História UnderInfinitum - Capítulo 23


Escrita por: ~

Postado
Categorias Undertale
Personagens Chara, Frisk
Tags Charaxfrisk, Charisk, Papytton, Romance, Soriel, Undertale
Visualizações 15
Palavras 4.617
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Colegial, Comédia, Drama (Tragédia), Ecchi, Famí­lia, Fantasia, Ficção Científica, Hentai, Romance e Novela, Sci-Fi, Shoujo (Romântico), Universo Alternativo, Yuri
Avisos: Adultério, Álcool, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Hello . . .
Aqui estamos com outro capitulo desta história . . .
Meu deus eu estou com tanto sono que eu pareço o napstablook falando . . .
A música de hoje é : La Da Dee
Stay Determined, e até as notas finais.

Capítulo 23 - True Lab


Fanfic / Fanfiction UnderInfinitum - Capítulo 23 - True Lab

P. O. V. Frisky Frisk

Eu estava voltando para Hotland, e eu já estava saindo do lixão quando o telefone tocou.

- Howdy! Se não é minha boa amiga que confia em mim completamente! – Reconheci automaticamente a voz de Papyrus pelo telefone – Quem vos fala é Papyrus, seu também mutuo amigo. Alphys e eu acabamos nosso treinamento mais cedo. Bem cedo. Então eu a mandei para casa. Bem casa. Uh . . . Agora. Eu me sinto forte, e por nenhuma razão visível Você também deveria ir . . . lá. Para o laboratório . . . Casa . . . dela. Eu tenho bons sentimentos sobre isso.

E então ele desligou.

Eu segui então em direção ao laboratório. Ao chegar lá, a porta estava aberta, e pareia que não havia ninguém em casa.

Até que eu notei ( Notice me senpai : O último senpai. Em breve nos cinemas. ) um pequeno bilhete jogado perto da entrada do ‘’ banheiro ‘’. Parecia ser da Alphys. Nele estava escrito:

 ‘’ Ei. Obrigado por sua ajuda lá atrás. Vocês, pessoal . . . Seu apoio realmente significa um monte para mim. Mas . . . Mesmo sendo tão difícil como é dizer isso . . . Vocês sozinhos não vão conseguir  fazer meus próprios problemas irem embora. Eu quero ser uma pessoa melhor. Eu não quero ter medo mais. E para isso acontecer, eu tenho que ser capaz de enfrentar meus próprios erros. Eu vou começar á fazer isso agora. Eu quero estar limpa. Isso não é problema de ninguém exceto meu. Mas se vocês jamais ouvirem falar de mim novamente . . . Se vocês quiserem saber a verdade. Entrem na porta ao norte desta nota. Vocês todos merecem pelo menos saberem o que eu fiz. ‘’

E então eu entrei na porta do banheiro, que acabou por ser um elevador. Apertei o primeiro botão. O elevador começou a descer, até que, de repente, ele parou.

- Cuidado! Cuidado! Elevador perdendo poder! Estabilizador perdido! ALTITUDE DESCENDO! – Disse uma voz robótica que parecia ser do alarme de segurança.

O andar em que o elevador caiu parecia ser bem mais velho que o andar anterior, cheio dew rachaduras nas paredes, e poeira no chão.

- Parece que esse elevador não vai funcionar tão cedo . . . – Disse Chara.

- Então nós vamos ter que achar outra saída . . . – Eu disse

Segui então pelo corredor empoeirado, até que eu cheguei á uma tela presa na parecede. Ao me aproximar, a tela acendeu, revelando uma mensagem.

