História Unconditional - Capítulo 1


Escrita por: ~

Postado
Categorias Naruto
Tags Naruto, Sasunaru
Exibições 97
Palavras 3.105
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 14 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Romance e Novela, Universo Alternativo, Yaoi
Avisos: Heterossexualidade, Homossexualidade, Suicídio
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Escrita em momento de inspiração. Apenas para passar o tempo, uma coisa que saiu da minha mente na hora.
Espero que gostem, pelo menos. Eu não a fiz para ligar muito para a crítica, na verdade... Mas se você gostar, melhor ainda! Ficarei feliz por ter lhe agradado.

Desculpe qualquer erro de português, eu não dei uma boa revisada. Mas é assim que se faz, não é mesmo?

Capítulo 1 - Capítulo Único



2009

Eu reparava em suas mãos magras e pálidas. Mexiam inquietamente o lápis, mostrando um sinal de impaciência. Parecia não estar gostando daquela aula, afinal, ter aulas de Química em plena sexta-feira não é uma coisa muito aconchegante, ainda mais para o tipo de pessoa que ele era. Gostava de agir de forma inconveniente, sempre soltando um "e daí?", ou um "ninguém se interessa", coisas desse tipo. O pior é que eu nunca encontrei um motivo para ele agir de tal modo, parecia que era uma coisa natural dele. Mas eu sabia que esse não era ele. É como se fosse uma máscara social que ele usava, sabe? Algo pra esconder o que ele era por dentro de verdade... Eu também não sabia o porquê dele querer se esconder. 

Já presenciei uma vez quando ele não estava agindo como sempre. Uma vez em que ele estava sendo ele mesmo. E posso dizer com toda a minha clareza que foi um dos melhores momentos que passei com ele, de verdade... foi um momento mágico, e me lembro muito bem dos mínimos detalhes que aconteceram. 

Eu estava esperando o ônibus de volta para casa, e por coincidência o avistei se aproximando até o ponto. Chegou bem perto de mim e abriu a boca para começar a falar.
— E aí, Naruto? Acho que pegarei o mesmo ônibus que você hoje! — Disse, com um tom de entusiasmo acrescentado na voz.
— Oi, Sasuke. Ah, legal... eu não fazia ideia que você pegava o mesmo ônibus que eu. — Respondi bem sério. Eu não sabia como agir quando ele falava comigo, então tentava parecer sempre calmo e sério, e tinha medo que eu passasse uma imagem grosseira ou arrogante. Eu amo a presença dele.
— Bem, agora você sabe, né? É que eu costumo sempre pegar o ônibus um pouco mais tarde, espero tudo ficar um pouco vazio. Não gosto muito do aperto que é quando vários estudantes saem ao mesmo tempo pra se grudarem dentro de um só ônibus. — Eu nunca imaginava que Sasuke Uchiha, o garoto que adora dar uma tirada em alguém não gosta de confusão e baderna. Eu não entendi isso de começo, afinal, ele costuma ser a baderna em pessoa.
— Ah, sim... também não gosto muito, mas prefiro chegar mais cedo logo em casa, embora tenha que enfrentar um bando de estudantes fazendo uma grande algazarra no fundo do ônibus.
— Então você é dos meus, hein. — Fiquei meio constrangido mentalmente, embora essa frase não tenha tido nenhum efeito realmente impactante. O que posso fazer se qualquer ação mínima que ele faz me encanta? 
Sentamos no banco e esperamos pelo ônibus. Eu olhava fixamente para minhas próprias mãos enquanto sentia seu corpo encostado ao meu de lado, já que Sasuke é uma pessoa bem "acomodada", como posso dizer. Eu esfregava minhas mãos uma na outra e chegava a estalar os dedos, e tentava olhar Sasuke de canto. Ele estava sempre olhando em direção a rua, sem observar o ambiente ao seu redor. Até que o ônibus finalmente chegou. Entramos no veículo sem praticamente ninguém fora o motorista e o cobrador, e sentamos um do lado do outro no banco alto.

