História Underground Crisis - Capítulo 3


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Categorias Undertale
Tags Undertale
Exibições 4
Palavras 960
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Ação, Artes Marciais
Avisos: Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Capítulo 3 - "O Rei Enlouqueceu!"


Asriel estava chegando na sala do trono quando seu celular tocou. Ele viu que era sua mãe, então quase quebrou deus dedos para atender.

— Mãe?

— Asriel, me diga agora onde você está.

— Na sala do trono.

— O que você está fazendo aí?

— Falando com o pai, ué.

— POR QUÊ? — Toriel berrou tão alto que Asriel não conseguiu ouvir direito por cinco minutos.

— Ai, mãe! Que desnecessário... — Disse Asriel em respeito ao berro. — Eu vim falar pra ele considerar que eu e você morremos para ele não gastar tempo nos procurando.

— Seu pai está velho, ele pode em--

— Velha você também está, ué. — Após falar isso, Asriel ouviu Sans rindo pelo celular.

— Sem detalhes, Asriel. — Disse Toriel, com voz firme. — Ele pode enlouquecer por causa disso. O reino tem andado meio difícil de governar de uns tempos pra cá e ele já não está bem.

— Largou ele por que então? A culpa é minha que eu não sei lutar. — Retrucou Asriel, com raiva.

— Eu não sei, Asriel. Foi por impulso. Eu sinto saudades dele, eu não me sinto bem fazendo isso, mas isso é pro seu bem.

— E o bem do pai? — Asriel ouviu Sans falando bem baixo “O pivete tá certo.” E logo depois ouviu Toriel falando “É pra você concordar comigo, não ir contra mim, seu bobo!”.

— Ae, pivete, faz o que tu quiser, deixa a Toriel dar os ataques dela comigo. — Berrou Sans para que o celular captasse o som, e misteriosamente a chamada desligou.

— Uh... Ok então... — Disse Asriel, guardando seu celular e voltando a andar.

Asriel estava entrando na sala do trono, onde viu seu pai regando as flores, como sempre. Asriel se sentiu mal, porém chegou atrás de seu pai, cutucou seus ombros, como sempre faz quando faz alguma besteira. Asgore se virou rapidamente:

— Meu filho! — Disse Asgore, abraçando seu amado filho. — Onde está a sua mãe?

— Num lugar bem longe, pai. Desculpa, mas eu não acho que minha mãe vá voltar. Pelo menos não tão cedo. Nos considere mortos ou desaparecidos. Me desculpa.

Asgore riu, pois no subterrâneo é ensinado que em momentos de tensão é melhor rir do que qualquer outra coisa. Logo depois, começou a chorar.

— Mortos?

— Sim, pai. Mortos.

— MORTOS? — Asgore soltou um berro tão descomunal que até os humanos que estavam a 10 quilômetros do monte Ebott conseguiriam ouvir facilmente.

Asriel tremeu de forma infeliz, virou as costas e saiu andando. Asriel, ao olhar para o lado, vê Sans sumindo nas sombras, se pergunta por um momento o que aconteceu, e decidiu que era só uma alucinação.

— Tori, o Asgore começou a chorar e soltou um berrão.

— Será que ele vai ficar bem, Sans?

— Eu não sei, só sei que o mini-Asgore tá vindo.

— O que nós podemos fazer enquanto ele não chega? — Toriel perguntou com uma malícia que qualquer um perceberia.

— Tu não tem nenhuma TV aqui não?

— Não, Sansy. Outra coisa, talvez?

— Vamos contar piadas um para o outro?

Toriel ficou um pouco indignada com o sumiço da malícia de Sans, mas aceitou a oferta das piadas.

— Toc Toc. — Disse Sans.

— Quem é?

— Senhora.       

— Senhora quem?

— Senhora para me beijar não, Tori?

Toriel pensou por um tempo. Sans ficou esperando um beijo com aquele típico sorriso de “Hm, eu sou demais até nas cantadas”. E assim os dois começaram a se abraçar e tudo que todo mundo já conhece. Mas eles não esperavam que Asriel iria usar o barqueiro para chegar mais rápido. Com 10 minutos de risadas e beijos, Asriel estava na porta das ruínas. Toriel começa a tirar sua túnica, ficando somente com suas roupas íntimas; Porém Asriel chega e berra:

— QUE? QUE QUE CÊS TÃO FAZENDO? CÊS TÃO LOUCOS?

— Ih, eae, pivete.

— Sans! — Sussurou Toriel — Dê alguma desculpa!

— Ae, pivete, nós estávamos começando a tran--

— Sans, não essa desculpa! — Sussurrou Toriel, irritada

— Eu já sei o que vocês iam fazer, Sans. Mas por quê?

— A gente tava com vontade, ué.

Toriel veste sua túnica e pergunta:

— Como você sabe o que nós íamos fazer, filho?

— Eh... — Asriel fica perplexo, e sem palavras para responder sua mãe.

— Tori, ele já tá com quase 18. Ele já deve ter comido alguém.

Toriel riu, e perguntou:

— Filho, você já fez sexo alguma vez na sua vida?

Asriel começa a pensar no seu passado. Ele pensa em todas as menininhas que já deram mole para ele e como ele não foi piedoso. Asriel pegou seu celular, fingiu que leu uma mensagem e falou:

— Ih, Mãe, o Papyrus tá me chamando pra ajudar a recalibrar os quebra-cabeças dele. Tchau.

— Ae, pivete, vê se cuida bem do meu irmão.

— Ele é teu irmão?

— Ué, você nunca viu a semelhança entre o meu “Heh” e o “Nyeh” dele? Os dois terminam com “Eh”. — Disse Sans, o que fez Toriel rir logo depois.

— É verdade né... Bom, eu vou indo.

Asriel desceu as escadas correndo para ir conversar com o Papyrus só para o próprio confirmar que recalibrou os quebra-cabeças dele com Asriel.

— Eh, pela cara que ele fez, já faz anos que ele comeu alguém pela primeira vez.

— Será que o Asgore sabe disso? — Falou Toriel.

— Deve saber, né. Essas coisas a gente nunca conta pra mãe.

Toriel deu uma tapa em Sans de brincadeira e os dois começaram a ler livros juntos, fingindo que aquilo não havia acontecido.

— Meu Rei, gostaria de pedir algo. — Um Aaron inocente dá uma piscadela para  Asgore, que não parava de rir.

— Fale, meu súdito. — Disse Asgore, abrindo um sorriso assustador de orelha a orelha. O pobre Aaron se assustou, mas continuou:

— Eu preciso--

Asgore matou o Aaron com o seu tridente. Asgore continuou rindo, mas agora ele tinha mais uma motivação para rir: Ele tinha matado alguém. E algo nessa ação o teria feito feliz.



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