‘’ Entrada numero 1 : É isso aí . . . Hora de fazer o que o rei me pediu para fazer. Eu vou criar o poder que irá libertar á todos nós. Eu vou libertar o poder da alma. ‘’

Logo em seguida havia outra,  que dizia :

‘’ Entrada número 2 : A barreira está trancada por poder de alma. Infelizmente, esse poder não pode ser reproduzido artificialmente.  Poder de alma só pode ser derivado por algo que já foi vivo uma vez. Então, para reproduzir esse poder, nós vamos ter que usar o que nós temos agora: Almas de monstros. ‘’

E a seguinte dizia :

‘’ Entrada numero 3 : Mas extrair uma alma de um monstro vivo iria precisar de um poder incrível. Além de ser imprático, fazer isso iria instantaneamente destruir o corpo hospedeiro. E, diferente das almas persitentes dos humanos, as almas de maioria dos monstros desaparecem imediatamente na morte. Se eu pelo menos pudesse fazer a alma de um monstro durar . . . ‘’

E a seguinte:

‘’ Entrada numero 5 : Eu consegui. Usando os planos, eu a extrai das almas humanas. Eu acredito que seja isso que dá força para as almas deles para persistir após a morte. O desejo de continuar . . . O desejo de mudar o destino. Vamos chamar essa substancia de . . . Determinação. ‘’

Por algum motivo, a última parte do texto me deu calafrios. Eu segui em frente pelo corredor empoeirado e cheguei á uma sala onde havia uma porta com 4 luzes: Vermelho, amarelo, azul e verde. Além da porta havia uma máquina de vendas e outra tela. E bem no canto, havia uma nota. Eu não consegui entender a nota toda, então só reconheci alguns trechos, como: ‘’ Elevador ‘’ , ‘’ perdeu poder ‘’ e ‘’ Entre a porta central ‘’ e isso foi tudo que eu pude ler.

A tela desta vez não continha uma anotação, e sim apenas a frase ‘’ Sala de poder ‘’, que dizia onde estávamos.

E também comprei um pacote de chips por 25G.

E depois disso eu segui em frente, e logo cheguei á outra tela, que dizia:

‘’ Entrada numero 6 : Asgore pediu para todos fora da cidade por monstros que tinham ‘’ Caido. ‘’ Os corpos chegaram hoje. Eles ainda estão em coma. E logo eles se tornarão poeira. O que acontece se eu injetar determinação neles? Se suas almas persistirem depois que eles perecerem, então . . . Liberdade talvez esteja mais perto do que pensávamos. ‘’

A sala á seguir tinha algumas macas, e logo no começo havia mais uma tela, que dizia:

‘’ Entrada numero 9 : As coisas não estão indo bem. Nenhum dos corpos estão virando poeira, então eu não consigo extrair suas almas. Eu prometi para suas famílias que eu entregaria a poeira para os funerais. As pessoas estão começando á me perguntar o que está acontecendo. O que eu devo  fazer? ‘’

No fim da sala havia algumas pias, e ao abrir uma delas, ao invés de sair água como nas outras, saiu uma gosma branca ( Aquela carinha ) que logo se deformou e revelou ser vários monstros de formato estranho.

- ? Se aproximou. – Disse Chara, confusa.

Eu tentei checar os monstros, mas eu não consegui.

Seus ataques pareciam fantasmagóricos e estranhos, mas eu consegui desviar.

Eu peguei meu celular e percebi que havia vozes saindo pelo celular.

- Venha se juntar á diversão.

- Não, obrigado. – Recusei, com medo.

- Ah, bem. – Disse uma das vozes

- É realmente uma grande decepção. – Disse outra.

- Venha se juntar á diversão – Disse uma última insistente.

- Parece que eles perderam o interesse. ( O último pareceu bem interessado para mim ) – Disse Chara

Então eu os poupei e assim que a luta acabou eles desapareceram e uma chave vermelha brilhante caiu na pia. Eu peguei a chave e coloquei no meu chaveiro.

Eu sai da sala e cheguei á uma sala que tinha apenas uma fechadura e uma pequena nota. Eu não pude ler a nota toda, e só pude entender ‘’ Chuva ‘’ e ‘’ caiu ‘’.

A chave vermelha se encaixou perfeitamente na fechadura, e parece que algum mecanismo se ativou.

Eu sai da sala e voltei para a sala principal com a porta, que dessa vez estava com a luz vermelha acesa, apenas para seguir o outro caminho.

Eu logo cheguei em outra tela, que dizia:

‘’ Entrada numero 12: Nada está acontecendo. Eu não sei o que fazer. Eu vou apenas continuar á injetar tudo com ’ determinação ‘. Eu quero que isso funcione. ‘’

Em seguida havia outra tela, que dizia :

‘’ Entrada número 13: Um dos corpos abriu os olhos ‘’

Em seguida chegamos á uma sala cheia de camas, e a primeira delas não estava  completamente coberta.