Nós não nos falamos muito. Até que eu, de uma forma não muito convincente, tentei puxar assunto.
— Então... qual a sua data de aniversário?
— ...Hm? Ah, dia 23 de julho. E a sua?
— 10 de Outubro...
— Ah, legal... então... você gosta de fazer aniversário?
— Nossa, nunca parei pra pensar nisso. Acho que não ligo muito pro meu aniversário, só gosto de ficar em casa deitado ou fazendo qualquer outra atividade que me dê certo nível de entretenimento... não que deitar seja uma coisa super divertida, claro. — O que eu estava falando?
— Poxa, eu gosto de comemorar aniversário! Se bem que, se parar pra pensar mais a fundo, comemorar aniversário é perceber que você fica mais velho a cada ano, e cada vez mais próximo da morte, mas deixando esse pensamento de lado, até que é uma coisa legal. Tipo, é um dia pra você. Eu gosto de sair no meu aniversário, mas sozinho. Eu também não sou muito de sair, mas quando me chamam pra algum lugar, eu tento ir. Acaba sendo divertido na maior parte das vezes. — Após terminar sua fala, parou de olhar para mim e virou para frente, dando um leve sorriso. E então, um grande suspiro.
— É... bem, eu também não sou muito de sair, e também ninguém me chama muito pra sair, mas prefiro assim, já que eu não sou muito chegado. Eu amo a minha casa, de qualquer forma. Sou grudado nela.
— Eu gosto da minha casa, mas às vezes eu chego a cansar um pouco. É que é um espaço meio grande, sabe? Acaba sendo meio cansativo ficar pra lá e pra cá nela. — Sim, Sasuke era bem de vida. E foi assim que eu descobri. Ele escondia isso tão bem, nunca tocava nesse assunto com ninguém. 
Conversamos sobre vários assuntos aleatórios, até a parte em que seu ponto de descida estava próximo. E então, ele me chamou a atenção.
— Ei, vem ver, eu vou te mostrar aonde fica a minha casa. — Pensei em perguntar "por quê?" ou algo do gênero, mas preferi apenas mover minha cabeça para olhar janela à fora. Passamos na frente de uma rua com apenas duas saídas, e então ele me disse.
— Ali, ó. Você entra na esquerda, que é uma rua sem saída, e chega em um grande portão branco em um muro de pedras. Lá é a minha casa.
— Ah... informação bem útil, eu acho. — Ele deu um sorriso. Eu amo sempre que ele sorri, e amo mais ainda quando é pra mim. 
— Bem, Naruto, a gente se vê. Tenho que descer agora, valeu! Até amanhã!
— Até, Sasuke! Tchau. — Fiquei olhando atentamente para ele descendo do ônibus, até chegar na calçada. Olhou para mim, que estava janela, e acenou. Acenei de volta, e o ônibus começou a andar, torcendo para que momentos como aquele se repetissem novamente.
E se repetiram. Não tão forte como esses, mas se repetiram. Poucas vezes, como posso dizer. Ah, nem tão pouco assim, talvez. Mas cada vez que acontecia, eu tentava aproveitar a sua presença ao meu lado, me encostando. Eu amo o toque dele, o sorriso, e mesmo com essa personalidade "feita" dele, eu a adorava. 

Eu o amo há 3 anos, desde o 7º ano escolar. Já estamos no 1º ano do Ensino Médio, e foi sorte termos caído na mesma classe, já que costumávamos nunca estudar juntos, na mesma turma. Sempre fomos de turmas diferentes, mas agora estamos na mesma. Estudamos em uma escola pública, e Sasuke, até o 6º ano, estudava em uma particular, mas os pais o tiraram para que economizassem dinheiro, já que era meio cara. Eu realmente não entendi o raciocínio, já que os pais dele aparentam ter mais dinheiro do que eles demonstram ter. 
 
