História Uma viagem muito doida \o/ - Capítulo 16


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Categorias Originais
Personagens Personagens Originais
Tags Comedia, Festa, Novela, Romance
Exibições 13
Palavras 1.373
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Aventura, Comédia, Crossover, Festa, Romance e Novela, Shoujo-Ai
Avisos: Álcool, Linguagem Imprópria, Nudez
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Capítulo 16 - Emergência!


Angela pov

Já se passou uma semana desde que a Lara entrou nas nossas vidas.

Ela nos trazia uma alegria inexplicável!

Era um sábado comum como qualquer outro tirando a parte de que fazia muito frio. O pessoal tinha saído com a Clare e o Leo enquanto eu fiquei em casa junto do Math e do Diogo que estava ocupado falando ao celular desde cedo com alguma pessoa misteriosa que ele não quis dizer a gente quem era.

— Estou com vontade de comer pudim. — Disse quando eu e Math fomos pra cozinha.

— Vamos comprar os ingredientes. — Ele sugeriu.

Saímos até o supermercado e compramos o que precisávamos.

Quando voltamos pra casa, comecei a preparar o pudim enquanto Math observava o processo.

De repente o meu celular tocou.

Limpei as mãos rápido e atendi.

Ligação on

Angel: Alô.

Rafa: Oi! 

Angel: O-Oi Rafa.

Rafa: Você está ocupada?

Angel: N-Não, não estou. Tá tudo bem?

Rafa: Sim. É que eu queria te fazer um convite.

Angel: Um convite?

Rafa: S-Sim...

Angel: E qual é o convite?

Rafa: Aceita sair pra jantar comigo hoje a noite?

Angel: S-Sair p-pra j-jantar??

Rafa: É. Mais se não der não tem problema.

Angel: B-Bom... Eu estou livre hoje a noite. Então... Eu aceito.

Rafa: Eu posso ir te buscar as 20:00?

Angel: C-Claro! Vou está esperando.

Rafa: Okay. Até a noite.

Angel: Até a noite.

Ligação off

— Tem um encontro né? — Math me olhou malicioso.

— S-Sim... — Falei baixo.

— Já era o pudim. — Ele disse triste.

— Fique tranquilo. — Sorri. — Só saiu dessa cozinha quando esse pudim estiver pronto!

— Uhuuuu! — Ele comemorou.

Cumprindo minha promessa, só sai da cozinha quando terminei o pudim e, é claro, comi um pouco.

Fui para o banheiro e tomei um bom banho. Quando cheguei no quarto, revirei minhas roupas até achar uma boa. Eu não sabia pra onde a gente iria mais pelo jeito que ele falou era melhor eu caprichar.

No meio das minhas roupas eu achei A ROUPA!

Um vestido vermelho de mangas curtas que ficava um palmo acima dos meus joelhos com detalhes na cintura. Ele era de um tecido fino e macio, colado na parte de cima e a partir da cintura ele ficava solto, leve e rodado.

Coloquei uma sandália preta que mostrava bem os meus pés e isso me incomodou um pouco no início.

Depois, coloquei um colar com uma pedrinha vermelha como pingente. Arrumei meu cabelo e ele colaborou comigo ficando muito bem comportado.

Passei meu melhor perfume, um batom vermelho escarlate e fiquei satisfeita quando me olhei no espelho.

Enquanto via se tudo estava okay ouvi a a campainha tocar. Olhei para o relógio...

20:00h PM

Eu estava nervosa.

Mais não sabia bem o porque.

Tomei coragem e sai no quarto, passei pelo corredor e fiquei sem palavras quando vi o Rafa na sala.

Ele usava um smoking preto, sapatos sociais pretos, uma camisa social vermelha por dentro e uma gravata comum também preta. Rafa abotoou dois botões do seu smoking cobrindo metade da gravata.

Ele já estava lindo vestido daquele jeito, mais o seu físico muito bem definido e sua altura ajudaram bastante.

“Acho que ele tem, pelo menos uns 1,93 de altura."

Quando pensei nisso me senti uma smurf, já que eu só tenho 1,63 de altura. São 30 centímetros de diferença!

— N-Nossa! — Ele também estava nervoso. — V-Você está l-linda!

— O-Obrigado. — Agradeci sem jeito.

Nos despedimos no Math e saímos. Do lado de fora, um Camaro branco estava a nossa esperam.

— Que carro! — Comentei quando ele abriu a porta pra mim.

— Obrigado. — Ele sorriu.

Rafa dirigiu meio nervoso até um restaurante luxuoso que ficava um pouco longe. Ao entras, descobri que ele já tinha reservado a mesa e isso me deixou mais nervosa.

Já tinha ido a vários encontros antes mais nenhum como aquele.

Como um bom cavalheiro, ele puxou a cadeira pra mim. Depois que agradeci, ele se sentou na cadeira a minha frente.

— Boa noite. — Um garçon disse enducado. — O que desejam essa noite?

Escolhemos rápido e pedimos um bom vinho pra acompanhar.

