História Uma vida real - Capítulo 2


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Categorias Amor Doce
Personagens Agatha, Alexy, Ambre, Armin, Castiel, Charlotte, Dakota, Debrah, Jade, Kentin, Kim, Leigh, Lysandre, Melody, Nathaniel, Peggy, Personagens Originais, Priya, Professor Faraize, Professora Delanay, Rosalya, Senhora Shermansky, Viktor Chavalier
Tags Amor Doce
Exibições 25
Palavras 1.699
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Colegial, Drama (Tragédia), Escolar, Hentai, Musical (Songfic), Poesias, Romance e Novela, Yaoi
Avisos: Álcool, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Mais um cap, para vocês terem um gostinho do que está por vir!

Esperem que gostem!

Boa leitura. 'u'

Capítulo 2 - Equipe


Fanfic / Fanfiction Uma vida real - Capítulo 2 - Equipe

(06:25)

Acordei com a luz do Sol, entrando pela janela. Eu estou muito cansada.
Peguei minha toalha e vi um bilhete na porta do banheiro "FUI AO CENTRO. SE CUIDA, BEIJOS!".
Sabe, eu não sei, porque minha tia Agatha, me acolhei, se nem passa tanto tempo assim comigo. Mas eu a amo, e ela foi a única que não me decepcionou ainda, embora no começo tenha sido difícil,  já faz meses que estou morando aqui com ela.

Tomei meu banho, e botei uma roupa qualquer. Tranquei a casa e desci as escadas do apartamento.

(...)

Comprei algo para beber, no caminho da escola. Chegando na mesma, fiz como sempre faço. Coloquei meus fones e coloquei uma playlist qualquer.
Você deve estar se perguntando. E os meus amigos? Pois é, eu não tenho. Por que? Pelo simples fato de que, eles sempre vão embora. E eu não quero mais sofrer. Conheço bastante gente aqui da escola, porém nunca forcei uma amizade, um papo ali e cá, mas nada oficial. Sim, eu gostaria de amigos.

Logo vi que Lysandre chegou com a Rosalya. Logo atrás veio o Castiel, e o pessoal da escola começou a chegar.
Bateu o sinal e eu esbarrei em Armin, um colega de classe.

- Me desculpe Raquel!- Disse ele pegando meus livros no chão.

- Não se preocupe Armin.- Digo me abaixando para ajuda-lo.

- Me desculpe mais uma vez.- Disse ele e deu as costas, ao me dar meu material.

Fui pra sala, atrás dele, e me sentei do lado do irmão dele. Onde foi escolhido meu lugar.

(...)

- Então, para encerrar a aula. Semana que vem, quero que vocês me entreguem um trabalho sobre o que aprendemos hoje. É trabalho de trio. Porém eu vou escolher.
Logo a Delanay começou a formas as duplas e logo escutei meu nome. Eu não acredito nisso! Trabalho em trio!?

- Raquel, Rosalya e Alexy.- Disse Delanay e fechou a pasta.

Vi que Alexy me olhou e sorriu para mim, achei estranho, porém retribui o sorriso.

(...)

O intervalo chegou, e eu iria fazer como sempre faço: Ficar sozinha no clube de jardinagem. Porém meus palmos foram por água a baixo, quando Alexy me chamou.

- Oin! Eu me chamo Alexy, a gente já se conhece. Eu gostaria de saber onde você quer fazer  o trabalho?- Perguntou ele feliz.

Obvio Raquel! Óbvio que ele ia falar sobre o trabalho. Ou você achou mesmo que ele ia te convidar para ficar no recreio!

- Se você quiser, eu mesma faço o trabalho.- Digo. Porém ele negou com a cabeça.

- Vamos fazer o trabalho juntos. Somos um trio! Trabalho em equipe.- Disse ele sorrindo fazendo um "OK" com a mão.

Ouvir aquilo mexeu comigo. E aquele sorriso reconfortante, me acalmou.

- S-sim.- Digo.- Podemos fazer na minha casa.- Optei.

- Claro. Vem vamos ficar lá com a Rosa e o pessoal.- Disse ele pegando na minha mão.

