História Underswap - Uma outra dimensão? - Capítulo 23


Escrita por: ~

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Categorias Undertale
Personagens Alphys, Asgore Dreemurr, Asriel Dreemurr, Doggo, Flowey, Frisk, Greater Dog, Grillby, Mettaton, Napstablook, Papyrus, Sans, Toriel, Undyne
Tags Blueberry X Frisk, Sans X Frisk
Exibições 219
Palavras 1.392
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 14 ANOS
Gêneros: Aventura, Comédia, Famí­lia, Ficção, Luta, Magia, Mistério, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Suspense, Universo Alternativo, Violência
Avisos: Linguagem Imprópria, Spoilers, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


Desculpem a demora!! Eu sinto que estou sempre a repetir a mesma coisa, mas eu peço imensas desculpas.
Na semana passada, eu tive que escrever para Inktale, o que durou um bom pedaço de tempo, e ainda tive que estudar, pois tive montes de testes durante estas duas últimas semanas. Lamento imenso mais uma vez T^T
Espero que goste e boa leitura.

Capítulo 23 - True Lab


P.O.V. Frisk

Depois de almoçarmos na Muffet’s, eu e o Blueberry fomos em direção ao True Lab.

Por uns momentos fiquei pensativa. Será que o devo levar comigo desta vez? Isto pode ser demasiado assustador para ele.

-Hei Blue. – Chamei-o.

-Hum? – Ele virou-se para mim e sorriu. Huh, para de ser tão fofo! (Blueberry: Eu não sou fofo!! >.<) – Diz.

-De certeza que queres vir comigo? O lugar para onde vamos agora é muito assustador, de certeza que aguentas?

-Frisk, que parte do “vou estar sempre ao teu lado” que não entendeste?! – Ele pareceu um pouco irritado. - Eu, o Magnífico Blueberry, nunca volto atrás com a minha palavra e, além disso, eu nunca, mas nunca irei sair do teu lado. – Eu sorri, feita uma idiota. O Blue olhou para mim e sorriu também.

-Então, vamos?

-Claro.

Nós entramos no laboratório da Undyne e fomos até à sua casa de banho. Será que os Amalgamantes continuam os mesmos? Será que essa parta da “história” também mudou? No meio de tantos pensamentos, só consegui sentir alguém a cutucar-me.

-Diz Blueberry. – Olhei para ele. – Precisas de alguma coisa?

-Não preciso de nada, mas tu de repente ficaste móvel e pensativa…

-Ah. – Disse, um pouco sem jeito. – Eu estava a pensar em como será que é lá em baixo.

-Lá em baixo? – Perguntou confuso.

Eu dei-lhe a mão e disse:

-Vem comigo.

Nós fomos para dentro do elevador/casa-de-banho/sala-do-nervosismo e, para surpresa do Blue, aquilo era um elevador para ir para o andar de baixo.

-M-Mas que?

-Não te assustes. – Só depois é que reparei que ainda estava de mãos dadas com ele, mas eu não quis tirar a minha mão, pois era… tranquilizador estar de mãos dadas com ele. (Telma: Frisk, para de drama e admite de uma vez que gostas do nosso querido e adorável Blue!/ Frisk: *Corada* N-Nem pensar!)

 

P.O.V. Blueberry

Eu não sei o que se está a passar comigo! Quando a Frisk agarrou a minha mão, o meu coração bateu muito depressa. E-Eu não entendo o que isso quer dizer, realmente não entendo.

Eu e a Frisk entramos no elevador e descemos. Quando saímos, eu reparei que estávamos num… laboratório subterrâneo? Aquilo era deveras assustador.

-ei Blue. – Frisk chamou-me. Eu olhei para ela e fiz-lhe sinal para continuar. – Eu tenho duas coisas a pedir-te. Uma, é que não te afastes de mim, pois aqui em baixo é perigoso. A segunda é que… Não ataques nenhum dos monstros que iremos encontrar aqui. Mesmo que… Mesmo que eles sejam assustadores, ou ataquem, nós não devemos contra-atacar. Afinal, fomos nós que invadimos o espaço deles, então, pronto. Só te queria pedir isso.

