História Undercore - Capítulo 7


Escrita por: ~

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Categorias Undertale
Personagens Frisk
Tags Adaptação, Romance, Undertale
Visualizações 6
Palavras 625
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Crossover, Magia, Mistério, Romance e Novela, Sobrenatural, Universo Alternativo
Avisos: Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Capítulo 7 - Irmãos esqueletos


Fanfic / Fanfiction Undercore - Capítulo 7 - Irmãos esqueletos


[som de vento].
 
- isso, com certeza, foi estranho. – disse Frisk, com uma cara apática.
- estranho?! Na próxima vez que eu ver aquele saco de ossos pervertido, vou dar uma lição nele!!! – rosnou Flowy, cruzando seus ramos.
- relaxa irmão, o mais importante agora é atravessarmos esse desfiladeiro.
- tenho uma ideia, intensifica sua alma para aumentar minhas vinhas, assim elas vão ficar resistentes o suficiente para criarmos um balanço.
- ok irmão.
 

Frisk começou a intensificar sua alma alimentando as raízes de Flowy, com seu poder aumentado ele conseguiu fixar as vinhas nos pilares e criar uma espécie de balanço para, em fim, atravessar.

Do outro lado, eles continuaram com a jornada. Depararam-se com alguns monstros, nada muito complicado de se lidar. Eles os convenceram rapidamente.

Já estava tarde quando decidiram montar um acampamento, Frisk usou a magia de fogo ensinada pela Toriel, para acender uma fogueira, em quanto Flowy construía uma cabana com alguns galhos e folhas.
 
- é difícil saber quando é dia ou noite por aqui. – disse Frisk, se encolhendo dentro da cabana.
- pois é maninha, dormimos quando estamos cansados. – respondeu Flowy.
- tivemos um dia bem interessante né irmão?!
- interessante e cansativo! O que acha de comermos um pedaço da torta da mamãe?!
- boa ideia, ainda bem que ela preparou uma antes de partirmos. – disse Frisk, tirando um pedaço de torta da bolsa que carregava com sigo.

Os dois comeram a torta e adormeceram. Em quanto isso, na casa de Sans.
 
- boas notícias Pap! Logo você vai poder capturar um humano. – disse Sans, se aproximando de Papyrus que estava de costas cozinhando espaguete.
- um humano... Sei, é mais uma de suas piadas sem graça?! – disse Papyrus, olhando com desdenho para Sans.
- dessa vez não irmão, é um humano de verdade, logo ela deve chegar a Snowdin, nós já podemos ir preparando alguns puzzles para ela.
- “NÓS”, não preciso de você para criar meus puzzles. Eu não preciso de ninguém, vou captura-lo sozinho e ganhar o reconhecimento que eu pereço! – retrucou Papyrus cruzando os braços.
- que é isso Pap?! Não seja tão osso duro. HAHAHA! Além do mais ela é um humano bem estranho, acho que não vai ser fácil.
- SENS, SEM MAIS DE SUAS PIADAS IDIOTAS! ... Pera um pouco, você disse “ela”, o que sabe sobre esse humano?
- haham, sabia que pediria ajuda.
- NÃO É AJUDA! São só informações, só isso.
- ok, ok irmão, bom o pouco que sei é que ela veste uma capa roxa, anda com um monstro enrolado nela que ela chama de irmão, bem bobinha e gentil e acredita que pode salvar nosso mundo e libertar os monstros... Eu sei bem idiota né.
- NHEHEHE, libertar os monstros?! O único que vai fazer isso sou EU, quando eu capturar ela e entrega-la a Asgor! – disse Papyrus, quebrando a colher de madeira que estava em sua mão.
- é... Imaginei que ficaria animado, mas não a subestime, irmão. Ela parecia bem... Determinada. – disse Sans, olhando para baixo, pensativo.
- eu, o grande Papyrus, não perderei! – disse servindo o espaguete a mesa.

Após os irmãos esqueletos jantarem, cada um foi para seu quarto. Sans ainda estava um pouco confuso em relação à Frisk e isso ficou remoendo ele por dentro.
 
[.F.] vou salvar você Sans [.F.].
[.S.] droga, por que tô pensando nisso agora [.S.].
[.P.] quando eu capturar ela e entrega-la a Asgor [.P.].
[.F.] não tenho medo, trabalhei muito duro pra chegar até aqui [.F.].
[.S.] eu estou... preocupado?! NÃO, ESSA GAROTA NÃO PODE TER ME CONVENCIDO ASSIM TÃO FÁCIL [.S.].
[.S.] mais que merda, qual é o meu problema... sing, deve ser o cansaço, só pode?![.S.]
[.S.] melhor eu dormir [.S.].
 



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