Pessoal? Ficar junto?

Puxei minha mão de volta, e ele me olhou surpreso e logo perguntou:

- Eles são legais. Você vai gostar deles.- Disse ele. Porém eu neguei.- Ei. Por que você não anda com ninguém?- Perguntou ele devagar.

- Não estou acostumada. Eu nem conheço vocês direito.- Digo sem entender a persistência dele.

- Não parece, mas a Rosa, acha você muito linda.- Disse ele e eu corei levemente.

- OK.- Digo suspirando.

Me aproximei do pessoal, eles estavam rindo, e Rosa tava chateada, com uma cara feia, e Lys a abraçou por trás. Assim que Rosa me olhou, ela sorriu que meu Deus. O que deu nela?

- Raquel!- Disse ela me abraçando.- Meu Deus, eu sempre quis te abraçar!- Disse ela apertando minhas buchechas.

- Rosa, amor. Modos, olha a cara da Raquel coitada.- Disse Lysandre sendo carinhoso.

- Desculpa Raquel.- Disse Rosa me largando e foi ao encontro de Lysandre.

- Capaz eu... Eu só não estou acostumada.- Digo a verdade. Eu realmente, eu estou acostumada com esse tipo de atitude.

- Bem. Ela quer fazer o trabalho na casa dela.- Disse Alexy.

- Eba! Pera eu tive uma ideia. E todos nós fossemos na casa dela fazer o trabalho. Mas cada grupo faz o seu.- Ao escutar aquilo, meu coração disparou. Toda aquela gente na minha casa?

- Eu não sei se isso é uma boa ideia não Rosa...- Disse Lysandre, entendo minha preocupação. Incrível como ele consegue entender as pessoas.

- Entendi. A gente podia se encontrar em um outro lugar então.- Disse Rosa.

- Na minha casa.- Disse a voz do Castiel, ele olhou para a Rosa sério demais, juro que aquilo me causou um certo calafrio.

- Verdade! OK Castiel! Na sua casa amanhã depois da escola.- Disse Rosa feliz.

Fiquei ali com eles, rindo das palhaçadas e escutando os trechos das músicas que Lysandre cantava.
Esse foi o melhor recreio que já tive. Bem eu não sei se posso chama-los de amigos. Vou ver no que vai dar.

Logo o sinal bateu e voltamos para a sala. Me sentei ao lado de Alexy e o professor Rubbens(professor de matemática) entrou na sala. Senti alguem tocando uma bolinha em mim. Vinha da mesa da Rosa. Abri e li o que estava escrito.

"Passa seu número de celular. Afinal, agora que somos amigas vamos ficar horas conversando por ligação!! :D"

Ao ler aquilo funguei um pouco e Alexy percebeu.

- Está tudo bem Raquel?- Perguntou ele me olhando.

- Sim claro.- Digo respondendo o bilhete e devolvi por baixo das mesas.

(...)

Cheguei em casa e vi minha tia preparando o almoço.

- Oi!- Disse ela colocando o suco na mesa.

- Boa tarde tia.- Sorri e subi as escadas.

Entrei em meu quarto e pendurei minha mochila atrás da porta. Tomei um banho só para refrescar e desci com uma roupa de verão mesmo, já que o dia estava ensolarado.

- Cheirinho bom...- Digo entrando na cozinha.

- Fiz carreteiro.- Disse ela colocando a panela na mesa.

Me servi e comi, acompanhada de minha tia, ela puxou um assunto meio desconfortável. Sobre o que eu queria do meu futuro.

Eu não gosto de falar sobre isso. Sei que nessa idade eu já deveria saber o que eu quero do futuro, mas eu não sei.

- Ai tia, você já sabe a minha resposta. Eu ainda não sei o que eu quero.- Digo, tentando evitar demonstrar que fiquei desconfortável.

- Mas você já deveria saber não acha?- Disse ela ainda insistindo no assunto.

- Uhum.- Tentei não dar papo

- O que você vai fazer pra mudar isso?- Meu Deus. Quando ela diz isso, quer dizer que o assunto ta piorando.