Nossa relação até o 1º ano nunca foi uma das mais fortes, já que por consequentemente não estudarmos juntos, eu só o via no intervalo. E de longe. Ele às vezes vinha falar comigo por termos amigos em comum, mas nunca fomos verdadeiramente amigos um do outro. Eu realmente não sei porque sinto este amor por ele. Até hoje me pergunto o que aconteceu para que eu ame tanto ele. Temos sim gostos em comum, mas um eu tenho certeza que não é compatível: Eu sou homossexual, e ele é hétero. Eu não vejo sentido nenhum em eu estar apaixonado por ele há tanto tempo assim. Nenhum sentido sequer.
Pelo visto, o sinal da saída tocou. Reúno meu material dentro de minha mochila e vou logo até a saída do colégio, indo direto até meu ponto de ônibus. Até que vejo Sasuke chegando. Me alegro, mas percebo que alguém vem junto com ele.
Uma menina de olhos verde-claros e cabelo rosa está segurando o seu braço. Os dois sentam ao meu lado no banco do ponto, e só eu, Sasuke e a menina estávamos lá. O resto dos estudantes foram para outro ponto, e não havia nenhuma outra pessoa por perto.
— Oi, Naruto. Eu já te amostrei a Sakura? — Olho para a garota da cabeça aos pés. É bem bonita, realmente. Muito bonita.
— Não, ué. Prazer, sou o Naruto. — Aperto a mão delicada da menina. Ela parece uma flor.
— Olá, Naruto! O prazer é todo meu. Pelo visto você é um amigo do meu namorado, não é? 
Eu fiquei parado, por uns 2 ou 3 segundos, para finalmente concretizar o que a garota tinha dito e me tocar de que realmente ela era a namorada do Sasuke. E mais meio segundo pra perceber que eu nunca teria uma chance com ele, e que realmente nunca teve um motivo para eu amá-lo de verdade.
— Bem... sou. Vocês... vão pegar o mesmo ônibus que eu?
— Ah, não. Nós vamos pegar outro, já que nós dois vamos para a casa dela. Desculpe por você ter que ir sozinho.
— Oh, não, não tem problema... eu já estou acostumado a ir sozinho, não precisa se desculpar. 
— Sasuke, o nosso ônibus está vindo! — Sakura levantou e deu sinal.
— Ih, então já tenho que ir. Tchau, Naruto, espero que tenha achado a Sakura bacana! A gente se vê!
— Tchau, Sasuke.
Observei os dois adentrarem o ônibus e o vi ir para longe. Olhava fixamente para o grande automóvel, sem nenhuma expressão no rosto. Estava pensando no que tinha acabado de acontecer. 

Mas então, quando cheguei em casa e sentei na minha cama, olhando para a parede do quarto, eu percebi de verdade. Eu nunca terei Sasuke. 

Nunca.
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2012

Primeiro ano na faculdade após o término do Ensino Médio. Um curto período que durou muito tempo para mim, já que aconteceram diversas coisas que me abalaram psicologicamente e fisicamente. 

Bem, para começar, desenvolvi baixa auto-estima. Na verdade, eu não desenvolvi, estou usando o termo errado. Eu sempre tive, e finalmente me toquei quando todo mundo já estava apontando os meus erros na minha cara e me fazendo finalmente perceber o lixo que eu sou. Eu sempre nunca gostei muito da minha aparência, me achava muito estranho por ter 3 riscos em cada lado da minha face horizontais. Tipo, o que é isso? Passaram canetinha permanente na minha cara quando eu nasci? Isso tá mais pra uma deformidade. Eu não cuido do meu cabelo, e também não sei cuidar, então ele está sempre uma bagunça enorme. Embaraçado, espalhado, e além do mais, eu o tingi de preto. Cansei daquele loiro exuberante, aquilo chamava muita atenção. Também pensei em usar lentes por causa dos meus olhos azuis, mas acho que a única coisa que eu gosto em mim são meus olhos, então eu os deixei assim mesmo. 

