História Under Pressure - Capítulo 8


Escrita por: ~

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Categorias Ashley Benson, Justin Bieber
Tags Ashley Benson, Gangster, Justin Bieber, Máfia
Exibições 16
Palavras 1.779
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Crossover, Romance e Novela, Suspense, Violência
Avisos: Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 8 - You Have No Right


POV. Justin

Arrumo duas fileiras com o pó branco sobre a mesa, essa seria minha quarta carreirinha seguidas só essa noite. Abro a gaveta do lado direito pegando uma nota qualquer, enrolo o papel e passo a língua na ponta para que não solte.
Abaixo minha cabeça perto da mesa e posiciono o dinheiro no meu nariz, seguido puxo com força o ar sentindo a cocaína passando por minhas narinas, jogo a cabeça para trás e fecho os olhos puxando novamente o ar.

Quando me abaixo para fazer na outra ouço alguém bater na porta, não respondo e logo mais outras batidas soam repetidamente.
Caralho, vão estourar a porta batendo desse jeito, será que esses filhos da puta não podem me deixar em paz nem por um segundo?!

── Quem é? ─ grito já guardando tudo de cima da mesa em uma das gavetas.

── Justin, sou eu ─ Penélope abre a porta do meu escritório a fechando atrás de si.

Reviro os olhos bufando. Era só o que me faltava, o que ela quer agora?

Encaro de cima a baixo a mulher a minha frente, que trajava uma roupa extremamente curta, deixando a mostra seu corpo magro, mas com curvas sinuosas.
Pena que não passava de mais uma puta fácil.

── O que é? ─ pergunto a fazendo se aproximar da minha mesa.

── Tem alguém lá embaixo que eu acho que você vai querer ver ─ a olho com o cenho franzido, quem poderia me interessar?

Sigo Penélope até o corredor da onde tenho uma visão de quase toda a boate, que já começava a encher.

── Lá está ela ─ ela aponta até a morena que passava pelo salão até o bar.

Forço minha visão até identificar a mulher, logo tendo certeza de quem se tratava. Angelina. Tiraram a noite para me infernizar, só pode.

Ela fazia parte dos "capos" do González, meu maior inimigo na máfia. Ele tinha total confiança nela e isso não era apenas por ser sua sobrinha mas, também por ser muito boa no que faz. Isso eu realmente não podia negar.

Desço as escadas com pressa e caminho até onde ela está, me sentando ao seu lado no bar.

── O que devo a honra em meu humilde estabelecimento ─ digo a fazendo me olhar de lado.

── Realmente bem humilde ─ diz irônica.

── O que faz aqui? ─ vou direto ao ponto.

── Se quiser posso me retirar?

── Espero que não esteja armando nada.

── Não se preocupe, eu não seria tão idiota de fazer algo aqui dentro. Sei bem como as coisas funcionam ─ próxima seu rosto ao meu.

── Que bom que sabe, essa área é minha e não me importaria de acabar com você.

── Você é tão confiante, mas até agora não me pegou, Bieber ─ travo o maxilar com seu deboche.

── Se acha esperta né?! Mas eu sou mais, você não me engana e eu não caio nesse seu joguinho.

── Estou desarmada ─ levanta os braços já caminhando de costas em direção a saída, logo sumido da minha visão.

Chamo Penélope que conversava com um grupo de strips, até onde estou.

── A quanto tempo ela está aqui? ─ pergunto sem citar o nome, ela já sabia de quem eu falava.

── Antes de eu ir chamar você, dez minutos no máximo ─ responde. Depois voltando ao seu posto.

Eu não estava convencido com a desculpa de Angelina, a conhecia bem o bastante para saber que não viria até aqui apenas para "olhar".
Ela estava aprontando alguma, a mando de González claro, e se eu descobrir que estão tentando me derrubar mais uma vez, ela não iria escapar.

POV. Ashley

── Anda Ashley, deixa de ser chata e vai se arrumar ─ Lucy me puxava pelos pulsos tentando me tirar do sofá.

Ela e Vanessa se arrumavam para ir a boate, onde eu não estava nem um pouco afim, não intendo o que tanto fazer lá, e eu tenho que estar junto.

── Se você não for vamos te infernizar o resto da noite ─ Vanessa parou em minha frente de braços cruzados.

── Não me olha com essa cara, sabemos para que você quer ir ─ fiz cara de ofendida e joguei uma almofada bem no rosto dela.

── Meu rímel sua vagabunda ─ grita arrumando os cílios postiços.
Corri para o quarto antes que ela resolvesse revidar.

Tomei um banho rápido e vesti uma roupa qualquer, mas adequada para o lugar. Eu não deveria querer, mas estou indo exatamente para ver Justin.
Que droga eu estou fazendo comigo mesma?

[...]

Após alguns minutos já na boate, Vanessa e eu dançávamos na pista, as vezes com algum cara e outras juntas. Eu não conseguia entender se ela estava mal pelo que viu ou não, realmente queria ficar com vários.
Por mas que seja um "relacionamento aberto" entre ela e Chaz, vê-lo com outra seria desagradável. Eu particularmente acho que isso não funciona, alguém sempre acaba saindo machucado.

