História Una Nuova Possibilità - Capítulo 6


Escrita por: ~ e ~LuCardoso

Postado
Categorias Sou Luna
Personagens Luna Valente, Matteo, Simón
Tags Drama, Romance, Sou Luna, Universo Alternativo
Exibições 122
Palavras 3.022
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Romance e Novela, Universo Alternativo
Avisos: Heterossexualidade
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


Bora ler? Como disse ontem esses capitulo será bombastico, e espero que gostem . Bjs e boa leitura *--*

Capítulo 6 - Capítulo 6


Dias depois

Olhei pela janela do quarto vendo a chuva cair com força lá fora e suspirei pesadamente. Era até difícil de acreditar, mas já tinham se passado alguns dias desde que cheguei em Buenos Aires, desde que minha vida se transformou tão completamente.

Desviei meu olhar para o quarto e meu coração se apertou, eu já tinha arrumado praticamente todas as coisas da Sol em caixas e mais caixas de papelão, foi um processo lento e muito doloroso, ao mesmo tempo em que eu ia sentindo que estava conhecendo um pouco sobre ela, eu percebi que nunca a conheceria realmente, foi uma mistura de sentimentos torturantes e por isso mesmo eu ainda não tinha encaixotado tudo.

Miguel não tinha condição de me ajudar nisso, mas Matteo ficou ao meu lado o tempo todo, sofríamos juntos, mas também senti que estávamos nos curando juntos.

Matteo... Eu não devia, mas me apaixonei perdidamente por aquele garoto, e a cada dia que passava ao seu lado esse sentimento ia se intensificando. Perdi a conta de quantas vezes fui para o haras ou ele veio pra cá, conheci seus amigos e me dei bem com todos, mas o ponto alto dos meus dias era sempre quando ele estava por perto.

Conversamos, rimos, ficamos horas e horas no telefone e eu já não sabia mais como seria quando fosse embora, doía pensar em não ter mais o Matteo ao meu lado, então evito ao máximo pensar nisso, ainda tenho uns dias aqui... É nisso que tento me focar.

Às vezes sinto que ele está começando a sentir o mesmo por mim, já o peguei me olhando demoradamente e sorrindo, às vezes andávamos de mãos dadas pelo haras sem mesmo nos darmos conta, Matteo sabe coisas de mim que nunca tive coragem de falar em voz alta e também já o conheço profundamente.

Infelizmente algumas vezes ainda fico insegura dele ver a Sol em mim, mesmo que por várias vezes ele tenha provado que isso não acontece, é pura insegurança de quem está tão apaixonada.

Não sei como agir, não tenho com quem desabafar, ainda não falo com Lilly, só lhe mando mensagens dizendo que estou bem e que quando for para a faculdade lhe procuro para conversarmos. Uma vez quase desabafei com Miguel, mas fiquei envergonhada demais pra isso e é muito triste me dar conta disso, mas não tenho um amigo de verdade para quem possa ligar e contar tudo.

Me levantei da cadeira onde estava sentada há longos minutos olhando pela janela e fui para a escrivaninha da Sol, iria empacotar mais algumas coisas que faltavam. Eu ainda não tinha mexido ali então fui abrindo gaveta por gaveta até que na última achei uma caixinha bem escondida, era uma caixa de madeira média, pintada de rosa e quando a abri me surpreendi ao ver uma agenda ali.

Fui para a cama me sentando e abri a agenda lentamente, foi estranho, como se tivesse invadindo a privacidade dela, mas eu já tinha mexido em todas suas coisas mesmo, a curiosidade falou mais alto. Mas logo na primeira página vi que era um diário, na primeira página estava à data do primeiro dia daquele ano, o diário era recente, talvez ela tenha tido cada um para um ano, mas ainda não tinha encontrado nenhum outro por aqui. Fui direto para as últimas páginas que estavam em branco, muitas delas em branco, e meus olhos marejaram, ela nunca terminaria de escrever nele.

