História Underground Crisis - Capítulo 1


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Categorias Undertale
Tags Undertale
Exibições 17
Palavras 955
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Ação, Artes Marciais
Avisos: Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Capítulo 1 - O Treino Mortal


Sans estava moscando em seu posto, até que seu irmão, Papyrus, chegou, com um grande sorriso e olhos preocupados:

— SANS! Enquanto andava, ouvi pessoas falando sobre grandes genocídios que os humanos que caiam aqui faziam. Você sabe algo sobre isso?

— Sim, maninho. Vou te contar uma história.

— WOWIE!

— Há muitos anos, os humanos e os monstros viviam bem lá em cima. Um dia, uma guerra bem osso duro estour—

— SANS! SEM PIADAS!

— Heh heh, desculpa, maninho. Continuando, Os humanos ganharam e prenderam a gente aqui no subsolo com a magia deles.

— Nyeh heh heh! — sussurrou Papyrus, animado.

— E é por isso que estamos presos. Os humanos tomaram um ódio enorme de nós, e qualquer humano que caia aqui matava todos até serem parados por Toriel e Asgore.

— Sans, quem é Toriel?

— A mulher do rei, maninho. Por causa desses genocídios, Asgore declarou guerra à humanidade contra a vontade de seu filho e esposa, Além de trancar todas as entradas que humanos poderiam ter para cá.

— O rei Asgore tem um filho?

— Sim, Asriel. Ele está se preparando para tomar lugar de Asgore no trono real.

— WOWIE! Teremos um novo rei?

— Sim. Em alguns anos, Asriel vai virar rei.

Sans notou que Papyrus estava mais animado que o seu normal, e então perguntou:

— Por que toda essa animação, maninho? Esse dia foi osso mole?

— Não, Sans! Eu ganhei da Undyne no meu treino. Afinal, por que eu tenho a mórbida impressão de que você fez uma piada?

— Heh heh heh heh, não fiz nenhuma piada, Pap. Tenho andado muito preguiçosso para fazer piadas.

— SAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAANS! POR QUE VOCÊ TEM DE DESTRUIR TUDO NA MINHA VIDA?

— Heh heh heh heh heh heh heh, foi mal, maninho. Vamos para casa?

— Sim, irmão!

Então Sans e Papyrus voltaram para casa e viram Toriel andando rapidamente, chorando por Snowdin e carregando o corpo de Asriel. Papyrus, que havia a visto antes, perguntou:

— Sans, aquela é a tal de tora alguma coisa que você falou?

Sans olhou atentamente e viu Toriel, uma grande amiga, aos prantos. Sans mandou Papyrus para casa, parou o tempo com seus poderes e se escondeu em uma árvore um pouco na frente de Toriel. Quando ele voltou com o tempo, Ele saiu de trás da árvore e perguntou:

— Tori, o que aconteceu?

Toriel ignorou Sans e continuou andando. Sans perguntou novamente:

— Tori, o que foi? Pode falar, eu sou seu amigão.

Toriel, que mal conseguia falar, balbuciou:

— Asgore quase matou nosso filho o treinando! — E começou a chorar mais ainda.

— Bem, pelo menos ele ainda tá vivo.

Toriel riu um pouco, mas nada a faria parar de chorar além do tempo:
— Seu bobo! Meu filho poderia ter morrido!

— Heh, mas ainda tá vivinho. Tá até respirando. Onde cê tá indo?

— Pras Ruínas, cuidar de meu filho. Aquele monstro! Não sabe medir sua força nem com um adolescente!

— Fala ai, esse Asriel tem quantos anos?

— ele tem dezessete, está pra fazer dezoito.

— Hm, interessante. Vai querer alguma ajuda com o tratamento dele?

— Caso você possa, eu não iria reclamar.

— Ok. Vou avisar pro Pap.

— Sans, me responda uma coisa: O que você estava fazendo atrás das árvores?

Sans pensou em muitas coisas para falar, mas todas tinham um alto teor sexual, e ele não queria constranger sua amiga.

— Uh... Eu...

Toriel começou a olhar para ele com uma certa cara de desgosto, e perguntou:

— Você não estava fazendo o que eu estou pensando, né?

Sans não poderia fazer nada: Ele já tinha constrangido sua amiga.

— Cê quer mesmo que eu responda?

— Pensando bem, melhor não.

Sans começou a andar com Toriel, e se voluntariou a levar o corpo de Asriel, flertando com ela:

— Uh, Toriel, acho que uma mulher tão bonita quanto você não deve levar algo tão pesado. Me deixa levar teu filho ai.

— Se você insiste...

Toriel havia entendido as segundas intenções de Sans. Ela já havia cogitado algum romance com ele, mas ela seria fiel ao pai de seu filho. Agora, porém, que ela não falaria com Asgore por um bom tempo, ela talvez se abrisse para outros horizontes.

— Cê tá indo pras Ruínas, né? Como é lá?

— Não consigo me lembrar, porém não deve ter mudado muita coisa.

Sans e Toriel andaram para o grande portão, e com uma magia que só Toriel conhecia, o portão foi aberto tão facilmente quanto uma porta quebrada.

— Puts, nunca achei que esse portão abriria.

Toriel riu de forma fofa, e Sans ficou um pouco envergonhado. Os dois andaram pela casa que Toriel havia construído caso algo desse errado, e eles deitaram Asriel na cama de Toriel, e Toriel disse:

— Eu tenho os poderes de cura, mas ele está mal demais para eu curá-lo e não acontecer algo ruim.

Sans parou o tempo, procurou qualquer coisa que ele poderia usar para curar Asriel naquela casa e fez isso com um sorriso maior do que o normal, pois ele sabia que a Toriel iria ter de dar algo em troca. Ao voltar com o tempo, ele disse:

— Tenta ae.

— Mas isso irá o fazer explodir, eu não posso fazer isso!

— Vai nada, tenta ae.

Toriel curou seu filho, que acordou sem entender o que estava acontecendo.

— Mãe? Onde a gente tá? Opa, Sans, beleza?

— Eae, pivete, beleza?
— Meu filho, você está bem!

Toriel abraçou Asriel enquanto Sans não parava de olhar para o corpo de Toriel, até Asriel perceber e dar um chute na perna de Sans para que ele parasse.

— Uh, então que que a gente vai fazer agora?

— Eu e Asriel vamos morar aqui por um tempo. Caso queira vir e trazer seu irmão, as portas estão abertas.

Sans estava pensando com certa malícia o próximo encontro deles, até que ele se retirou e foi para casa.



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