História Uma tarde incomum! - Capítulo 1


Escrita por: ~

Postado
Categorias Dragon Ball
Tags Goten, Romance, Trunks, Yaoi
Exibições 112
Palavras 2.103
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Romance e Novela, Yaoi
Avisos: Homossexualidade, Insinuação de sexo, Nudez, Sexo
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Ola pessoal, espero que gostem, trazendo uma + uma fic de GotenXTunks.
Boa leitura

Capítulo 1 - Uma tarde.


Ao meio-dia a Sra. Briefs chama todos para almoçar. Os garotos ao ouvir o chamado deixam o treino e, sem hesitar, correm para a mesa. Bulma termina de efetuar uma compra e também se dirige à mesa. Vegeta também estava faminto, pois treinara a manhã inteira. Algo estranho acontece quando Vegeta se reúne com os outros: ele cumprimenta Goten com um largo sorriso e passa a mão em sua cabeça carinhosamente. O garoto sem entender olha para o amigo que sorrindo demonstra que também não entendera nada.
Satisfeito com a saborosa refeição Trunks dá um tapa na cabeça de Goten e sai correndo para o quintal. Goten pede licença aos demais, agradece a refeição e corre atrás de Trunks.
-Trunks, o que você está fazendo aí deitado na grama? A gente tem que treinar.
-Ah, Goten. A gente não precisa treinar tanto. Não há nenhum inimigo na Terra. Além disso, eu comi demais e to cansado. Deita aí e descansa também.
-Hum... É, acho que a gente não precisa treinar tanto, né?! Vou descansar um pouco também. Mas seu pai não vai brigar conosco se nos vir aqui deitados ao invés de estarmos treinando?
-Não. Meu pai ta estranho... Ele não é mais bravo...
-É mesmo! Ele até foi legal comigo hoje... Meu pai também mudou. Agora ele voltou a treinar com o Gohan e a brincar comigo. O que será que aconteceu?
-Sei lá eu o que aconteceu. Minha mãe falou que deve ter acontecido alguma coisa muito boa com o meu pai e isso fez com que ele enxergasse a vida com alegria.
-Será que meu pai tem algo a ver com isso?
-Não sei, Goten. E isso nem me importa... Ta muito calor! Acho que vou derreter!
-É, ta muito quente mesmo.
-Já sei! Tive uma idéia: vamos nadar no rio!
-Boa idéia! Vamos lá!
Os dois saem voando. Chegando no rio, Goten rapidamente se despe e, num salto acrobático, mergulha no rio. Trunks fica na beirada olhando admirado as acrobacias do amigo. Ele sempre achara Goten um garoto esperto e habilidoso.
-Ué, Trunks... você não vem nadar, não? A água ta supergelada, uma delícia!
O chamado de Goten o desperta do seu semitranse.
-O quê? O que você disse, Goten?
-Ta dormindo, Trunks? Tira a roupa e mergulha também! Ou vai dizer que você está com vergonha de mim? -Disse isso e caiu na gargalhada.
-Claro que não estou com vergonha! Já to indo!
De fato, não havia motivo para Trunks ter vergonha. Os dois tomavam banho juntos quando pequenos. E, embora não fossem mais crianças, não sentiam vergonha um do outro, mesmo sem se verem nus há algum tempo.
Completamente nus os garotos nadavam no rio, mergulhavam e pegavam peixes para levar pra casa. Brincaram dentro do rio até a exaustão.
Goten se cansou de nadar e saiu da água.
-Olha, Trunks. Ta vendo aquela cachoeira lá no alto das pedras? Eu vou subir até lá!
-Ah, Goten! Subir até lá é fácil! É só voar!!! (risos)
-Mas eu vou subir escalando as rochas!
E lá foi Goten.
Nessa hora Trunks pode ver com calma o corpo de Goten. Os braços e pernas que se exercitavam enquanto o menino escalava as pedras à beira do rio. Encantara-se com os músculos desenvolvidos do amigo. Goten se tornara um garoto lindo, seu corpo perfeito e definido contrastava com seu rosto inocente e infantil. Trunks se perdera em pensamentos obscenos reparando a região pubiana de Goten realçada pelos pêlos escuros em contraste com a pele alva. O garoto sacudiu a cabeça num gesto negativo tentando expulsar de sua mente aqueles sonhos indecentes. Foi inútil, qualquer coisa que ele tentasse seria em vão. Ele desejava seu melhor amigo. Nunca estivera com uma garota, pois seus desejos eram todos de Goten. Suas noites em claro eram de Goten. Seu coração era de Goten.
