História Uma Segunda Chance para Viver- Tom Riddle e Hermione Granger - Capítulo 48


Escrita por: ~

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Categorias Harry Potter
Personagens Alvo Dumbledore, Fred Weasley, Gina Weasley, Harry Potter, Hermione Granger, Jorge Weasley, Ronald Weasley, Tom Riddle Jr.
Tags Amor, Hermione Granger, Medo, Romance, Sexo, Tom Riddler, Viagem No Tempo, Vingança
Visualizações 92
Palavras 3.565
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Drama (Tragédia), Famí­lia, Fantasia, Hentai, Magia, Romance e Novela

Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Estamos chegando no final, estou triste por esta acabando , mais muito feliz por tantas pessoas estarem acompanhando, então você que ainda não comentou me mando um oi e me diga o que esperam para o final da história. Quero convida voces também a leram outras fics minhas, entra em meu perfil e conferem. Espero que gostem do capitulo, bjs.

Capítulo 48 - Sera o Fim? Parte 1


Hermione agarrou-se com força no braço de Harry, ele a olhou com curiosidade e surpresa, ela sussurrou só para que ele ouviu-se.

–Harry, me prometa se algo acontecer a mim você vai ajudar Tom a salvar meu filho – disse quase em desespero.

–Como assim? – Harry perguntou assustado ao ver o estado de pânico em sua voz.

–Ele me quer, ele veio para me buscar Harry, - falou apontando disfarçadamente para o homem parado a porta – eu não posso te explicar, mas tenho a absoluta certeza que ele me levara, me prometa! – disse séria com a voz firme- Sei que vocês são inimigos mais Klaus é forte, Tom não consegue lutar contra ele sozinho, o ajude! Por mim! Por meu filho! – implorava Hermione ao amigo, neste momento muito outros alunos ao redor deles já olhavam a cena, mas não entendiam.

–Eu prometo Mi, – falou tentando acalma a amiga- eu prometo farei o possível para salvá-los, – disse a abraçando- mas não vai acontecer nada, daqui a pouco os Membros da Ordem estão aqui – falou para tranquilizá-la, mas nem ele acreditava naquilo.

A voz de Klaus soou alto novamente pelo salão.

–Certo sinto que aqui, têm varias pessoas que posso usar – e terminando a frase moveu a varinha, no mesmo instante em cima da cabeça de cada aluno surgiu uma bola de feitiço, era quase uma fumaça em forma redonda, mais cada qual tinha uma cor.

Na de Hermione estava, vermelha, a de Harry verde, em outras estavam azuis bem claros e a de Gina e Rony estavam azuis bem fortes, as únicas daquela cor na Grifinória. A maioria da casa da sonserina estava azul claro, somente de Draco, Pansy, Goyle e Crabbe estavam da mesma cor da de Rony e Gina, Luna, e mais dois alunos da lufa-lufa e três da Corvinal também estavam.

–Não são muitos, mas servirá – disse rindo.

–O que você quer? O que fará com eles?- Bradou Snape alto e com grande fúria na voz.

–Não te interessa, mas só para deixar claro – falou e por questão de segundos os alunos que estavam com a fumaça azul escuro sumiram e apareceram do lado de fora da barreira. Todos foram para o lado dos encapuzados, Harry gritou quando viu Gina se debatendo contra um deles, todos tentavam se soltar, mas eles já haviam retirados suas varinhas, e os prenderam rapidamente – como ia dizendo – continuou como se tudo estivesse normal – estes são seus alunos com mais sangue-puro aqui presente, basta que saibam isto.

Klaus se movia lentamente em torno das mesas, todos olhavam assustados, Hermione tremia sabia que ele a procurava, tentava de várias formas não olhar em seus olhos. Klaus atravessou o salão e ficou em lugar onde habitualmente os diretores faziam seus discursos, ele não temia. Mesmo que algum aluno metido a herói ou até mesmo os professores, tentasse o atingir não conseguiria, ele estava protegido.

