História UnderMind - Capítulo 1


Escrita por: ~

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Categorias Undertale
Tags Undertale, Universo Alternativo
Exibições 14
Palavras 1.289
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Comédia, Drama (Tragédia), Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Universo Alternativo
Avisos: Drogas, Heterossexualidade, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Minha primeira Fic que pretendo postar sempre que posso. Eu realmente pretendo algo grande.

Capítulo 1 - Prólogo - Preso mental


Fanfic / Fanfiction UnderMind - Capítulo 1 - Prólogo - Preso mental

Alguns Anos Atráz

Prólogo - Preso Mental

- Esses foram os dias mais tristes da minha vida. Vela no chão, incapacitada de nada. Sofrendo... Mas não podia fazer nada por ela. Porque ela fez isso... Porque ELES fizeram isso... Eu... não entendo - Disse ela ao homem a sua frente. Ela precisava desabafar, não entendia o motivo deles terem partido. Não compreendia. Tudo oque ela amou acabou. Até mesmo sua vontade de viver... Ela definitivamente precisava de ajuda.

- Continue. - O homem ouvia com atenção.

- E então eu vi ele partir. Após ver ela no chão, ele entendeu. Sendo uma criança, ele entendeu o que tinha acontecido. Não resistiu a sua perda. Não resistiu a ver que aquilo tinha acontecido. Era demais pra ele. Durante um ato de impulso ele a pegou nos braços, e foi em direção a saída. Ele precisava fazer algo. Eu não imaginava o que era, mas não pude impedi-lo

- Hm...

- Ele saiu. No fim da tarde ele retornou. Estava acabado. Machucado, queimado, mutilado e feliz. Eu então entendi o que ele fez. Mas não pude compreender. Em uma noite, meu coração foi partido duas vezes. 

- Continue por favor.

- Eu então corri em sua direção e o puz em meus braços. Ele olhou para min. Sorriu, e sua poeira se espalhou pelo salão. Desde então, nunca fui a mesma. E jamais serei.

- Bom, infelizmente nossa seção terminou hoje. Semana que vem, eu peço que por favor retorne. Estamos fazendo um bom progresso e isso vai nos ajudar. Por favor... Sra.Dreemurr, seja forte. - O doutor então liberou Toriel. Ela precisava voltar pra casa. Estava com a mente a mil. Ainda não estava digerindo oque havia acontecido na noite anterior. Ela precisava descançar

Em outro lugar...

Ali estava ele na escuridão. Não via nada. Não escutava nada. Não compreendia a realidade, a existência, Nada. Apenas estava ali. "Eu existo?" Ele se perguntava. Nem mesmo ele podia responder essa pergunta. "Eu já existi?" Não sabia, Talvez. Se ele tivesse existido, não tinha nenhuma memória disso, nenhuma lembrança. Nenhuma saudade. Ou talvez... Ele tenha... "O que eu fui?" e o mais importante... "o que sou..." 

De repente, em um ato espontâneo ele abriu os olhos. Estaria em um jardim? Olhou em volta. Viu milhares de flores amarelas. Quando olhou para baixo, percebeu que não era mais ele mesmo. E sim, uma flor . Ele sentiu medo. Desespero.

- Estou com medo... Mamãe... Papai... Alguém... Por favor... - Entrou em prantos. Quando se deu conta, um enorme e peludo monstro chegou para acolhe-lo

- Está tudo bem... Acalme-se, por favor. - O monstro peludo o abraçou e começou a chorar. Apenas um não entendia o que estava acontecendo, apenas queria carinho... Conforto... E nesse momento, sentiu uma enorme força vindo de dentro de si. Algo que ele nunca havia sentido. ele estava DETERMINADO, em concertar seus erros. E em um momento repentino, sem saber como, ele Resetou...

Em um reset, tudo se tornou branco. A linha temporal havia sido distorcida. O tempo havia mudado. Ninguém lembraria. Nem mesmo Ele. Isso é uma benção ou uma maldição? Nenhum monstro deveria ter essa capacidade. Mas ele teve. Ele teria de ter. O tempo foi mudado, e um novo universo, surgiu.

Tempos depois...

Capital, Castelo de Asgore

- Uah. - Disse a pequena cabra enquanto se levantava de sua cama. Olhou para o lado e percebeu que sua pequena e recém irmã ainda estava dormindo. A luz de uma nova manhã pairava sobre a janela. Os raios solares entravam e incomodavam o rosto da menor, que aos poucos também acordava.