Pensei em fechá-lo e guardá-lo, mas aquela era uma ótima oportunidade de conhecer profundamente minha irmã, saber seus pensamentos, o que ela sentia, talvez até o que sentia em relação a mim. Matteo não tinha falado nada sobre ela ter um diário, nem Miguel, talvez eles não soubessem... Sorri tristemente ao pensar que seria um segredo só nosso.

Então mesmo parecendo meio abusivo decidi que iria lê-lo, e talvez depois eu contasse sobre ele ao Matteo e ao meu pai se achasse que poderia confortá-los.

Minhas mãos tremeram quando voltei para a primeira página, era como se finalmente eu fosse conhecer minha irmã, nunca escrevi um diário, mas pelas coisas que Matteo e meu pai falavam da Sol eu tive certeza de que se tinha um diário ela escrevia seus mais profundos pensamentos e sentimentos ali, principalmente se nem para o melhor amigo ela tinha contado sobre aquele diário, como parecia ser, já que Matteo nunca falou disso enquanto me ajudava a empacotar as coisas dela.

Mas quando respirei fundo, pronta para começar a ler escutei baterem com força na porta. Levei um susto e depois xinguei baixinho, Miguel não estava em casa, ele tinha começado a voltar a trabalhar, então eu teria que ir lá ver quem era. Guardei o diário na caixinha e o coloquei dentro da gaveta de novo, depois o leria com calma e desci correndo enquanto escutava mais batidas na porta.

Será que era o Matteo? Não tínhamos combinado nada para hoje, mas às vezes ele aparecia sem avisar.

Mas assim que abri a porta vi que não era o Matteo e fiquei bem surpresa ao encontrar o Simón parado ali.

–Oi. – ele disse passando a mão nos cabelos molhados pela chuva.

–Oi... – sussurrei ainda surpresa, ele não tinha vindo aqui como disse que faria naquele dia em que nos encontramos.

–Desculpa vir assim sem avisar, espero não estar atrapalhando. – ele falou.

–Ah não, tudo bem, entra. – abri mais a porta e ele entrou. - Miguel está trabalhando, mas se eu puder te ajudar em algo.

Encostei a porta e apontei para a sala, ele me seguiu e nos sentamos no sofá.

–Na verdade eu quero falar com você. – ele disse e suspirou. -Não te procurei antes por falta de coragem, Miguel me ligou perguntando se eu iria querer ficar com alguma coisa da Sol, porque você estava empacotando tudo, mas eu disse que não e preferi me afastar um pouco.

–Eu entendo. Até porque lembro muito ela né?! – sussurrei.

–Você não faz ideia. – ele me olhou com intensidade, mas logo se recostou no sofá e voltou a suspirar.

–Ainda falta empacotar algumas coisas dela, se você quiser ver algo...

–Não, eu não quero. – ele me interrompeu. –Obrigado, mas decidi que vou guardar apenas as lembranças.

–Tudo bem. – de certa forma o entendi.

–Sei que não deixei uma boa impressão na primeira vez que nos encontramos, mas é que realmente não me dou muito bem com o Balsano.

–Matteo me contou, mas não se preocupe com isso, você tem seus motivos. – dei de ombros e ele sorriu.

–Tem sido muito difícil, eu realmente amava sua irmã, ainda amo, acho que por isso também não vim aqui antes, te ver assim tão perto, tão viva... É o rosto dela... Dói. – ele voltou a me olhar e me compadeci de sua dor.

–Às vezes penso que talvez tenha sido melhor eu não ter convivido com minha irmã, já dói tanto, não gosto nem de imaginar quanto seria devastador se eu tivesse vivido a vida inteira ao lado dela... – sussurrei. -Mas aí volto atrás e me arrependo de pensar assim, porque aí pelo menos eu teria lembranças dela, lembranças reais, minhas, não contadas por outros.

–Ela tinha certeza que vocês ainda se reencontrariam. – ele se virou de frente pra mim.

–Eu cheguei tarde demais. – sussurrei.

–Não, ela é que se foi muito cedo. – sua voz também foi só um sussurro e sorrimos tristemente.

