História Unconditional Love - Capítulo 134


Escrita por: ~

Postado
Categorias Demi Lovato, Fifth Harmony, Justin Bieber, Selena Gomez
Personagens Ally Brooke, Camila Cabello, Demi Lovato, Dinah Jane Hansen, Justin Bieber, Lauren Jauregui, Normani Hamilton, Selena Gomez
Tags Camren, Camren Trolly Semi Norminah Verci, Norminah, Semi, Trolly, Trolly Semi Norminah Verci, Vercy
Exibições 320
Palavras 3.408
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Crossover, Drama (Tragédia), Famí­lia, Luta, Policial, Romance e Novela, Suspense, Violência
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Drogas, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Nossa, finalmente consegui terminar esse capítulo! Esse tem um pouco mais de emoção do que o normal assim como está em um tamanho grande. Espero que gostem e me desculpem qualquer erro!

Capítulo 134 - Menstrual Period


Sexto mês de gestação

Camila pov.

Eram quatro horas da manhã quando abri meus olhos pela primeira vez no dia, minha cabeça latejava e meu corpo clamava por descanso, o que não fazia sentido algum afinal eu estava dormindo há poucos minutos. Sem querer acordar Lauren, que dormia tranquilamente ao meu lado, me levantei calmamente e sai do quarto na mesma calma, tudo estava silencioso pois todos da casa dormiam tranquilamente.

Em passos lentos fui até a cozinha e, me esforçando para manter os olhos abertos, abri o armário e retirei de lá nossa pequena caixinha de remédios, tomei um comprimido para dor de cabeça e voltei a me deitar, mas dessa vez no sofá porque estava com muita preguiça de subir aqueles infinitos degraus até o andar superior. Cochilei por mais alguns horas, um sono cortado e que só acabou me deixando ainda mais cansada, às oito e meia da manhã, quando o sol já nascia e alguns barulhos vinham do andar de cima, finalmente descobri que aquela dor de cabeça e as milhares de pontadas na região do meu útero não passavam dos primeiros efeitos do meu período menstrual, não existiriam palavras para descrever o quanto eu odiava essa época, mas o que realmente me preocupava era o fato de que isso quase nunca me afetava mas quando afetava era no pior dos níveis.

Infelizmente, minha preocupação tinha fundamentos e quando o relógio marcou nove e meia o mundo pareceu cair aos meus pés, nada para mim estava bom, meu humor estava péssimo, minha cabeça latejava e as cólicas faziam com que meu corpo se contorcesse, sabia que, nesse estado, o melhor seria voltar a dormir mas depois de incontáveis minutos tentando adormecer aceitei que eu nunca conseguiria, essa confirmação só se intensificou quando os gêmeos desceram as escadas correndo e simplesmente ignorando a minha presença naquela sala, depois de me contorcer um pouco mais pela dor aguda me levantei do sofá para acordar os dois mais velhos que, por um milagre, haviam dormido em casa. Subi os degraus com uma certa dificuldade, eu sabia que meus pés descalços só faziam com que as cólicas piorassem mas teimava em ficar na friagem, ignorei os gritos vindo do quarto de brinquedos e entrei na primeira porta do corredor, dando de cara com uma Sofia descabelada sentada em sua cama.

- bom dia, mama – a adolescente desejou enquanto coçava os olhos e bocejava, seria uma cena adorável se eu não estivesse tão possessa.

- se arrume e desça – disse de um jeito grosso e autoritário saindo do quarto em seguida.

Voltei à cozinha e comecei a preparar o café quando Laur desceu as escadas com seu habitual mau humor matinal, eu tinha certeza absoluta de que ela estava estranhando o fato de eu não ter desejado bom dia, ou perguntado como ela havia passado a noite, mas tudo que eu queria no momento era ficar na minha e estava realmente torcendo para que ninguém me perturbasse pois o meu humor e os meus atos eram incontroláveis quando eu estava na TPM.

- amor, cadê as crianças? – sua voz estava receosa, mas eu resolvi ignorar aquilo.

- você não está ouvindo a gritaria? Eles estão no quarto de brinquedos – respondi ainda preparando o café e não fazendo questão alguma de me virar para olhar a morena.