- Parece que você demorou pra acordar - A pequena cabra diz.  A menor senta na cama e começa a olhar envolta. Ainda estava meio confusa sobre oque tinha acontecido no dia anterior. Era estranho para ela acordar em um lugar diferente que não fosse a sua casa. Tinha dormido poucas vezes em outros lugares antes de chegar ao subsolo, porém não se sentiu incomodada. Ela... se sentia diferente... Feliz...

- Eu realmente devia ter dormido bastante. Essa cama é muito confortável! O quarto é fresco, tudo aqui é ótimo. Por favor diga que isso não é um sonho! - Disse Chara entusiasmada, de repente sentiu um leve belisco, o que acabou lhe assustando.

- AI!

- Você pediu para que eu te mostra-se que isso aqui não é um sonho! - Após Asriel dizer isso os dois começaram a rir. Era definitivamente estranho pros dois terem irmãos. Nunca tinham convivido com pessoas da mesma idade em casa. 

- Bom dia crianças! - Abre a porta do quarto Toriel. Estava segurando dois grandes pedaços de torta e com um grande sorriso no rosto. Parecia que a chegada da nova filha havia deixado ela ansiosa, pois em seus olhos podia se reparar que ela não havia dormido muito bem. Mesmo assim, ela ainda parecia muito animada para o novo dia.

- Parece que a nova convidada te fez acordar mais cedo hoje - Disse Asriel. Ele sabia que o café na cama não seria a única novidade do dia.

- Ainda preciso preparar muitas surpresas hoje! Vocês não tem ideia do que eu e seu pai estamos planejando. -Diz Toriel deixando um clima de mistério no ar.

- Fique sabendo que eu não gosto muito de mistérios sra . Dreemurr! - Disse Chara com um tom ameaçador/brincalhão.

- Eu odeio ficar ansioso! Oque seria mamãe?! - Disse Asriel coçando as duas orelhas.

- Vocês irão ver! - E assim Toriel saiu do quarto deixando as bandejas em cima da cama de cada um. 

O Novo dia tinha começado a mil. Os dois levantaram e foram pra a mesa do café. Já tinham acabado de comer seus grandes pedaços de torna  e estavam levando as bandejas para a cozinha. Quando entraram, perceberam que Asgore também tinha acabado de acordar.

- Bom dia pai! - Disse Asriel num tom animado. Seu pai ainda estava meio sonolento, demorando um pouco a entender a situação.

- Bom dia sr. Dreemurr. - Chara também o cumprimenta. Com um pouco mais de timidez é claro. Agora morava ali, mas ainda não se sentia 100% em casa.

- Bom dia crianças! Aceitam um chá de flores douradas? - Diz Asgore. Responde com entusiasmo. Ainda estava acordando de sua longa noite, mas já entendia perfeitamente a situação.

- Muito obrigado Sr. Dreemurr. Já comemos, não estamos com fome. - Responde a menor.

- Iremos no campo brincar papai. Voltamos em alguns minutos!

- Não se atrasem crianças! Sua mãe irá ficar preocupada! - Disse Asgore ao longe, apenas olhando os dois correndo em direção ao campo de flores. Estava tão calmo o dia. Parecia que nada poderia dar errado.

Em outro lugar...

- Gaster! Venha, dê uma olhada na maquina!

- Oh meu deus... Isto está errado...

- Repare! A linha temporal foi alterada! O tempo e o espaço foi distorcido! O Passado está sendo alterado!

- Isso não é possível.

- Está na máquina Gaster. A maquina nunca erra. Nunca mente.

-Pense nas possibilidades Sans! Se isso tivesse acontecido... Teríamos percebido..

- Não estamos salvos das alterações temporais Gaster. Estamos em uma linha do tempo. Ela não é segura. Nenhuma é segura mais. Ele está a solta. 

- Mas... Ele NÃO devia ter a essa capacidade. Ele NÃO devia! 

- Isso só quer dizer... Que ele tem sim este poder. Você sabe. Você vê. Todos nós  presente aqui vemos. Nós lembramos do que acontece no tempo alterado. Poucas coisas. Mas lembramos.

- De qualquer maneira, precisamos  ficar alertas e descobrir oque ele quer. Mesmo que dessa vez não tenha acontecido nada tão grave, da próxima vez, a linha temporal Pode ser rompida.

Continua

 


Notas Finais


Ficou meio curto, mas é apenas para explicar o início. Espero que curtam, iram vir muito mais desses de agora em diante....


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