História Uma Simples Serviçal - Capítulo 5


Escrita por: ~

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Categorias Saint Seiya
Personagens Lyfia, Personagens Originais, Shido de Mizar
Tags Cavaleiros Do Zodiaco, Cdz, Drama, Personagens Secundários, Romance, Sexo, Soul Of Gold
Visualizações 22
Palavras 1.107
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Fluffy, Hentai, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Universo Alternativo
Avisos: Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Nudez, Sexo
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


Oiee! Postando mais um cap, aproveitando que estou no embalo dessa fic!

Muito obrigada pra quem está acompanhando e boa leitura!

Capítulo 5 - O encanto que continua


Quando Lyfia acordou, os raios de sol já entravam pela janela de vidro do quarto do nobre; Ela ainda estava abraçada ao homem, deitada no peito dele, que subia e descia conforme ele respirava tranquilamente em seu sono. A criada nunca pensou que fosse sentir ou ver algo tão belo, puro quanto o que havia entre eles agora.

Era muito melhor do que nos contos das outras empregadas em suas aventuras furtivas com os homens do vilarejo, ou do que os livros de romance que ela lia descreviam.

Entregou-se com ardor e paixão, mas sabia que depois daquela noite, seria dispensada e Shido provavelmente procuraria outro alvo com o qual se divertir.

Pelo menos vou guardar comigo as melhores lembranças da minha vida nesta casa…

Ela ia levantando-se quando a mão masculina pegou-lhe o braço gentilmente. Shido a fitou com certa preguiça, mas sorriu-lhe assim mesmo.

“Aonde pensa que vai?” - indagou com voz de sono.

“Eu vou me vestir, senhor.” - Shido grunhiu em frustração ao ouvir a palavra “senhor” de novo saindo da boca dela - “Está muito tarde, os outros empregados vão dar pela minha falta e vou ouvir bronca. Além disso, o senhor já terminou comigo, não? O que queria fazer...”

Shido parecia desapontado que era essa a visão que ela tinha dele. “Já tinha terminado o que queria fazer”, como assim? Ele não investiu nela apenas para terem uma noite de diversão e se tratarem como estranhos, como ela acreditava que o patrão faria.

“Na verdade, não acabamos, não.” - a puxou para si, e ela caiu nua sob ele, os corpos colados e a respiração aflita dela ditando o ritmo da situação. A beijou preguiçosamente, saboreando-a e deixando que ela fizesse o mesmo com ele.

“Senhor Shido...” - Lyfia falou quando rompeu o beijo, ofegante - “… por que brinca comigo dessa maneira?”

“Não é uma brincadeira. Eu quero você.” - ele respondeu, sério.

Lyfia contemplou suas opções, e sabia que no fundo ainda queria que nada daquilo acabasse, que eles fizessem o que ocorreu na noite de ontem uma e outra vez, diversas vezes, muito embora tentasse se convencer que uma vez tinha sido o bastante.


Nunca vai ser o bastante… não com você… - a moça pensou, ruborizada, e inclinando-se para outro beijo.

Demoraram na cama até o meio-dia, amando-se sem sentirem pudores ou pesares por estarem se rendendo ao que queriam fazer.



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Quando Lyfia chegou durante a tarde para seus afazeres na cozinha, as outras criadas lançaram-lhe vários olhares de reprovação, como se já soubessem o que ela fazia nos aposentos do patrão.

Engoliu em seco, e fez o que lhe foi ordenado em silêncio, sentindo o peso da culpa em seus ombros pelo resto do dia.



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Encontraram-se às escondidas no estábulo no dia seguinte, e caíram em meio ao feno, sem se importarem, apenas trocando carícias quentes e afobadas. Lyfia estava surpresa que Shido ainda a quisesse depois daquela manhã fogosa, mas pelo visto não estava completamente satisfeito, tal como ela.

