História Under Stars - Capítulo 1


Escrita por: ~

Postado
Categorias Justin Bieber, Selena Gomez
Personagens Justin Bieber, Selena Gomez
Tags Drama, Jelena, Justin Bieber, Selena Gomez
Visualizações 1.410
Palavras 3.076
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Crossover, Drama (Tragédia), Famí­lia, Romance e Novela
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


🚨 Nada feito aqui é real e nem tudo aconteceu na vida dos protagonistas.
🚨 Muita coisa será modificada e ou acrescentada para que o enredo da história seja bem aproveitado.
🚨 Não há vilões. Todos os personagens presentes possuem uma função pouco significante, com exceção dos principais.

Capítulo 1 - Ela é a garota dos meus sonhos


Fanfic / Fanfiction Under Stars - Capítulo 1 - Ela é a garota dos meus sonhos


Justin Bieber POV.
Atlanta — GE | 02h00min PM.

Pelo reflexo à frente, límpido e bem arejado, me encaro numa intensidade elevada enquanto passo as juntas dos dedos entre os fios dos cabelos e os arredo em direção contrária, embora eles se movimentem e acabem permanecendo de uma maneira pouco satisfatória, quase escorrendo aos poucos, conforme o jeito irritado que demonstro estar por conta disso. 

— Não acha que está exagerando? — a loura, dona de lindos cabelos finos e curtos, pergunta um pouco cansada de aguardar pela parte em que me agrado aos meus próprios costumes. 

— Eu não a vejo há oito meses. — lembro-a, girando meus calcanhares e observando bem a expressão indiferente da garota cujos olhos azuis se movimentam em exaustão. É compreensível. — Estou nervoso. 

— Ela gosta de você, não é mesmo? 

— Espero que sim, né? — rio da maneira como Ashley gira seu indicador sobre os ares e joga-se na cama, tornando a fechar seus olhos à espera de uma continuidade. — Vou pedi-la em namoro. Estive treinando frases durante toda a noite. 

— Você parece um garotinho amedrontado. — passo minhas mãos sobre a roupa e aproximo-me de minha amiga. Ela aperta seus olhos no fundo mais estreito destes. 

— Eu sou um garotinho amedrontado. — ao calcular um pouco melhor as palavras com as quais limitei-me a dizer, percebo o baque que isso gera à adolescente três anos mais velha que eu. — Eu nunca fiz isso antes. Já tive algumas namoradas, mas foi coisa rápida e sem significância. Agora essa garota... — um sorriso escapa de forma inusitada, Ashley percebe o quanto isso é importante. — Ela é a garota dos meus sonhos. Lembro-me que me senti apaixonado quando a vi descer as escadas de sua casa para que pudéssemos ir ao baile juntos. — comento, me recordando dessa noite que acontecera há anos. — Havia convidado Nicola, a garota mais popular do colégio, ela me deu um fora de forma humilhante. Contudo, Selena disse que poderia ser meu par. Desde então, acho que ela é a garota mais incrível que existe. 

— Mas você sabe que... Namoro à distância é um pouco complicado, certo? — mesmo sem ter a intenção, concordo, pois conheço meus limites. — Especialmente agora. Você está começando sua carreira, está finalmente se encaixando através de todo esse holofote que é a indústria musical. Será preciso insistência e, acima de tudo, paciência. 

— Eu sei. Sei disso. — esbravejo de forma implícita, dessa vez colocando meus tênis roxos. — Mas é um risco que eu terei de correr. Sei que Selena entenderá. 

Ouço leves batidas sobre a porta antes de Derek abrir a própria e infiltrar seu rosto entre a madeira e o batente. Entretanto, o rapaz sorri para a única garota no quarto e, como quem não quer nada, reconstrói sua atenção, agora me olhando dos pés à cabeça e finalmente dizendo algo em relação ao que o trouxera aqui. 

— Ela chegou. — sua voz soa calma, porém entusiasmada, o que me faz dar um grande salto da cama e passar pela porta sem antes agradecer pelo comunicado. 