De repente eu senti muito sono, e a névoa na sala apenas parecia deixar meu corpo ainda mais pesado. Tudo que eu conseguia pensar era deitar naquela cama e dormir.

- Frisk? Agora realmente não é a melhor hora pra . . . dormir . . . – Chara ficou quieta de repente.

- Chara? – Eu sussurrei e comecei á me virar, mas Chara me impediu.

- Frisk, fica quieta. Tipo, MUITO quieta. – Chara disse.

E então eu vi brevemente um monstro alto, que estava em pé ao lado da minha cama. Eu fiquei parada o máximo possível, e ele começou á mover seus braços em minha direção, até que de repente ele pegou a coberta e me cobriu, e depois fez um cafuné na minha cabeça, antes de sumir.

- O . . . O que acabou de acontecer? – Perguntou Chara.

- Um monstro bem gentil me deixou dormir em paz. – Eu disse me levantando rápido da cama.

- M – Mas porque?!?

- E eu sei lá?

Chara ia falar mais algo, mas parou no meio do caminho.

Eu segui em direção á uma cama que eu havia reparado que havia algo embaixo das cobertas. Eu puxei as cobertas e achei uma chave amarela brilhante. Eu guardei a chave no meu chaveiro.

Na sala havia também outra tela, que dizia:

‘’ Entrada numero 14 : Todo mundo que tinha caído . . . se levantou. Eles estão andando por aí e falando como se nada estivesse errado. Eu pensei que eles eram casos perdidos . . . ? ‘’

Eu segui em direção á próxima sala, que era um grande corredor que seguia em duas direções diferentes. Eu fui pela esquerda, e cheguei á outra tela, que dizia:

‘’ Entrada numero 15 : Parece que essa pesquisa era um beco sem saída, mas pelo menos conseguimos um final feliz com isso . . . ? Eu retornei as almas para Asgore e mandei as cinzas para seu jardim. E chamei todas as famílias e falei que todos estavam vivos. Eu vou mandar todos de volta amanhã. J ‘’

E logo em frente havia outra, onde estava escrito:

‘’ não Não NÃO NÃO NÃO ‘’

- Eu tenho um mal pressentimento sobre isso . . . – Disse Chara

Logo em seguida havia uma porta que levava para uma espécie de banheiro, e lá havia uma banheira com um chuveiro, que estava  tampada pela cortina.

Por trás da cortina era possível ver algo se mexendo, mas assim que eu puxei as cortinas, não havia ninguém, e tinha uma pequena chave verde.

Eu peguei a chave e sai correndo, até que eu cheguei na próxima sala, onde tinha uma grande máquina, e ao lado da máquina tinha uma tela que dizia : ‘’ Maquina de extração de DT Status : Inativa ‘’

E em frente a máqujna tinha um save point. Mas, assim que eu me aproximei do save point, ele se deformou e se tornou um monstro que parecia estranhamente familiar, mas eu não sabia onde eu havia o visto.

 - Pão de limão se aproxima. – Disse Chara, um pouco perturbada. O monstro parecia faze-la se lembrar de algo.

O monstro cheirava como limões doces.

Seus ataques eram muito familiares, mas pareciam . . . Errados. Eles eram muito fantasmagóricos e sem vida.

- Bem-vinda ao meu inferno especial. – Disseram várias vozes, que pareciam vir do monstro.

Eu por, algum motivo estúpido, me lembrei de Aaron e tive a idéia de me flexionar. Os braços do mostro tremeram.

- Mas ninguém veio. – Disseram as vozes do monstro, que atacou em seguida.

Determinada graças á primeira idéia ter dado certo, eu decidi na rodada seguinte deixar o monstro quieto para ver o que acontecia.

Os dentes do monstro tremeram.

- Mas ninguém veio. – Disseram as vozes mais uma vez, dessa vez parecendo menos convencidas. Mas atacando do mesmo jeito.

Eu desta vez cantarolei uma canção familiar. O monstro pareceu se lembar de algo.

