - ordenou um homem.

- Sou John Smith e essa loira mandona é Rose Smith, minha linda esposa. Nós fomos enviados para cá pelo... Bispo. - ele pega o papel psíquico. - e hã...

- Por que não falaram logo. Peço desculpas por isso é que vem acontecendo várias coisas e a segurança aumentou. - os homens abaixaram as armas.

- Oh. E o que vêm acontecendo?

- Mortes misteriosas...  com ácido.

- Como assim comandante? - perguntou Rose.

- Não falarei mas nada, se você for esperto senhor Smith e ama sua esposa e melhor irem embora.

E o comandante sai seguido pelos oficias.

- Isso é interessante. - disse o Doutor.

- Onde iremos agora? Você vai investigar isso? E a onde estamos? Esposa?

- primeiro: Ainda não sei, segundo : sim nós vamos investigar, terceiro:  e acho que aqui é a Irlanda do norte... Você preferia que fosse minha avó?

- não. Então onde vamos começar?

- necrotério...

E então eles foram para a TARDIS pegar um dispositivo super esquisito e seguiram para o necrotério, mas quando chegaram na frente do prédio viram muitos guardas armados guardando a porta assim impedindo que eles adentrassem o local.

- Droga! Vamos ter que entrar escondidos.

- E o papel psíquico?

- deixei no meu casaco na TARDIS. - disse o Doutor.

- Nem vi você trocando de casaco.

- mas não achei um chapéu pra acompanhar você senhora Smith.

Rose rir. - já invadimos muitos lugares até mesmo um enterro menos um necrotério. - cochichou Rose escondida junto com o Doutor observando os guardas.

Quando o Doutor ia responder sentiu uma mão nos seus ombros e Rose também, ela se virou assustada junto com o Doutor vendo um homem de pé.

- se acalmem.

- quem é você? -  Rose se levanta pois eles estavam agachados.

- sou Edgar Poe. Observei vocês, e percebi que o casal também estranha essas mortes esquisitas, a maioria das pessoas ignoram isso.

- ah olá Edgar. Eu sou o Doutor e essa é Rose Tyler, eu adoro os humanos curiosos. O que você acha que está acontecendo?

- Não tenho muitas teorias, mas posso ajudar.

- Como?

- indicando um lugar onde vocês possam entrar sem serem percebidos, mas vocês precisaram de algo para arrombar a porta.

- eu tenho uma chave de fenda muito obrigado.

- quê? - perguntou o homem em confusão.

- ok ok você poderia nos mostrar a entrada menos vigiada? - perguntou Rose.

Edgar explicou que ficavam menos guardas por parte da meia-noite enquanto  eles esperavam chegar à hora começaram a escutar as informações de Edgar sobre as mortes, mas Edgar começou a flertar com Rose e o Doutor fazia caretas.

- Rose já conseguimos informações suficientes, vamos.

- Boa sorte! Senhorita Tyler espero à ver em breve. - Edgar beija a mão de Rose.

- Boa sorte pra você também Edgar Poe. - agradeceu Rose com um sorriso.

- Adeus. - falou o Doutor puxando Rose.

- Doutor estávamos conversando!

- Não. Vocês estavam flertando, namoradeira do espaço.

- Não enche. - falou Rose andando rápido junto com o Doutor.

Eles deram a volta em torno do prédio até enxergarem um local de pouca vigilância e uma porta, ótimo pelo menos o Edgar serviu para alguma coisa, pensou o Doutor.

- abre logo isso. - reclamava Rose.

- Pronto. - ele abre a porta e entra seguido por Rose.

O lugar estava escuro e silencioso, a única coisa que podia se ouvir era o barulho do pequeno saltos-altos  que Rose usava mas logo parou quando a loira chegou perto do Doutor.

- Rose isso está muito quieto.

- será porque é um necrotério?

O Doutor fez um sinal para ela fazer silêncio, e pegou a chave de fenda sônica e ligava e desligava apontado para cima.

- isso não é nada bom. - cochichou ele. - Vem Rose... - o Doutor começou a andar por um corredor que as luzes piscavam frequentemente.

Rose não o seguiu pois pensou que tinha visto algo passando por trás dela, quando ela se virou para ver se o Doutor ainda estava lá não o viu e, ela ia seguir rumo ao corredor com as luzes piscando mas escutou um gemido estranho vindo da direção oposta da onde o Doutor tinha ido.
Lógico que Rose seguiu os sons, poderia ser algum guarda.

≈≈≈≈≈≈≈≈( enquanto isso)

O Doutor olha para trás constatando que Rose não estava, por isso ele estranhou ela estava muito quieta. Ele suspira cansado, Rose sempre se esquecendo da regra: Nunca vaguear sozinha! Mas o Doutor nem discute mais, sabendo que Rose sempre ia ter algum argumento.

O Doutor vê uma luz verde piscando em uma sala e um som de algo caindo, ele olha pela pequena brecha da porta e vê um Alien estranho que escorria ácido da boca e também um corpo jogado no chão.

E então o alien olha repentinamente para onde o Doutor estava, droga! O Doutor saiu sorrateiramente de onde estava e correu para encontrar Rose, temendo de ter outros igual a esse.

E no meio do caminho a encontra com um olhar assustado.

- Doutor eles estão atrás de mim! Eles mataram os guardas. - disse ela nervosa.

- Nós precisamos destruir esse lugar. - disse ele rapidamente.

- Mas ainda tem pessoas vivas aqui. - avisou ela preocupada. - elas estão escondidas, essas coisas estão casando elas.

- Me leve até eles.

E então ela a puxa para correrem enquanto Rose indicava o caminho...

Continua...


Notas Finais


Hum... :3


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