História Under The Light Of Stars (Interativa) (Pausa Temporária) - Capítulo 2


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Categorias Lendas Urbanas, Slender
Exibições 71
Palavras 907
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Colegial, Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Escolar, Ficção, Hentai, Lemon, Luta, Mistério, Romance e Novela, Saga, Sobrenatural, Survival, Suspense, Terror e Horror, Universo Alternativo, Violência, Yaoi, Yuri
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Canibalismo, Drogas, Estupro, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Sadomasoquismo, Sexo, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir culturas, crenças, tradições ou costumes.

Capítulo 2 - Capítulo Prólogo


Fanfic / Fanfiction Under The Light Of Stars (Interativa) (Pausa Temporária) - Capítulo 2 - Capítulo Prólogo

Uma perna faz falta, mas perder um coração isso sim doí.

 

Abri meus olhos lentamente, não estava querendo levantar, bom... Pelo menos não hoje! Suspiro de forma pesada, tento sair da cama, na primeira, falha, tentativa, senti meus músculos da perna se contraírem, causando-me muita, mais muita dor, gemi baixo e retornei a cair na cama, maldita perna, tentei mais uma vez, segurando a vontade de chorar, afinal, essa de longe é a pior dor que já senti em toda a minha vida.

‘- Consegui’ – Murmurei contente, pelo menos uma vez ao dia eu tenho de esboçar um sorriso.

Sai andando até o banheiro, mas antes, parando em frente á porta do mesmo para observar meu quarto, ele é novo, semicerrei os olhos ao me lembrar do motivo, meus pais nunca me aceitaram, gostavam de mim só por causa do meu irmão, que me protegia sempre que podia, definitivamente André era um anjo.

‘- Emma!’ – A voz arrastada de meu tio, provavelmente bêbado, soou do outro lado da porta, que felizmente estava trancada!

Nada respondi, apenas entrei no banheiro para finalmente me arrumar para ir á escola novamente, o lugar onde sou infeliz, onde sofro, onde sou taxada como ‘Animatronica’, suspirei, me despi e entrei no chuveiro, lavando meus cabelos e pensando um pouco na vida.

Sai do banheiro, já devidamente seca e vestida, não gosto do uniforme da escola, é constituído por uma saia curta preta, uma blusa social branca de botões, que pra mim fica extremamente apertada no busto, um blazer preto, eu uso normalmente com uma cinta liga presa a calcinha e meu all-star.

‘- Estou saindo’ – Murmurei passando pela porta da entrada.

‘- Namoradeira, vai pra balada de segunda a sexta feira, se acabando na pista a noite inteira, fazer o que se tá solteira? Não leva nada a serio... ’ – Fui cantando o caminho inteiro.

Assim que cheguei á escola recebi olhares, odeio ser o centro das atenções...

A aula estava chata, todos estavam bagunçando, menos eu, obviamente, estava lendo como sempre, ah, e tentando ignorar as piadinhas de mau gosto também.

‘- Emma... ’ – Cantarolou Melissa chegando perto da minha mesa, junto com seu grupinho de cobras.

‘- Melissa’ – Murmuro indiferente, ainda sem tirar os olhos do meu livro.

‘- Então, como está a perninha hoje?’ – Disse rindo e desferindo um chute em minha ‘perna’, fazendo com que, um barulho alto se alastrasse pela sala.

‘- Não toque em mim’ – Fecho meu punho.

‘- Hora querida, seja 100 humana e venha falar alguma coisa pra mim’ – Apontou o dedo para a prótese em minha perna.

Respirei fundo, quando estava pra dar-lhe uma resposta ao nível dela, o interfone anunciou:

‘- Senhorita Tombson, favor apresentar-se á diretoria’.

Suspirei e sai da sala, atraindo olhares curiosos, afinal, nunca fui convidada á ir ao gabinete da Diretora Vitoria.

‘- Sim senhora?’ – Sussurro batendo á porta.

‘- Entre’ – Seu tom de voz era descontraído, um sinal de que, não fiz nada errado.

Assim que entrei na sala dei de cara com 5 garotas e 2 garotos.

‘- Sente-se’ – Apontou para a única poltrona livre na sala, caminhei lentamente até a mesma, onde me sentei.

‘- Pois bem’ – Endireitou-se em sua cadeira, fazendo com que parecesse ainda mais superior.

‘- Cada um de vocês foi escolhido a dedo, para participar de uma viagem gratuita’ – Murmurou observando atentamente cada um de nós, mas logo parou quando seu olhar chegou a minha ‘perna’.

‘- Com licença’ – Exclamou Luisa, a conhecia, ela quebrou meu coração... Um dia foi minha namorada... Mas esse amor apenas me deu uma galhada em cima da cabeça.

‘- Sim senhorita Coelho?’ – Indagou Vitoria, fazendo com que o rosto da mesma ficasse rubro, ela nunca gostou do sobrenome Coelho...

‘- Q- Qual o destino da viagem?’ – Olhou de relance para mim, que apenas desviei o olhar.

‘- Brasil’ – Um sorriso brotou em meus lábios.

‘- Brasil? Brasil? BRASIL?’ – Gritou Jason animado, Jason é um dos meus únicos melhores amigos aqui, ele nunca se importou do fato deu ser deficiente, sempre me protegeu das pessoas, e na maioria das vezes, batia nos meninos que fazia brincadeirinhas comigo.

‘- Acalme-se senhor Grace’ – Levantou da cadeira, fazendo com que o azulado de encolhesse.

‘- Senhorita Jeniffer?’ – Murmurou Isabella, sim, eu conhecia todos presentes naquela sala, não sou amiga de todos, mas conhecia eles.

‘- Sim Diamond?’ – Estou ficando com uma leve raiva dessa mania da Vitoria de chamar-nos pelo sobrenome.

‘- Mas, estamos em Pristine, o Brasil fica muito longe, para chegarmos nele precisaríamos pegar no mínimo três voos!’ – Olhou para a garota ao seu lado, que dormia tranquilamente em seu ombro.

‘- Exato senhorita, mas acontece que não iremos de avião’ – Sentou-se novamente, fazendo com que, todos na sala, menos eu, arregalassem os olhos.

‘- Mas isso significa que demoraríamos... ’ – Começou Ryan, o mesmo é um dos que mais fazem bullying comigo... Maldito.

‘- Aproximadamente 68 dias e 6 horas’ – Murmuro chamando a atenção de todos, sou boa com números.

‘- Isso, como a senhorita certinha disse’ – Murmurou Jason com uma calculadora na mão, mostrei-lhe a língua.

‘- Pois bem, é só, estejam preparados para amanhã’ – Disse finalmente.

Todos saímos da sala, algumas pessoas comentavam sobre a viagem, já eu...

To pouco me lixando pra essa porra.



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