História Underground Crisis - Capítulo 2


Escrita por: ~

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Categorias Undertale
Tags Undertale
Exibições 9
Palavras 854
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Ação, Artes Marciais
Avisos: Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Capítulo 2 - A Viagem, o Romance, e a Depressão.


— Minha mulher e meu filho estão sumidos há três dias. Eu não sei o que faço.  

— Calma lá, Asgore. Ela só está brava com você... Ela deve ter ido para algum lugar escondido onde eles não podem ser encontrados

—  Undyne, Nem mesmo a Alphys conseguiu achá-los. Acho que vou reportar eles como desaparecidos.

Enquanto isso, Asriel havia saído para conhecer o subterrâneo. Ele nunca havia saído da capital e estava conhecendo muitas pessoas. No início de Snowdin, ele encontra com Papyrus e logo pergunta:

— Opa! Eu sou Asriel, o filho do rei e da rainha, e, eh, cê poderia me falar onde é que eu tô?

— WOWIE! É um prazer, vossa majestade. Eu sou o Grande Papyrus e você está em Snowdin!

— Uh... Obrigado...

Asriel, que andava sem rumo, entrou no Grillby’s e bebeu algumas bebidas sem que qualquer um soubesse. Ele leu na biblioteca, comeu no Grillby’s, comprou alguns coelhos de canela com a vendedora de Snowdin e até virou um bom colega de Papyrus.

— Asriel, daqui em frente, você estará em Waterfall! Infelizmente eu, o Grande Papyrus, não poderei te acompanhar em sua jornada, porém, boa sorte! Nyeh heh heh!

Asriel adentrou Waterfall e rapidamente ficou encantado. A beleza daquele lugar era imprescindível. Ele viu Sans sentado em seu posto lendo algo em seu celular, e falou:
— Opa, Sans! Beleza?
— Eae, Pivete. Como tá indo?

— Vou bem. Ai, faz um favor pra mim?

— Claro, pivete.

— Minha mãe vai ficar sozinha lá, tu poderia ficar com ela?

— Sim, claro.

— Só não vá fazer ela trair meu pai, tá?

— Beleza, pivete.

Antes que Asriel pudesse notar, Sans não estava mais lá. Asriel se perguntou como Sans haveria sumido, mas logo ele já teria esquecido isso.

Asriel foi passando pelos quebra-cabeças com uma facilidade tão grande que rapidamente chegou na área das águas brilhantes; Ele ficou fascinado. Pegou seu celular, seu fone de ouvido e ficou lá horas ouvindo música enquanto sentava lá.

Enquanto isso, Sans conversava com Toriel sentados na árvore velha das folhas que caem.

— Heh heh, toc toc.

— Quem é?

— Repete.

— Repete quem?

— Quem, quem, quem...

Toriel riu como se fosse a melhor piada que ela havia escutado há séculos. E isso revigorava Sans, o deixava feliz e animado.

— Tori, eu preciso falar com você.

— Pode falar, Sans. — Disse Toriel com um tom de animação diferente do normal.

— Sempre que eu te olho ou te ouço, minha alma se revigora um pouco. Eu sei que você ainda é casada, mas você gostaria de sair comigo?
Toriel ficou calada por um momento, olhando para Sans, que começou a ficar desesperado.

— Heh heh, to só de zuera, não tem o por que de eu gostar de voc—

— Sans, mas é claro que eu sairia com você!

Sans ficou animado. A final, ele estava apaixonado por Toriel.

— Vem, eu conheço um atalho.

Antes que Toriel pudesse falar “Sans”, ela estava sentada na sua mesa de jantar, com a mesa arrumada, uma torta de Caramelo e Canela na mesa, dois pratos, duas facas, dois garfos, velas, um vaso de flores e um toca discos tocando It’s Raining Somewhere Else. Toriel ficou confusa, porém encantada. Como Sans teria feito isso?

— Tori, eu nunca contei isso para ninguém, mas eu posso parar o tempo.

— É por isso que você aparece do nada ou faz essas coisas?
— Sim...

E assim os dois começaram um encontro a luz de velas, E Sans já estava de olho no futuro.

Asriel finalmente havia saído da área das águas brilhantes, pegou uma carona com o pássaro que te carrega por um buraco desproporcionalmente pequeno, e Chegou na área quieta de Waterfall. Chegando lá, ele viu Napstablook voltando para a sua casa e foi logo atrás dele para perguntar onde ele estava.

— Opa, tudo bom? Você poderia me falar onde eu estou?

— Oh, olá... Você está em Waterfall...

— Sim, mas onde de Waterfall, exatamente?

— Na área quieta de Waterfall... Onde eu e a Undyne moramos...

— Ah, tudo bem. Qual é o seu nome?

— Meu nome? É Napstablook...

— Prazer, Napstablook. Eu sou Asriel, o filho do rei e da rainha!

— Olá, Vossa Majestade... Minha casa fica ali na frente... Caso queira ir... Ou caso não queira...

— Sem problema algum!

Asriel seguiu Napstablook por que percebeu que ele era depressivo. Asriel ouviu músicas, conversou um pouco e deitou-se no chão e ficou se sentindo como lixo no chão com Napsta, até que ele se deu conta do horário, se despediu de Napstablook e continuou seguindo em frente. Até encontrar Sans, apoiado na parede, com um olhar nada familiar.

— Eae, Sans, que que houve?

— Tua mãe. Ela pediu pra eu falar pra ela se tu tá bem... Você não me parece nada mal, então vou lá falar com ela.

— Estou ótimo! Fiz dois novos amigos hoje!

— Heh, eu sabia que te prender lá na capital não era uma boa ideia.

— Hahah, concordo.

— Então eu vou lá falar com ela.

Voltando ao Asgore...

— Eu acho que eu não estou bem.

— R-rei Asgore, acho que o s-senhor está depressivo.

— Não, Alphys. Isso é apenas uma tristeza passageira.

— Se fosse, você não estaria tão mal, meu rei.

— Bem, que seja...



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