História Under Pressure - Capítulo 9


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Categorias Ashley Benson, Justin Bieber
Tags Ashley Benson, Gangster, Justin Bieber, Máfia
Exibições 16
Palavras 662
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Crossover, Romance e Novela, Suspense, Violência
Avisos: Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 9 - Wanting Escape


Eu estava muito ferrada, praticamente “abandonada” por minhas amigas em uma boate longe de casa, e ainda tive que ouvir aquilo, poderia ficar ali discutindo com ele, mas Justin não merecia que eu chegasse a tanto, ele não tinha o direito de me dizer nada.

Já deveria passar das 02:00hrs e precisaria arrumar um jeito de ir embora. Me despeço de Cand e vou atrás de alguma das duas, rodei todo o lugar me convencendo de que já não estão mais ali. Agora só tenho uma alternativa, tentar pegar um táxi, saiu da casa noturna e tento ligar para vários táxis mas para minha sorte todos dizem a mesma coisa, “Não atendemos depois da meia noite” que merda de lugar. Por um lado até estão certos, pode ser perigoso, nunca se sabe que tipo de pessoas os espera.

A rua estava deserta ─ o que esperar logo as duas da manhã, mas eu não poderia ficar ali parada, iria até um ponto de táxi noturno, metrô, tentaria voltar para casa. Após pouco minutos de caminhada meus pés começam a doer no salto, e tive que tirá-los sentindo o asfalto úmido e muito gelado.

Parecia que estava cada vez mais longe, todas as coisas tinham simplesmente sumido do caminho, tentei ligar para elas mas foi inútil, Lucy dava caixa de mensagem e Vanessa não atendia, eu juro que vou matá-las. Essas infelizes não podiam ter sumido e me deixando, eu sabia que deveria ter ficado em casa, não deveria ter as deixado me convencer.

Estava me proximando de uma curva, a iluminação era boa e pude perceber que havia uma pessoa ali, continuei andando e rezando para que ele não me visse. Passei por onde estava um homem sentado no chão encostado na parede, não parecia ser um morador de rua por suas vestimentas. Ouvi ele falar algo quando passei mas não entendi, apenas continuei andando.

Ele começou a me chamar e falar coisas desconexas, mas ignorei e andei mais depressa, eu queria correr mas estava com medo dele ter uma arma ou algo do tipo.

── Tá ouvindo não? ─ puxou meu braço me virando bruscamente.

── Estou falando com você, Mabel ─ tentei puxar meu braço mas ele estava apertando.
Dava para sentir de longe o cheiro de bebida e droga.

── O senhor deve estar me confundindo, não sou Mabel.

── Agora você me paga sua vadia, vou te mostrar como deve me respeitar, quero ver você ficar se esfregando em outros homens depois que eu acabar com você ─ meus olhos se aregalaram e meu coração disparou.

Isso não podia estar acontecendo, quem diabos é Mabel?

── Por favor ─ implorei tentando afastá-lo, mas era impossível, ele era mais forte.

Ele se aproximou de mim e encurralou-me na parede prendendo-me a mesma com uma mão, a outra deu-me um tapa no rosto, deixando minha visão turva. Começou a rasgar toda minha roupa e eu gritei por socorro desesperadamente, até ele tapar minha boca com a mão.

── Fica quietinha e não chora, foi você que provocou ─ disse me encarando com um olhar nojento.

Eu já estava quase nua, meu vestido todo amarrotado e minhas peças íntimas expostas aquele homem desconhecido. Estava completamente desesperada enquanto presenciava aquela cena, vendo que ele faria aquela atrocidade comigo. Tentava me debater mas a única coisa que conseguia era me cansar.

Vendo que não conseguiria me imobilizar completamente, me deu uma rasteira prendendo-me agora no chão, com ele em cima de mim tentando tirar meu sutiã. Antes que o pior acontecesse, passei a mão sobre o chão tateando meu salto, com um pouco de dificuldade mesmo o homem estando bêbado, enfiei o salto em sua rosto acertando seu olho.

O vendo gritar de dor com as mãos cheias de sangue, saí correndo o mais rápido que pude, eu sabia que ele também corria atrás de mim, sem pensar duas vezes atravessei a rua sem olhar, logo depois ouvindo um carro freando com tudo.



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