Ninguém ali conseguiria atacá-lo.

–Vamos ao que interessa – disse - eu procuro a mulher dos que vocês conhecem como Lord Voldemort ! – todos se olharam espantados, nenhum aluno sabia quem da li era casada com ele, exceto claro os alunos da sonserina que olharam para Hermione na hora, os grifinórios não entenderam, mas mantinham-se calados.

–Você se enganou!– gritou MacMillian – Nenhuma aluna é casada com aquele mostro! – falou com sua postura.

–Sabe garoto – disse com a voz gélida – eu odeio ser enganado, se o que você fala for verdade não se importaria de morrer por isso, sim?- disse friamente. MacMillian engoliu em seco.

–Quietos! – falou Snape novamente – Você sabe que não a entregaremos – respondeu o professor para espanto de todos – deixa-a em paz!

Klaus riu maldosamente.

–Se não o que? Ele ira me matar? - falou sínico- pois bem, eu não o temo. Eu já dei uma surra nele antes, faltou pouco para matá-lo, não me importo novamente de fazer o mesmo. – concluiu.

Os alunos e até mesmo os professores se surpreenderão com a frieza do homem. Quem era aquele, que não temia o maior bruxo da Terra?

–Pelo que soube - continuou- ela é bem sensata e corajosa e que defende seus amigos, então vamos ver se é isso mesmo – falou olhando cada rosto, Hermione se mantinha junto a Harry, tremendo. Harry só tinha olhos para Gina, que estava atrás de Klaus sendo segurada pelo capanga, assim como Rony – Vejamos será que ela é amiga desta garota?- perguntou até divertido – Avada Kevadra!

Uma menina da Corvinal caiu morta aos pés das amigas que gritaram, assim como vários outros alunos, Spout e Filth se adiantaram para ir até o corpo e acalmar seus alunos, porém perceberam que um feitiço os mantinhas presos ali onde estavam, atrás da mesa dos professores.

–Não adianta se moverem – disse olhando para os professores – vocês verão um por um de seus alunos morrerem até que ela se entregue.

Hermione sentiu o fogo subir por sua coluna, não deixaria isto acontecer. Seus amigos não morreriam por ela, nunca. Deu um puxão no braço de Harry, o fazendo olhar para ela e sussurrou em seu ouvido.

–Harry tome isto – disse entregando a ele à Horcrux que Tom a deu no passado, o anel de Marvolo – isto acabara com Tom é a ultima, mas dê a ele. Por favor – completou quando percebeu que Harry a questionaria – se eu levar isto Tom ira morrer, pois tenho certeza que Klaus logo saberá o que é – explicou ela – eu te amo Harry e amo o Tom mais que a mim mesma, mas se ele morrer destrua a minha horcrux também, pois minha vida de nada valerá sem ele – disse com lágrimas nos olhos -cuide de meu filho e diga a ele que o amei muito e que estarei feliz, pois estarei ao lado do pai dele, do homem que eu amei.

–Hermione não vá... - Harry falava segurando sua mão.

–Não posso deixar isto continuar Harry, por favor, me prometa que cuidara de meu filho, e não fale tão mal do pai dele, por favor?- perguntou em uma súplica triste.

–Prometo, Mi. Eu prometo falar que a mãe dele é a mulher mais corajosa que existiu e que o pai, bem o pai era o pai – Hermione sorriu triste, abraçou Harry. Gina e Rony de longe olhavam a cena, Gina chorava assim como McGonagall que sabia o que Hermione iria fazer.

–Você esta demorando muito - gritou Klaus – acho que matarei mais um.

Quando ele fez o movimento com a varinha Hermione respirou fundo, colocou sua mão sobre a corrente que Tom deu a ela de presente, e a apertou como se assim conseguisse alcançar Tom “eu sou tua e você é meu eternamente, meu Tom” e em seguida gritou.