Enquanto a comida não vinha, a gente começou a conversar.

— Você está linda. — Ele me elogiou.

Rafa parecia bem mais confiante.

— Obrigado. — Tentei parecer mais segura.

— Fico feliz por você ter aceitado. — Ele sorriu.

— Eu que agradeço o convite. — Sorri.

Quando percebemos que já estávamos bem mais seguros, começamos a conversar de verdade.

Falamos sobre tudo: o que a gente gostava, sobre nossas vidas, filmes, músicas, histórias, experiências... Enfim, tudo.

A gente riu muito, e trocamos vários olhares. Mais, quando a conversa estava boa, senti meu celular vibrar.

— Só um minuto. — Pedi ao Rafa e atendi.

Ligação on

Angel: Alô.

Leo: Angela socorro!

Angel: O que foi Leo?!

Leo: É a Lara!

Angel: O que tem ela?!

Leo: Ela não tá nada bem!

Angel: Leo por favor fica calmo!

Leo: Eu não sei o que fazer! Ela ta chorando muito eu não sei se ela tá com dor ou algo do tipo. Por favor Angela me socorre!

Angel: Fica calmo que eu já tô chegando!

Ligação off

— Me desculpa Rafa mais eu tenho que ir! — Falei meia desesperada.

— O que houve? — Ele perguntou preocupado.

— Uma emergência! — Respondi rápido.

— Eu te levo. — Ele se levantou depois de mim e saímos.

Saímos as presas do restaurante e fomos para o apartamento do Leo.

Quando chegamos todos já estavam lá.

— Ainda bem que você chegou! — Clare abriu a porta.

Entre rápido e encontrei o Leo desesperado com a Lara nos braços.

— Ela já está chorando a tempo. — Diogo falou. 

— O Leo chamou a gente aqui pra ajudar mais essa anta esqueceu que nenhum de nós sabe cuidar de uma criança dessa idade! — Alex reclamou.

— Me ajuda por favor! — Ele pediu.

Peguei a Lara nos braços e a deitei na cama. Analizei ela por completo e logo vi o que era.

— Clare, Jade, Emily, — As chamei. — Preparem um banho morno e uma roupa quente pra ela.

— Diogo, Alex, Thomas, — Os chamei. — Vão atrás de comprar isso aqui pra mim.

Entreguei a eles um papel com o que eu precisava.

— Leo, Rafa, — Os chamei. — Vão a farmácia porque preciso de alguns remédios.

Coloquei em um papel nas presas os nomes dos remédios e todos saíram correndo atrás do que pedi.

— Se ninguém sabe cuidar de uma criança dessa idade, vão aprender agora! — Falei pra mim mesma.

Em pouco tempo o banho ficou pronto. Era uma aflição dar banho na Lara enquanto ela chorava. Finalizado o banho, eu a vesti, a deixei aquecida e bem na hora o Diogo chegou com o Alex e o Thomas.

— Aqui. — Ele estendeu a sacola pra mim.

Abri a caixa do termômetro e medi a temperatura dela.

Lara ardia em febre.

Molei uma fralda de pano com água e coloquei sobre sua testa enquanto seu choro aumentava.

De repente meu celular toca.

Ligação on

Angel: Acharam?!

Leo: O Rafa virou a farmácia de cabeça pra baixo mais achou um dos três remédios. 

Angel: E os outros dois?!

Leo: O nome ta complicado, não da pra saber qual é!

Angel: Essa não! E eu não lembro qual é o nome!

Leo: Ferrou!

Angel: Tenta decifrar o nome ai. Vai me dizendo as letras, vai que eu lembro!

Leo: Tá. Vamos lá: D... R... Y... O resto não da pra saber porque simplesmente a letra ta mais parecendo simbolo chinês.

→ E em um momento decisivo eu lembrei o nome dos remédios! Após falar a eles, encerrei a ligação. ←

Ligação off

Depois de 10 minutos eles chegaram. 

Dei a Lara um remédio e s febre foi baixando, depois dei um remédio pra dor e, depois de horas, ela dormiu um pouco.

Todos já dormiam também.

Leo e Clare no quarto. Diogo, Thomas, Alex e Math na sala e Emily e Jade no quarto de hóspedes.

Fiquei sentada no chão com as costas escoradas na parede observando a Lara dormir no berço.

— Você tá bem? — Rafa chegou e sentou ao meu lado.

— Estou. — Falei baixo. — Só estou cansada.

Ele acentiu e olhou a Lara.

— Você é ótima com crianças. — Ele sorriu. — Cuidou muito bem dela.

— Valeu. — Sorri fraco.

De repente a gente ficou se olhando. Os olhos deles faziam com que eu me perdesse em sensações únicas.

E então, de repente... A gente se beijou.

Foi um beijo rápido e quando acabamos sorrimos um para o outro.

— Eu precisava disso. — Confessei. 

— Imaginei. — Ele sorriu.

Apoiei a cabeça no ombro dele e ele apoiou a cabeça sobre a minha.

E então a gente acabou dormindo ali mesmo e daquele jeito






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