- Eu já senti isso antes. – Disseram as vozes.

- Poderia isso ser uma adeus?! – Disse Chara

E então o monstro sumiu.

A sala seguinte estava coberta de névoa, e eu não era capaz de enxergar nada, então eu recuei e entrei em uma outra sala que eu não havia explorado.

A sala estava repleta de fitas, e no meio da parede tinha uma TV com um aparelho para fitas conectado á ela. Do lado havia mais uma fechadura e uma nota, que eu infelizmente não pude entender toda. Tudo que eu pude entender foi ‘’ Debaixo ‘’ e ‘’ estantes ‘’.

A chave amarela se encaixou perfeitamente na fechadura.

Em seguida eu decidi pegar uma fita na estante e assistir. As fitas estavam numeradas  de 1 á 5.

Eu peguei a fita 1 e coloquei no aparelho.

A tela continuou preta, mas eu podia escutar o som saindo da fita.

- Psssst. Gorey, acorde. – Disse uma voz feminina, que me lembrava a voz de Toriel.

- Hmmm . . . ? O que foi querida? E por que você tem essa câmera com você? – Disse uma voz, que parecia ser de ‘’ Gorey ‘’. Sua voz era parecida com a de Asgore.

- Shhhh! Eu quero gravar sua reação. Gorey, querido, qual é o meu vegetal preferido? ( Rimou! ) – Perguntou a voz.

- Hmmmm, cenouras, certo?

- Não não não. Meu vegetal preferido é . . .Eda – MAMÃE! Entendeu? ( Não )

- . . . Volte á dormir, querida.

- Não, não, ainda não. Agora, seu eu fosse um cachorro, de que raça eu seria?

- Eu não sei, minha vida, que tipo de cachorro você seria?

- Uma lulu da poMÃErania.

- Ho ho ho. Você está realmente está animada para ter esta criança. Vocês sabe, se você continuar assim, você pode se tornar uma coMÃEdiante famosa.

- . . . Eu vou voltar á dormir.

- Qual é, Tori! Essa foi boa!

- Eu sei, eu sei. Eu só estava brincando com você!

- Boa noite, querida.

- Boa noite, querido.

- . . . Oh querida, talvez esteja escuro demais aqui para o vídeo dar certo . . .

E a fita acabou.

Parece que por algum motivo tinha uma fita de Toriel e Asgore em seu periodo de casados aqui. Chara parece mais quieta que o normal.

Eu peguei a segunda fita e coloquei no aparelho.

- Okay, chara, você está pronta? Faça sua cara assustadora! Aaaaaaah! Hee hee hee! Oh, espere! Eu esqueci de tirar a tampa da lente! O que!? Você não vai fazer de novo? Qual é, pare de brincar comigo, há há! – Disse uma voz.

A fita acabou. Imagino se a voz era do irmão que Chara mencionou.

Peguei a terceira fita e coloquei no aparelho.

- Howdy, Chara! Há, dessa vez eu te peguei! Eu deixei a tampa . . . De propósito! Agora você está sorrindo por motivo nenhum! Tee hee! . . . O que? Ah, sim, eu me lembro. Quando nós tentamos fazer torta de caramelo com canela para o papai, certo? A receita pedia copos de manteiga, mas colocamos botões de ouro ao invés disso. ( copos de manteiga em inglês é cups of butter e botão de ouro é buttercup. Botões de ouro são venenosos. ) É! Aquelas flores deixaram ele bem doente. Eu me senti tão mal. Nós deixamos a mamãe bem brava. Eu deveria ter rido para me aliviar, como você fez. Uhhm, de qualquer jeito, onde você quer parar com isso? Huh? Desligar a câmera? OK.

E a fita acabou. A risada da voz me parecia familiar, mas eu não sabia de onde. Eu imagino sobre o que eles falaram depois disso, mas eu não acho que eu deva perguntar para Chara.

Ignorando meus pensamentos, eu peguei a próxima fita e a coloquei no aparelho.