–Não precisa! – falou alto fazendo várias cabeças olharem para ela, os grifinórios com espanto, mas sua voz era firme, as lágrimas já não escorriam em sua face e sua cabeça estava erguida – Estou aqui! – completou.

Caminhou com atitude até o local que Klaus estava, ele a fitou com curiosidade. Hermione vestia uma roupa simples, calça jeans e uma bata. Sua barriga estava enorme, mas mesmo assim andava firme com a cabeça erguida. Por onde ela passava, principalmente na mesa de sua casa vinha murmúrios surpresos, todos muito espantados que ela, Hermione a aluna mais brilhante de Horgwats e amiga de Harry Potter era casada com ele, Lord Voldermont.

Enquanto ela caminhava, alguns amigos mais chegados ao grupo aproximaram-se de Harry.

–Não é verdade, não é Harry?- perguntou Neville.

–Ela só esta fazendo isto para distraí-lo, só até o socorro chegar, não é?- perguntou Simas, em volta outros alunos ouviam atentamente a resposta de Harry.

–É verdade, ela se casou com ele nas férias, – disse triste – mas não a julguem. Hermione sempre será ela mesma e eu confio nela, como sempre.

Todos que estavam em volta o olharam assustado, mas nada disseram, voltaram a olhar para Hermione que tinha chegado até Klaus.

–É vejo que Tom continuou com seu bom gosto para mulheres – disse olhando para Hermione.

–Ele tem perfil para isso – falou ríspida e o olhando nos olhos.

–Você tem atitude, não têm medo de mim?- perguntou apontando a varinha no coração de Hermione.

–Não – disse friamente – garanto a você que lidar com o humor de Voldemort é bem pior - respondeu. Alunos e professores admiraram a atitude de Hermione em falar o nome dele normalmente, sem medo e restrições – Você sabe Klaus – ela continuou fria, com a voz firme – ele vai te mata, e eu vou ajudá-lo. - disse por fim.

–Você é muito prepotente, igual a ele, – respondeu ele – mas você não sobreviverá, para isso. - respondeu para ela.

–Eu irei! – falou o encarando nos olhos – Por mim, por meu filho e por ele – disse firme, mesmo que não acreditasse.

Klaus olhou para longe, como se estivesse ouvindo alguém chegando. Hermione acompanhou seu olhar.

–Hora de partimos – segurou em seu braço e desaparatou com ela no exato momento que a porta do salão principal abria-se e Tom e Dumbledore entravam por ele com as varinhas erguidas.

Seu olhar cruzou o de Tom, um pedido de socorro mudo, uma jura de amor sem palavras, uma lágrima de adeus sem esperança, era isso que os olhos dos dois transmitiam, e pela segunda vez em sua vida a última visão que Hermione viu antes de um espaço negro, era aqueles olhos azuis penetrantes de seu amor, Tom.

–NÃO!!!!!! – Tom gritou e com a força de sua magia, o escudo de proteção de Klaus se desfez, e vários vidros do salão se espatifaram, fazendo os alunos se protegerem.

Tom estava furioso, sentiu que algo estava errado com Hermione. Sentiu uma angústia muito forte, mas no momento que sentiu que parecia que Hermione o desejava mais que nunca só para dizer que o amava , percebeu que algo estava errado. Chamou alguns de seus homens e foram para Horgwats, para sua surpresa os feitiços de proteção estavam desfeitos, até mesmo as proteções anti-trouxas.

Entrou em disparada para dentro dos jardins, viu que vários outros vultos vinham da direção oposta. Percebeu que eram membros da Ordem, deu sinal para que seus homens não atacassem, ele só queria ver uma coisa, Hermione. Naquele momento nada mais interessaria, viu o momento que Dumbledore parou o encarando com membros da Ordem atrás dele, ambos não falaram nada, não precisavam. Algo que os dois amavam estava ali dentro, precisando de sua ajuda, para Tom era Hermione e seu filho, para Dumbledore seus alunos, sabiam que se brigassem e se discutissem os dois perderiam, foram apenas um minuto, com um movimento que parecia ensaiado os dois invadiriam o salão.

