História Uncle Lúcifer - Capítulo 6


Escrita por: ~

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Palavras 756
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Ficção, Luta, Mistério, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Sobrenatural, Suspense, Terror e Horror, Violência
Avisos: Álcool, Canibalismo, Gravidez Masculina (MPreg), Heterossexualidade, Homossexualidade, Linguagem Imprópria, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


GEEENTE DESCULPA A DEMORA, G-ZUIS AMADO PERDOEM-ME.. ;-;
EU JURO QUE VOU ADIANTAR TODAS AS FICS, JURO É SÉRIO...TA ? TA..
mas enfim, boa leitura!

Capa: Claus

Capítulo 6 - Capítulo Seis


Fanfic / Fanfiction Uncle Lúcifer - Capítulo 6 - Capítulo Seis

O leve som do motor ressoava como música aos ouvidos do ruivo mais velho, sua boca estava formada em um sorriso animado enquanto seus olhos focavam a pequena criaturinha em seus braços, seu primo: Lúcifer, dormia tranquilo, inocente e despreocupado. A criança Não sabia onde estava, e nem o que estava por vir.

O ruivo, -cujo fôra batizado de Claus- direcionou suas orbes verdes a janela, observando o céu cinzento e o tempo névoado..

O tempo passava sem pressa, o jovem rapaz se sentia ansioso para poder conversar com o primo quando este acordasse, poderia imaginar como seria suas conversas, animadas e cheias de carinho, assim como as vossas brincadeiras infantis.

— Eu levo — sussurrou Claus pegando o corpo infantil no colo, o carro já havia parado em frente à mansão beje detalhada a marrom escuro. O garoto de Doze anos caminhou com cuidado para dentro da enorme casa, tomando cuidado para que o seu precioso primo não caísse de seus braços.

Subiu as escadas com cuidado, cumprimentando o mordomo Sebastian Vettelot que sorria observando-o; Claus deitou seu querido primo na cama cuidadosamente, e beijou-lhe a testa. Esperando que este acordasse...

O jovem ruivo ouviu a porta ser aberta, revelando Elizabeth, a empregada chamando-o para a hora do chá em família, algo 'normal' da família Valmont. Suspirou  e desceu junto a ela, fechando a porta do quarto cinza e vermelho, onde Luc 'dormia'.

A janela foi aberta silenciosamente, revelando um ser mascarado que entrava ligeiro, tentando não fazer barulho ao pisar no chão.

Caminhou até a cama coberta por lençóis vermelhos e travesseiros com fronhas cinza. Subiu à cama e ficou em cima da criança dorminhoca, olhando-a apreensivo.

— Lúci? — chamou baixinho, passando a mão pelo rosto do menor, acordando-o aos poucos  com carinho.

— Hmmm...— Resmungou baixo, a criança se mexendo para o lado, para logo sentir lábios em sua bochecha, fazendo cócegas.

— Lúci acorda — Repousou a máscara na cama, enquanto dava beijinhos no rosto da criança.

— Hm... Oi ..? Sky?— bocejou o menino — Que cama macia..  onde estou?

— Não me chame de Sky — Fez careta — E você está na mansão de sua possível "Tia"— Masky Deitou ao lado dele, saindo em cima deste.

A criança sentou rapidamente na cama, confuso, coçou os olhinhos enquanto bocejava ainda coberto de sono. Masky o olhou e o puxou para seu peitoral, alinhou-o ali e mexeu em seus sedosos cabelos ruivos..

Masky começou a explicar o que está acontecendo, onde ele estava, com quem estava e quem eram; a criança escutava tudo atento, enquanto apreciava o carinho que Masky lhe dava, sorriu e sentou em cima do abdômen do mais velho, deslizando a mão para encontrar o rosto dele.. deslizou o dedo pelos lábios finos do mais velho e sorriu sentindo 'Sky' sorrir junto a ele.

•••••

— Lúci, Você está bem? — tocou o ombro da criança, que se mantia aérea.

Lúcifer negou o toque do mais velho afastando o corpo, sua mente avoava em seu pai, uma frustração e raiva crescia dentro de si, sentia raiva daquele homem, mas não era de seu pai e sim Era raiva de Masky. Lúci fungou e levantou do chão, deixando os giz de cera e os papéis jogados.

— O que você tem....? — Tentou Masky

Lúci pisou forte no chão e se virou para onde vinha a voz de seu amigo, trincou os dentes e Gritou raivoso algo como: "Você matou meu pai!" O pequeno tateou o ar em busca do outro, quando o sentiu, empurrou-o com toda força que tinha. Gritando: "por que você fez isso?"

— Lúcifer eu posso explic..

— CALA BOCA! EU ODEIO VOCÊ! VAI EMBORA DAQUI E NÃO VOLTE NUNCA MAIS!— Gritou.

— É isso que você quer?...tudo bem..— Masky se aproximou cabisbaixo e se ajoelhou na altura dele segurando em seu rosto — Eu te amo, não se esqueça disso.. — e descansou um selinho em seus lábios.

Lúci arregalou os olhos e se arrependeu. Tentou abraça-lo, mas em vão, a única coisa que sentiu foi a máscara em seus pés, abaixou-se e a pegou.. passando o dedo pela "face" lisa do objeto; sentiu lágrimas molharem sua face e dedos.. ele estava chorando.

— Masky.. — Sussurrou sentindo um aperto no peito 

— Lúcifer? Com que você está conversando?— Claus entrou no quarto e parou à frente do pequeno.

Lúcifer o abraçou apertado, deixando-se chorar e soluçar cada vez mais, sentia que fez algo errado, muito errado, sentia-se vazio..

— Ele foi embora... Ele foi embora— Sussurava chorando.. 

 

 

 

O que Lúcifer não sabia era que, Sua amizade provavelmente não acabaria alí, Masky não iria abandona-lo.. Ou talvez, iria.


Notas Finais


Até a próxima!


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