História Unconditional Love - Capítulo 128


Escrita por: ~

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Categorias Demi Lovato, Fifth Harmony, Justin Bieber, Selena Gomez
Personagens Ally Brooke, Camila Cabello, Demi Lovato, Dinah Jane Hansen, Justin Bieber, Lauren Jauregui, Normani Hamilton, Selena Gomez
Tags Camren, Camren Trolly Semi Norminah Verci, Norminah, Semi, Trolly, Trolly Semi Norminah Verci, Vercy
Exibições 391
Palavras 2.837
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Crossover, Drama (Tragédia), Famí­lia, Luta, Policial, Romance e Novela, Suspense, Violência
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Drogas, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 128 - Sorry


Fanfic / Fanfiction Unconditional Love - Capítulo 128 - Sorry

Lauren pov.

Sofia parecia amedrontada na presença de Camila então, contra todos os meus instintos que diziam que se eu conversasse com ela sozinha iria me machucar, aceitei seu pedido, minha mulher ficou apreensiva mas depois de minhas palavras calmas dizendo que nada de errado aconteceria e que se qualquer coisa acontecesse eu iria chama-la ela cedeu ao pedido de ir para o quarto, ainda olhando para a garota em pé no meio da sala amontoei o cobertor e dei três batidinhas ao meu lado no sofá, a latina me olhou duvidosa como se realmente não acreditasse que eu estava pedindo para ela se sentar comigo.

- vamos, Sofia. É só se sentar, não vou te morder - disse enquanto revirava os olhos.

Ainda receosa ela se sentou ao meu lado, mas não tão perto quanto eu desejava, aos poucos subiu seu olhar até que ele se encontrasse com o meu e naquelas esferas castanhas claras eu pude ver toda a sua dor, não só a dor de perder os pais mas a dor de ter a vida inteira virada de ponta cabeça, em menos de um mês tudo veio ao chão, incluindo sua família, e aos poucos estava tudo se reenguendo, não que isso fosse o suficiente para Sofia, eu sabia que não era mesmo que tentasse fazer de tudo para que fosse.

Se eu disser que está tudo bem, que eu estou lidando com a sua rejeição de uma maneira compreensiva e que sei que nossa relação vai voltar ao normal, eu estarei mentindo e não há porquê mentir, estou acabada em saber que nossa família não é o suficiente para faze-la feliz, estou horrorizada pelo fato de ela ter simplesmente abominado a ideia de eu estar grávida, estou com medo de que ela nunca mais volte a me amar como fazia quando tinha apenas nove anos, tudo que eu queria era ver seu sorriso, seus olhos brilhando de emoção, queria ouvir sua gargalhada por pequenas coisas que as vezes nem faziam sentido, mas toda a felicidade que rondava o seu ser se foi assim que ela desceu as escadas e encontrou Camila e Dinah conversando entre gritos, ter recebido aquela notícia tão dolorosa de uma maneira tão rude deve ter confundido ainda mais a sua cabecinha e me sinto frustrada por ser impotente.

- é só falar, querida - disse da maneira mais carinhosa possível.

Inconscientemente passei a mão pela minha barriga, ainda sem nenhum volume, e com aquele ato atraí a atenção da garota que dirigiu seu olhar até ali e ficou incansáveis minutos encarando as carícias que eu fazia no local, alguma coisa me dizia para parar mas eu não iria fazer aquilo.

- me desculpe - pediu fazendo um esforço visível para olhar em meus olhos.
- está tudo bem, Sofia - tentei transparecer toda verdade.
- Laur, eu não lido bem com a morte, principalmente a sós meus pais, - So disse como se não fosse óbvio e eu assenti num pedido silencioso para que ela continuasse. - e fiquei ainda pior quando soube que minha própria irmã tinha participação em tudo isso
- a Camila não tem culpa de nada - me apressei em dizer e ela assentiu.
- eu sei, tá? Mas é difícil raciocinar tudo isso, eu os amava, mesmo com todos esses anos afastada de meus pais eu os amava muito, pode ser que os dois tenham feito algum mal para o resto de vocês porquê todos claramente os odeiam mas para mim eles não fizeram nada além de seres os mais pais, eu não fiquei magoada quando me abandonaram porque era indiferente, Camila cuida de mim desde que me entendo por gente, e mesmo assim eu pensava neles todas as noites porque não é um laço que pode ser cortado facilmente - ela suspirou abaixando a cabeça antes de continuar. - passei a chama-las de mãe porque era como eu via vocês, eu as admiro e as amo como tal, o que não significa que eu tenha esquecido da minha verdadeira mãe - seu tom era sério e eu sorria largo por saber que sou amada e admirada. - me desculpa por todo o transtorno e o modo como venho tratando vocês desde as últimas semanas, mas tudo que eu sentia era raiva, Lauren. Eu fiquei com tanta raiva de vocês por não terem evitado isso é de mim mesma por não ter aproveitado mais com eles, por não ter corrido atrás de meus pais para dizer que os amava e não ligava se eles queriam viajar, eu iria junto, eu iria com eles para qualquer lugar que eles fossem!