E naquele momento seu maior pesadelo se materializava em frente aos seus olhos, Hermione prisioneira de Klaus, viu em seu olhar um pedido de ajuda, mas também uma lágrima de despedida, não acreditava. Tanto cuidado tantos sacrifícios para ele a levá-la. Uma fúria tomou conta de seu ser, sua magia moveu-se descontrolada, mas era tarde, em frente a seus olhos Hermione sumia.

A sala do diretor estava cheia e o clima no ar não era nada amistoso, um grupo um tanto inusitado estavam juntos, Comensais da Morte e membros da Ordem da Fenix, mais não lutavam, somente olhavam um para o os outros com olhares mortais. Todos, com exceção apenas de Dumbledore, estavam desarmados suas varinhas em uma redoma maigica impossiveis de seram tocadas. Sem duvida todos estavam aflitos, porem seus olhos e em seus jestos percebia isto. Mas para a surpresa de todos ali, o unico que realmente estava berando ao desespero, era Tom.

Não que ele estivesse berrando ou matando quem estivese em sua frente, mais seu desanimo, sua falta de atitude e de vontade, era o que mais demostrava o quanto desesperado ele estava, parecia que naquele momento ele queria apenas uma coisa, a morte. Nada mais.

Seus Comensais o olhavam apreensivos, os membros com receio. Mais naquele momento Tom não era o mais temido bruxo das trevas, o assassino sem escrupulos ou qualquer outra coisa, naquele instante Tom era um homem apaixonado pela esposa, na qual tinha sido sequestrada pelo seu inimigo e que sem duvida nenhuma iria mata-la, ele era a imagem do desespero. Seus olhos desfocados, não percebia a discussão que seguia na sala, estava indiferente. Sua fisionomia abatida e triste, eram estremamente diferente daquele fisionomia altiva que ele tinha.

–Sei que todos estamos exaltados – falava Dumbledore – mais temos que tomar uma atitude, temos que descobrir para onde levaram as crianças – falou sério.

–Mas quem é ele ?- perguntava Molly abraçada a Artur, a doce Senhora ja havia chorado todas suas lagrimas por seus filhos – O que querem com eles ?

–Se fosse só os dos Membros da Ordem – falou Gui.

–Ou só filhos de Comensais – sobrepos Lucio que tinha Narcisa junto a ele – até teriamos entendido.

Assim que conseguiram acalmar Tom, ou seja Dumbledore, Snape e dois outros auror, eles chamaram todos os pais que tiverem seus filhos sequestrados, em sua maioria, pelo menos do sonserinos, os pais ja estavam ali eram comensais,logo em seguida os outros pais chegaram. A primeira coisa que o sabio diretor fez foi retirar a varinha de todos, temeu pela reação de Tom, mais se surpreendeu que ele simplesmente a entregou e com a cabeça baixa foi para o canto da sala e estava lá até agora, seus olhos nublados e fisionomia triste , não se importava com quem estava naquela sala e muito menos com os planos que os outros traçavam, era inuteis ele sabia.

Klaus não desistiria, sua vingança em sua mãos. Ele não pouparia Hermione, nem seu filho, ele faria ele sentir a mesma dor que ele próprio provou. Que proveito teria mata-lo, o sofrimento e a solidão era a melhor opção.

–Tom ? – ouviu alguém o chamando ao longe – Tom ! – ele não erspondia não queria responder, queria agora a unica coisa digna e que acabaria com este sofrimento, morrer – TOM !!!

Olhou, Dumbledore estava em sua frente, em pé e o fitava com seus penetrantes olhos azuis, Tom piscou algumas vezes voltando a realidade, o olhou intensamente com a testa franzida, mais por curiosidade do que por raiva.

