História Underfell - The Masoquist Skeleton - Capítulo 3


Escrita por: ~

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Categorias Undertale
Personagens Flowey, Frisk, Sans
Tags Amor, Frans, Frisk X Sans, Sadomasoquismo, Sans Underfell, Tortura, Underfell, Yandere
Exibições 437
Palavras 640
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Aventura, Drama (Tragédia), Ficção Científica, Hentai, Musical (Songfic), Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Terror e Horror, Universo Alternativo, Violência
Avisos: Canibalismo, Drogas, Estupro, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


OE GENTEEEEE EU SOU A EVILCHILD, A CO-AUTORA DESSA HISTÓRIA :333

Então... Nessa história a Frisk não vai ter idade, só digo que ela vai ter menos de 16 anos, vou deixar vcs imaginarem ela como quiser :3

Esse é só uma prévia do hentai, então NÃO É P FAZER O PRÓXIMO CAP, TÁ????
EU QUE VOU FAZER <3

Capítulo 3 - A pequena criança inocente


Eu devo ser maluca, não é? Como posso flertar com um esqueleto tarado – e masoquista – que há pouco tempo atrás tentou me estrupar?! Meu deus... Onde foi que eu fui parar...? Sinceramente... Estou com medo...

Assim que me dei conta da realidade, tomei-me em pânico, mas eu não tinha escolhas, eu comecei aquilo, ou eu continuava, ou... Eu arcava com as consequências... Mas eu não sabia o que estava por vir...

O esqueleto olhou para mim com um olhar um tanto de luxúria, ele com um tanto de delicadeza (?), me deitou num sofá que tinha por perto, ficando entre as minhas pequenas pernas, observando minha aparência naquele momento – com minhas roupas rasgadas, um corte horrível no rosto que latejava, arranhões, parecia que eu havia saído de uma guerra, e aquilo apenas deixava ele mais excitado, ele parecia gostar do meu sofrimento, ou era só impressão...?

-Tão bonita... – Tocou meu rosto, e o corte, tirando de lá um fio de sangue que escorria, ele o lambeu e esboçou uma expressão satisfeita – Uma pena que logo não será apenas esse rostinho delicado que estará sangrando...

O que ele queria dizer com aquilo? Eu não conseguia falar, então eu apenas me mostrei desesperada para ele, esperando que o mesmo entendesse, ele entendeu, mas não deu à mínima. Apenas sorriu malignamente, mas naquele sorriso, só tinha o olhar de um predador que estava prestes a atacar sua indefesa presa, uma presa tão inocente.

-Vamos minha linda... Mostre-me o que você tem... – ele começou a puxa a ponta rasgada da minha blusa que começava para cima do meu umbigo, em segundos, mostrando meus seios quase invisíveis, e pela vergonha, tentei os cobrir, mas o mesmo agarrou meus pulsos com as mãos – O que é isso, pequena sweetheart? Quer cobrir a sua beleza? Não faça isso, me deixe ver tudo...

Fiquei nervosa, desde que eu vivia na superfície, todos diziam que eu nunca devia mostrar meu corpo para homens mais velhos que eu, então... Por que eu estava ali? Sem reagir? E o que ele ia fazer? O que ele queria fazer comigo...? O mesmo fez uma trilha na minha barriga, lambendo-a, com sua língua vermelha, me deixando corada e tremendo, o mesmo sorriu com essa reação. Ele subiu a sua língua até os bicos dos meus seios extremamente pequenos, e com os dentes pontiguados, os mordeu, e puxou, me deixando com uma dor esquisita no bico e nas partes baixas, além de me fazer liberar um som que para mim era estranho, mas para ele era extremamente excitante, que era meu gemido, que parecia mais o som de um gatinho miando.

-P-parece uma gatinha... – tocou meu rosto com delicadeza, soltando o bico dos meus seios – Quero ouvir mais disso...

Levou sua mão até meu short rasgado, colocando-a por dentro, e dentro também da calcinha de tecido branco fino, brincando com o meu pequeno clitóris, me deixando sem reação, a única coisa que consegui pensar em fazer foi em gemer, aquilo era tão estranho... Vendo que eu parecia gostar, ele ameaçou enfiar um dedo na minha intimidade, me assustando, então um som rouco escapou das minhas cordas vocais.

-...! – tentei resmungar, mas de qualquer forma, minha voz não iria sair, e eu sabia -.

-Hã...? – olhou para mim, sem ameaçar invadir minha intimidade com seus dedos esqueléticos – T-tá com medo...? – concordei com a cabeça – Não a nada do que temer... Eu não vou te fazer gritar... Tanto...

O que? O que ele queria dizer com isso?!

Quando tentei o fazer parar, ele apenas me ignorou e continuou, adentrando apenas a ponta do dedo, que já me fez sentir uma dor, que me fez tremer os lábios.

-Awn... Sentindo dor de algo tão pequeno... Não se preocupe sweetheart, ainda vai ter mais coisas para você sentir dor... – disse esfregando seu membro por cima da calça -.



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