História Unbreakable - Paulicia - Capítulo 2


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Categorias Carrossel
Personagens Alícia Gusman, Bibi Smith, Carmen Carrilho, Daniel Zapata, Davi Rabinovich, Firmino Gonçalves, Jaime Palillo, Jorge Cavalieri, Kokimoto Mishima, Marcelina Guerra, Margarida Garcia, Maria Joaquina Medsen, Paulo Guerra, Rabito, Valéria Ferreira
Exibições 128
Palavras 1.680
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Aventura, Colegial, Comédia, Drama (Tragédia), Escolar, Famí­lia, Festa, Romance e Novela
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Drogas, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


Oi, anjos. Como que vcs estão? Postei esse capítulo rapidinho enquanto estudo minha prova. Obrigada por lerem, bjs.

Capítulo 2 - Capítulo dois


Pov. Autora

Sentaram-se à mesa na seguinte ordem: Valéria, Davi, Maria Joaquina, Daniel, Marcelina, Mário, Alícia e Paulo.

Ficaram conversando sobre as aulas que voltavam na segunda e os amigos disfarçavam ao ver como o nosso casal de prováveis  ex-inimigos interagiam, se fosse em outro dia eles estariam com toda certeza discutindo. Ninguém sabe o que mudou. Nem eles sabem na verdade, a vontade de implicar um com o outro não passou mas também tem a vontade de ser amigável e compartilhar idéias de pegadinhas.

Quando terminaram de comer já deveria ser umas três da manhã, cada um pegou seu copo de batida que, como a Alícia disse antes, era uma delicia. Então os meninos foram para a sala jogar vídeo game e as meninas ficaram na cozinha arrumando a bagunça que ficou da “Jandrugada”, como a Val chamou. Essa menina tem uma criatividade viu.

-Então Ally, - começou Majo como quem não quer nada enquanto guardava os pratos – O que você e o Paulo fizeram esse tempo todo na cozinha?

-Nada, eu fiz a lasanha e ele ficou do outro lado da cozinha sentado no balcão mechendo no celular. – falou agradecendo pela voz não ter falhado.

-Ue, e por que meu irmão ficou aqui quando terminou o que tinha que fazer?

-Ah, sei la. Perguntem a ele.

Terminaram na cozinha e voltaram para a sala onde os garotos estavam jogados nos colchonetes e vidrados no game. A skatista tomou uns três copos de batida e nesse meio tempo ganhou mais de quatro vezes dos meninos.

-Bem, eu já vou indo e aconselho vocês a irem dormir também que em dois dias vamos ter que voltar a acordar às 7h. –Alícia fala indo em direção a porta.

-Espera aí, sua maluca. Você entrou pelo meu quarto, esqueceu?

-Ah, foi mesmo. – Ela fala e sobe as escadas para poder ir pra casa dormir, ela está morta de cansada e tão distraída que não vê o Paulo subir atrás dela. Ele rapidamente a encosta na parede quando percebe que saíram do campo de visão dos amigos fazendo ela o olhar surpresa.

-Nem um beijo de boa noite, morena?

-O que você quer, Paulo?

-Você ouviu.

-E quem disse que vou te beijar?

-Seu corpo. – ele sussurrou no ouvido dela vendo-a se arrepiar. Ele deixa um beijo na curva do pescoço dela e arrasta os lábios até a sua boca vendo o quão bom era deixá-la arrepiada. Quando os lábios se encontraram foi como se o mundo ao redor desaparecesse completamente e só existissem os dois naquele corredor. Ela passa as mãos pelo pescoço dele acariciando sua nuca enquanto as dele desciam para a cintura dela apertando seus corpos juntos. Se separam ofegantes e ela se afasta rapidamente meio desnorteada e ainda sem entender o porque dele estar fazendo isso.

-Isso é algum tipo de brincadeira? Você apostou com alguém? –Sussurra ela se escorando na parede contraria a ele.

-Não, claro que não. Temos um trato, sem apostas sobre o outro. – fala ele lembrando do trato que fizeram a anos atrás quando o garoto tinha apostado que conseguiria um selinho dela e sairia ileso. Bem, ele conseguiu mais que um selinho mas também ficou dias com o olho roxo por semanas. – E eu não quero levar outro soco daquele.

Ela abre um pequeno sorriso e ele a imita, então eles finalmente vão em direção ao quarto dele.

Ele a observa passar de uma sacada para a outra e ir em direção ao quarto quando de repente ela se vira.

-Paulo?

-Hum?

-Eu aceito. – ele a olha confuso e ela revira os olhos – O que você disse mais cedo, eu aceito ser sua amiga.

Ele queria abrir um sorriso enorme mas não queria demonstrar o quanto ficou feliz com a noticia, então apenas sorriu de lado e assentiu.

Ela ia entrar de novo no quarto mais dessa vez é impedida pelo garoto de headphones amarelos (mais alguém ainda usa isso?).

-Você quer dar uma volta de skate amanhã?

-Claro, porque não?!

-Beleza, então passo ai de 14:30.

-Falou.

Depois disso ela finalmente entrou no quarto indo escovar os dentes e deitar, caindo no sono rapidamente ainda com o a sensação dos lábios dele se arrastando pela sua pele.

Enquanto na casa dos Guerra o garoto só faltava pular de alegria. Sim, ele estava apaixonado por aquela marrentinha. Na verdade ele sempre foi. Mas agora ele criou coragem pra fazer alguma coisa, então resolveu se aproximar dela calmamente, mas não resistiu em beijá-la. Ele fez sua higiene noturna e deitou, sonhando com a meninas de  mechas rosas.