Atravesso o corredor extenso de um jeito que me causa dores musculares, que são reconfortadas apenas quando meus passos cessam à princípio da imensa escadaria cuja vista parece ampla e me dá uma bela visão da porta principal, lugar em que ela acabara de passar enquanto puxa uma mediana bolsa preta, deixando as rodinhas desta ofuscarem o barulho forte que as batidas do meu próprio coração geram.

A garota move seu rosto em disparada e aquele maravilhoso sorriso é feito devido ao modo como desço os degraus depressa e ando em sua direção.

Ela larga a bagagem e corre. Durante esse tempo, ouço sua rouca voz se pronunciar: 

— Justin. 

Por medo ou saudade, inspiro o aroma que vem de seus cabelos ondulados, quase me desfazendo em seus braços e sentindo o quanto eu precisava daquilo depois de tantos meses sonhando. 

— Não acredito que você está mesmo aqui. — confesso, entre um sussurro e outro, sendo incapaz de romper o abraço que ainda estamos dando um ao outro. 

— Eu senti tanto a sua falta. 

Quando ela responde, dando-me melhor a oportunidade de perceber o tom rouco de sua voz aglomerar-se pelo perímetro no qual estamos, apoio minhas mãos em seus ombros encolhidos e nos afasto com delicadeza.

Durante um tempo, admiro sua beleza extraordinária, tentando gravá-la na minha mente de maneira que jamais poderei me olvidar. 

— Nossa! — espantado, exclamo, porém soa de um jeito bom. — Você está linda! — as bochechas da garota se ruborizam imediatamente, razão pela qual observo seus olhos havanos desviarem-se dos meus, pouco mais claros. 

Toco à face de Selena com a ponta dos dedos e, convincentemente, sorrio, deixando claro o quanto estou feliz por tê-la aqui, embora pudesse ser por poucos dias e extensas horas. 

— Onde seu pai está? — interrogo no instante em que percebo-a envergonhada.

De todo modo, eu também estou me sentindo assim. A última vez que nos vimos foi bem significativa. Aconteceu um beijo. Eu fui dormir pensando nisso durante todas as noites até hoje. 

— Pegando nossas bagagens. — ela diz. — Seus cabelos estão maiores. — sinto suas mãos pequenas bagunçarem o que tanto tentei deixar perfeito. — Eu adorei. 

[...]

Já faz um tempo que estamos andando pelo jardim. As pétalas das rosas vermelhas contêm pequenas gotículas de água causadas pelo sereno da noite anterior.

Meu coração se enche de ternura a cada passo, embora o nervosismo pareça intacto na ponta dos meus dedos, estas que tanto são deslizadas em meus braços trêmulos. 

— Eu te vi na televisão. — ela diz, totalmente animada. — Adorei sua nova música. 

— Acho que... — por ansiedade, acabo rindo, principalmente por não saber como dizer a ela o que tanto preciso colocar para fora. — Eu preciso falar uma coisa. 

— Tudo bem, fale. — Selena para imediatamente, tenho uma visão melhor de seu rosto calmo. 

— É que. — quando a observo sorrir, a coragem evacua-se em disparada. Não consigo sentir nada além do nervosismo de um adolescente apaixonado. — Droga, eu não consigo fazer isso. 

— Fale de uma só vez. — propõe, apesar de ser algo indiferente ao modo como a olho com profundidade e me vejo através de seus olhos escuros. — A propósito, também preciso te dizer algo. 

Por força do hábito, ela pega em minhas mãos. Talvez possa ouvir as aceleradas batidas do meu coração tão perto do seu, calmo e delicado, ainda que tudo pareça perder os sentidos enquanto nos encaramos da maneira como fazemos agora.

Aparentemente, me sinto num sonho e me lembro do dia em que nos beijamos. Não foi uma fase, não foi apenas um momento bom. Mas quem sabe, o melhor da minha vida. 

— Você quer ser meu namorado? — de repente, meus olhos se abrem de forma precária, porém extensa. Selena sorri, mas nada diz, nada faz, apenas espera minhas futuras reações que, até então, se tornam inexpressivas. 

— Eu queria ter dito isso. — comento, sentindo-me diferente por não ter tido coragem o bastante para pedir isso a ela. Por outro lado, a garota apenas gargalha e desliza suas mãos em meus cabelos medianos, passando fio por fio. — Eu quero que você seja minha namorada. 