Mas de que adianta tamanha paixão, se o objeto de seu afeto não pode saber de nada? O que Goten pensaria se ele tentasse uma investida? Não, ele não podia se dar o desfrute, não se arriscaria a perder o seu melhor amigo, seu confidente, seu ombro para chorar. Já não podia imaginar a vida sem ter Goten ao seu lado. Cresceram juntos, mais do que isso, sempre viveram juntos. Com certeza, ele não colocaria em risco tão valiosa amizade. Goten não entenderia, era muito inocente para aceitar algo assim. Aliás, era justamente essa inocência que hipnotizava Trunks, não realizava como um garoto tão ingênuo podia ter aquele corpo. Trunks imaginou como seria triste viver sem a amizade de Goten, como seria tratado depois de revelar seus sentimentos. Mas rapidamente o sorriso voltou ao seu rosto.
-Trunks, Trunks, cheguei!!! Consegui chegar na cachoeira!
-Legal, Goten!
-É muito bom aqui em cima. Sobe também.
-Ah não, Goten. Não to com pique pra escalar isso tudo!
-Sobe voando então, ué!
-É mesmo! (risos) To indo!
A cachoeira era realmente maravilhosa e os dois se divertiam muito. Mas Goten interrompeu a brincadeira.
-Trunks, o que está acontecendo? Por que você está diferente?
-Diferente? Como assim? Eu não mudei...
-Mudou sim. Você está sempre desligado, triste... Eu te fiz alguma coisa?
-Não, Goten. Você não fez nada, não.
-Então o que é? Fale-me, por favor.
-Você não entenderia. Deixa pra lá.
-Por que eu não entenderia? Como você sabe?
-Oras, Goten...
-Me deixe terminar. Você tem essa mania de achar que eu sou uma criança. Eu até gosto disso, gosto da sua preocupação. Mas eu não sou criança. Eu cresci, aliás, nós temos pouca diferença de idade. Eu posso muito bem entender o que está acontecendo. Não sou bobo e nem tão ingênuo como pensam. Eu sei o que você sente...
-O que é que você sabe, Goten?
-É isso mesmo! Eu sei o que está se passando. E é uma grande agonia te ver sofrer por algo que pode ser resolvido tão facilmente. Você só precisa falar.
-Não, Goten. Eu não sei o que você pensa que está acontecendo, mas te asseguro que não é nada disso. Meu problema não é nada que possa ser resolvido facilmente. E eu não vou falar nada, porque sua amizade é a coisa mais valiosa que tenho, não vou coloca-la em risco.
Trunks não consegue conter as lágrimas que caem de seus olhos molhando sua face.
-Não, Trunks. Não chore, meu amigo. –diz Goten passando as costas da mão no rosto de seu amigo, lhe enxugando as lágrimas.- Não chore porque eu realmente sei o que está acontecendo. Sei qual é o sentimento que lhe causa tanto sofrimento. Sei que tudo pode ser facilmente resolvido. E eu sei disto... porque eu sinto o mesmo...
Trunks não esconde a surpresa e o espanto ao ouvir tais palavras, Mas não tem tempo de retrucar. Goten se aproxima ainda mais e com seu sorriso de infante beija-lhe a face. O garoto tenta dizer algo, mas a boca de Goten o cala num caloroso beijo.
-O que você está fazendo, Goten? Você está louco?
-Ué, mas não é isso o que você queria? Por que está dizendo essas coisas?
-É... É isso o que eu quero... Mas...
-Então, pare de falar... Já te disse que não sou criança, eu também quero...
Trunks entendeu que era isso o que ambos queriam. Não havia porquê se preocupar.
-Vem cá, Goten.
Outro beijo, agora mais quente. Ficaram se beijando por alguns instantes, até que Trunks começou a lamber o pescoço do amigo, em seu ouvido sussurrou obscenidades. Goten sorriu com o rosto corado e, entendendo o recado, foi descendo lentamente pelo corpo do outro. Ateve-se por um tempo no forte peito nu de Trunks, mas este impaciente e cheio de tesão lhe empurrou carinhosamente a cabeça para baixo. Goten desceu um pouco mais e encontrou o falo de Trunks. Era bastante grande e estava teso. Ele brincou com o membro de Trunks, lambeu como se fosse um pirulito. Hesitou em coloca-lo todo na boca, talvez pelo tamanho, mas um movimento de Trunks acelerou o processo. Agora Goten não mais hesitava e se divertia vendo o garoto de cabelo lilás se contorcer de prazer. Trunks não estava mais agüentando.
-Goten, espera aí.
-O que foi? –disse Goten com a boca molhada pelos fluídos de Trunks.
-Não é nada... é que assim eu não vou conseguir segurar mais...
-Mas não é pra você segurar...
-Eu não quero gozar antes de fazer uma coisa.
