História Underrated Imagines - Capítulo 2


Escrita por: ~

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Palavras 1.388
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Colegial, Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Escolar, FemmeSlash, Ficção, Fluffy, Hentai, Lemon, Musical (Songfic), Orange, Romance e Novela, Slash, Universo Alternativo, Yaoi, Yuri
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Pansexualidade, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Aye, como vão vocês?
Vim aqui hoje deixar esse imagine fofinho e cheio de açúcar (e um pouco de pimenta, também), com um dos seres humanos mais lindos da face da Terra: Choi Yewon, a.k.a Arin.
Espero que gostem <3

Capítulo 2 - She's A Baby [Arin - OMG]


Fanfic / Fanfiction Underrated Imagines - Capítulo 2 - She's A Baby [Arin - OMG]

-"my baby don't like it when you come around" - eu acompanhava a voz suave dos garotos de NCT com os olhos fechados, me movendo sem pensar muito sobre isso, apenas sentindo as batidas fluírem pelo meu corpo enquanto a música ecoava em minha cabeça e pelas paredes da casa de praia dos meus pais, sufocando a maioria dos meus pensamentos racionais.

-aigoo, unnie! - a voz de Arin cortou a melodia da música com sua exclamação divertida, seguida por sua típica risada nervosa. 

Abri os olhos para encontrar a garota sentada no sofá, as pernas chutando o ar e as mãos cobrindo a boca enquanto ela tentava conter suas gargalhadas. Em seu pijama cor de rosa, cabelos desgrenhados e rosto completamente livre de maquiagem, minha melhor amiga e dongsaeng parecia uma criança feliz, o que me fez rir também.

-Yah! -gritei, agarrando uma almofada sobre o sofá e batendo na garota com o objeto. -Você não deveria rir de sua unnie!

Mesmo sendo atacada, a gargalhada gostosa dela continuava soando pelo cômodo, superando o volume da música e os da minha própria.

-Unnie, me desculpe. - gritou ela, depois de apenas um minuto. - Eu não vou mais rir de você, eu juro!

Diante dessa promessa, eu parei de atingi-la, me afastando para sentar sobre minhas pernas dobradas.

-Acho bom. - apontei, bagunçando ainda mais seus cabelos com uma mão. - Eu não estou de deixando ficar na minha casa, comer a minha comida e usar a minha energia pra você rir da minha cara.

Ela passou as mãos pelos fios castanhos e macios em uma tentativa de colocá-los no lugar, suas bochechas coradas e a respiração ofegante. Arin era tão adorável; ainda que fosse apenas um ano mais nova do que eu, eu constantemente tinha a impressão de que ela continuava com dez anos, a idade que ela tinha quando a família dela se mudou para a casa ao lado da minha. Ela ainda era tímida com pessoas novas, como era comigo no início, ainda segurava a manga da minha blusa ou o meu pulso quando passávamos por lugares lotados e gargalhava com o corpo inteiro, se movendo involuntariamente como um bebê.

Minha Arin precisava ser protegida.

Mordi meus lábios, assistindo enquanto ela se acomodava de pernas cruzadas, o sorriso ainda em seu rosto bonito. Ela sorria o tempo todo, quando estávamos juntas; para o resto do mundo, Arin escondia o rosto sob a franja e procurava não chamar muita atenção, mas, quando estávamos sozinhas, ela não calava a boca, ela permitia que sua risada saísse tão alta quanto possível, não reprimia reações, não fingia nada.

Se ela soubesse o quão preciosa ela era...

Aquele fim de semana deveria ser apenas mais uma das nossas tradicionais Festas do Desespero, que aconteciam nos finais dos semestres há cinco anos, quando a nossa ansiedade já estava em um nivel absurdo e a morte soava como uma ótima opção. Era uma noite na qual nós apenas dançávamos, conversávamos e esquecíamos das nossas responsabilidades por um tempo, uma forma de aliviar o estresse acumulado nas últimas semanas de aula, mas tal ocasião festiva, que sempre foi o motivo de eu aguentar firme até o final do tortuoso período letivo, em algum momento, havia se tornado bem mais do que uma festinha do pijama entre duas amigas adolescentes.

-unnie...- chamou Arin, manhosa, se inclinando na minha direção. - Eu senti sua falta.

Sorri, mas meu coração apertou um pouco com essas palavras.

-Eu sei. -admiti, com um suspiro. - Eu sinto muito por não ter ligado mais vezes. E eu sei que prometi que eu ligaria, Arin-ah, mas...

Ela imediatamente estalou a língua para as minhas desculpas, erguendo suas mãos para segurar meu rosto, seus olhos procurando os meus. Ela sempre me olhava nos olhos, nesses momentos, e meu coração sempre falhava.