Pov. Alícia

Acordei com minha mãe me chamando pra almoçar, olhei o relógio e já era 13:15 então resolvi me arrumar logo para ir andar de skate com o Paulo. Ainda to achando muito estranho isso, mas confessor que gostei. Só vou pedir a ele para não dizer a ninguém dos beijos e nossa, que beijo. Tinha me esquecido como ele beija bem. Ai você se pergunta, como assim? Bem, nós já ficamos, perdemos o bv juntos. Mas é claro que ninguém sabe. Isso foi a muito tempo.

Voltando ao assunto, tomei um banho para acordar e escovei os dentes indo em direção ao meu closet. Resolvi colocar apenas uma Regata preta, com short jeans bem detonado, meu casaco xadrez na cintura e, é claro, meu all star preto. Saindo do quarto peguei minha mochila, já que eu deixei o skate do lado da porta de entrada.

Desci as escadas na hora que ouvi minha mãe gritar de novo, na cozinha eu dei um beijo na bochecha da dona Verônica e fui encher minha garrafa pra colocar na mochila. Depois disso sentei para comer a deliciosa comida da minha mãe. Terminei rapidinho e lavei meu prato, quando vi no relógio que já era 14:23 eu subi correndo para escovar os dentes de novo, mal termino de enxaguar a boca e escuto a campainha.

-Olá, dona Verônica. A Lilica ta aí? – ouvi a voz dele quando minha mãe abriu a porta, ele ainda insiste em me chamar assim. Preciso de um apelido para ele também.

-TO DESCENDO. – gritei já na metade das escadas e antes que minha mãe falasse qualquer coisa peguei minha mochila e o skate e puxei o Paulo pela mão. Já sabendo que ia ter que lidar com um interrogatório da minha mãe quando chegasse.

-Eita, calma menina.

-Vamos logo para a pista. – falei subindo no skate. E so então eu o olhei, ele estava lindo. Ele vestia uma calça jeans meio rasgada e um all star vermelho, uma camisa preta que deixava seus músculos a mostra e um boné. Quando que aquele menininho cresceu assim? Meu deus!

Vi que ele também me encarava e resolvi quebrar esse “clima”, comecei a ir em direção a praça e ele veio atrás de mim.

-A propósito, você está linda.

-Hm, obrigada. Você também ta.

O Percurso foi pequeno já que morávamos perto da praça. Ficamos umas duas horas apostando quem conseguia mais manobras ou ia mais rápido, acabamos empatados. Agora estamos indo na lanchonete da esquina. Eu estou faminta.

Até que ele é legal depois de um tempo, ele não falou nada de ontem e não vai ser eu que vou falar né.

Peguei o boné dele sem ele perceber e coloquei em mim indo sentar em uma mesa enquanto ele fazia o pedido.

-Acho que esse boné é meu, Lilica.

-Não mais, querido Lito.

-Lito? – ele pergunta confuso

-Sim, de Paulito. Você me chama de Lilica então achei que deveria te dar um apelido também.

-Eu gostei. – ele sorri. – É original e fácil. Mas não é que você é inteligente. – fala me zoando.

-Sai, eu sou mais inteligente que você.

Quando ele ia responder o nosso lanche chegou e as únicas vezes que eu abria a boca depois disso foi pra morder meu hambúrguer.

Pov. Paulo

O dia estava sendo incrível, a Alícia é ótima com manobras, não se importa em comer besteiras e nem falar qualquer porcaria. Ela é uma verdadeira moleca mesmo com 17 anos.

Fiquei observando enquanto ela terminava de comer para irmos embora, alguns fios de cabelo escorregaram de trás da orelha e ficaram na frente do ser rosto. Estiquei minha mão colocando eles de volta fazendo com que ela me olhasse.

-O que foi? – perguntou me olhando

-Nada, só pra você não comer seu cabelo junto. – zoei fazendo ela revirar os olhos.

-Eu não sou você, que com toda certeza faria isso do jeito que é retardado.

-Nossa, assim você magoa, morena.

-Vamos logo Lito que ta ficando tarde e minha mãe vai me encher de perguntas quando eu chegar.

Eu já tinha pagado os lanches então fomos caminhando em direção as nossas casas, por falar em casa eu não avisei a ninguém que ia sair. Peguei meu celular vendo várias ligações perdidas da galera e da minha irmã.

-Vish

-Que foi?

-A Marcelina vai me matar quando chegar em casa, eu não avisei a ninguém que ia sair.

Ela simplesmente começa a rir de mim e me olha com uma cara de “Se ferrou”. Olhei feio pra ela e continuamos o caminho em silencio. Quando chegamos em frente a casa dela ela se virou pra mim e sorriu.

-Até que você não é um completo idiota. Foi bem divertido hoje, valeu.

-Eu também me diverti muito. Te vejo amanhã, então? – pergunto a ela que assente, ela ia em direção aos degraus de entrada quando a puxei pelo pulso levemente. – Não vai se despedir, morena?

Ela me olha e vem me dar um beijo na bochecha mas eu viro o rosto e acaba sendo um selinho, ela me encara meio assustada e eu a puxo para um beijo. De inicio ela fica relutante mas depois ela entreabre os lábios me dando liberdade para continuar. Nos separamos quando ouvimos um barulho dentro da minha casa.

-Até amanhã, Lilica. – falei sorrindo sacana, então beijei sua bochecha e observei ela entrar em casa e me olhar antes de fechar a porta. Caminhei calmamente até a minha casa sabendo que teria uma baixinha irritada me esperando.


Notas Finais


Obrigada novamente por lerem. Bem, não sei se tem algum erro, me desculpem. Espero que tenham gostado. Até logo. Xxxxxx


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