- pode chama-los, por favor? Sofi e Kyle já estão descendo – Lo perguntou de modo inocente, inocente até demais.

- por que você mesma não faz isso?! – a irritação me fez alterar o tom da voz mas eu não cheguei a gritar, então encarando os olhos arregalados de minha mulher larguei a faca que usava para cortar algumas frutas e andei até a porta enquanto murmurava. – folgada! – era a primeira vez em alguns meses que eu a insultava e isso me encheu de alívio.

Tinha plena consciência de que aquilo não havia passado despercebido por Michelle mas à essa altura eu não me importava com o que ela estava achando, mesmo que eu soubesse que o insulto se voltaria para mim em alguma hora do dia.

Entrei no quarto onde meus filhos brincavam abrindo a porta com brutalidade e bufando alto, os dois pequenos pararam o que faziam e sorriram para mim com doçura, mas isso não fez com que eu me acalmasse nem um pouco.

- a mãe de vocês está chamando para tomar café da manhã – disse friamente e me virei para sair do quarto.

Um passo para frente e meu pé descalço chocou contra um dos brinquedos espalhados pelo ressinto, toda aquela região começou a latejar imediatamente e eu gruni de dor enquanto praguejava tudo e todos, não aguentava mais nenhuma dor e estava morrendo de raiva, tanto de mim, por não ter calçado algum chinelo quanto das crianças por não manterem esse quarto em ordem.

- mais que caralho! Quando vocês vão aprender a arrumar a porra desse quarto?! Inferno! Da próxima vez que eu entrar aqui espero que esteja tudo perfeitamente arrumado! – o ódio em meu olhar seria notado a quilômetros de distancia.

Alice e Bryan se olharam com medo, era muito raro uma situação em que eu falasse dessa maneira com ambos e antes que eu voltasse a xingar todos os seus antepassados eles assentiram e correram para fora do quarto, de qualquer maneira eu havia deixado bem claro que a próxima vez que eles entrassem nesse quarto não seria para brincar e sim para arrumar aquela bagunça.

Voltei para a cozinha e deixei as frutas de lado para pegar um serial qualquer e comer enquanto observava a interação amorosa de toda a minha família em volta da mesa, eram nesses momentos que eu entendia completamente como eu fui feliz vivendo sozinha.

- mama, pode nos levar para a escola hoje? – Kyle perguntou mordendo mais um pedaço de seu pão.

- não estou nem um pouco disposta – respondi focando meu olhar nas  bolinhas de chocolate envoltas pelo leite em minha tigela.

- como assim “não estou nem um pouco disposta”, Camila? – Lauren se intrometeu visivelmente indignada, o que não me importava nenhum pouco.

- você me entendeu bem, Michelle. Se quer tanto que eles vão de carro leve você mesma – respondi de maneira rude.

- que?! Karla, você sabe muito bem que eu não posso dirigir com seis meses, o médico me proibiu – a morena se levantou rapidamente e eu podia ver em seu olhar que a fúria a dominava aos poucos.

- então eu sinto muito mas eles vão andando – sem mais vontade de ficar entre aquele olhares repreensores larguei meu café da manhã pela metade e sai da cozinha indo diretamente para o meu quarto.

Não me importava em deixar que os meninos fossem andando até a escola, afinal não era tão longe assim e isso já havia se tornado rotina para todos eles. Quanto a cozinha, que eu fiz questão de deixar desarrumada, também não via mal nenhum em deixar Lauren arrumando aquilo, já fazia algum tempo que essas não eram suas rotinas diárias pois eu sempre fazia esse papel, aliás eu sempre fiz questão de dar tudo de mão beijada para que a minha barriguda não precisasse fazer esforço algum.

Entrei no quarto e fui logo me despindo para entrar no banho, que foi demorado e super tranquilizador, mesmo que fosse impossível ficar tranquila nessa fase da minha vida, depois de alguns minutos no Box passei pelo quarto e fui escolher uma roupa dentro do closet o mais rápido possível, tudo que eu queria era sair daquela casa para espairecer afinal não era um desejo meu arranjar ainda mais confusão e, com minha cabeça doendo daquela maneira, eu certamente conseguiria uma bela de uma briga, optei por não tomar outro remédio pois poderia me fazer mal.