Na primeira vez que vi o Simón realmente o achei meio idiota pelo modo como tratou o Matteo, mas agora olhando tão de perto em seus olhos vi que ele também sofria, assim como todos nós... E talvez ele realmente fosse meio idiota e metidinho, como o Matteo vive dizendo, mas nesse momento ele é mais um que sofre a dor da morte da minha irmã.

–Eu me sinto culpado... – essa declaração dele me pegou tão de surpresa que eu não soube o que falar, então ele continuou. -Te contaram como aconteceu o acidente com ela?

–Não. – minha voz saiu embargada. -Não me falaram e não tive coragem de perguntar.

–Já era noite, bem tarde e chovia tanto ou mais que agora, ela estava voltando da minha casa, sozinha pela estrada e então foi atropelada por um cara bêbado. – ele parecia tão distante enquanto falava.

–Não foi sua culpa, um acidente, uma fatalidade. – eu disse.

–Não, ela estava nervosa, devia estar meio desnorteada e eu a deixei vir sozinha no meio de toda aquela chuva... – seus olhos marejaram e então ele tirou uma caixinha de dentro do bolso de sua calça e me entregou, era uma caixinha de joia. -Abre.

Abri meio hesitante e então me surpreendi ao ver um lindo anel, parecia um...

–Anel de noivado? – sussurrei e ele assentiu.

–Ela tinha ido jantar na minha casa, meu pai e meus irmãos não estavam, tínhamos a casa só para nós dois, jantamos, nos amamos... – ele parecia de novo muito distante e eu não conseguia tirar os olhos do lindo anel. -E então eu me ajoelhei na frente dela com esse anel e a pedi em casamento.

–Meu Deus.

–Ela não aceitou. – ele secou as lágrimas que tinham escorrido por seu rosto e me olhou. -Eu já tinha falado sobre isso antes, desde o começo do ano, mas acho que ela pensou que era uma brincadeira e quando fiz o pedido ela surtou... Disse que ainda éramos muito novos, íamos para a faculdade e seria uma nova vida...

–Talvez ela só não estivesse pronta para dar um passo tão importante, não quer dizer que não te amava. – sussurrei.

–É, mas eu também surtei, porque no fundo sabia que não era só por isso... Era por causa do Balsano... – meu coração afundou quando imaginei o que viria a seguir. -Ela era apaixonada por ele, quando a conheci ela era louca por ele, só o idiota não se dava conta, eles eram os únicos que não enxergavam que eram apaixonados um pelo outro.

Mordi os lábios com força para não chorar, acho que no fundo sempre desconfiei disso, mas ele continuou.

–Mas eu não desisti, e então conquistei a Sol, acho que ela cansou de esperar por ele e se apaixonou por mim.

–Então ela realmente te amava. – falei cheia de hesitação.

–Sim, com o tempo ela realmente começou a me amar, mas ela não conseguia se desligar dele...

–Acima de qualquer coisa eles eram muito amigos. – falei.

–Não era só isso... A Sol me amava, mas é como se uma parte dela ainda fosse meio louca pelo Balsano... Quando ela recusou meu pedido de casamento eu explodi e joguei tudo isso na cara dela, e então ela gritou comigo, disse que eu estava sendo um idiota e foi embora, eu deixei ela ir, e horas depois recebi a noticia de que a tinha perdido para sempre... Ela morreu me achando um idiota.

Ele começou a chorar e eu já estava chorando junto, sem saber o que fazer me aproximei dele e o abracei. Ele me agarrou com força, soluçando.

–Você a pediu em casamento, tenho certeza que ela morreu tendo a certeza do quanto você a amava. – sussurrei tentando acalmá-lo.

–Ela disse não... – suas palavras saíram entrecortadas pelo choro.

O afastei um pouco para olhar em seus olhos.

–Talvez ela realmente só não estivesse pronta para algo tão importante assim Simón... Eu já conversei muito com o Matteo e ele disse que a paixão que sentia por ela já tinha ido embora, aposto que o mesmo aconteceu com ela quando te conheceu... – eu não podia ter certeza, mas queria muito acreditar naquilo. –Mas eles tinham um laço muito forte, uma amizade linda.