- E – Eu não gosto muito dessa idéia, chara. O que? N – Não eu não . . . Crianças grandes não choram. É, você está certa . . . Não! Eu jamais duvidaria de você, Chara . . . Nunca! É . . .É! Nós vamos ser fortes! Nós vamos libertar todo mundo! Eu vou pegar as flores.

E a fita acabou.

Eu peguei a última fita e coloquei no aparelho.

- Chara . . . Você esta me ouvindo? Nós queremos que você acorde . . . – Disse uma voz

- Chara! Você tem que continuar determinada! Você não pode desistir . . . Você é o futuro dos humanos e monstros . . . – Disse Asgore

- Psst . . . Chara . . . Por favor acorde . . . E            u não gosto desse plano mais . . . Eu . . . Eu . . . Não, eu disse . . . Eu disse que jamais duvidaria de você. Seis, certo? Nós só temos que conseguir seis. E nós vamos conseguir juntos, certo? – Disse a voz

E a fita acabou. Essa era a última fita. Chara ainda estava quieta como antes.

Do outro lado da TV tinha uma tela, que dizia :

‘’ Entrada numero 4 : Eu tenho pesquisado humanos para ver se eu posso achar qualquer informação sobre suas almas. Eu acabei bagunçando ao redor do castelo . . . E achei essas fitas estranhas. Eu não acho que Asgore assistiu essas fitas. Eu não acho que ele deveria. ‘’

Eu comecei á voltar e segui pelo caminho que eu não havia ido antes.

Eu logo cheguei á uma sala cheia de ventiladores, e no começo dela tinha uma tela, que dizia :

‘’ Entrada número 11 : Agora que o mettaton ficou famoso, ele não fala mais comigo. . . . Exceto para perguntar quando eu vou terminar o corpo dele. Mas eu tenho medo de que, quando eu terminar o corpo dele, ele não vai precisar de mim mais . . . E então nós nunca mais vamos ser amigos. Além disso, toda vez que eu tento trabalhar nisso, eu só fico muito suada . . . ‘’

Eu segui em frente, e cheguei á uma alavanca. Quanda eu puxei a alavanca, os ventiladores ligaram e tiraram toda a névoa da sala. Mas, quando eles fizeram isso, alguns pedaços de poeira que estavam no ar começaram á se juntar e formaram um monstro que parecia um enorme cachorro com várias patas, que tinha um buraco no lugar da cara.

- É o amalgamate. – Disse Chara.

Como ele parecia um cachorro, eu tentei brincar com ele, mas ele não parecia estar animado o suficiente para isso.

Seus ataques eram bem semelhantes aos outros ataques de monstros cachorros que eu havia encontrado, mas dessa vez mais rápidos e forte, além de que pareciam vir de vários lugares.

Como ele não estava animado, eu tentei fazer carinho nele, mas ele estava muito longe. Eu só fiz carinho no ar.

E então ele atacou.

Como ele estava longe demais, eu o chamei. Ele tropeçou até mim, expelindo um liquido que parecia baba do buraco que ficava na cara dele.

Eu fiz carinho nele. Ele começou á ficar agitado,e então ficou calmo. Ele dormiu no meu colo por um momento, até que ele acordou de repente e escalou selvagemmente nas paredes.

Eu taquei minha arma pelo corredor e ele foi atrás e trouxe de volta para mim, eu repeti isso algumas vezes, e ele se cansou. Ele se apoiou no meu colo.

Eu fiz carinho nele e ele pareceu ficar bem satisfeito com tudo isso. Os espaços entre suas patas revelaram ser sombras de gatos.

- Endogeny está contente. – Disse Chara]

E em seguida o monstro sumiu.

Graças ao ventilador, a névoa no laboratório parecia ter sumido, então eu fui para outra sala que eu não tinha ido antes.

A sala tinha alguns espelhos e flores douradas espalhadas, e ao avançar por ele eu logo cheguei á uma tela, que dizia:

‘’ Entrada numero 7 : Nós vamos precisar de um recipiente para armazenar as almas quando a hora chegar. Depois de tudo, um monstro não pode absorver a alma de outros monstros. Assim como um humano não pode absorver uma alma humana . . . Então . . . E se for algo que não é nem humano nem monstro? ‘’

E logo em seguida outra, que dizia :

‘’ Entrada numero 10: Os experimentos no recipiente são uma falha. Não parece ser diferente dos casos de controle. Eles são bem complicados de trabalhar de qualquer jeito. A semente gruda em você, e não sai de jeito nenhum . . . ‘’

Eu estava passando pela sala quando um monstro de repente surgiu. O monstrop tinha pernas longas, um único olho, e um bico.

