História Under the Moonlight - Capítulo 3


Escrita por: ~

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Categorias Camila Cabello
Personagens Ariana Grande, Camila Cabello, Personagens Originais
Tags Aceitacao, Ariana Grande, Camariana, Camila Cabello, Crianças, Intersexualidade, Romance
Visualizações 32
Palavras 3.010
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Famí­lia, Ficção, Fluffy, Romance e Novela
Avisos: Bissexualidade, Intersexualidade (G!P)
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Olha quem apareceu antes do previsto.
Boa leitura!

Capítulo 3 - Capítulo 2



Depois de terminar a rota com os pequenos voltei para casa. Meus pais ainda mantinham certos hábitos. Almoçávamos juntos todos os dias. Ao fim das rotas da manhã sempre retornávamos para casa. Ao lado de nossa casa funcionava a central de atendimento ao cliente e também se localizava a garagem. Por isso era comum essa reunião na hora da refeição.

Sofia, minha irmã mais nova estava em seu último ano escolar e, estudava à tarde, por isso já nos esperava junto à farta mesa do almoço. Hoje a oração era por conta de Juno, que era uma cadeira quase cativa em nossas refeições, já que se aproveitava do fato de voltar comigo no brinquedomóvel e também de que minha mãe a adorava e sempre separava um prato para ela. A comida era preparada por meu pai, que trabalhava à noite com a turma de universitários e que também era melhor cozinheiro do que nós.

- A Mila quase esquece como se dá partida no carro hoje. – Diz entre uma garfada e outra atraindo os olhares dos presentes.

- Que história é esse Karla Camila? – Meu pai quis saber.

- Isso é besteira da Juno, Papá. Não dê importância.

- Mila só falta babar quando vai deixar a Luna Grande em casa. – Ashley fala de boca cheia. Mamãe me encara por sobre os pequenos óculos e eu baixo a cabeça.

- Ela é divorciada, filha.

- Bom pra ela. – Respondo sem vontade.

- Tia Sinu, Camila não mistura trabalho com relações pessoais, não é, Mila? – Shawn, meu primo, tenta ajudar.

Na verdade, trabalho e relações interpessoais caminham lado a lado. Eu não poderia trabalhar tão bem com Juno se não me desse bem com ela. Assim como a minha mãe não trabalharia tão bem com seu ajudante se não se desse bem com ele. No momento em que o silêncio é meu melhor amigo, assinto e deixo o almoço seguir seu curso tranquilo.

Depois da refeição sempre aproveitamos o descanso até termos de ir atender a próxima rota. Shawn e eu disputamos uma partida de futebol no videogame da sala enquanto meus pais tomam um café na mesa de refeições. Ashley mostra um vídeo qualquer a Sofia que gargalha. Minha irmã estava muito ansiosa para tirar sua habilitação e terminar o colegial para se tornar uma de nós.

Meus pais com toda a certeza a incentivariam a cursar uma faculdade, assim como fizeram comigo, mas Sofia Isabela Cabello Estrabao tinha muitas ganas em ser mais uma no clã Cabello a ingressar para a Cabello’s transporte escolar. Minha irmã era inteligente e de boas maneiras, muito em função de sua criação, bem como a minha, provir de pais expertos e muito atenciosos, e era muito afeita aos números. O que me leva a acreditar que ela transite entre a matemática, estatística e/ou economia.

- Kaki, você bem que podia me deixar tirar a van da garagem um dia desses, né? – Sofia pediu com carinha de gato de botas enquanto passava o cinto de segurança ao meu lado na parte da frente da van.

- Você enlouqueceu? Se fosse no meu carro eu ainda arriscaria a minha pele por você, mas nos carros da empresa nem pensar. Já imaginou se a Dona Sinu descobre o que... Ah! Que susto. – Grito ao dar de cara com a minha mãe me encarando pela janela.

- Imaginando se eu descubro o quê, mija?

- Porra, mami! Você me assustou.

- Olha essa boca suja, Karla Camila. Não diga palavras feias. Sua irmã está aqui. – Minha mãe me repreende com veemência.

- Ela tem quase dezoito! – Me defendo.

- E você quase trinta. Se respeite, Camila.

- Lo siento, mami. – Reconheço e vejo Sofi e Juno prenderem o riso.

- No lo hagas más! – Diz firme em seu espanhol materno e depois sorri antes de me estender a mão pela janela aberta.

- Su bendición. – Peço e beijo o dorso de sua mão.

- Que Díos te bendiga, mija. – Beija a minha de volta e dá um tapinha na janela. – Y ahora... a estudiar! Sofia, quero ver essas notas, ya sabes.

Subo os vidros com o auxílio do botão no painel e ligo o ar-condicionado. Juno, pendurada no encosto do meu banco, começa um de seus assuntos sem fim com minha irmã até a nossa primeira parada.