-Que coisa, Trunks?
-Vem aqui...
Goten se levantou e ficou cara a cara com o parceiro, que pegou o seu falo também ereto. Trunks masturbava o amante enquanto se beijavam, não era justo só ele ter tanto prazer. Goten estava adorando sentir a mão do amigo lhe masturbar, embora Trunks fizesse movimentos lentos por medo de causar algum desconforto a ele.
Mas não era essa a coisa que Trunks queria tanto fazer. Com as mãos na cintura de Goten, Trunks o virou de costas fazendo com que seu pênis tocasse as nádegas do outro. Goten tentou se virar. Claro que entendera o que o amigo queria e se preocupou com o tamanho dele.
-Calma, Goten, não fique nervoso... eu não faria nada que pudesse machucar você.
Mais calmo Goten consentiu, também era isso o que ele queria, só não esperava que Trunks tivesse crescido tanto.
Trunks se deitou na grama à beira do rio, Goten se sentou sobre ele e lentamente foi descendo sobre o falo do amante. A dor era imensa, quase insuportável, mas ele resistiu, ver a alegria nos olhos de Trunks valia a pena. Depois de subir e descer algumas vezes começou a se acostumar com a dor e o desconforto, passando a achar prazerosa a sensação de sentir Trunks dentro de si. Trunks, por sua vez, não se esquecera de que aquilo ali era para proporcionar prazer mútuo e com uma mão masturbava o amigo, com a outra beliscava com carinho os mamilos rosados de Goten. A dor já não se fazia presente e Goten subia e descia sobre o membro de Trunks freneticamente. O ritmo se tornava mais intenso, e Trunks gemia alto de prazer. Goten era muito, mas muito melhor do que ele havia sonhado. Nunca imaginara sentir tamanho tesão. Realmente a criança inocente já não mais existia, se transformara em um garoto ávido por dar e receber prazer. Prazer este que Trunks estava lhe dando, lhe fazendo sentir as pernas bambas e cansadas pelo ritmo forte e constante do vai-vem. Trunks também subia e descia num movimento contrário ao de Goten. O anel de Goten era pequeno, quente e apertado, o que fazia com que seu grande membro encontrasse certa dificuldade, aumentando o prazer de ambos. Trunks se esquecera da preocupação em não machucar Goten e o masturbava no mesmo ritmo em que subia e descia. Goten sem conseguir se conter gozou mordendo os lábios e emitindo um gemido estremecido, o seu jato de sêmen melou o peito e a barriga de Trunks. Ao ver todo o prazer de Goten atingir o apogeu, Trunks também não se segurou e gozou inundando o interior do amante com seu esperma quente e espesso.
Ofegante Goten se curvou sobre Trunks e o beijou apaixonadamente. Ambos estavam cansados e felizes. Seus sonhos tornaram-se realidade. Estavam ali juntos, unidos, como se fossem um. No calor da tarde de verão realizaram o ardente desejo da entrega recíproca.
Sem sair do lugar, Goten acariciava o cabelo lilás do namorado e lhe beijava a face. Trunks correspondia percorrendo com as mãos as costas de Goten e retribuindo os beijos.
-Trunks, você não acha que o que fizemos é errado? Nós somos garotos...
-Goten, você me ama?
-Amo... mais do que tudo!
-Eu também te amo acima de qualquer coisa. Não posso acreditar que amar seja algo errado... Se você tem medo do que as pessoas vão achar, não se preocupe, ninguém precisa saber. E se alguém descobrir e quiser te prejudicar, pode me chamar porque eu nunca deixarei que ninguém lhe faça mal!
Goten sorriu. A forma com que Trunks cuidava dele e se preocupava com seu bem-estar lhe fazia sentir muito bem. Ele precisava disso. Certamente o garoto inocente não havia sumido, estava ali convivendo com o outro que Trunks acabara de conhecer.
-Trunks...
-Fala, meu querido Goten.
-As nossas roupas ficaram lá embaixo. É melhor a gente descer pra busca-las.
-Oras, Goten. Pra quê roupas? A gente não vai precisar delas por enquanto. –disse com um sorriso safado.
-Mas, Trunks, a gente acabou de...
-Acabou?! A gente não acabou nada... –disse Trunks com um sorriso de lascívia descendo as mãos até as nádegas de Goten - a gente só ta começando...
FIM??

Notas Finais


Despendendo da aceitação do leitores, posso considerar uma continuação.
Bjs


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