O monstro falava de forma que eu não podia compreender.

Eu decidi pegar no pé dele, e o questionei o que ele estava fazendo. Pareceu bem efetivo.

Seus ataques pareciam bem perturbadores, por algum motivo.

Em seguida eu me ajoelhei e rezei por segurança. Parece que o monstro recuperou um pouco de sua consciência.

Em seguida eu fiz algo misterioso ( Um truque de mágica, por exemplo ), e o monstro recuperou sua consciência.

- Reaper Bird recuperou sua consciência! – Disse Chara

E então o monstro sumiu.

A sala seguinte tinha uma fechadura e uma nota, que eu não pude ler, e só reconheci uma palavra,  ‘’ Antigo ‘’.

A fechadura era azul, e não parecia que eu tinha a chave certa para ela.

E então voltei para procurar a chave, e voltei para a sala que antes estava coberta pela névoa.

Os ventiladores nas paredes tinham voltado á funcionar e tirado toda a névoa da sala.

A sala estava repleta de geladeiras, e logo ao lado da porta tinha uma tela, que dizia :

‘’ Entrada numero 19 : As famílias continuam me ligando para saber quando todos vão para casa. O que eu deveria falar? Eu nem respondo mais o telefone ‘’

Um pouco mais pra frente tinha outra tela, que dizia :

‘’ Entrada numero 20 : Asgore me deixou quatro mensagens hoje. Quatro sobre todo mundo estar bravo. E uma sobre esse copo de chá que fez ele lembrar de mim. Obrigada Asgore. ‘’

Mais pra frente tinha mais uma, que dizia :

‘’ Elemento 21 : Eu passo o tempo todo no lixão agora. É o meu tipo. ‘’

Uma geladeira começou á tremer, mas quando eu abri ela estava vazia.

E outra geladeira, depois que eu abri, se tornou em um monstro.

- Está tão frio. – Disse Chara.

Me lembrando de Snowdrake em Snowdin, eu conto uma piada. A expressão do monstro começou á mudar.

- Há há . . . Eu me lembro . . . – O monstro disse.

Eu contei mais algumas piadas, e o monstro se acalmou. Sumindo e deixando uma chave azul para trás.

A sala seguinte tinha uma fechadura, onde a chave verde coube perfeitamente

Eu voltei e encaixei a chave azul em seu lugar, e então fui para a porta principal.

Mas eu de alguma me perdi, e fui parar em um corredor   eu eu não ntinha visto antes. Nele havia uma tela, que parecia mais velha,e o que estava escrito nela estava em símbolos estranhos que eu não era capaz de ler, mas Chara parecia ter entendido.

- Você entendeu isso, Chara? – Perguntei

-Hã? Ah, sim. – Ela respondeu, ainda destraida.

- Você pode traduzir pra mim?

- Claro! Está escrito: ‘’ Entrada numero 17: Escuro, escuro e ainda mais escuro. A escuridão continua crescendo. As sombras cortando mais fundo. Leitor de fótons negativo. Esse próximo experimento parece bem bem interessante. . . . O que vocês dóis acham? ‘’

- . . . E o que isso significa?

- Eu não faço a menor idéia.

Eu cheguei na porta e entrei.

A sala por trás da porta parecia um elevador, mas tinha uma porta do lado, que levava para um corredor.

Havia duas telas no corredor, mas parecia que elas estavam desligadas pela falta de energia.

No fim do corredor havia uma porta que levava para o gerador de energia.

Eu liguei o gerador, mas logo depois que eu fiz isso, vários monstros apareceram e começaram á me cercar.

