História Unconditionally - Capítulo 5


Escrita por: ~

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Categorias Fairy Tail
Personagens Cana Alberona, Erza Scarlet, Gajeel Redfox, Gray Fullbuster, Igneel, Jellal Fernandes, Juvia Lockser, Levy McGarden, Lucy Heartfilia, Natsu Dragneel, Rogue Cheney, Sting Eucliffe, Zeref
Tags Nalu, Natsuxlucy
Exibições 279
Palavras 1.649
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Drama (Tragédia), Ecchi, Famí­lia, Hentai, Luta, Mistério, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Suspense, Violência
Avisos: Álcool, Insinuação de sexo, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


Yo. o/

Quero agradecer aos comentários e favoritos. Aqui vai mais um capítulo, espero que gostem, beijocas *3*

Capítulo 5 - Unconditionally - 5


– Claro que não – falei neutro e meu pai me olhou furioso – Não irei concordar com esse plano maquiavélico e baixo, farei Lucy minha após o nosso casamento, daqui a sessenta dias. E após isso, não deixarei levarem minha rainha para Alvarez

– Natsu, tem noção do que está jogando fora? – meu pai bateu ambas as mãos na mesa gritando furioso

– A oportunidade de provar minha futura esposa antes do casamento – dei de ombros – mais posso controlar meu desejo com qualquer prostituta do seu harém. Fora isso, não tenho nada a perder... Terei dois reinos e uma linda rainha – sorri com malícia

– Poderá ter outras rainhas mais belas vossa alteza – disse Jiemma e eu o olhei mudando o olhar de malicioso para frio

– A única mulher que quero ao meu lado governando comigo é a Lucy, não vou cooperar com um plano idiota, nem que pra isso eu tenha que desobedecer meu rei – olhei para meu pai – agora irei me retirar – e dizendo isso sai daquela sala

•••

– Natsu, parece tão cansado – senti mãos em meus ombros – quer ajuda para relaxar? – me virei vendo Lisanna, ela me olhou com malicia e eu suspirei

– Já te disse que agora minha noiva está aqui, não temos mais nada, permiti que ficasse no harém real pôs outros lordes podem quere-la, eu não. Serei fiel a minha esposa e a sua presença – não a deixei falar e fui embora.

Ando com a cabeça cheia, esses atentados a Lucy, guerras, estudos sobre os inimigos, vizitas no castelo, casamento. Droga, tem dias em que eu desejo ser um homem comum, trabalhar, se juntar com os amigos no bar, transar, e depois voltar pra casa, quem sabe ter esposa, filhos... Não que eu não possa ter filhos com Lucy. Mais com a cabeça dela a prêmio fica impossível pensar em filhos, apenas em sobreviver.

Vi o meu irmão na sacada e fui até ele que olhava as damas de Lucy juntamente de outra que não conheço, mais ela era a dona do olhar de meu irmão.

– É uma bela moça – falei o assustando

– Natsu que susto! – ele me deu um soquinho na cabeça e eu ri – e sim, é uma bela moça – suspirou – pena que não podemos ter nada.

– Ela é uma criada? – negou – então?

– Ela está noiva – olhei para a moça novamente e ela ria conversando com as damas de Lucy, Erza e Juvia levantaram e entraram no castelo.

– Você gosta dela? – perguntei me encostando no parapeito

– Gostar? – riu sem humor – eu amo a Lady Vermilion, Natsu – toquei seu ombro, eu não sabia o que fazer, não podia confortalo. Ficamos alguns minutos em silêncio – Sua noiva é perfeita – segui seu olhar e vi Lucy sorrindo juntamente de suas damas e a Lady Vermilion

– Ninguém é perfeito.

– Mais ela é linda – confesso que senti ciumes, mais apenas ri

– Sim, ela é – olhei para Lucy de novo e ela sorri segurando uma rosa branca – vamos até lá – peguei o braço do meu irmão e o puxei ouvindo seus protestos, ele só se calou quando estávamos perto – Boa tarde damas – as cumprimentei e elas me olharam

– Boa tarde alteza – disseram em coro exceto Lucy

– Boa tarde Natsu, Zeref – ela disse com um sorriso tímido

– Eu e meu irmão podemos nos juntar ás damas? – perguntei com um sorriso zombeteiro olhando pra Zeref que estava petrificado

– Claro! – Lucy levantou-se e pegou em nossas mãos – sentem-se e sirvam-se – eu lógicamente sentei-me ao lado de minha noiva que ainda estava segurando minha mão

– Então... Do que falavam? – indaguei enquanto tomava um gole de vinho e abraçava a cintura de minha noiva deixando-a corada

– A-Assuntos de mulheres, Natsu – disse Lucy rubra e suas damas riram

– O dia está tão lindo, o que acha de um passeio Lucy? – beijei sua bochecha e sussurrei em sua orelha – peça para suas damas sairem, vamos deixar esses dois á sós – ela assentiu

– Vamos sim, meninas... Por favor peguem meu guarda-sol – duas delas se levantaram e outras duas pediram a Lucy para passear e Lucy sorriu. – Vamos? Lady Vermilion, volto em vinte minutos, quero continuar nossa conversa – a loira assentiu e fomos caminhar, Lucy abriu o guarda-sol e ficamos do outro lado do jardim

– Está melhor? – perguntei enquanto via ela sentar-se no balanço de flores

– Estou sim – sorriu – não preciso me preocupar, sei que você e seu pai estão fazendo de tudo para encontrar aquele homem, como também se preoculpam com a minha segurança – assenti vendo-a se balançar e rir, parecia uma criança – Natsu.. – ela me chamou e eu a olhei – você é bom com espadas?