- Olha só tia. Eu não sei. Só quero viver o momento. Quero continuar meus estudos por agora. Depois da minha formatura irei ver o que eu quero. Até lá não tem nada que eu queira fazer.- Digo deixando bem claro.

- Não tem nada que você goste de fazer?-

- Eu gosto de compor e contar. Mas isso ainda é só um hobbe.- Digo e terminei de comer.

Me levantei e coloquei o prato na pia, lavei o mesmo, sequei e guardei.
Subi para o meu quarto, eu estava muito cansada. Acabei cochilando.

(...)

Acordei com meu celular tocando, atendi com voz de sono.

(Ligação ON)

-Alô...- Digo com voz de sono.

- Oi Raquel, aqui é a Rosa.-

- Ah... Oi Rosa. Ta tudo bem?- Digo me sentando na cama.

- Está sim. Então, liguei para te convidar, para um ensaio dos meninos que vai ter. Logo mais vamos em uma lanchonete. Pensamos em te convidar.-

- Nossa eu... Não esperava por isso. OK, então. Que horas?- Perguntei me sentando na cama.

- Umas 18:00.-

- Ok então, onde fica?- Falei já pegando, meu bloquinho de notas.

- Nem se preocupe, o Castiel passa ai para te levar.-

- Er... Hm, ok.- Digo, tentando não mostrar que fiquei surpresa.

- Ok amiga. Até daqui a pouco.-

(Ligação OFF)

Me deitei de volta, olhei no relógio que marcava 16:45. Eu tinha um tempinho ainda.

Me laventei da cama e me espreguicei. Desci as escadas e logo vejo um bilhete na porta da frente. "TIVE UMA REUNIÃO DE ÚLTIMA HORA. SE CUIDA, A COMIDA ESTÁ NA GELADEIRA. VOLTAREI TARDE. BEIJOS.".

Apertei o papel contra minha palma, amassando o mesmo. Joguei no lixo e fui assistir um pouco de TV. Logo enjoei, e fui para o meu quarto, ler um livro.

Assim que marcou 17:15 fui para o banho.

(...)

Sai do banheiro e abri meu roupeiro, procurando uma roupa adequada para poder sair.
Coloquei uma saia preta, e uma regata solta, com uma legenda em inglês, decidi calçar uma sapatinho preta.
Arrumei meu cabelo em um rabo de cavalo, deixando minha franja, amostra. Passei una maquiagem básica.

Assim que terminei olhei no relógio 17:54. Peguei minha bolsinha, coloquei meu celular dentro da mesma, junta da carteira, e fechei a porta da frente, esperando o Castiel chegar.

(18:04)

Olhei no relógio e suspirei. Ele estava atrasado. Mas eu também não posso reclamar, ele que vai me dar carona.

Assim que coloquei o celular no bolso, escutei uma freiada brusca no cordão da calçada, era um carro preto, moderno com o som alto.

Me aproximei do carro, com a esperança de que fosse Castiel. O vidro se abaixou, e vi um certo ruivo, de cara amarrada.

- Entra ai.- Disse ele abrindo a porta.

Entrei no carro, que tinha cheirinho de novo e fechei a porta, logo coloquei o sinto.

- Obrigada por se oferecer, para me dar a carona.- Digo tentando parecer simpática.

- Não me agradeça. Sua amiga, Rosalya, me encheu o saco.- Disse ele e começou a dirigir.

Ele ligou o rádio do carro, e botou em uma estação de rádio qualquer. Logo ele parou em uma que estava dando a música "Never Gonne Be Alone" da Nickelback.

Comecei a cantar devagarinho e baixo, e logo foi aumento tando, e eu fui me empolgando.

- Você canta bem.- Disse ele prestando atenção no caminho que estavam percorrendo.

- Han... Er. Valeu.- Fiquei meio surpresa com aquilo.

É óbvio Raquel que ele sabe distinguir quem sabe cantar bem. Ele é musico tapada.


Notas Finais


O que acharam? Espero que tenham gostado...


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