A abracei porque ver seus olhos vermelhos e as lágrimas molhando sua bochecha era sofrimento demais para mim e sem perceber ambas chorávamos, a pus em meu colo e balancei minhas pernas até que minha pequena se acalmasse, odiava o fato de não conseguir me segurar, eu tinha que ser forte e transmitir toda a minha força para minha pequena, mas não era bem assim, a emoção viria de qualquer jeito e todos os meus hormônios bagunçados fizeram com que eu não conseguisse segurar o choro, Sofia puxou o ar forte antes de voltar a se sentar ao meu lado, dessa vez mais perto, e me olhar nos olhos.

- quando eu parei de chama-las de mãe foi porque me sentia traída, foi porque achei que queriam roubar o lugar da minha mamá, e isso eu não iria aceitar de jeito nenhum, ainda mais com ela... morta - eu iria corta-la e dizer que nunca, de maneira alguma pensamos nisso, mas ela se apressou em continuar. - eu não penso mais assim, Laur, era a raiva que estava agindo em mim, mas também não acho justo voltar a chamar vocês assim, não tenho certeza de Sinuhe ficaria feliz com isso... - ela sorriu fraco e eu assenti entendo seu ponto de vista. - quando vocês nos contaram sobre o bebê - ela parou de falar para olhar minha barriga e dessa vez não existia nem resquícios do ódio de mais cedo em seu olhar. - eu me senti trocada porque isso aconteceu assim que eu parei de chama-las de mãe. Só Deus sabe o quanto eu fiquei chatiada por saber que vocês tinham me trocado, porque eu ainda me sinto filha de ambas e não aceitei o fato de me trocarem assim tão fácil - Sofia parou de falar deixando claro que ela ainda pensava assim. - mesmo assim me desculpa por minha reação, juro que nunca mais vou fazer esse tipo de coisa
- nós nunca vamos te trocar, pequena. - ergui minha mão e tirei uma mexa de cabelo que cobria seu rosto. - Eu ainda sinto que você é minha filha, e isso não quer dizer que eu queira roubar o lugar de Sinuhe, se isso deixa as coisas mais claras eu fiz a inseminação artificial bem antes de você decidir que pararia de nos chamar assim, eu só queria carregar um filho entende? Kyle é adotado e mesmo assim é meu filho, Alice e Bryan nasceram da barriga da Camz e mesmo assim são meus filhos, você é filha da minha sogra - dei uma risadinha antes de continuar. - e mesmo assim é minha filha. Não acha que eu tenho direito que carregar um bebê?
- sim. Me desculpe, Lern - Sofia jogou o corpo contra o meu e me abraçou forte voltando a chorar.
- está desculpada, meu bebê. Só não me trate daquela maneira fria, Sofi, dói muito - ela se soltou e segurou meu rosto entre as mãos.
- eu juro! Juro, juro, juro, juro que nunca mais vou fazer aquilo - seu sorriso era enorme e as lágrimas haviam cessado.
- então voltamos ao normal, pequena? - seu sorriso se tornou menor mas não sumiu, ela deixou um beijo molhado em minha bochecha antes de me soltar e se levantar.
- na medida do possível, Laur - sorriu novamente.
- que bom - me levantei. - agora eu acho melhor eu ir lá encima acalmar sua irmã, ela já deve estar roendo as minúsculas unhas

Sofia assentiu e correu até a porta avisando que iria para a casa de Luna, peguei o cobertor que estava no sofá e subi lentamente até o quarto, entrei calmamente e pude ver Camila andando rapidamente de um lado pro outro e, como previ, roendo todas as pequenas unhas, joguei o cobertor na cama e ela me olhou apreensiva para em seguida correr até mim e segurar meu rosto entre as mãos assim como Sofia fez alguns minutos atrás mas, ao contrário dela, não existia nenhum sorriso somente um olhar que em segundos passou de preocupado para completamente irado.