— Eu quero ser.

Selena se aproxima e meu corpo congela. Queria poder fazer algo melhor do que olhá-la como se ela fosse a garota mais linda que existe. 

Contudo, minhas ideias são reformuladas e, agora, sentindo seus lábios nos meus enquanto arrasto meus braços ao redor de seu corpo esbelto, penso que esse, de fato, é o melhor beijo de toda a minha vida.

Ela é, sem sombra de dúvidas, uma maldita garota feroz. 


Los Angeles, Califórnia 
Quatro anos depois
 

Com cuidado, passo meus olhos pelos lindos anéis cuja intensidade se sobressai no modo como olho para a garota ao meu lado. Assim como eu, ela parece atenta às palavras de Nancy, mulher que nos dá uma pequena amostra de alianças de noivado. 

— Você gostou de algum? — Ashley questiona, virando seu rosto à esquerda, direção em que me encontro. — Acho que todos são lindos! 

— E acha que ela irá gostar? — me espreguiço sobre o sofá e paro meus olhos à altura dos da ruiva sorridente. — Todos parecem ótimos, mas quero algo especial. 

— Posso trazer outros, se preferir. Algo mais único. — Nancy, de forma entusiasmada, propõe, motivo pelo qual me dou por vencido. 

— Seria ótimo. — falo. 

— Tudo bem. — seu corpo é erguido com facilidade e, sem cerimônias, ela recolhe a grande maleta de couro. — Volto na semana que vem. 

Ao perceber um silêncio maior após a partida da nobre vendedora, deito meu corpo no sofá, de um modo mais aconchegante, e encaro o ambiente delicado, me sentindo estranho por conta de uma quietude mais avançada, embora minha amiga se encontre no estofado ao meu lado. 

— Por que está tão pensativo? — a loura pergunta, usando seu tom calmo e sensível. 

— Estou tentando encontrar as palavras certas para pedi-la em casamento. — admito, isso vem me tirado o sono. — Já faz um tempo que penso no quanto quero que isso seja especial. 

— Você é tão corajoso. — ela responde. 

— Eu sei que quero passar minha vida inteira com Selena. Estou certo disso. E já que vamos morar juntos em dois meses, quero que seja da forma certa. — sorrio ao me lembrar de minha namorada, esta há km de distância. — Você acha que estou sendo apressado demais? 

— Não. — minha amiga simplesmente diz, passando as mãos em seu rosto. — Quero dizer, é a sua vida. A sua e a dela. Se você quer se casar, se case. Não há nada de errado nisso. Você só precisa ter em mente que, embora vocês dois estejam juntos há anos, isso é um passo grande e talvez um pouco complicado. 

— Eu pensei muito sobre isso. Quero me casar com Selena. — minha voz soa invicta. Falo com a mesma certeza que tenho de que um dia irei morrer. — Vou fazer o pedido no dia de seu aniversário. Então, nos casaremos quando ela quiser. Não precisa ser tão depressa. 

— Hm, ela é realmente uma garota de sorte. — devido ao fato de seu tom ter ecoado com tamanha ternura, sorrio para a garota ao meu lado, talvez um pouco antes de abraçar seu corpo dócil. 


Selena Gomez POV. 
Atlanta — GE | 07h00min PM. 

Após reforçar a camada rosada de batom em meus lábios pouco afastados um do outro, passo as mãos pelo vestido escuro que agora trajo e, imediatamente, encosto meu corpo na cama, encarando o visor brilhoso do meu celular em mãos, ambas suadas por conta de uma ansiedade fora do comum. 

— Você irá sair? — Ryan interroga, passando pela porta numa velocidade atípica. — Seu namorado deixou inúmeras mensagens. 

— Ele está desembarcando em Atlanta. — argumento e, em aptidão, jogo o casaco de couro em meus ombros encolhidos. — Não devo chegar tarde. 

— Ah, claro. — o rapaz se despeja em minha cama e, como quem não quer nada, me olha ao espremer seus olhos no canto de sua face avermelhada. — Vocês irão mesmo morar juntos? 

— Vamos. — com calma, respondo. — Estamos fazendo planos há anos. Prometi que após meus dezoito, moraríamos juntos. 