Shido entrou nela em uma estocada rápida e demorou-se dentro dela, que agradecia por ninguém estar por perto para ouvir seus gemidos, que ela em vão tentava abafar.

“Ah… ah Shido…” - ela gemeu o nome dele de novo, sem formalidades, muito para o deleite do nobre - “… desse jeito vão nos pegar… AH!” - ele rebolou os quadris contra os dela de forma enlouquecedoramente lenta e torturante para a jovem, que estava extasiada em receber o membro de seu amado dentro de sua cavidade macia e molhada.

“Ninguém vem aqui nesse horário…!” - ele explicou, enquanto entrava e saía dela sem dó, fustigando-a com todo o desejo que tinha por ela.

Ele rebolou dentro dela por mais alguns minutos, até que ele viesse em jatos longos, preenchendo-a com o seu calor úmido, que escorria pela entrada da moça.

Ofegantes, encararam-se por um instante, sabendo que o que faziam era furtivo, era errado, porém tão certo aos desejos deles. Ambos sorriram, e Shido a beijou ardentemente em seguida, ainda rijo dentro de Lyfia.



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Os encontros prosseguiam durante as semanas seguintes de Maio, porém Shido estava fazendo Lyfia notavelmente abandonar seus afazeres, visto que ele a “roubava” para si nos momentos mais inoportunos, pois eram as únicas horas do dia que eles podiam ter um para o outro.

Claramente, isso não escapou dos olhares da ex-babá de Shido, Adelheid, que fora confrontar o nobre diretamente, afinal das empregadas da casa, ela era a única com moral o suficiente para colocar o homem em seu lugar.

“Você está iludindo essa menina, senhor Shido. Ela morre de amores por você e o senhor sabe.” - ela advertiu assim que o encontrou nos corredores que levavam para os aposentos do nobre. Estava vindo de lá tendo trocado os lençóis bagunçados e sujos que ele deixava de novo.

Shido virou o rosto com certo embaraço a princípio. Não gostava de ser chamado atenção, ainda mais sendo um homem feito. Já tinha 20 anos, não era mais a criancinha que ela cuidou um dia.

“Dadda, com todo o respeito-”

“Não, senhor Shido. Nem comece. Todo mundo já notou que ela está sumindo nos horários em que devia revezar com as outras criadas. Eu como governanta da casa, sou responsável por manter a ordem, e que isso não chegue ao ouvido dos patrões por más línguas!”

Shido franziu a boca em uma linha reta, visivelmente aborrecido com o que ouvia, mas no fundo ele não havia pensado nessa possibilidade. Não era tão cauteloso quanto gostava de achar.

“Dadda, eu sinto muito, eu vou ser mais cuidadoso e-”

“Por favor, se você tem o mínimo de consideração por essa moça, não a iluda mais.”

Culpa pesou na consciência e no estômago do nobre, que sentia-se mal pelas possíveis retaliações que Lyfia poderia sofrer na mansão.

Mas o lado egoísta dele não conseguia deixar de pensar nela, no seu sorriso, no modo como ela chamava seu nome, gemia seu nome, e do quão entregue e espontânea ela era.

Shido fechou os olhos e colocou as mãos nos ombros de sua ex-babá.

“Perdoe-me, dadda.”

Adelheid suspirou pesarosamente, derrotada. Sabia o que aquilo queria dizer.

“Proteja-a por mim, está bem? Não deixe que meus pais saibam de nada, não quero que Lyfia sofra por minha cau-”

“Ela já vai sofrer, jovem patrão. Ela só não sabe disso ainda.” - a senhora retirou as mãos do patrão de seus ombros e prosseguiu a passos pesados e largos pelo corredor até as escadarias.

Shido queria refrear-se, mas não conseguia deixar de pensar na serviçal que chamou-lhe atenção desde o primeiro dia em que a viu.

 


Notas Finais


- Esses dois não tem jeito mesmo, tsc tsc... coitada da Adelheid! haha!

Beijos e até o próximo cap! :D


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