- Camz? – ouvi a voz de Lauren entrando no cômodo, eu sabia que ela tinha vindo aqui apenas para me perturbar e não estava nem um pouco disposta a ouvir suas ladainhas.

- que foi? – me virei para ela ao perguntar rudemente qual era o seu desejo e vi seu esforço para bloquear algumas lágrimas insistentes.

- o que está acontecendo com você, em? – gritou gesticulando e fazendo minha cabeça latejar.

- o que quer dizer com essa pergunta? – respondi com outra pergunta, pois sabia que isso a tirava do sério.

- olha aqui, Camila! Eu não admito que trate meus filhos daquela maneira, ok? – exigiu irritada.

- eu trato do jeito que eu quiser porque também sou a mãe deles! – gritei colocando o primeiro casaco que vi pela frente.

- não! Não mesmo, Karla! E se eu ver você se dirigindo aos gêmeos com palavrões de novo, eu juro que vou... –interrompi Lauren antes que terminasse aquela promessa ridícula.

- vai o que? Você não tem coragem pra nada, Lauren! Além disso, sabe muito bem que tem que me suportar na TPM porque eu te suportei por infernais seis meses! – gritei furiosa.

- eu não quero saber se você está na porra da TPM, Camila! E ninguém, absolutamente ninguém pediu pra você me suportar. Se está tão cheia por que não acaba logo com isso?! – Lauren me perguntou com cinismo e eu realmente odiava aquela pergunta porque ela sempre a fazia, mas dessa vez resolvi que  a cínica da relação seria eu.

- talvez eu acabe mesmo! – olhei para minha mulher de forma desafiadora.

Lauren se ergueu nas pontas dos pés para alcançar uma mala na prateleira mais alta e assim que conseguiu jogou a bolsa preta em minha direção com o máximo de força possível.

- pois então vá, sua filha da puta! – gritou mais uma vez segurando suas lágrimas.

- essa casa não é só sua, Lauren! – fiz questão de deixar aquilo bem claro enquanto jogava a bolsa para o outro lado do quarto com a mesma quantidade de força, voltando a encara-la logo em seguida. – e eu não vou sair da minha casa

- quer que eu saia então? – Lauren cruzou os braços e eu suspirei, aquilo estava indo longe demais.

Joguei meus cabelos para trás com nervosismo pressionando a cabeça entre minhas próprias mãos em seguida, todo meu corpo doía e eu sabia que aquilo tudo era um enorme exagero, mas não tinha a capacidade de parar os meus próprios extintos, eu estava sempre pronta para a briga e estando na TPM tudo isso evoluía mil e uma vezes.

- eu só quero que você cale a merda da boca, ok? – gritei me virando para olhar no espelho.

- você não tem nenhum direito de me mandar calar a boca, sua otária! – dessa vez eu pude ver pelo espelho que as lágrimas de Lauren realmente caíram.

- e você não tem direito nenhum de ficar chorando! Eu não aguento mais te ver chorar, é toda hora, em todo lugar, por tudo. Pelo menos uma vez na vida encare os seus problemas sem derramar a porra do riu Nilo pelos seus olhos – gritei novamente sentindo meu corpo formigar pela adrenalina.

Estava provado a minha tese de que alguém que é movido a adrenalina não pode ficar sem adrenalina, e aquela briga era o mais perto de uma emoção que eu chegava em um longo período de tempo.

- eu... eu te odeio. Eu te odeio muito, Camila! Estou grávida de seis meses, estou carregando a merda de um filho seu e você tem a capacidade de falar que não tenho direito de chorar? Eu tenho direito de chorar o quanto eu quiser, caralho! – Lauren prendeu os cabelos em um coque e aspirou o ar com força, dessa vez ela estava certa mas eu não estava disposta a acabar com essa briga.

- então faz o seguinte, Lauren, chore quanto, como, quando e aonde você quiser. Eu estou saindo e, por favor, não me ligue – pedi desviando do corpo gorducho de Michelle e saindo do closet.

Lauren correu atrás de mim até que nós duas estivéssemos do lado de fora da casa e quando eu estava quase entrando no carro ela segurou meu braço com força e me empurrou contra o carro.