- Ei! Parem!! Eu trouxe um pouco de comida para vocês, okay!? – Alphys apareceu os parando, e os monstros foram embora. – Desculpa por isso. Eles ficam meio mal humorados se eles não são alimentados na hora. Eu acho que eles sentiram o cheiro das batatas chips que você tinha,e . . .De qualquer jeito! A energia caiu,e eu estive tentando ligar de volta! Mas parece que você estava um passo á minha frente. Isso provavelmente foi apenas uma grande incoveniencia para você . . . Mas eu aprecio que você tenha vindo pra cá pra me apoiar! Como eu disse, eu estava com medo que eu talvez . . . Não fosse voltar. Mas não é por causa desses caras ou algo assim. Era por que eu estava com medo que . . . Eu estaria assustada demais para falar a verdade . . .Que eu talvez corresse para longe ou fizesse algo . . . covarde.

- . . .

- Uh . . .eu . . . Eu suponho que eu lhe deva uma explicação. Como você provavelmente sabe, Asgore me pediu para estudar a natureza as almas. Durante minha pesquisa, eu isolei um poder que eu chamei de ‘’ determinação. ‘’ Eu injetei em monstros que estavam morrendo para que a alma deles permanecem mesmo depois da morte. Mas o experimento falhou. Você vê, diferente do corpo dos humanos, o corpo dos monstros não tem . . . Matéria fisica o suficiente para aguentar essas concentrações de ‘’ determinação. ‘’ Os corpos dele começaram á derreter,e eles perderam a fisicalidade que eles tinham. Bem cedo, todos os sujeito do teste tinham derretido juntos em . . . Naqueles. Vendo eles desse jeito, eu soube . . . Que eu não poderia contar a família deles sobre isso. Eu não poderia contar á ninguém sobre isso. Não importa o quanto todos estavam me perguntando. E eu estava com medo demais para fazer qualquer mais trabalho, sabendo . . . que tudo que eu tinha feito até então tinha sido uma falha horrível. . . . Mas agora . . . Eu mudei de idéia sobre tudo isso. Eu vou contar para todos o que eu fiz. . . . Vai ser difícil. Ser honesta . . . Acreditar em mim mesma . . . Eu tenho certeza que vai ter vezes que eu vou resistir. Eu tenho certeza que vai ter vezes onde eu vou bagunçar tudo de novo. Mas sabendo, lá no fundo, que eu tenho amigos em quem eu posso me apoiar . . . Eu sei que vai ser bem mais fácil ficar de pé por mim mesma. Obrigada. Vamos lá pessoal. É hora de ir pra casa. – E então ela saiu do laboratório com os monstros.

Eu fui em direção ao elevador, mas eu parei e percebi que as telas que esavam desligadas antes agora estavam ligadas, e elas pareciam diferentes das outras, brilhando em vermelho.

A primeira dizia: ‘’ Entrada numero 8 : Eu já escolhi um candidato. Eu não contei para Asgore ainda porque eu quero que seja uma surpresa para ele. No meio do jardim dele, tem algo especial. A primeira flor dourada, que cresceu antes de todas as outras. A flor do lado de fora do mundo. Apareceu bem antes da rainha sair. Eu imagino . . . O que acontece quando algo sem uma alma ganha o desejo de viver? ‘’

E a segunda dizia: ‘’ Entrada numero 18 : A flor se foi. ‘’

- Flowey . . . – Eu deixei escapar.

Eu fui para o elevador e apertei o andar normal. O elevador começou á subir.

E o telefone tocou de repente. A voz do outro lado era uma voz que eu nunca tinha ouvido antes.

- Chara . . . Você está aí? Já faz um tempo, não é? Mas você tem ido bem. Graças á você, tudo voltou ao lugar. Chara . . . Te vejo em breve. – E então a voz desligou.

- Asriel . . . ? – Chara perguntou

E o elevador parou.


Notas Finais


Wow, fazia tempo que eu não escrevia algo tão longo assim . . .
Eu preciso dormir agora, por que eu estou morrendo de sono . . .
Stay Determined, e tchau.


Gostou da Fanfic? Compartilhe!

Gostou? Deixe seu Comentário!

Muitos usuários deixam de postar por falta de comentários, estimule o trabalho deles, deixando um comentário.

Para comentar e incentivar o autor, Cadastre-se ou Acesse sua Conta.


Carregando...