Não o vimos até agora, o que achei bom mas, talvez para ela não, assim confirmaria que ele continuava com a outra garota. Lucy estava com Chris em algum lugar, não a vi mais depois que eles se encontraram. Estava apenas eu a Vanessa "sozinhas," e ela quase bêbada, se é que não estava.

Quando volto do bar a encontro na pista se agarrando com um diferente, caio na risada por ela não perder tempo, nem sei qual seria esse. Vou em direção ao banheiro lotado, depois de usá-lo logo na saída sou parada.

── Ashley? ─ olho para a garota magra de vestido justo e muito bonita. Ela me conhecia?

── Oi...? ─ digo confusa. Ela não era tão estranha, mas não consigo recordar de onde já a tinha visto.

── Não lembra de mim? ─ a moça me olha esperançosa.
A encaro tentando buscar em minha memória se já havia a conhecido.

── Candice? ─ ela dá um sorriso confirmando ── Meu Deus é você? ─ seria quase impossível lembrar-me da garota de cabelo descolorido e muito magra do primeiro ano. A mulher a minha frente era totalmente diferente.

── Quanto tempo ─ ela me abraçou e depois me olhou de cima a baixo ── Você está tão linda.

── Você também, o que faz aqui?

── Eu vim com uns amigos, e você?

── Estou com amigas.

── A Lucy está aqui?

── Quando cheguei sim, agora não sei ─ ela dá uma risada.

── Ok, entendi. Vem vamos sair daqui ─ segura minha mão e puxa-me para fora do banheiro.

── Temos tantas coisas para conversar, mas não acho aqui um lugar muito bom. Também queria ver Lucy ─ Cand faz uma carinha triste.

── Podemos marcar um dia, também tem Vanessa, você vai adorá-la ─ digo enquanto subimos as escadas.

Ela me leva até umas das áreas vip's da parte de cima, onde está cheio de pessoas. Candice me apresenta à alguns de seus amigos, apesar dos anos ela não mudou as amizades, continua a se relacionar com pessoas problemáticas.

Lembro-me de quando éramos muito amigas, ela, Lucy e eu costumávamos sair as noites escondidas da mãe de Lucy, e íamos para a danceteria em que a mãe de Candice trabalhava. Não chegávamos a entrar no local mas ficávamos por perto, e várias vezes nos metíamos em confusão.

[...]

Depois de longos minutos ─ que mais pareciam horas, e já tinha me esquecido completamente de Vanessa, levanto do sofá de couro e vou até a grade, tentando procurá-la no meio de todos. Ela já não estava mas no mesmo lugar que eu acho ser o de antes, mas também o que esperar, que fosse ficar a "noite toda" se agarrando ali.

── Olha quem está ali ─ Candice apareceu ao meu me fazendo olhar para Justin no outro canto. ── Ele está só olhando para você ─ diz com segundas intenções, mal sabendo ela o que já aconteceu.

── Acho que não, ele olha assim para todas ─ digo deixando de encará-lo.

── Não sei, vamos ver ─ se retira quando ele vem até onde estou.

Justin passa por mim me olhando e vai em direção às escadas, viro-me para Candice e a mesma faz sinal para ir atrás dele. Faço o mesmo caminho o seguindo, ele passa por todo o salão e entra em um corredor com várias portas, não o vejo no local e quando vou sair ele puxa-me, para uns dos quartos.

Ainda de costas para ele, Justin joga meu cabelo para o lado, beijando meu pescoço. Ele vai descendo a alça do meu vestido por um dos ombros, com seu braço em volta da minha cintura me apertando contra ele.

Me guia até a cama que havia no outro canto, me vira para ele é empurra-me com brutalidade sobre o colchão. Antes que eu pudesse me mover ele já estava em cima de mim, agarrou meu cabelo atrás da cabeça e levantou meu tronco até nossos lábios se tocarem. Levei minha mão até a dele na tentativa de fazê-lo soltar, a dor no meu couro cabeludo era horrível.

Depois de me soltar me deixando cair novamente deitada, ele prendeu meus braços sobre minha cabeça e segurou apenas com uma mão nos meus pulsos. Com a outra livre apertou com força meu seio, fazendo-me soltar um gemido de dor. Em nenhum momento ele me encarava nos olhos.

Tirou seu cinto e passou sobre minha coxa, meus olhos se arregalaram ao perceber que ele iria me bater, e assim fez. Foi apenas uma cintada que me fez gritar, minha perna ardia e era uma dor insuportável.

── Para... ─ peço sendo ignorada por ele, que levanta o braço para me bater novamente. ── Justin para ─ grito o fazendo me olhar e abaixar o braço.

O empurro com força de cima de mim e imediatamente retiro-me debaixo dele afastando-me da cama.
Arrumo meu vestido com ele me olhando sem entender, eu não iria me submeter a isso, de forma alguma permitiria que ele me batesse e depois transasse comigo.

── O'que foi isso?

── Eu não quero.

── Então por que veio até aqui?

── Pode ter certeza que não foi para apanhar de você.

── Desde quando você faz drama ─ o encaro sem acreditar no que tinha ouvido.

── Você é patético ─ viro-me e caminho para longe dele.

── Eu sou patético?! ─ ri ironicamente. ── Patético é esse seu drama como se eu já não estivesse te fodido ─ diz superior me fazendo sentir nojo.

── Não vou ficar aqui ouvindo isso ─ o encaro antes de bater a porta com força.



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