— Não vejo necessidade disso. — a voz rouca e turbulenta do meu pai ecoa do outro lado do quarto, razão pela qual movimento meus globos oculares por todo o local, esperando observar uma expressão menos séria. — Isso tudo é vontade de sair da casa dos pais? 

— Não, isso tudo é vontade de morar com o meu namorado. — uma risada sarcástica escapada de mim, o homem apenas balança a cabeça e sente seu corpo másculo ser apertado pelos braços finos de sua mulher. — Pai, já conversamos sobre isso. 

— Aliás, não é como se fosse o fim do mundo. — Rachel diz, tentando reconfortar a estatura de seu marido. — Vocês têm o meu apoio. 

— Obrigada, Rach. — ela sorri para mim, e é da minha forma favorita. — Também, faltam dois meses. 

— Irão viajar nesse verão? — Ryan encara meu rosto e, como um passe de mágica, ri. Não compreendo o motivo, mas gosto do quanto isso o faz parecer um irmão compreensível. 

— Sim. — rapidamente, digo. — Passamos os últimos meses tão distantes. Ele ocupado com sua carreira e eu com o colégio. 

— Espero que esse detalhe de morarem juntos não atrapalhe seus estudos. — Clive fala, curto e grosso. — Não desejo que abra mão de seus sonhos. 

— Isso não é um problema, se te faz sentir melhor. — detesto quando papai tenta arranjar pretextos para implicar com meu relacionamento. — Estou de férias. E, ainda assim, farei meu último ano. A faculdade não será descartada. 

— Bom, espero também que vocês não estejam pensando em ter filhos. — Rachel se engasga com a frase do marido, mas ri logo em seguida. — Quero dizer, o fato de morarem juntos não significa que precisem procriar. 

— Essa foi a pior coisa que eu ouvi hoje. — passo minhas mãos pelos braços e rio. — Mas não, pai, não estamos pensando em termos um bebê. Pelo menos, não agora. Uma coisa de cada vez, tudo bem? Fique tranquilo. 

[...]

Seu abraço apertado enche meu corpo com a melhor sensação que pode existir no mundo inteiro.

Investigo melhor o momento, tornando tudo único quando, por força do hábito, me sinto bem ao beijar toda a face enriquecida da pessoa cujo olhar parece estático, porém intenso.

Suas mãos vagueiam pela região das minhas costas, deixando-me tão desequilibrada ao ponto de me contorcer aos pouco, também pensando no quanto eu senti falta disso. 

— Senti tanto a sua falta, meu bem. — é o que ele diz, dando valor ao modo como me comporto, de fato evidenciando o amor que sinto. — Você está tão linda. 

— Eu também senti sua falta. — confesso, dando espaço ao meu tom mais baixo, porém significativo. 

Justin sorri para mim e apoia suas mãos em meus ombros encolhidos, dando um pequeno impulso e, calmamente, tocando meus lábios com os seus, dóceis e delicados. 

Ele deixa de lado sua bagagem e me pega no colo, motivo pelo qual rio e também grito enquanto me sinto ser deslocada com agilidade, embora isso seja divertido quando visto por terceiros. 

— Você finalmente está de férias. — meu namorado comemora, e quando penso que não, meu corpo é arremessado no sofá. Um pequeno baque é criado entre minhas pernas. E por baixo, assisto o garoto retirar sua camiseta. 

— E você também está. — no mesmo tom malicioso, comento, mas sua expressão contente é convertida por algo irracional quando minha voz escapa de forma tão passiva. — O que foi? — consisto os cotovelos sobre o estofado e espero com que Justin se aproxime logo depois de desabotoar o jeans que assegura suas pernas. 

— Sobre isso... 

— Por favor, não vai me dizer que nossas férias serão arruinadas, né? — movo meus olhos sarcasticamente e espero com que ele me reconforte. 

— Não, princesa. Não é isso. Nós teremos nossas férias. 

— Então, o que é? Poxa, Justin, faz meses que não ficamos juntos. Quero dizer, você vem, fica dois dias e logo precisa partir. 