Os passageiros da rota da tarde eram um tanto mais velhos, mas ainda crianças. Com exceção de uma. Luna. A pequena princesa tinha um acento reservado nesse carro. Ela fazia balé no turno da tarde. Sua cadeirinha ficava fixa num dos bancos do meu lado da van, recurso que eu utilizava para checar a garota pelo retrovisor durante a viagem.

Deixei Sofia em sua escola e seguimos a rota Ashley e eu. A cada parada apanhávamos mais um ou dois estudantes. Era comum irmãos usarem o serviço juntos. Depois de apanhar uns e deixar outros chegamos à simpática rua onde mora a pequena Luna.

- Mimi, segura bem esse volante. Consciência, amada. – Juno sussurra em meu ouvido antes de rolar a porta da van e descer para pegar a menina do colo de sua mãe.

Respiro fundo e ajeito a gola de minha camisa. Meu uniforme é composto por uma calça de alfaiataria preta, no meu caso, um tanto mais folgada na pélvis, camisa social de mangas curtas de cor azul com a logo do transporte bordada no peito e sapatos sociais baixos. Às sextas-feiras nós usamos o uniforme especial: Camisa polo também azul com a logo da empresa no peito, o jeans é facultativo e o tênis é permitido.

Como hoje é sexta estou com o uniforme especial. Ajeito a gola da polo e esfrego as mãos pelo jeans de lavagem escura. Pela janela vejo Ariana entregar a filha para Juno e sorrir para as duas. As covinhas. Lindas. Preciosas. Em contraste com seu cabelo preso em parte e o resto solto em cascata. Suas roupas sempre alinhadas. Com o que será que ela trabalha? Luna disse que ela canta. Gostaria de saber.

- Hey bailarina! Pronta para o grand plié? -  Pergunto logo que Luna entra na van sendo auxiliada por Juno.

- Não, Tia Mila! Eu só consigo plié. Pequeno mesmo. – Responde sorrindo sapeca em seu traje de ballet.

- Você está muito bonita, Pequena.

- Você também, Tia Mila.

- E eu? – Ashley finge chateação.

- Você é muito estilosa, Tia Ash. Minha mãe disse que adora os seus sapatos. – Luna confessa e eu sinto minhas bochechas esquentarem.

Juno e eu quase sempre compramos tênis juntas e ela vira e mexe pega um dos meus “emprestado”, sabe? Esse, inclusive, é um dos. Olho para o Nike Paul Rodriguez 9vr verde escuro em meus pés e me lamento por Ariana não poder vê-los. Afundo o pé na embreagem para engatar a marcha, mas sou surpreendida pelo comentário da pequena.

- Minha mamãe te acha linda, Tia Camila. – Fico em silêncio e troco um rápido olhar com Juno, que dá de ombros. – Ela disse. Ela disse que você é linda por me dizer coisas bonitas sobre o meu nome e sempre me fazer sorrir. Acho que ela quer ser sua amiga, Tia Mila. Você quer ser amiga da minha mamãe? – Pergunta animada.

- Você quer, Mimi? – Juno brinca.

- Quer-ro, claro que quero, pequena. – Respondo para Luna antes de passar a marcha e dar partida na van, mas não sem antes olhar em direção ao portão e ver sua mãe acenando em nossa direção. Seu sorriso resplandece como sempre, mas dessa vez ele parece estar mais direcionado para a janela da frente. Será que eu estou começando a fantasiar?

- Eba! Eu vou apresentar vocês depois. – Luna diz já com o carro em movimento.

Mantenho minha atenção na pista e me concentro no trânsito, que àquela hora já estava complicado devido ao grande volume de veículos na rua. Pessoas indo almoçar, saindo do trabalho, indo para outro turno, indo deixar as crianças na escola, retornando. Dirigir é um ofício de muita responsabilidade. Pode ser estressante às vezes, mas levar e trazer as pessoas com conforto e segurança é um orgulho para mim.

Quando dirijo meu próprio carro, o que não é tão frequente devido ao fato de eu optar pela moto para pequenos percursos, eu não me sinto da mesma maneira. O modo de condução de um veículo maior e de transporte de crianças é diferente de uma condução regular de um veículo de passeio.

Depois de terminar a faculdade de Direito e decidir seguir no transporte particular, meus pais me deram um bom carro de presente de formatura e eu usei algum dinheiro que eu havia economizado durante o curso para trocar de moto e fazer alguns cursos de direção defensiva. Eu queria me especializar.

Hoje sou a condutora com melhores avaliações de pais e alunos. Shawn Mendes, meu primo, mais novo que eu dois anos, acabara de entrar para o negócio como condutor e estava empenhado em bater a minha marca. Shawn é um primo quase irmão e algumas das poucas atividades que realizo fora do trabalho as faço, na grande maioria, em sua companhia. Mas ele ainda precisa comer muito feijão com arroz para me alcançar.