– Sou, mais por quê a pergunta Lucy? – ela se levantou ficando a minha frente, apoiou uma de suas pernas em uma pedra e começou a subir o vestido, eu engoli em seco, o que ela está fazendo? Ela parou com o vestido em seu joelho e me olhou e depois sorriu levantando mais ainda, pude ver algo prateado acima do seu joelho, ela largou a barra do vestido e puxou uma adaga sem estilo algum, seria uma cena cômica se eu não estivesse assustado.

– Me ensine! – pediu desesperada segurando a adaga prateada – me ensine a usar isso por favor, não quero mais depender de ninguém quando estiver em perigo

– Lucy, você é muito delicada pra usar isso – falei tomando a adaga de suas mãos – não seje suas mãos de sangue, quando você mata alguém sua conciência nunca mais fica limpa – suspirei fazendo-a sentar-se novamente

– Você já matou, Natsu? – ela me perguntou e eu sorri

– Eu não ganhei essa cicatriz atoa – mostrei a cicatriz na barriga e ela ficou boquiaberta – era matar ou morrer, e eu escolhi matar

– Você fala isso tão normalmente – disse ela levantando-se e vindo até mim

– Não tenho remorços – dei de ombros e senti seus braços finos passarem em volta do meu pescoço, ela deitou a cabeça no meu peito e suspirou, eu rodeei sua cintura com os meus braços e ouvi uma risada.

– Ficar assim com você me trás segurança – sua voz saiu abafada pelo meu peito

– Você sempre estará segura comigo – beijei o topo de sua cabeça e ela murmurou um "obrigada".

~°~   Autora On ~°~

Natsu e Lucy se separaram do abraço e a loira sorriu para o rosado – Vamos voltar – disse ela pegando em sua mão, ele assentiu guardando a adaga na cintura, Lucy deu alguns passos e seu colar caiu, mais ela não percebeu.

~°~   Lucy Pov's   ~°~

Eu estava penteando meus cabelos, já estava pronta para dormir, e me sentia leve e feliz, agora por quê eu não sabia. Peguei algumas mechas e trouxe para a frente enquanto ás escovava até a cintura, arrumei a alça da camisola e só então notei, meu colar não estava no meu pescoço.

– Não pode ser! – olhei na minha caixinha de joias e não estava ali – o jardim! – abri a porta do quarto vendo alguns guardas e sai andando/correndo pelos corredores do palácio, no caminho acabei trombando com alguém

– Rainha – era o príncipe de Caelum – É normal em Alvarez, andares seminua? – olhei para mim mesma e me assustei, esqueci do robi, senti meu rosto ferver e o príncipe riu – oras não fique constrangida, afinal, és muito bela.

– Fico grata em ouvir isso – sorri e me virei

– Já vai? – assenti com a cabeça, sei que ele está olhando para minhas nádegas – estava procurando algo? – neguei e ouvi ele rir, ouvi seus passos e em seguida sua respiração em minha nuca

– Boa noite – falei tentando me livrar do príncipe, a porta a nossa frente fora aberta e meu noivo nos encarava de braços cruzados

– Atrapalho algo? – como não notei que esse era o quarto do Natsu?

– Claro que não – Sting falou agora ao meu lado – só estávamos tendo uma conversa, intima – ele alisou meu braço e Natsu me olhou com fúria – se me derem licença – ele saiu e antes que eu pudesse falar algo, Natsu me puxou para o seu quarto com um certa violência

– Espero que não acredite em nada que aquele homem falou – me apressei a falar sentindo medo de seu olhar

– Não acredito – disse me prendendo á parede – o que me irrita é saber que ele estava flertando com você, minha noiva. E saber que ele te viu assim, sendo que nem eu havia visto – ele enconstou nossas testas e meu coração falhou uma batida – o que fazia no corredor e com essas vestes?

– E-Eu perdi meu colar – falei lembrando-me do colar – eu iria procura-lo

– Você iria sair do palácio á essa hora? Só pode ter ficado louca! – sua voz se alterou um pouco

– Eu não estava pensando, desculpa. Agora que vi o tamanho da burrice que eu iria fazer – ele fechou os olhos parecendo tentar se acalmar, seus lábios encontraram os meus em um rápido beijo fazendo as borboletas brincarem

– Você realmente é imatura – riu e me pegou no colo – e para comprovar que não vais fazer besteira, hoje você dorme comigo. Amanhã mandarei guardas procurarem seu colar.

– Obrigada – agradeci sentindo-me ser deitada sobre a cama macia do meu noivo e em seguida ele deitou ao meu lado.


Notas Finais


Beleza, acho que não preciso comentar sobre o Sting. Próximo capítulo eu faço um pouco de Zervis *-*

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