— Esse ano está sendo um pouco corrido para mim, me desculpe. — meu corpo é pressionado pela ponta de seus dedos, dando início a um abraço que penso recuar, mas não faço. — Mas teremos nossas férias. 

— Você promete? 

— Prometo, meu amor. — ele sorri para mim, e um conforto se instala dentro da minha alma. — Estou louco para o seu aniversário. Quero que venha morar comigo. 

— Não acha que essa casa é muito grande para nós dois? 

— Ela é perfeita. 

— Não sei, não. — o rapaz ri da minha expressão pensativa. — Eu me perderia. 

— Você se acostuma. — com pressa, sinto meu vestido ser desfeito ainda em meu corpo, dando espaço à brisa que vem do lugar e se aprofunda em minha pele. — E a melhor parte é que aqui há vários lugares diferentes em que podemos foder. 

— Ah, claro. — ironizo. 

Seu corpo avança sobre o meu e nosso beijo se torna algo confuso, mas bom. Sou pressionada no estofado e a única coisa que separa certas ocasiões são as peças íntimas que protegem minha pele, enquanto seu jeans escuro ainda parece voltado às suas pernas pálidas, bem entre as minhas que, de pouco a pouco, se aproximam uma da outra e o prendem a mim.  

Sobretudo, o barulho alto de seu celular desperta o interesse de ambas as partes, nos causando um mero susto enquanto o clima é quebrado ao meio. 

— Eu realmente preciso atender. Me desculpe. — ao dizer, Justin se afasta com calma e me observa concordar, sem muito o que protestar sobre isso. 

O garoto se senta com leveza e inclina o braço em direção à curta mesinha central, a mesma que personaliza a imensa e luxuosa sala-de-estar. Seus olhos claros se dilatam com precisão um pouco antes de qualquer outro movimento ser refeito. 

Abraço meu corpo seminu e o encaro em relance, não conseguindo mais ter em mente quantas vezes isso já aconteceu em um curto período de tempo. 

— Como? Eu acabei de chegar em Atlanta. Não tem nem uma hora direito. — Justin reclama, praguejando posteriormente. — Eu sei, eu sei. Mas eu tenho compromissos. Planejei meu dia de amanhã. — lentamente, ele vira seu rosto à direita, local em que estou, e sorri logo em seguida, tentando não estragar tudo o que pode acontecer em sequência. — Estou com Selena. 

— Oi, Matthew. — falo em um tom alto quando meu namorado afasta o celular da orelha. 

— Tudo bem, eu estarei aí. 

Justin encerra a ligação e bufa segundos depois, colocando o aparelho num canto qualquer do sofá, despejando seu corpo de forma indiferente. Contudo, um silêncio tenebroso nos assombra por um tempo, pois, de todo modo, sei do que se trata, sei o que aquilo significa. E isso é horrível. 

— Você terá que ir embora amanhã. — falo sem ter dúvidas, ainda que isso se assemelhe a uma pergunta retórica. 

— Eu vou voltar. — ele diz, um pouco insatisfeito. — Tenho uma festa importante, mas volto em dois dias. 

— Tudo bem. 

— Não faça assim. — o louro se aproxima. 

— Não, não. Está tudo bem. Eu entendo. É o seu trabalho, não se preocupe comigo. 

— É claro que eu me preocupo com você, princesa. Sei que fica chateada. Mas eu prometo que teremos nossas férias. Só eu e você. 

— E eu mal posso esperar. 

Respiro fundo, enchendo meus pulmões de ar. Sinto certa tranquilidade quando ele volta a me abraçar.

Não estava tendo a chance de dizer a verdade, porque isso, mais do que tudo, me magoa muito. E para mim, está tudo bem desse jeito, pois tenho medo de estragar o que temos.

E se eu acabasse sendo exatamente o que tanto não quero ser? E se eu me tornasse a pessoa que eu menos espero? Um peso morto entre seus sonhos. Isso o faria partir ainda mais, e eu só quero estar com ele. 


Notas Finais


ALO ALO. Espero que gostem!
Capa paralela até eu encomendar uma. Quem quiser fazer para mim, super aceito rs s2
Beijos o3o

Sinopse feita pela maravilhosa @Clarky
Muito obrigada, linda!


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