- você estava chorando - disse me largando e puxando o ar com força. - eu vou matar a Sofia! - gritou alto.

Camila tentou desviar do meu corpo mas entrei na frente, uma, duas, três vezes até que ela segurou meu ombros e me tirou de seu caminho tentando chegar até a porta, agarrei seu pulso e a puxei para trás a latina me encarou incrédula e suspirou antes de me atacar.

- nem adiante tentar proteger essa menina. Ela está passando de todos os limites da sanidade e eu não vou permitir que desrespeitem a minha mulher dentro da minha casa! Se Sofia quer bancar a revoltada que se revolte em outro lugar e não aqui, tenho quatro crianças para cuidar e não vou admitir que atrapalhem isso - ela gritava alto.

Camila tentou sair pela porta mas eu entrei na frente a trancando e tirando a chave dali.

- me dê a chave - ordenou estendendo a mão.
- se quiser vem pegar - disse colocando-a entre meus seios.
- Michelle, não brinque comido! - disse séria e eu revirei os olhos.
- amor, ela pediu desculpas e me explicou o porquê de tudo aquilo, falou até porque tinha parado de nos chamar por mãe, sabe que eu ando chorando por tudo e depois que ela me disse que amava os pais eu desabei. Camz, eu juro que Sofia não me fez sofrer nada com essa conversa, inclusive só me fez feliz - disse tudo rápido demais.

Por alguns segundos Karla me analisou na procura por qualquer sinal de mentira mas era tudo verdade, então ela relaxou o corpo e suspirou voltando a me encarar serenamente, veio até a cama e se sentou ao meu lado.

- tem certeza disso, Laur? - perguntou apreensiva.
- sim, tenho, e é melhor parar com isso de que tem quatro crianças para criar, você tem cinco, ok? Sofia continuar sendo a nossa filha mesmo que não nos chame como tal - disse cruzando os braços e ela me encarou sorrindo.
- e é por isso que eu te amo mais do que tudo no mundo - disse me fazendo deitar e se colocando de quatro encima de mim.
- só por isso? - perguntei maliciosa.
- na verdade não, devo assumir que mesmo você sendo uma chata de galocha o sexo é maravilhoso - abri a boca em um "O" perfeito e deferi um tapa contra o seu braço a fazendo gargalhar. - ainda quer que eu pegue a chave?
- a tudo que eu mais quero, Camz - disse mordendo o lábio em expectativa.

Minha mulher me beijou com fúria e adentrou minha boca com sua língua sem pedir permissão, logo retribui o beijo e minhas mãos foram para o lugar que eu mais desejo em seu corpo, sua bunda, por Deus, como alguém tão magrinho pode ter essa bunda enorme? A prensei contra mim mas sabia que ela não iria colocar todo o seu peso em meu corpo, apoiada no colchão como uma das mãos parou o nosso beijo e sorriu.

- deita direito, amor - pediu com doçura enquanto saia de cima de mim.

Fiz o que ela pediu e com a cabeça apoiada no travesseiro senti os botões da minha camisa serem abertos, ela fazia tudo com calma mas eu precisava tê-la dentro de mim com rapidez então, enquanto ela trabalha com a parte de cima da minha vestimenta e retirava a chave que estava entre meus seios, fui tirando a calça e me livrando da calcinha, agora já nuca novamente puxei seu corpo contra o meu mas não ficamos totalmente coladas, eu realmente odiava todo esse cuidado dela, queria aproveitar enquanto a barriga não aparecesse.

Camila desceu seus beijos desde minha boca até o vão entre meus seios mas parou por ali para se sentar em minhas coxas e retirar o vestido preto, ela ficava linda de preto mas as circunstâncias não eram boas, agora com ela vestindo somente a calsinha, já que o vestido não precisava de sutiã, me permiti olhar todo e seu corpo e travei ao ver sua calcinha, nunca tinha visto essa, não era pequena como todas as outras e sim em um tamanho médio e com a estampa de um ursinho, me forcei a não rir e encarei seu rosto vermelho de vergonha.

- cala a boca. Eu pensei que a gente não ia transar hoje - soltei uma pequena risada.