–O que quer velho ?- perguntou com a voz baixa quase em um sussurro.

–Tom eu sei como voce esta se sentindo – começou Dumbledore, logo sendo cortado por Tom .

–Sabe ? – perguntou sarcastico -voce nunca sabe de nada velho, e ainda mexe com as coisas que voce não deveria se entrometer – Tom falava com uma furia contida na voz, mais nitidamente forte em seus olhos.

–Sinto muito - falou Dumbledore de cabeça baixa – eu realmente não devia mexer assim com seu passado, eu...eu...me desculpe – falou humilde.

Os outros na sala, fitavam os dois maiores bruxos em silencio, os Membros da Ordem sabiam do que se tratava tudo aquilo, Dumbledore errou em alguns aspectos mexendo com o passado de Tom mais acertou em outros, assim pelo menos eram o que muitos ali achavam. Os Comensais por sua vez não entendiam o que estava caontecendo mais não ousaram perguntar.

Depois de um minuto Tom olhou ainda mais penetrante para o ex-diretor e repondeu.

–Acho um pouco tarde para desculpas – falou frio – mais se Hermione sair viva disto, eu posso sinceramente pensar no assunto.

A resposta surpreendeu a todos os presentes, Dumbledore deus um sorriso triste para Tom, mais voltou para objetivo principal.

–Nós prescisamos de sua ajuda Tom – falou o ex-diretor – eu sei que voce conhece esse tal de Klaus, nos ajude a achar Hermione e os outros – suplicou o diretor.

Tom olhou ao redor da sala, todos os pais ali presentes sofrendo pelo rapito de seus herdeiros, assim como ele sofria, via-se a mesma dor e angustia nos olhos de seus comensais assim como nos Membros da Ordem, e com certeza era a mesma dor que sentia em seus próprios olhos, ali naquele momento todos eram iguais, seus olhos cruzaram por segundo os de Harry, e viu que o garoto assim como ele beirava o desespero, assim como ele iria perde a mulher que amava, os amigos que eram como irmãos que ele nunca chegou a ter, a felecidade e a familia que ele tanto almejava, pela primeira vez desde que se conhece sentiu um sentimento que nunca pensou existir, compaixão.

– Sei onde estão, mais quero avisa-los que quem for com certeza morrera – falou frio, suspirando pesadamente e se erguendo de onde estava.

Ele era novamente Tom Riddler, o garoto que era um lider nato que pensava rapido e alcançava todos seus objetivos, que era admirado por todos e não temido, a unica coisa que tinha em comum com Voldermont era a força de vontade de vencer, mais Tom Riddler diferente de Voldermont, lutava agora por algo ainda maior, ele luta pelo o amor , a esperança e a felicidade não só dele mais também dos outros, nem ele conseguia entender todos este sentimentos novos que envadiam seu coração, mais sentia que era isso que ele sempre procurou , esta sensação, esta felicidade, Tom Ridller não iria desistir de sua felicidade, nunca. Mataria e morreria por ela.

– Klaus é muito poderoso, muito mesmo –continuou falando.

Tom contou tudo que passou com Klaus onde o conheceu e o que aconteceu com eles, a anos atras.Todos ouviram atentamente , não interromperam em nenhum momento.

–Foi isto que aconteceu – terminou Tom – ele agora quer se vingar , mais tenho por mim que não seja só isto.

– Tem algo mais – concordou Snape – por que dos outros ?

–Eu acho que sei o porque – falou Tom – ele quer trazer Merlinda de volta.

–Imposivel os mortos não voltam a vida – falou Harry.

–Não é por que voce não sabe ou não conhece, não signifique que não exista, Potter – respondeu Tom friamente - quando estavamos na ilha conhecemos um feitiço, ouso a dizer o mais terrivel entre todos, ele pode trazer a alma da pessoa de volta, com sacrificios imaginaveis.

