História Uma vida real - Capítulo 1


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Categorias Amor Doce
Personagens Agatha, Alexy, Ambre, Armin, Castiel, Charlotte, Dakota, Debrah, Jade, Kentin, Kim, Leigh, Lysandre, Melody, Nathaniel, Peggy, Personagens Originais, Priya, Professor Faraize, Professora Delanay, Rosalya, Senhora Shermansky, Viktor Chavalier
Tags Amor Doce
Visualizações 109
Palavras 1.140
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Colegial, Drama (Tragédia), Escolar, Hentai, Musical (Songfic), Poesias, Romance e Novela, Yaoi
Avisos: Álcool, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Oin, eu me chamo Gaby, essa não é minha primeira Fanfic, mas, sim a segunda.
Eu espero que vocês gostem.
Os fatos da Fanfic, são baseados na minha vida.
Como eu amo o jogo "Amor Doce", resolvi fazer com o jogo também. Espero que gostem.

Boa leitura 'u'

Capítulo 1 - O passado


Fanfic / Fanfiction Uma vida real - Capítulo 1 - O passado

Tudo começou no dia 15/02/15. Eu estava dormindo no meu quarto, eu estava podre de sono, tinha dormido 04:12. Foi quando eu acordei com um grito, o grito da minha mãe, ela gritou meu nome Raquel, dei um pulo da cama e corri ate a sala.

Assim que cheguei na sala, me deparei com uma cena que nunca imaginei ver. Minha mãe se segurando na parede para não cair.

Segurei minha mãe e a mesma se desfez em meus braços. Eu entrei em desespero e comecei a chamar ela. Ela apenas falava as seguintes palavras: "Remédio, busca... Filha busca o remédio da mãe...". Eu não sabia o que pegar, ela tomava muito remédio para a saúde, e eu não sabia qual era.

Corri para pegar a bolsa dela e peguei a bolsinha dela, onde ela colocava os remédios, ela pegou um, eu não sabia se eu deixava ela tomar, ela não parecia lucida, ela tava tremendo, não conseguia falar direito, e estava babando um pouco. Dei água a ela e falei para ela se acalmar, porém ela queria falar algo, assim que ela falou, vi que ela não estava falando comigo. Era com Deus, ela falava as seguintes palavras: "Não... Eu, na-não posso ir... Tenho qu-que ajudar minha fi-filha.... Não me-me leve.", ao escutar aquilo eu me assustei, não parei de chama-la, dessa vez foi ela que me mandou ficar calma.

Tudo ficou em silêncio, vi que ela tava fazendo um barulho estranho, parecia um ronco mas, ela não respondia quando eu a chamava. Liguei para a ambulância, falei meu endereço. Assim que desliguei, vi que minha mãe não estava escorada mais na parede, tava totalmente caída no chão. Eu não conseguia levanta-la. A essa altura do campeonato eu já estava chorando, implorando para Deus não leva-la.

A ambulância chegou, testaram os bastimentos cardíacos e tiveram muita dificuldade para leva-la. Peguei no braço da médica e implorei para ela salvar minha mãe.

Assim que a ambulância se foi, decidi ocupar minha mente, arrumando a casa, para receber minha mãe, eu sabia que ela ia voltar bem. Assim que terminei era bem de manhã, umas 08:14. Decidi entrar no face, mas nada me fazia parar de pensar na minha mãe, meu celular tocou e atendi era meu tio me avisando que já estava no hospital, fiquei um pouco mais calma.

Liguei para a mãe do meu namorado, Viktor, ela era muito amiga da minha mãe, ela chorou no celular, pediu para que eu fosse lá, eu agradeci o convite e falei que eu iria ficar em casa esperando minha mãe chegar, ou uma ligação dos meus tios.

(08:34)

Eu estava lendo a Bíblia. Minha mãe ia a mesma igreja que a mãe de Viktor. Foi quando eu escutei o barulho da porta da cozinha, corri e me deparei com os meus dois tios.

- E então como está minha mãe?- Perguntei nervosa e esperançosa.