Matteo realmente não fazia ideia de que Sol foi apaixonada por ele, em todas nossas conversas sobre isso ele sempre disse que ela só o via como o melhor amigo, será que eles eram tão cegos assim? E se tivessem tido coragem e se declarado? Teriam ficado juntos? E então eu estaria apaixonada pelo cara por quem minha irmã já foi louca... Droga, eu iria pirar pensando naquilo.

–Você provavelmente está certa. – ele murmurou secando as lágrimas e começando a se acalmar. -Obrigado por me ouvir, só minha mãe sabia que eu a tinha pedido em casamento, não tive coragem de contar para mais ninguém.

–Foi bom conversar com você... – também sequei minhas lágrimas, olhei para o anel mais uma vez, fechei a caixinha e a coloquei na mão dele. -E nunca mais se sinta culpado pelo que aconteceu.

–Vou tentar. – ele sussurrou.

–Me procure sempre que quiser, para conversarmos com calma. – falei e ele assentiu se levantando.

–Preciso ir, mas prometo que antes de você ir embora te procuro de novo.

Me levantei e fui com ele até seu carro, a chuva tinha diminuído para um leve chuvisco, mas nenhum de nós dois nos importávamos em estar nos molhando.

Paramos em frente em seu carro e ele se virou me abraçando de novo com força.

–Obrigado mesmo, e eu gostaria que você não contasse nada disso ao seu pai por enquanto, eu mesmo quero falar com ele quando chegar o momento certo. – ele sussurrou em meu ouvido.

–Tudo bem, não se preocupe. – suspirei retribuindo seu abraço, mas um barulho de motor já conhecido me despertou.

Me afastei lentamente do Simón e vi o carro do Matteo parando ali. Pude vê-lo nos olhando fixamente, a expressão séria, como nunca vi antes.

–É melhor eu ir, até mais. – Simón falou entrando em seu carro e dando partida. Só tive tempo de acenar, mas logo voltei a olhar para o Matteo.

Ele desceu do carro e caminhou em minha direção com a expressão ainda fechada.

–O que ele queria com você? – sua voz estava meio fria, ele parecia irritado.

–Só queria conversar.

–Sobre o que?

–Sobre minha irmã, porque você está agindo assim? – cruzei os braços, a chuva voltou a ficar um pouco mais forte, mas pouco me importei. Ainda estava meio em choque depois de tudo que Simón contou e essa atitude estranha do Matteo começou a me deixar irritada.

–Por que... Por que eu já disse que não gosto dele. – ele gaguejou um pouco e passou uma mão pelos cabelos.

–Eu entendo que vocês não se deem bem, que tem suas diferenças e ele até pode ser tudo o que você conta, mas nesse momento ele era apenas um cara que também está sofrendo pela morte da Sol.

–Pelo abraço que vocês estavam dando acho que ficaram bem amigos depois de uma conversa. – ele riu sem nenhum humor.

–Não estou te entendendo. – dei as costas indo em direção a casa e ele me seguiu.

–Foi ele que te procurou? Ou você procurou por ele? Queria saber mais sobre a Sol? Eu já te contei tudo sobre ela...

–O Simón me procurou, ele precisava conversar, e ele me contou coisas que você não faz nem ideia... – me virei de frente pra ele de novo, ainda debaixo da chuva.

–Duvido que ele tenha te contado algo sobre a Sol que eu não soubesse. – ele bufou.

–Você age como se só você conhecesse minha irmã, como se só você a amasse, por isso está irritado em vê-lo aqui? Porque te lembra quando ela estava com ele e não com você? – mesmo sem perceber eu já estava gritando, e ele também. Não sei como ou porque essa discussão começou.

–Isso não tem nada a ver...

–Ele a pediu em casamento, você sabia disso? – gritei sem conseguir me controlar.

Matteo ficou calado, a chuva caindo cada vez mais forte sobre a gente, estávamos a alguns passos de distância um do outro.

–É, ele pediu, me mostrou até o anel, mas ela disse não... E sabe por que Matteo? Porque ela também era apaixonada por você. – as lágrimas caíam pelo meu rosto se misturando com as gotas da chuva.

–Ela amava o Simón. – ele sussurrou.

