História O niilismo e a resiliência (Soriel) - Capítulo 4


Escrita por: ~

Postado
Categorias Undertale
Personagens Sans, Toriel
Tags Sans, Soriel, Toriel, Undertale
Visualizações 103
Palavras 1.256
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Ficção, Fluffy, Hentai, Magia, Romance e Novela, Saga, Sobrenatural, Universo Alternativo
Avisos: Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Sexo
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


AVISO: O NÍVEL DE MALÍCIA DESSE CAPÍTULO E O LINGUAJAR É BEM MAIS PESADO DO QUE O DOS OUTROS .Nem vou por sinopse por causa do spoiler , só aproveitem!

Capítulo 4 - A esperança é a última que morre (hardcore)


Fanfic / Fanfiction O niilismo e a resiliência (Soriel) - Capítulo 4 - A esperança é a última que morre (hardcore)

Toriel continuava olhando para mim com uma expressão cheia de malícia , eu sinto que ela está. Enquanto ela estava praticamente de quatro em cima do sofá , tentando olhar nos meus olhos para chegar na minha fraqueza e me pegar desprevenido assim como na outra vez. 

Minha face estava fervendo , e um pouco de saliva escorria pelo canto da minha boca. Virei o rosto rapidamente para que ela não visse a situação lamentável que eu me encontrava agora. Apesar de não poder negar a imensa ereção quase pulando da calça , a qual eu pude ver pelo canto da órbita que a Toriel não parava de comer com os olhos , eu estava morrendo de vergonha. Mesmo com todas aquelas outras vezes , eu nunca me senti realmente satisfeito , mas eu nunca seria capaz de tentar satisfazer todos os meus desejos com ela , e sempre que isso me vem à cabeça , eu corto a ideia bem rápido. Eu respeito ela demais , isso seria algo muito horrível de se fazer , até mesmo pra mim.

Ela de repente segura o meu queixo me obrigando a olhar pra ela. Um bocado do líquido azul escorria pela mão dela , mas ela não parecia ter notado , por estar agora olhando bem no fundo da minha alma pelos meu olhos. Olhe para seus brilhantes olhos de cor carmesim , com esse sorriso no rosto , iluminado apenas pela luz da televisão que por acaso estava mostrando algum tipo de fogo intenso , (o mettaton convidou a undyne para cozinhar) era como olhar nos olhos do diabo , mas tenho certeza que meus olhos não estavam muito bonitos agora , principalmente agora.

-Sans. Porque está com vergonha agora? 
-Se afasta. A-agora não é uma boa hora.     
 
Recuo no sofá antes que meus braços torcessem de tanto ficar nessa posição. Eu tô morrendo de torcicolo e meus braços doem como se eu tivesse tentado levantar 20 quilos. Agora entendo o porque do meu irmão não querer que eu durma nos lugares, eu devia ter ouvido ele antes de me quebrar todo Ai...... 
 
-Ah coitado do meu Sanszinho. Dormiu de mau jeito não foi? 
 
Disse ela notando a minha expressão de dor. A segunda frase ela disse totalmente sem malícia. Ela estava realmente preocupada comigo. Mas esse não era o maior problema que eu tinha agora , não dava para ignorar o meu membro latejando aqui. Comecei a olhá-lo com preocupação. Seria difícil pelo menos me aliviar sem me quebrar ou machucá-la agora. Ela notou a inquietação do meu rosto , e com um leve sorriso resolveu me ajudar.
 
-Ghh.. O que você pensa que tá fazendo Toriel?
-Eu estou te ajudando. Vamos lá... Deixe-me te aliviar disso aqui...
 
Me calei por ter certeza que ela não ia me ouvir , e apenas apertei forte o pano do sofá quanto ela tirou minha box meio rápido , e meu pênis quase pulou da calça. Me contorci de vergonha e virei o rosto novamente. Dessa vez ela não parou para me fazer olhar pra ela de novo. Ela começou a falar com uma voz bem sugestiva enquanto descia e subia a mão pelo meu membro sem fazer muita força. Ele pulsava tão rápido quanto o meu coração a cada toque dela e eu tive que cerrar os dentes para me limitar à apenas arfar , mas por mais que eu tentasse eu ainda gemia baixinho. Espero que ela não esteja percebendo isso...
 