Agarrei sua cintura com possessividade e a fiz rebolar sobre minha coxa grossa, aos poucos Camz foi cedendo e jogando a cabeça para trás para soltar um longo gemido, ao sentir sua lubrificação em minha coxa altomaticamente me enxarguei e minhas vontades mudaram, agora eu queria possui-la, subi o troco para poder abocanhar seu seio direito e deixei apenas uma mão em sua cintura para amaciar seu seio esquerdo, seus gemidos me davam cada vez mais estímulo e sem me aguentar a joguei na cama e fiquei por cima, arrancando sua calcinha que mesmo não sendo sexy conseguiu me deixar exitada.

- você pegou essa calcinha emprestada com a Sofia? Na verdade acho que nem ela usa isso - disse um com um sorriso divertido no rosto.

Camila escondeu o rosto entre as mãos e murmurou coisa inaudíveis, deixei de lado sua vergonha e comecei a beijar sua clavícula, foi aí que eu reparei na marca de mordida que eu deixei horas atrás, ela estava inchada e em uma coloração que variava do vermelho ao roxo e até verde, sorri orgulhosa por minha marca, eu realmente gostava de deixar bem claro que ela era minha, desci os chupões até seu seio e deixei outro ali, Karla gemia sem pudor algum e eu adorava aquilo, desci meus dedos e penetrei três de uma vez a fazendo arguear as costas e gemer com os olhos fechados.

- porra, Lauren! - disse ainda de olhos fechados.
- eu te machuquei? - perguntei sem movimentar meus dedos.
- só continua - resolvi obedecer.

Aos poucos fui estocando nela enquanto revezava entre seus seios gostosos, desci a mão livre até sua intimidade e presionei seu clitóris fazendo movimentos ondulares enquanto mordiscava seu mamilo duro, ela gemeu ainda mais alto e rebolou em meus dedos na procura do próprio prazer, abaixei uma de seus coxas antes levantada e sentei ali deixando que ela sentisse toda minha excitação, em meio aos gemidos Camila abriu os olhos e espalmou a mão em minha coxa, sem parar meus movimentos com as mãos comecei a rebolar devagar mas logo aumentei o ritmo.

Dessa vez Camz não ousou fechar os olhos, mesmo que gritasse de prazer permaneceu me olhando e encarando minhas expressões satisfeitas, salivei ao ver seus seios indo e voltando conforme o ritmo das estocadas e a vi fechar os olhos, nesse momento soube que ela estava perto e parei minhas reboladas para dar atenção apenas à ela, estoquei ainda mais fundo, forte e rápido enquanto precionava com mais força seu clitóris, depois de mais alguns minutos minha latina se derramou por inteiro e tremeu sob meu corpo, eu sorria satisfeita e ela também, tirei meus dedos de seu interior a fazendo gemer em desaprovação e os chupei um de cada vez.

Quando Mila já havia se recuperado do orgasmo segurou minha cintura com força e me fez rebolar enquanto dizia milhares de frases carinhosas.

- ...vamos procure o seu prazer, meu amor - quase suplicou me fazendo aumentar de ritmo.

Uma, duas, dez reboladas junto de suas palavras e eu finalmente cheguei ao ápice, sem controlar meus membros cai sobre e seu corpo e fui amparada por seus braços firmes, aos poucos fui me arrumando e me deitei confortavelmente sobre seu peito sentindo suas carícias em meus cabelos e costas, me permiti fechar os olhos por cinco segundos mas logo voltei a abri-los para encarar o relógio digital encima de nossa mesinha, marcavam nove e meia da noite.

- mô? - perguntei manhosa.
- descansa, bebê - ela pediu carinhosamente.
- liga pra Sofi e fala pra ela voltar para casa - bocejei completamente cansada. - já está tarde...
- durma - Camz pediu e eu suspirei me entregando aos poucos ao sono. - eu te amo, Lauren Michelle - não consegui responder porque o sono foi mais forte.


Notas Finais


Eu agradeceria muito se vocês comentassem, é foda você ter o maior esforço pra fazer o capítulo, e não importa o tamanho dele continua sendo trabalhoso, e não ter reconhecimento.
Porque capítulo todo mundo quer, maratona todo mundo pede mas comentar que é bom ninguém comenta.
*Desculpa o desabafo mas eu realmente queria ser pelo menos um pouco reconhecida*


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