História Uma voz nas sombras - Capítulo 6


Escrita por: ~

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Categorias Originais
Personagens Personagens Originais
Tags Drama, Morte, Romance, Suspense
Visualizações 4
Palavras 1.257
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), FemmeSlash, Ficção, Romance e Novela, Suspense, Violência
Avisos: Canibalismo, Mutilação, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


Boa noite pessoas!!
Demorei pra escrever esse capítulo, por mais que tenha coisas meio pesadas e tal, foi gostoso de escrever. Não que eu goste desse tipo de coisa, mas é bem "raciocinante" isso (essa palavra existe? Se não, inventei) espero que gostem :)
Abreijos!! S2

Capítulo 6 - Corações de pedra



Enquanto Cindy fica sentada em sua cama pensando, Darlin chega na casa da árvore toda molhada, fecha a porta com força e vê seu assessor rindo da sua cara:
-Está se divertindo me vendo sofrer né?
-Não, hehe - Diz ele a encarando - Apenas do estado em que você se encontra.
-Muito engraçado! - Diz Darlin saindo de perto da porta - Ela está sofrendo muito...me contou de seus problemas hoje a tarde...pelo menos alguns...
-Ela quem?
-Sua mãe - Diz Darlin tensa - Cindy, quem mais seria?
-E tem ideia do que fazer? - Pergunta seu assessor.
     Darlin apaga completamente antes de responder e novamente acorda na rua Debyme, como Luma. Desta vez é acordada embaixo de uma árvore enquanto chovia muito. Luma avista um ônibus parado prestes a sair. Perto da porta do ônibus, estava uma fila de pessoas esperando a hora para subir. Ela sai andando na chuva calmamente, passa pelas pessoas na fila com a desculpa de ser filha do motorista. Entra no ônibus, aproveitando que as luzes estavam apagadas e uma escuridão tomava conta do ambiente e conversa com o mesmo.
-Hey, pode ir, hoje sou sua substituta!
-Ham, não?! Eu não tenho substitutos... - Diz o motorista enquanto guardava o celular.
*Luma retira sua faca e aponta para seu pescoço*
-Agora você tem!
     Luma lhe dá facadas no pescoço até matar o mesmo, pega seu corpo e o joga, com um pouco de dificuldade, pela janela do ônibus.
-Só não me alimento de você para não suspeitarem - Diz se sentando na cadeira e segurando o volante - Vou ganhar coisa melhor!
     Ela abriu as portas da frente do ônibus, deixando que todos subissem. Assim que todos pagaram e se sentaram, Luma ligou o veículo e saiu dirigindo normalmente. Depois de um tempo, a chuva começou a aumentar, surgindo até raios e trovões. Luma se aproveitou da situação e começou a dirigir em alta velocidade, colocando assim todos em perigo. Mesmo com todos gritando de desespero, um garoto de 16 anos foi pra frente e se sentou ao lado de Luma.
-Está tentando nos matar?
-Ainda pergunta muleque? - Diz Luma que nem o olhava - Volta pro seu lugar!
-É a tal psicopata da Tv, não é? - Diz o garoto quase sorrindo.
-Que que é? Está a minha procura? - Diz Luma que logo o olha mas volta a atenção na estrada.
-Eu sou seu fã!
-Como é que é??? - Diz Luma ficando confusa - Você não pode gostar de mim, muito menos ser meu fã! Sou uma louca retardada, uma demente apaixonada. Sou uma confusa psicopata, uma mutiladora desalmada!
-Eu sei como é isso, também sou assassino - Diz o garoto sorrindo - Eu sei porque as pessoas caladas, são as que mais sofrem, porque quando elas explodem...o estrago é trágico!
-Tá, chega de filosofia e volta logo pro seu lugar! - Diz Luma perdendo a paciência - Se sabe que todos aqui vão morrer, por que não facilita meu trabalho?
-Porque eu já estou morto por dentro faz tempo, ficar por fora também não faz diferença - Diz o garoto olhando pra estrada - Agora essa sua vingança..*Luma o interrompe*
-Não é vingança, é a Lei de Newton: para toda ação, existe uma reação! - Diz Luma acelerando mais ainda o ônibus e os gritos no fundo aumentando.
-Entendo - Diz o garoto - Como foi matar aquela mulher?
-Garoto, já matei tantas pessoas, a quem você se refere? - Pergunta Luma se acalmando.