-Cara , como você tá pesado. Não posso nem imaginar quantas você engravidaria com esse ''conteúdo'' todo , ou o som que faria batendo contra uma bunda bem carnuda~.
 
Falou ela atingindo um nível completamente novo de maliciosidade e fazendo alusão ao fato de que talvez o anal tenha sido tão satisfatório pra ela assim como pra mim , enquanto brincava com os meus testículos que realmente... Estavam mais pesados do que bolas de boliche agora. Eu nunca na minha vida nem cheguei perto de colocar tudo pra fora , sem contar que eu era praticamente virgem antes da Toriel , o máximo que já tinha acontecido antes eram só algumas masturbações rápidas , mas nada realmente satisfatório , já que eu dormia a maioria do tempo.
 
Ela parou de brincar e começou a lamber a ponta da minha glade de leve e a passar os dedos na base do pau, me olhando para observar as minhas reações. Eu tava quase me desmanchando nesse sofá , mas comecei a pensar que se eu desse logo o que ela queria ela me liberaria de qualquer coisa à mais , e além disso , ela parecia um pouco cansada depois de fazer a torta , pude notar algumas gotas de suor escorrendo pela testa dela , e com certeza não foi por causa do meu calor.
 
Ela estava quase arfando de cansaço quando colocou a minha cabeça inteira dentro da boca e tirou as mãos de vez de mim. Minha excitação desapareceu quase que completamente e foi substituída por preocupação. Soltei uma das minhas mãos do sofá e coloquei ao redor das bochechas dela , as quais eu pude sentir facilmente minha glade através , e a fiz olhar para o meu rosto.
 
-Toriel. Você não precisa fazer isso. Pare por favor... Para o seu próprio bem , pare.
-Naum c precupa comig eu to bem.
 
Disse ela com uma fala abafada e falhada por que ainda estava com meu pênis da boca. Movi minha mão para a testa dela e pude sentir ela ardendo de febre , ainda bem que minha mão era fria , o que deve ter ajudado com o calor. Mas mesmo sendo um esqueleto , certas partes do meu corpo são quentes.
 
O rosto dela estava totalmente vermelho agora. Só de olhar eu já podia sentir o calor que ela estava.Mas mesmo assim ela não parecia que ia parar tão cedo. Eu estou praticamente implorando para gozar logo e poder cuidar da febre dela. Graças a La Catrina eu começo à latejar , isso antes mesmo dela colocar tudo dentro da boca. Um pouco de semêm escorre pela boca dela mas ela engole rapidamente. Ela dá um sorriso fraco e ia falar algo mas começou a tossir descontroladamente.
 
-Pela mor  de La catrina Toriel! Eu disse para não fazer isso!
-Sa-Sans.... Hi  hi hi.... Ahh...
 
Segurei nos meus braços na tentativa de ajudar. A voz dela era lenta e parecia que estava delirando nos meus braços. Logo após falar isso ela desmaia. Sem pensar eu à levo rapidamente para o quarto do meu irmão , por ser mais arrumado do que o meu , e a deito na cama. Meio inconsciente meio delirante mas meio acordada também , ela abre os olhos e fala comigo.
 
-Algum dia.... Você achará alguém que possa te satisfazer da verdade...
-*Suspiro* Apenas descanse Toriel.
 
Assim que ela fecha os seus olhos rubros , eu me viro e saio do quarto. Eu não estava ligando à miníma para a minha satisfação. Por mim eu podia ficar meses na seca , desde que ela ficasse bem.
 
Sem muita vontade , eu volto para o meu posto de guarda na floresta , e depois de alguns minutos começo à ter sono. Sem resistir muito , começo a dormir profundamente. Sou acordado por leves petelecos na minha testa. Passo a minha mão pela área afetada e escuto risinhos finos e agudos. Abro meus ''olhos'' ainda sonolento , e ao descobrir a figura na minha frente arregalo minhas órbitas de susto.
 
 
 

Notas Finais


Uhhhh quem será que é? Descubram no próximo capítulo!


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