–Quer dizer que ele vai matar nossos filhos –Perguntou Narcisa em sussurro.

–Não Narcisa- falou Tom olhando para mulher – algo ainda pior, para ele trazer a alma de algum bruxo é nescessario que encontre a mesma magia que este bruxo possuia, Merlinda era descendente direta de Morgana, por este motivo ele pegou seus filhos, eles são os sangues mais puro entre os alunos, ele ira retirar a magia deles – conclui, enquanto os pais gruniram ao horror.

–Mais...não entendo - falou Sr. Weasley - como o feitiço funciona ?

–Primeiro ele ira tirar o poder deles, não sera nem a metade do que Merlinda tinha, mais sera o suficinete, depois ele tera que sacrificar uma alma pela a outra, não uma simples alma, uma alma pura e inocente – Tom parou, um nó formou-se em sua garganta e sua voz se embargou, se manteve firme mais que pode mais só de imaginar o que aconteceria, tinha vontade de chorar, como nunca antes.

–O bebe de Hermione – falou Harry – ele vai tirar o bebe dela para sacrifica-lo ?- concluiu Harry em choque – mais...não podemos deixar.

–Mais esta faltando mais alguma coisa – falou Snape – uma alma não pode viver sem um corpo.

–E por isso ele escolheu Hermione – falou Tom- a alma de Merlinda ira par ao corpo dela, para que eu não possa mata-la, seu eu mata-lo Hermione morrera. – Tom suspirou derrotado, sentando-se em uma cadeira – de qualquer forma perderei Hermione.

Todos na sala ficaram em silencio, nunca imaginaram tal cena, Voldermont o mais terrivel entre os bruxos, derrotado. Harry por mais que não quisesse aceitar aquela cituação mais tinha prometido a Hermione que ajudaria Tom, e pela a amiga quase sua irmã, pelo o amigo e pela mulher que amava faria qualquer coisa, até se unir a seu inimigo, apertou o anel de Marvolo que Hermione entregou a ele, que estava em seu bolso e tomou a unica atitude que cabia a ele.

–Riddler – cahmou Harry firme , fazendo todos olhar para o garoto, menos Tom – Ridller – chamou novamente , desta vez Tom olhou – voce é um fraco- acusou Harry .

–Harry não é o momento –disse Dumbledore.

–Professor se este não for o momento nunca mais sera – falou firme – Voce é realmente um fraco, voce lutou sua vida toda por poder, por dinheiro, matou centenas de pessoas que estavm em seu caminho, a anos me persegue e quer me matar, mais agora pela a mulher que diz amar, pelo filho que ela espera voce não têm a capacidade de lutar ? Que homem é voce, que desiste de seu maior tesouro ? – Harry falava olhando para ele, nem se importava que sua cabeça parecia rachar de dor e muito menos com olhar assassino que Tom lhe olhava – eu como sempre lutei contra voce, mesmo que sozinho irei ir atras de Hermione que é minha irmã, de meu amigo e da mulher que eu amo, mais por mais que eu não queira admitir, sozinho serei só mais um corpo, mais juntos tenho certeza que lutaremos e venceremos, Tom Ridller eu Harry Potter presciso de sua ajuda, para trazer de volta as pessoas que amamos – Terminou Harry.

Todos estavam em silencio chocados de mais para qualquer palavra, agoram olhava para Tom, que estava em pé, com os olhos distante. Por Hermione e por seu filho faria qualquer coisa, até lutar junto com seus inimigos.

–Por Hermione faço qualquer coisa, Potter –falou estendo a mão a ele – é só uma tregua.

–Sera só uma tregua – completou Harry apertando a mão de Tom.

Agora todos sabiam, um inimigo em comum uni até os maiores inimigos.


Notas Finais


E ai gente, muito tenso heim??? E agora ? Mande comentários...


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