-A do quintal da velha.. - Diz o garoto.
-Bom, a vadia partiu meus pensamentos, então eu parti o pescoço dela! - Diz Luma ainda mais calma.
-Legal.. - Diz o garoto se levantando - Por que se acalmou tanto?
-Porque o destino de vocês está chegando, e isso me acalma! - Diz Luma pegando o microfone - Atenção otários, próxima parada: Meu banquete!
-Vejo você no inferno! - Diz o garoto que acena e volta para o seu lugar.
-Igualmente!
     Segundos antes do ônibus bater em uma enorme parede numa rua totalmente vazia, Luma pula pela janela e vê o ônibus que bate, esmagando e quebrando tudo, saindo faíscas e os gritos das pessoas terminando em morte. Logo, ela surge no meio do fogo, aproveitando que a cidade não tinha escutado, e começa a esfaquear as pessoas do ônibus e comê-las, bebendo seu sangue e se deliciando.
-Consegui um banquete maravilhoso!
     No resto da noite, Luma se alimentava prazerosamente. No dia seguinte, Cindy estava na escola, em sua quarta aula que era vaga pelo professor ter faltado. Os alunos se aproveitaram que ela estava distraída e foram provocá-la.
-Eaí louca alucinada! - Dizia Marcos que a chutou nas costas enquanto ela estava sentada no chão lendo um livro.
-Pra que isso? - Pergunta Cindy dolorida enquanto tentava se levantar, mas Marcos a segurava no chão com o pé em seu pescoço.
-Por nada! - Dizia Marcos a encarando - Você é um brinquedinho divertido!
-Me solta! - Diz Cindy que tenta se levantar mas esmagavam sua bochecha no chão.
-Que mal gosto por livros hein - Diz Patrícia, namorada de Marcos, que pegava o livro dela no chão - "A garota feita de espinhos"? Bem a sua cara mesmo!
-Devolve! - Dizia Cindy nervosa mas logo tentava se acalmar - Por favor, não faz nada com esse livro...ele era da minha mãe...é a única coisa que tenho dela!
-É uma pena - Dizia Patrícia rasgando o livro lentamente - Só lamento!
-Não!!! - Dizia Cindy que logo começava a chorar.
-Aooww, que penaa!! - Dizia Marcos dando risada com a turma - Alguém mais quer brincar?
-Por que vocês não gostam de mim? Eu não fiz nada pra vocês! - Cindy tentava falar enquanto Marcos retirava seu pé em cima dela sem perceber.
-Cala boca que nem seus pais quiseram você! - Dizia Patrícia.
     Cindy se levantou rapidamente e partiu pra cima de Patrícia, querendo esmagá-la com seus punhos, mas antes de Cindy poder encostar nela, Marcos a empurrou direto para o chão.
-Escuta alucinada, ninguém tem culpa de ser verdade! - Dizia Marcos se aproximando.
     Na janela da sala, Darlin finalmente apareceu e entrou em desespero por estarem mexendo com Cindy. Logo, ela vai correndo na diretoria e toma conta do corpo da diretora, fazendo-a correr até a sala de aula do 3°ano. Quando a diretora chega lá, Darlin sai de seu corpo e volta a prestar atenção, já que fisicamente não podia fazer nada para ajudar, a não ser conseguir ajuda a seu modo. 
-Como cheguei...O QUE ESTÁ ACONTECENDO? - Grita a diretora nervosa.
-Fudeu.. - Dizia Carla em nome do grupinho.
-Estão me maltratando! Me tira daqui! - Gritava Cindy com o olho roxo, a boca sangrando e toda dolorida no chão.
-Cala boca seu lixo! - Dizia Marcos nervoso que chutou a cara de Cindy automaticamente - Opa..
-Todos vocês, na minha sala, agora! E com os seus pais! - Dizia a diretora que esperava todos saírem para ir atrás - Cindy, como você já tem 19 anos, não precisa de autorização, está liberada para 'casa'.
-Obrigada Senhora diretora... 
     Cindy arrumava suas coisas enquanto Darlin saía rapidamente da janela e ia para uma rua que Cindy sempre passava depois da escola, a esperando. Logo, Cindy voltava pra casa, e encontrou Darlin no caminho. A olhou fixamente, querendo abraçá-la desesperadamente, mas não tinha forças pra isso de tão machucada que estava. Então lentamente, Cindy se ajoelhava e caía no chão com tamanha fraqueza que estava.
-Me ajuda...



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