No 3º ano acabei por desencadear uma ansiedade devido ao medo de não conseguir passar para uma faculdade e ser alguém na vida, e então eu pressionei estudos pesados em cima da minha cabeça. Era um trabalho muito duro, mas eu consegui passar para faculdade. Eu acho que é isso que eu quero, ainda tenho minhas dúvidas. Mas tenho que me afundar para ver se é mesmo. Eu comecei um tratamento para ansiedade à base de remédios, então isso tem ajudado a me controlar. 

Sasuke. Não o vejo desde que foi transferido no meio do 3º ano, e não sei para quê. Não sei se ele ainda mora na mesma casa, não sei aonde ele está. A falta dele perto de mim me causou uma paranóia. Eu passava mal todo dia antes de ir à escola, desejando encontrá-lo lá novamente, esperando que ele chegasse pela porta e que aquela transferência fosse uma brincadeira ou algo como uma desculpa para faltar a aula por um tempinho. Mas não foi isso que aconteceu. Eu não o vi mais. E mesmo não sentindo a presença dele praticamente todos os dias, eu ainda consigo o amar. Eu não aguento mais amá-lo, é como se fosse algo totalmente obssessivo, como se  eu tivesse  depositado todo o amor e confiança que deveria se direcionar a mim mesmo nele, criando lá um aconchego, uma sensação de que tudo iria dar certo; mas não era bem isso que acontecia. Para falar a verdade, o que acontecia era exatamente nada.

Eu tentava me concentrar nas aulas, mas eu sempre de alguma forma acabava pensando nele. Na sua grande mão pálida, no seu cabelo moreno, na sua pele quente, seu olhar fixo. Seu sorriso. Eu amava seu sorriso. De verdade. Essa deve ter sido a razão da minha paixão por ele. Aquele sorriso apontado para mim era como uma bênção.

Juro que já tentei de várias e várias formas parar de pensar nele, esquecê-lo. Mas mesmo com ele longe, não conseguia. Parecia que de alguma forma eu estava conectado a ele, e sempre que pensava nele, ou acabava me acalmando ou ficando mais e mais triste a cada dia.

Eu não consigo mais suportar.
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2015

Tirar a minha própria vida era a única coisa que rondava a minha cabeça. Na verdade, não era a única coisa. A outra coisa que me pertubava era ele. Eu nunca consegui esquecê-lo.

Acabei optando por trancar a faculdade, já que minha depressão e minha ansiedade estavam acabando comigo. As provas e os estudos atacavam a minha ansiedade, e desenvolvi depressão neste período de tempo por vários e vários motivos. 

Sensação de solidão. De inutilidade. Fraqueza. 

De medo. 

Sem mesmo querer, tudo a minha volta foi se afastando e afastando, até ficar tudo totalmente escuro, como se eu tivesse tirado tudo que conseguia me satisfazer de perto. Meu relacionamento com meus pai estava uma coisa totalmente fria, e com minha mãe, Kushina, não era a mesma coisa de antes. Sempre fomos bastante amigos um do outro. Contávamos tudo. Ela sempre me acolhia. Agora eu não sei o que aconteceu. Nossa relação simplesmente se afastou, e não foi só com ela. Foi com todas as pessoas que eu fiz amizade por todo esse caminho.

Deitado em minha cama, com o colchão quase me engolindo, eu observava o teto. Pensava aonde estava Sasuke, o que o mesmo fazia. Se ele estava bem. Se ele ainda se lembrava de mim.

Mas por quê ele lembraria? Não tive nenhum impacto em sua vida. Fui apenas mais um colega de classe que conversava às vezes sobre coisas totalmente sem importância. Eu aposto que fui apagado de suas memórias, como se fosse apenas um espaço vazio na sua mente. Nada mais.

Eu já estava cansado. Realmente cansado. O meu cansaço ultrapassava os limites do absurdo. Cansado de ter estragado tudo, de ser eu. De viver. Depois de tantas crises de ansiedade, já não me sentia capacitado para coisa nenhuma. 