- Chegamos, princesa! – Juno anuncia desembarcando a menina.

- Até mais, Tia Mila.

- Até, meu anjo. – Juno a conduz até a entrada da escola onde uma monitora já a aguarda e volta depois de acenar sorrindo para a garotinha de olhos meigos.

Finalizamos a rota de ida e retornamos para a central. Juno se pendurou no telefone com algum de seus contatinhos, suponho, e me largou sozinha na garagem. Aproveitei para dar um pulo em casa e conversar com o eu pai que pela hora já se preparava para realizar a vistoria em seu veículo do turno da noite.

- Papá!

- Diga, filha. Algo aconteceu?

- Não, está tudo bem. Eu só queria saber se esse domingo poderíamos ir ao jogo do mais querido, já que faz tempo que não vamos à um clássico juntos.

- América e Atlético se enfrentando é sempre um bom espetáculo, uh? Vamos sim. Vai convidar o Shawn?

- Torcedor do Desportivo não tem carona no meu carro. -  Brinquei. – Tudo bem, eu posso convidá-lo também.

- Filha, sobre a conversa na hora do almoço...

- Pai, não, por favor.

- Você tem 28 anos, minha filha, e nunca namorou.

- O senhor sabe o quão difícil isso é para mim. Não é como se eu fosse uma garota normal.

- Camila, você sabe que...

- Sei que não sou comum, mas não sou anormal, mas não é essa cara que as garotas costumam fazer quando descobrem que a futura namorada carrega um segredinho.

- Você não pode continuar sufocando a sua verdade, Camila. Não pode simplesmente fingir que ele não existe, negar que tem desejos. Se apertar inteira nesses shorts e viver como se não tivesse sexo, minha filha. Pensei que isso já estivesse resolvido.

- E está. Eu não conheci ninguém interessante. Não há com o que se preocupar.

- Não conheceu ou não tem coragem de chama-la para sair?

- Se você se refere à senhorita Grande, saiba que nós nunca trocamos palavras, apenas olhares de cordialidade. Isso é viagem da Juno.

- Ela é uma mulher muito simpática. Não faz mal desejar um bom dia, uma boa tarde. Cumprimentá-la não vai arrancar pedaço, só vai evidenciar um de suas qualidades para ela. Gentileza, Camila. Você é gentil.

Sorrio para as palavras sábias e bem colocadas de meu pai. O abraço apertado, tomo sua benção e retorno à garagem. Encontro Juno deitada nos bancos da van com as pernas para cima. Ah se a minha mãe a visse nessa posição...

- Bonito, Juno! Se Dona Sinu te pega no flagra eu teria pena. -  Ela salta das poltronas e fica de pé em posição de ataque.

- Não fala mais uma vez que ela se materializa aqui.

- E eu não sei? Ela brota no meu quarto às vezes e eu fico sem saber o que fazer.

- Não pode nem bater uma em paz.

- Ashley Juno! – Repreendo-a.

- Desculpa. – Levanta os braços em rendição. – Esqueci que você é um anjo do senhor e não faz esse tipo de coisa.

- Juno, vambora trabalhar que é melhor.

- Tudo bem, mas saiba que é saudável. Te deixaria mais leve e menos carrancuda.

- Eu não sou carrancuda. – Rebato.
- Não é mesmo. Não sei de onde você tira essa calma de monja, sem beber, sem fumar e sem foder.

- Juno!

- Que foi? Isso é normal Camila da purificação.

- Você trabalha com crianças!

- Elas estão aqui agora? – Olha para o veículo vazio à exceção de nós duas na parte dianteira. – Não, então, sim, eu vou continuar insistindo pra você se soltar mais, Camila. Você é jovem, bonita, interessante, merece encontrar alguém bacana pra assistir Netflix juntinho. – A encaro. – Quê? Você é uma carola mesmo. Vive enfurnada naquele quarto com seus jogos, instrumentos e livros, ou quando sai é voando naquela moto sozinha por aí. Eu quero te ver feliz de verdade, amiga. Há muitas pessoas especiais. Você é uma delas. Quem sabe não encontra alguém pra te fazer perder o medo da chuva?

- Você está muito filósofa hoje, Juno. – Tiro sarro. – Mas obrigada por isso. – Paro o carro no local indicado para o embarque e desembarque de passageiros e sorrio. – Agora vai lá pegar as crianças. – Juno salta porta afora e começamos a nossa última rota.