Meu tio me olhou e sua face mudou para tristeza, ele deixou uma lagrima cair.

- Raquel, sua mãe faleceu.-

Naquele momento... Eu juro que... Naquele momento, meu chão caiu. Eu fiquei calma, peguei um copo de água e tomei. Eu não estava raciocinando direito, mas eu tinha que ficar calma, meus lábios estavam tremendo. Liguei novamente para a mãe do Viktor e ela chorou desesperamente na linha. Falei para ela que já estaria em sua casa.

Coloquei uma roupa normal e uma bolsa, com a carteira da minha mãe.

Pedi para o meu tio me deixar na casa do Dona Helena, mãe de Viktor. Assim que cheguei na frente da casa, abrecei a mesma, e só naquele momento eu chorei um pouco.

Larguei do abraço lentamente, e no pé da escada vi Viktor, com cara de sono, porem seus olhos estavam vermelhos. Significando que estava chorando. Mesmo com sono, ele chorou pela minha mãe. Corri até Viktor e o abracei, chorei desesperadamente. Eu estava me sentindo tão vazia. O mesmo me deu um beijo na testa, como ato de espeito pela presença da sua mãe e do meus tios.

Viktor me levou até o banheiro para lavar meu rosto, foi quando escutei a conversa entre meus tios e Dona Helena.

- O enterro vai ser quando?- Perguntou Dona Helena.

- Amanhã a tarde.- Respondeu meu tio.

- O que você vai fazer agora? Onde vai morar?- Perguntou Viktor.

Meu pai estava vivo, porém nunca foi presente. Não sei se morar com ele iria dar certo. Eu era tão infantil, que quase optei por morar aqui com Viktor.

(...)

Depois de um tempo na casa de Viktor. Fui embora, voltei para minha casa, arrumei só uma malinha com umas cinco mudas de roupas. Só para passar um tempo, até meu pai buscar o resto das coisas. Resumindo, fui morar com ele.

(...)

Chegando lá, me deparei com minha madrasta e suas duas filhas, uma um ano mais velha que eu e a outra dois anos mais nova que eu, eu tinha 16 anos.

Coloquei minha mala no quarto das meninas e fui para o jardim. Foi quando caiu a ficha. Minha mãe faleceu naquela manhã, a minha mãe morreu, ela não esta mais aqui. Meu Deus... Eu quero a minha mãe!
Foi quando eu chorei, parecia que estavam me dando facadas, eu gritava desesperadamente e mordia meu braço, para evitar alguns gritos. Cai ajoelhada no piso da varanda e senti meu pai me levantando.

- Filha, calma, o pai ta aqui.- Disse ele me pegando no colo e me colocando na poltrona da sala e tentando me acalmar.

(...)

Foi tudo questão de tempo, até meu pai, não me querer mais. Ele descobriu meu namoro com Viktor, e viu nossas conversar íntimas no meu celular. Me chamou de tudo, vagabunda, puta e oferecida. E ainda disse que eu não era virgem.

Fui morar com o meu tio(o mesmo que me deu a notícia de que ela tinha falecido). Foi 4 meses morando com ele, a filha dele e a mulher dele. Foi ótimo, porém, a filha dele iria fazer uma cirurgia na perna. Logo me mudei para a casa da tia Agatha.

Desde que morei com meu pai, nunca mais falei com Viktor, quando eu ligo para o número dele, diz que o número foi alterado. Nem tentei ir na casa dele, até porque seria muita ousadia minha. Então para mim, terminei com o Viktor, eu o amava muito.

Quando morei com meu pai, e ele não aceitou meu namoro com Viktor, até me mutilei. Em todas as casas onde morei, todos falaram que eu era um fardo, que não sabiam como minha mãe me aguentava, na verdade, eu não era uma boa filha, minha mãe precisava da minha atenção, e eu só me importava em ficar na frente do computador. E me culpo por isso até hoje, e acabo discontando a raiva em meu corpo.

(Atualmente)


Notas Finais


Espero que vocês tenham gostado.
Me falem do que acharam.

'u'


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