Até que finalmente tomei uma atitude. Me levantei, tomei um banho demorado e quente. Vesti uma roupa bastante comum, cheguei até minha mãe e dei um forte abraço nela. Beijei sua testa e disse que lhe amava demais, e disse para que ela advertisse meu pai que eu também o amava, mesmo que nosso relacionamento nunca tenha sido um dos melhores. Eu amava os dois. Falei que saía, e então minha mãe se despediu de mim.

Eu iria até a ponte principal da cidade, que nesse horário não haveria praticamente ninguém lá. Não era horário de volta para casa, nem de ida ao trabalho, nem horário de almoço. Estava bem quieto por lá, já que a cidade também não era muito grande. Um grande e belo rio cruzava a ponte. 

A ponte ficava um pouco longe da minha casa, mas como eu não voltaria, fui a pé para aproveitar. O vento gelado batia por todo o meu corpo, e então, depois de uma longa caminhada, cheguei até o local.

A ponte era velha, mas bem firme. Fui até a sua metade, e então subi na cerca feita totalmente de pedra que envolvia os cantos da ponte. Olhei para baixo e vi as águas claras do rio, aproveitando todo o momento. O rio ficava em uma distância bem alta comparada à altura da ponte, então seria o lugar perfeito. 

Esperei mais um tempo, enquanto eu refletia sobre o que iria fazer. E eu estava certo no que faria. Sentia a brisa do vento percorrer por todo o meu rosto calmamente. 

Me preparei para pular.

Mas algo em minha mente brilhou como uma grande pérola, como se algo tivesse se acendido. Algo que eu havia lembrado. Parei um pouco e comecei a adentrar nas minhas lembranças, descobrindo o que era. Até que eu lembrei. 
Lembrei do dia da primeira vez que Sasuke e eu fomos de ônibus para casa.
"— Sabe, Naruto. O que você acha sobre paixão, amor?
— Eu? Bem, eu não sou muito ligado nessas coisas. Eu acho que deixo isso de lado, pelo menos por enquanto. — Menti.
— Eu ultimamente tenho pensado sobre, sabe? É algo que entrou na minha cabeça involuntariamente. O ser humano tem a incrível capacidade de amar o outro, não importa os defeitos da pessoa. É como você achasse a pessoa perfeita, mesmo que não exista alguém perfeito. O amor é um sentimento realmente incrível, e a falta dele pode mudar completamente alguém. Amar é uma coisa bastante confusa, sabe? Várias pessoas tem seu jeito de amar, e tem gente que ama de forma incondicional, mesmo que a outra pessoa que está sendo amada não tenha feito nada realmente surpreendente para a outra. Mas em qualquer caso, é bom ser amado, tendo ciência disso ou não. É uma sensação boa, até onde eu já sei.
— Nossa, você poderia ser poeta, sabia? — Digo, um pouco impressionado com as palavras.
— Ah, para, que isso! Mas falando sério novamente... se você amar alguém incondicionalmente, não deixe de amar a pessoa. É algo bom que você tem que sentir, e algo bom que a pessoa deve receber. Sim, amor não correspondido pode machucar, mas só o fato de você amar é uma coisa boa, independente de o quão longe a pessoa possa estar de você. Ame. Faz bem, se você souber amar corretamente. A pessoa, de onde quer que esteja, terá uma boa sensação, independente se ela souber do amor ou não. Ser positivo e otimista para alguém é algo que melhora o dia. Então, Naruto, se você amar, ame incondicionalmente.
"

Como eu não lembrava desse momento? Aonde eu estava com a cabeça? Por quê? Eu nunca dei importância a isso?  Não acredito.

Desci das pedras. Uma lágrima percorria pelo meu rosto enquanto eu olhava o céu alaranjado. Estava pensando nele, mas agora, de uma forma totalmente diferente.

Incondicionalmente. O amando, estava fazendo-o bem. Não importa do que ele goste, com quem ele esteja, o que ele pense.

O amarei incondicionalmente.
 


Notas Finais


Obrigado por ler. Eu realmente escrevi isso por impulso, quase. Não sei por quê, mas é isso aí!


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