- onde você pensa que vai? Eu sou a sua mulher e estou dizendo que não vai sair – a morena murmurou entre dentes com raiva.

- sinto muito mas você é minha mulher e não minha mãe! Eu quero e vou sair – não havia necessidade de gritar e a única coisa que me impediu de fazer aquilo foi a proximidade de nossos corpos, eu exalava raiva e ela estava da mesma maneira.

- não mesmo – Lauren bateu o pé e dirigiu um olhar autoritário a mim, eu sentiria medo se não estivessem tão envolvida na briga.

- Michelle, pelo Amor de Deus! Eu não aguento mais olhar pra sua cara, por favor – supliquei impaciente.

- se você sair eu também vou – Laur anunciou aquilo como um verdadeiro desafio.

- então vai, eu tenho certeza que você não vai me trair ou fazer algo que prejudique nós todos – a olhei com tédio, o que só aumentou sua ira.

- não deveria ter tanta certeza, Camila! – aquela pequena frase me desconcertou totalmente e de nervosa passei a ficar magoada e completamente insegura.

- eu não deveria ter tanta certeza? – perguntei em um fio de voz enquanto enlaçava a cintura de Lauren e a puxava para mim tento sua barriga enorme entre nós.

- você não percebeu o quão ridícula foi, não é? Agora quem não aguenta mais olhar para a sua cara sou eu, então me solta e vai embora – Laur pediu em tom de chateação.

- Lern, eu estou de TPM, releva, por favor – pedi já arrependida de meus atos inconsequentes.

- e eu estou grávida, os mesmos hormônios que você tem eu tenho e nunca disse que acabaria com o nosso casamento – soltei sua cintura e dei um passo para trás.

Aquilo era verdade mas se ela iria jogar verdades na minha cara eu não poderia deixar de jogar verdades na sua.

- mas você não tem a mínima noção do que foi te aguentar todo esse tempo. Com certeza o termo que está te definindo no momento é insuportável – passei a mão no rosto de forma cansada. – eu não entendo, realmente não entendo porque na minha gravidez não tive nada disso

- eu odeio sua gravidez porque a sua gravidez foi a mais perfeita que eu já vi! Eu odeio a gravidez da Ally e eu odeio a gravidez de qualquer mulher que saiba lidar bem com isso! Meu corpo está mudando, eu estou inchada e esse moleque dentro da minha barriga não me deixa ficar quietinha um segundo. Eu não lido bem com essa merda, Camila, e o mínimo que você pode fazer é me dar apoio! – Lauren tinha seus olhos embaçados por conta das lágrimas que tentava em vão segurar.

- e eu não te apoio, Michelle?! – gritei a pergunta mas não esperei pela resposta. – me poupe de todo esse drama! Faça o que você quiser durante o dia, mas espero que esteja aqui à noite porque vou trazer o jantar e vamos sentar na mesa e deixar que você seja a pessoa mais insuportável do mundo enquanto eu te apoio!

- e as crianças? Você está se fazendo de desentendida mas sabe muito bem que eu não posso dirigir – Laur segurou meu braço antes que eu pudesse entrar no carro.

Lauren não estava levando em consideração as coisas que eu dizia e nesse momento eu nem sabia se levar ou não em consideração era relevante.

- Lauren, você está mais uma vez sendo dramática. Eles voltam pra casa todos os dias andando e por que justo hoje não podem? – dessa vez usei o meu tom calmo para que pudéssemos finalmente acabar com aquilo.

- vai se foder! – seu corpo rechonchudo finalmente se afastou do meu e ela deu vários passos para trás enquanto gritava me deixando finalmente entrar no carro.

Direcionei o carro até estar em frente á casa de Troy, precisava de um amigo, o meu melhor amigo na verdade, sabia que sua mulher estava grávida assim como a minha assim como sabia que o estresse daquilo tudo não acontecia somente na minha casa, então disposta a melhorar completamente o meu dia toquei a campainha com um enorme sorriso no rosto e fui atendida apenas cinco minutos depois por um homem alto, loiro e visivelmente cansado.

- eai, cara? – perguntei sentindo o meu humor melhorar apenas por vê-lo.

- como você tá, Mila? – ele perguntou me dando passagem para entrar e eu me joguei no sofá antes de verificar que Ally não estava por perto.

