História Underfell - Um Brilho na Escuridão - Capítulo 2


Escrita por: ~

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Categorias Undertale
Tags Games, Sans, Undertale
Exibições 21
Palavras 671
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 12 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Ficção Científica, Romance e Novela, Universo Alternativo, Violência
Avisos: Drogas, Spoilers, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Toriel é cabra... DEMONÍACA!

Capítulo 2 - Saindo das Ruínas


Fanfic / Fanfiction Underfell - Um Brilho na Escuridão - Capítulo 2 - Saindo das Ruínas

Bom, como vocês já sabem, eu sou Frisk. Uma garota que foi parar em um mundo estranho, cheio de monstros. Agora, vamos continuar a minha história.

Toriel está levando Frisk por um dos corredores daquelas ruínas de paredes roxas. Até que elas chegam em pequena sala onde havia um boneco de treino em péssimas condições. Estava rasgado, queimado e com vários pontos de vazamento de espuma. Ele apresentava uma coloração avermelhada nos locais onde não estava queimado.

- Use esse boneco para treinar, caso você tenha que enfrentar um monstro. - Diz Toriel - Vamos! Ataque-o!

Frisk dá um soco na cara do boneco que faz sua cabeça cair no chão, espalhando espuma para todos os lados. Toriel a parabeniza dizendo: 

- Muito bem. Está no caminho correto. Agora me siga para próxima sala.

A nova sala era um extenso corredor e no final havia uma porta levando para o resto ruínas. Toriel então diz:

- Esse é um teste de coragem. Eu irei na frente e você terá que andar até o final da sala sozinha. Espero que esteja preparada.

Toriel sai andando em disparada ao final da sala e Frisk foi andando calmamente e ao chegar no fim da sala, ela procura por Toriel, mas não a encontra em lugar nenhum.

Será que ela abandonou aqui sozinha? - Pensa Frisk

Toriel então saia de trás de uma pilastra e diz: 

- Não se preocupe criança, eu ainda estou aqui. Como você conseguiu chegar até aqui sem problemas, acho que está pronta. Precisará ficar aqui sozinha enquanto eu resolvo algumas coisas. Tome esse celular e ligue caso esteja com problemas.

Quando Toriel sai da sala, Flowey aparece ao lado de Frisk com expressão de medo bem clara no seu rosto e diz:

- Frisk! A Toriel é muito perigosa, ela do mal! Temos que sair das ruínas!

- A Toriel é do bem, Flowey. Ela é super legal, engraçada e divertida. - Diz Frisk

- Ela pode parecer legal agora, mas ela é uma louca! Ela vai te transformar em um ingrediente para as tortas dela. Agora me segue.

- É melhor eu não sair daqui. A Toriel pode não conseguir me encontrar.

- Exatamente! - Grita Flowey - Agora vem, eu tô tentando te manter viva nessa porcaria de mundo!

Frisk então decide ir com Flowey. Quando eles estão andando pelas ruínas, encontram um tipo de sapo gigante e Flowey diz:

- É um Frogitt!

Frogitt Ataca!

Frogitt faz aparecer algumas moscas brancas e brilhantes e as atira em Frisk que se machuca e diz:

- Isso dói! 

- Você precisa atacá-lo e matá-lo! - Diz Flowey

- Matar ele?! Deve ter outro jeito de acabar com isso... JÁ SEI! Ei! Seu sapo, você é muito bonito. Aposto que você tem uma bela família. 

Frogitt não entendeu o que você disse, mas se sente lisongeado. Frogitt te poupa.

Você ganhou 5 ouros e 0 exp.

- Valeu pelas moedas, senhor sapo. Viu Flowey, esse mundo não é completamente "Matar ou Morrer".

- Você teve sorte dessa vez. Esse mundo é matar ou morrer. Agora vamos sair das ruínas.

Flowey leva Frisk até uma casa no meio das ruínas feita do mesmo tijolo do resto das paredes. Eles entram na casa que está bagunçada e empoeira. Era possível ouvir alguém cantarolando em outro cômodo desta forma:

- Fazendo torta. Fazendo torta. Lá lá lá.

- Essa é a casa da Toriel. - Diz Flowey - Vamos para o porão. É onde fica a saída desse lugar.

- Vamos falar com a Toriel primeiro. Que tal Flowey?

- Frisk. Confia em mim. Ela é do mal.

- Ok.

Frisk e Flowey descem para o porão por meio de um escadaria. O porão é um corredor enorme com uma porta no final. De repente o celular de Frisk toca muito alto. Flowey pegou o celular usando um tipo de cipó e o quebra, mas era tarde demais. Eles ouvem passos no andar de cima e uma voz perguntando:

- Quem está aí?

 

 

 


Notas Finais


Em breve mais capítulos


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