–Sim, mas ele mesmo me contou que uma parte dela sempre foi louca por você... Sério que você nunca percebeu isso? Deus! Eu estou aqui há alguns dias e logo saquei que ela também gostava de você.

Ele fechou os olhos com força e eu dei alguns passos pra trás.

–Nem sei por que estamos discutindo assim, eu vou entrar.

–Não, espera aí... – ele deu uns passos rapidamente e segurou em meu braço.

–Acho que não estamos em nossos melhores dias hoje e não quero ficar discutindo com você assim. – sussurrei.

–Desculpa... – ele suspirou. –O que você acabou de contar me pegou de surpresa e eu realmente nunca pensei que ela gostasse de mim assim, mas não quero pensar nisso agora.

–Porque não?

–Porque pode parecer cruel dizer isso, mas não importa mais, nesse momento não consigo pensar em mais nada nem ninguém além de você. Quando cheguei aqui e te vi nos braços daquele cara fiquei louco de ciúmes, de um jeito que nunca fiquei antes por garota nenhum, nem mesmo pela Sol. – ele falou tudo de uma vez.

–Ciúmes? – sussurrei.

–Eu não queria, não pedi nada disso... Droga, a minha melhor amiga morreu e eu estou me apaixonando pela irmã dela. – seus olhos estavam cheios de tantos sentimentos, que meu corpo balançou com o choque, de tudo aquilo.

–Ma-mateo...

–Shii... Vem cá, Luna. – ele me puxou contra seu corpo, um de seus braços envolveu minha cintura e sua outra mão segurou em meus cabelos já ensopados pela chuva.

–Eu também me apaixonei. – suspirei e meu coração deu um salto quando seus lábios roçaram nos meus.

Senti meu corpo desfalecer um pouco e ele me apertou mais forte, o calor de seu corpo me aquecendo no meio de toda aquela chuva.

Passei meus braços por seu pescoço embrenhando uma mão em seus cabelos e colei nossos lábios com mais força.

Foi como se eu estivesse voando, mesmo... Meu coração batia tão louco e finalmente entendi o que aquela expressão de borboletas voando no estômago queria dizer, eu podia senti-las agora.

Quando sua língua tocou na minha, não me contive mais, nem ele. E o beijo ficou mais voraz, ainda mais apaixonado.

Não pensei em mais nada, apenas me entreguei a aquele momento que era o mais maravilhoso de toda a minha vida... O que viria depois não importava agora.

 


Notas Finais


Alguém está chocado??? Bom eu estou, pois mesmo Sol tendo morrido e ao mesmo torcendo pra Lutteo é tão triste ver duas pessoas que se amaram tanto de verdade não ter tido a coragem de se declararem ou verem que se amavam. Pra vocês verem o quanto o medo e a insegurança,até mesmo a cegueira figurada pode impedir duas pessoas de viverem algo bonito. Não minto pra vocês que eu desaguei com esse capítulo, porque imaginem se a Sol ou Matteo tivessem vivido esse amor deles? Ela poderia não ter morrido, e Luna ainda estaria acreditando na mentira da mãe dela, ou até mesmo a Sol poderia até morrido de outra maneira se esse era o destino dela... Mas sabemos que quando um destino não se cumpre outro lado afeta, mesmo assim foi triste saber que Sol morreu sem viver o seu amor por Matteo, mas esse amor foi investido na intensa amizade dos dois, porque como diz aquela frase de consolo: se não posso ter você para amar intensamento, posso pelo menos estar perto para te amar e ser meu amigo.
E Matteo surpreendeu a Luna nesse final, com a lição que teve quado se apaixonou por Sol, agora por Luna ele resolveu correr atras e se declarar logo. Lindo esse momento ( pra vocês verem que não foi premeditado esse beijo na chuva) mas foi lindo.
Gente algumas de vocês sabem que estou de recesso, mas ainda sim vim aqui postar pelo menos esses capítulos porque tive uma folguinha ontem e consegui editar dois capítulos, mas depois deste só volto atualizar todas as minhas fanfics na semana do natal, então tenham calma porque não vou abandonar ou desistir. Bjs e comentem *--*


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