- estou cansada pra caralho e você? – perguntei ainda sorrindo.

- eu não aguento mais olhar para a cara inchada da Ally! Meu Deus do céu como ela anda chata – gargalhei de seu comentário e ele fez o mesmo.

- que tal sairmos para beber? Eu preciso disso e você também, vamos á algum lugar por perto e bebemos a quantidade suficiente para ficar alegre e relaxado, ok? – perguntei torcendo ao máximo para não precisar passar aquele dia chato completamente sozinha.

- não precisa perguntar duas vezes, Karla! – sua animação me fez levantar do sofá em um pulo.

- cadê a Ally? – perguntei preocupada.

- saiu pra fazer as unhas – ele revirou os olhos e eu sorri, pelo menos não estava passando por isso sozinha.

- então liga pra ela e avisa que você vai sair comigo para ver algumas coisas importantes – o orientei já me dirigindo a porta e sendo seguida por ele.

- e se ela perguntar que coisas importantes são essas? – Troy perguntou enquanto discava o número e colocava o sinto do carro ao mesmo tempo.

- aí você inventa qualquer coisa – dei os ombros e pisei no acelerador.

Ficamos aproximadamente uma hora dentro do carro respondendo a um enorme questionário de Allyson e quando ela finalmente o deixou desligar saímos do carro e entramos no bar, ambos resolvemos que só tomaríamos cervejas, uma bebida que não te deixa bêbada muito menos fora de si, passamos o dia inteiro ali e aproveitamos para almoçar, graças a Deus ninguém interagiu conosco além dos atendentes e quando já estava próximo da hora do jantar entramos no carro para ir para casa, Troy estava mais alegre que eu e com certeza se daria muito mal quando chegasse em casa, eu confimei isso quando vi a baixinha abrindo a porta de casa com uma carranca nada boa.

Meu corpo estava doendo mas as cólicas, assim como as dores de cabeça, haviam passado por conta do álcool em meu sangue, e querendo chegar em casa o mais rápido possível passei em um McDonalds e comprei alguns lanches para toda a minha família, depois disso fui direto para casa.

Adentrei a sala com um pouco de receio, eu era a errada na história e Lauren poderia facilmente me mandar para fora de casa, mas ao contrario do que eu pensava ela apenas assistia televisão tranquilamente, quando me viu ir para a cozinha seu olhar mudou de tranquilo para chateado e meu coração se apertou por saber que eu tinha a magoado.

Michelle me seguiu e começamos a comer nossos lanches sem que nenhuma palavra fosse dita, mas eu estava preocupada com os meus filhos e deixando o orgulho de lado resolvi que eu seria a primeira a me pronunciar.

- Laur, cadê as crianças? – perguntei de maneira calma e doce.

- Kyle vai dormir na casa da Bianca, Sofia na casa da Luna e os gêmeos na casa da minha mãe – seu tom frio mexeu com o meu interior.

Só ai eu entendi o quanto eu tinha á magoado, passamos mais indeterminados minutos completamente caladas até que resolvi que isso não poderia continuar e era obvio que eu teria que me desculpar.

- Lo, me desculpa! Eu te amo e não queria ter causado tudo aquilo! Ai meu Deus, eu me odeio por ter te insultado e te deixado mal – meus olhos marejaram e ela ergueu sua cabeça para me olhar.

Seus incríveis olhos verdes me mostraram que tudo que Lauren precisava era um pedido de desculpas, seu sorriso branco e perfeito me iluminou e ela se levantou e andou calmamente até mim, se sentou em meu colo e beijou meus lábios doce e rapidamente antes de voltar a sorrir.

- tudo bem, eu sei que estou me saindo uma chata de galocha nesses meses – Lern soltou uma risadinha fofa e eu sorri largo me apaixonando mais uma vez por ela e por sua alma


Notas Finais


Eai, galera, ficou bom? Demorei muito pra fazer esse capítulo isso porque é fechamento de ano e vocês sabem como é né, além do mas não tenho tanta inspiração quanto eu precisava mas aqui estamos.
COMENTEM XINGANDO OU DEFENDENDO A PARTE QUE VOCÊ QUISER!
*mas eu realmente acho que a Camz exagerou dessa vez*


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