Logo estamos desembarcando as crianças e chega a hora da minha passageira favorita. Que outros não me ouçam. Eles não podem, afinal estou falando para mim e você está ouvindo aí na sua cabeça. Então, chegamos ao prédio onde moram duas criaturas lindas. Uma ainda está dentro do carro, a outra, de pé, na calçada.

- Cami, você pode, por favor, desembarcar Luna por mim? – Viro meu olhar para Juno e ela sinaliza para o pé. – Dei um jeito quando fui desembarcar o Lucca.

- Tudo bem. Vamos, bailarina? – Estendo a mão para a pequena e caminho com ela até a calçada. Sua mãe, está linda dentro de um vestido soltinho com estampas tropicais e os cabelos presos no alto da cabeça. Paro a uma distância segura para mim e para Luna. – Boa tarde, Srta. Grande. – Saúdo com um aceno de cabeça antes de entregar a ela a mochila de sua filha.

- Boa tarde, Srta. Cabello, Ash lhe deixou na mão hoje? – Quase me perco ao observar a curva de seus lábios ao pronunciar as palavras.

- Uh, sim, parece que ela machucou o pé no desembarque anterior. – Dou de ombros. – Tudo bem, Luna, eu sinto muito, mas agora é hora de nos despedirmos. – A pequena agarra na minha perna e eu travo no lugar. Me abaixo e ela rodeia os bracinhos pelo meu pescoço.

- Eu vou sentir saudade, Tia Mila. Agora só vou te ver daqui a dois dias. – Faz bico ao me soltar. – Sorrio de sua expressão.

- Você está fazendo a minha filha contar os dias para voltar a escola apenas para te ver, Tia Mila. – Ariana diz em um tom doce e eu tenho certeza que meus olhos estão arregalados para ela que acaba por sorrir após me chamar como a filha.

- Ela não pode ser sua tia, mamãe, você já é grande, mas ela pode ser sua amiga. – Luna oferece a solução. Eu apenas olho para os cantos completamente sem graça. – Você quer ser amiga da minha mãe não quer, tia Mila? Você disse que queria. – Quase finjo um tropeço para voltar para o carro mais rápido depois de sua revelação afobada. – E você, mamãe? Você também quer ser amiga da Tia Mila, não quer? – A pequena parece empenhada em sua missão de nos converter em amigas.

- Claro, meu amor. – Ela diz com aqueles olhos meigos brilhando embaixo do arco de cílios negros e volumosos. – Mila e eu vamos ser amigas.

- Eba! Que bom, assim você vai poder elogiar os sapatos da tia Mila também pra ela não ficar com ciúme da Tia Ash. – Luna diz sorridente antes de pegar a mochila de joaninha das mãos de sua mãe e correr para dentro da portaria, onde parece engatar uma conversa com o porteiro. Olho para baixo e dou um passo para trás antes de levantar o olhar e encontrar o mesmo olhar doce e brilhante ainda sustentando o meu.

- Bom, eu já vou e...- Tento não me atrapalhar diante da beleza da mulher a minha frente, mas é inútil. Dou outro passo para trás.

- Tchau, até segunda. – Aceno com a mão e ela espelha o movimento.

Um assobio e eu me viro.

- À propósito, seu tênis é bonito. – Sorri mostrando as covinhas. – Tchau, Tia Mila.

Sorrio sem jeito e ela se vira para entrar no condomínio enquanto eu faço o mesmo em direção à van, onde Juno acena freneticamente para alguém atrás de mim. Por curiosidade, me viro e vejo ela acenando de volta para a maluca que parece sorridente demais para alguém que machucou o pé agora há pouco.

- Viu passarinho verde, foi? – Pergunto.

- Se é verde eu não sei, mas que é um belo rouxinol, isso é.

- Eu não...

- Ariana, sua crush, é cantora.

- Ela não é minha... Espera, você fingiu para que eu fosse até lá? – Ela dá de ombros. – Não acredito que você... Espera. Ela é mesmo cantora?

- Sim, canta para uma gravadora e dar aulas de canto também. Já tem mais um papo com ela. Chama ela pra te ver tocar aqueles teus teclados, Miloca.

- Você só pode estar louca. Vamos encerrar essa viagem que é melhor.

Melhor para quem?

Para mim, talvez. Eu já não conseguia parar de projetar a imagem de Ariana naquele vestido, sorrindo para mim, brincando comigo e me acenando tchau. Inda mais agora que Juno me disse que ela é uma cantora. Logo imaginei ela cantando para mim no meio de uma sala depois de um jantar.

Sonhar não custa nada



Notas Finais


÷

Provavelmente será uma short fic, mores. Tô trabalhando nos próximos capítulos, mas como tenho uma viagem de trabalho essa semana tô adiantando esse. Votem e espalhem pra amigas Arianators e Camilizers, e pra quem mais estiver de peito aberto para uma histórinha açucarada.

Megabeijo xx


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