-unnie, não se preocupe com isso. Você começou a universidade esse ano, e eu sei que não é a mesma coisa que a escola. - ela falava com calma e confiança, se aproximando mais alguns centímetros (de propósito? Ou não?), seu rosto fofo deixando transparecer seu aegyo natural que me fazia querer apertá-la. - E mesmo que você não tenha falado muito comigo, eu sei que você se importa comigo, unnie. 

Suspirei, mais para mim mesma do que para ela. Eu fui uma melhor amiga tão negligente, nos últimos seis meses; com o início das minhas aulas na Korea University e a mudança de Busan para Seul, eu mal tive tempo para ligar para Arin, que dirá conversar de verdade com ela. E a situação só foi piorando com o passar dos meses; houveram semanas nas quais eu nem falei com minhas companheiras de apartamento, imagine com minha melhor amiga que morava em outra cidade.

-Bem. - murmurei, um sorriso lento subindo aos meus lábios. - Pelo menos me deixe compensar você, então.

Deixei as palavras e seus significados penderem no ar, percebendo a mudança em seus olhos quando ela percebeu o que eu estava dizendo. Suas bochechas ficaram em um tom de rosa muito vivo, a língua escapando da boca para acariciar tentadoramente os lábios cor de rosa, as mãos deixando minha face para pousarem sobre seu rosto bonitinho.

-ah, unnie. - reclamou Arin, voltando a me encarar depois de alguns segundos, os olhos escuros brilhando com algo que eu conhecia muito bem. - V-você não p-precisa...

-Mas eu quero. - interrompi, segurando ambas as mãos dela com as minhas, puxando ela para mais perto. - Você quer, Arin-ah?

Ela não hesitou em balançar a cabeça afirmativamente, como uma criança a quem um doce que ela queria muito foi oferecido. Ela prendia a respiração enquanto eu me aproximava devagar, ansiosamente se movendo em seu lugar, os olhos fechados e um leve bico nos lábios.

Ela era tão fofa.

Acabei com a distância entre nós duas com o máximo de delicadeza possível, apenas pressionando nossos lábios juntos, sentindo sua respiração finalmente bater contra minha pele e um leve sorriso e nosso beijo. Minhas mãos subiram para os rosto dela, segurando a bochecha aquecida, muito lentamente movendo minha boca sobre a sua, sentindo o quão suave e macia Arin era sob meus toques, como ela respondia imediatamente às minhas provocações, suas mãos deixando seu colo para segurar minha cintura e me puxar para mais perto.

Era disso que eu sentia mais falta. De seu gosto, de suas carícias, de como ela me tocava com tanta suavidade; Arin era um menina curiosa, e aceitou meus beijos assim que eu perguntei se ela queria, há alguns anos atrás, quando ainda estávamos na escola, descobrindo o que era ser mulher.

Pedi passagem com a língua, e está foi imediatamente concedida, quase como se estivesse esperando que eu pedisse; deixei uma das minhas mãos em seus cabelos e desci a outra por seu pescoço, bem devagar, aproveitando a maneira como ela se arrepiava com o mais leve toque e arqueava a coluna, permitindo que seu corpo recuasse conforme o meu avançava até que eu estivesse sobre ela, o mais baixo e suave gemido escapando de sua garganta quando meus dedos traçaram apenas brevemente o contorno de um seio antes de se fixarem em sua cintura fina.

-Unnie. - chamou ela, quando eu deslizei meus beijos pelo seu maxilar até seu pescoço sensível. - Eu amo você. Eu amo tanto você.

Ainda que eu estivesse lentamente tramando um caminho para uma diversão pecaminosa, que aqueles lábios deixassem escapar gemidos e palavras de incentivo sempre que eu a acariciava em seus lugares mais sensíveis e também já tivessem me beijado, lambido e chupado em vários lugares, várias vezes, aquelas palavras saíram de uma maneira tão pura que eu só pude parar o que eu estava fazendo para encará-la, surpresa.

Suas pupilas dilatadas me ficavam com uma intensidade que teria me assustado se ela fosse qualquer outra pessoa, um pequeno sorriso sincero em seus lábios, a expressão ansiosa pela minha resposta. Meu coração pulou uma, duas batidas, enquanto o meu cérebro processava que Arin havia dito que me amava, me amava daquele jeito, tão doce e verdadeiro, tão cheio de carinho.

Com uma calma que eu não sentia, a beijei nos lábios mais uma vez, sem outras intenções, sem outro significado, apenas uma carícia para mostrar o que ela me fazia sentir.

-Eu te amo também, Arin-ah.

O sorriso que ela abriu era mais do que o suficiente para iluminar Seul inteira, deixar o sol com inveja, ofuscar a estrela mais brilhante do universo.

Tão preciosa, minha pequena Arin.


Notas Finais


Gostaram? Gostaram? Espero que sim, porque eu amei escrever ❤
💙Beijinhos💙


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