História Uma Xícara de Açúcar; ChanBaek; Long Imagine - Capítulo 1


Escrita por: ~

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Categorias EXO
Personagens Baekhyun, Chanyeol, Chen, Personagens Originais, Sehun, Suho
Tags Baekhyun, Baekyeol, Chanbaek, Chanyeol, Crossdress, Yoora
Visualizações 187
Palavras 790
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Colegial, Crossover, Famí­lia, FemmeSlash, Ficção, Fluffy, Lemon, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Slash, Universo Alternativo, Yaoi, Yuri
Avisos: Bissexualidade, Cross-dresser, Gravidez Masculina (MPreg), Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Transsexualidade
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Eu volteeei!

E sim, SSF ainda está de pé!
Mas eu irei alternar entre a SSF e este long imagine, já que a maioria de vocês gosta mais de ChanBaek e eu estou aqui para servi-los e nada mais, hahah.

Boa leitura! ♡

Capítulo 1 - Intro


*Narrator'sP.O.V*


  Chanyeol praguejou ao ouvir o celular tocar pela milésima vez nos últimos dez minutos. Estava em seu escritório, estudando receitas novas para seu restaurante, mas o maldito celular não parava de tocar e na tela brilhava o nome de sua mãe.


*VoiceCallOn*


Park Chanyeol: O que você quer?


Yewon: Chanyeol! Por que não atendia o celular? – Ela bufou.


Park Chanyeol: Porque eu vi seu nome na tela. – Rosnou. – Diga logo o que quer, tenho que trabalhar.


Yewon: Preciso de um favor. – Parecia receosa ao falar. – Yoora está me dando problemas.


Park Chanyeol: Eu não tenho mais nada a ver com isso desde que me mudei.


Yewon: Eu preciso de ajuda! Eu te carreguei em minha barriga por nove meses e cuidei de você até os dezoito, é o mínimo que pode fazer por mim!


Park Chanyeol: Cuidou? A única coisa que me dava era teto e comida. Passava dias e noites fora e eu mesmo precisava me virar.


Yewon: Cale essa boca, seu ingrato!


Park Chanyeol: Se não me dizer logo o que quer eu vou desligar.


Yewon: Está bem. – Suspirou. – Yoora sai da escola as duas da tarde. Desde mês passado ela chega às seis da noite. Não me obedece mais e não me dá o devido respeito. 


Park Chanyeol: E...?


Yewon: E que eu quero que a eduque.


Park Chanyeol: Você só pode estar brincando.


Yewon: Pois não estou, ela embarca para Chicago na sexta-feira.


Park Chanyeol: Você ficou maluca? Eu não posso cuidar de uma criança!


Yewon: Bata, xingue, grite. Faça qualquer coisa, mas ponha esta menina na linha, moleque.


Park Chanyeol: Que fique claro que estou fazendo isso por ela, não por você.


Yewon: Que seja. – Chanyeol quase podia vê-lá dar de ombros. – Ela faz dezesseis anos no mês que vem.


Park Chanyeol: Eu lembro o aniversário da minha irmã.


Yewon: Meia. Meia irmã, Chanyeol.


Park Chanyeol: Já acabou? Preciso trabalhar. – Mudou o assunto.


Yewon: Cuidem-se. – A voz da mulher saíra baixa, como se não quisesse que o filho escutasse. O homem suspirou.


Park Chanyeol: Você também. Tome cuidado e não fique doente. – Tinha seus momentos de compaixão.


Yewon: E-Eu tomarei. – O suspiro dela cruzou a chamada. – Venham me visitar no natal, por favor. Eu sinto sua falta, também.


Park Chanyeol: Não finja que se importa. – Ele disse. O tom de voz ainda era sério e frio. – Eu sei que você também não soube educar Yoora e agora está jogando a responsabilidade em meus braços. Você não consegue amar ninguém a não ser você mesma, Yewon.


Yewon: C-Chanyeol, me d-desculp... – O ruivo desligou a chamada antes que pudesse ouvir os choramingos da mulher.


*VoiceCallOff*


  Era fato que Chanyeol e a mãe tinham uma relação conturbada.

  O mais novo passou a morar com a mulher e receber pensão de seu pai aos onze anos, e, depois que o homem não deu mais nenhum sinal de vida além do dinheiro que depositava para si todos os meses, Yewon passou a não se importar mais. A mulher deixava comida pronta para o filho na geladeira e saía todos os dias as duas da tarde, antes que o garoto retornasse do colégio. A convivência de ambos era quase nula, já que a mais velha nunca estava em casa, seja de dia ou durante a noite, e quando estava, sempre que Chanyeol tentava dialogar eles acabavam discutindo.

  Nunca havia sequer sido informado da existência sua irmã até seus quatorze anos, quando a viu pela primeira vez. Conviveu com ela apenas até atingir a maioridade, mais ainda sim a amava, era inevitável, afinal.

  Quando o ruivo completou seus dezoito anos, juntou suas economias e todas os poucos pretenses que possuía e saiu de casa. O rumo? Chicago, em Illinois. Pagou a faculdade de gastronomia com o dinheiro guardado e conseguiu alugar um apartamento minúsculo trabalhando meio período em uma lanchonete perto da universidade.

  Foram longos quatro anos e meio, mas formou-se. E dois anos depois conseguiu abrir o próprio restaurante, que não demorou a receber clientes e mais clientes todos os dias. A inauguração foi um estouro, de fato, e Chanyeol tinha medo de que isso acabasse depois de um tempo. Mas mesmo depois de mais dois anos o restaurante continuava lhe rendendo algum dinheiro, este sendo suficiente para conseguir abrir mais um deles em outra parte da cidade.

  Agora, nove anos depois de sair de casa, tendo seus vinte e sete anos, teria que lidar com uma adolescente revoltada.

  Não que não tivesse lugar ou dinheiro para manter a menina. A casa onde vivia possuía três quartos e o ruivo tinha um para uso pessoal e outros dois sobrando. Mas ainda sim gostaria de ser avisado da vinda de Yoora antes. Pelo menos a mais nova viria na sexta, como era terça, ainda tinha três dias para que pudesse organizar-se.

  Chanyeol ergueu sua cabeça, encostando-a na cadeira reclinável de seu escritório, pedindo a deus que lhe ajudasse.


Notas Finais


Espero que gostem e dêem muito amor a "Uma Xícara de Açúcar".

Obrigada por me acompanharem, eu amo vocês!


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