-Claro. Eu não iria atacar de qualquer das maneiras. - Ela sorriu e eu corei um pouco. – B-Bom, vamos continuar.

Nós continuamos a andar e paramos em frente de uma porta trancada.

-Eu sei onde estão as chaves, então vamos? – Questionou-me.

-Claro! - Eu sorri-lhe.

Nós andamos por um corredor escuro, até encontrarmos um ponto brilhante. Como é que se chamavam? Os “Saves”? Sim, acho que era isso. Depois fomos até uma sala cheia de camas. Nós continuamos a andar, e paramos numa sala cheia de espelhos e flores, quando alguém nos atacou.

Eu fiquei horrorizado com aquela cena. Era como se vários monstros tivessem derretido e se misturado. Eu comecei a tremer um bocado. Frisk apertou a minha mão e olhou para mim como se dissesse “Está tudo bem.” Isso fez-me sentir melhor.

A Frisk conversou, brincou, rezou com aquela criatura e isso deixou-o… feliz.

 

*Quebra de Tempo*

Isso repetiu-se várias vezes, e, ao mesmo tempo, nós íamos encontrando chaves e botões. Nós abrimos a porta e entramos numa espécie de elevador, com um corredor ao lado esquerdo. Eu ia pressionar algum botão do mesmo, mas a Frisk travou-me e disse:

-Não vale a pena. Não tem energia. Temos que ir por ali. – Ela apontou para o corredor e eu assenti.

Nós fomos pelo corredor e depois estávamos numa sala escura com uma fonte de energia.

(N.T: Desculpem, eu não me lembrava do nome.)

-Eu, o Magnífico Blueberry, vou ligar a máquina.

-Estou mesmo atrás de ti. – Respondeu Frisk.

Assim que eu liguei, várias daquelas criaturas apareceram e vieram ter connosco, de forma um tanto assustadora.

-F-Frisk, cuidado. – Eu exclamei. Eu estava muito preocupado.

-Não te preocupes Blue. Eu sei o que é que irá acontecer e mesmo que fosse algo diferente, eles não me querem magoar. Afinal, eles só estão curiosos e confusos. – Ela sorriu gentilmente. Eu caí um pouco na real. Eu só estava a pensar no meu bem-estar e no da Frisk. Mesmo eu adorando todo o mundo, eu estava com medo destas criaturas, pois nunca as tinha visto antes. E a Frisk… Ela está a viver isto pela segunda vez. Ela, neste momento, está numa outra dimensão que ela não conhecia. Mas ela não ficou com medo nem ficou desesperada. Ela simplesmente… Manteve-se determinada. A Frisk, mesmo nestas situações, consegue ser incrível. Eu corei um pouco assim que pensei nisso. Ela é mesmo magnífica.

-Hei! Parem! – Eu consegui ouvir a voz da Undyne e a mesma apareceu.– Eu trouxe um pouco de comida para vocês. – Aquelas criaturas foram-se embora, deixando só nós três na sala. – Eu peço desculpa. Eles ficaram curiosos quando sentiram o cheiro de um humano e eu não os tinha alimentado na hora, por isso ficaram um pouco… alterados. – Ela olhou para nós dois e depois encorou o chão. – E-Eu gostava que vocês não tivessem visto isto. E-Eu… - Ela suspirou. – Isto foi um experimento que eu fiz com alguns monstros já mortos. Eu pensei que… Se eu juntasse um pouco das “motivações” dos humanos, nós conseguíramos ser mais fortes. Gentileza, Bravura, Integridade, Justiça, Paciência, Inteligência e… Determinação. No final não valeu de nada. Eu só queria ajudar os monstros a tornarem-se fortes. Para que houvesse um pouco mais de “equilíbrio” entre as nossas raças e talvez, conseguíssemos quebrar a barreira.

Nós ficamos em silêncio, até Frisk começar a falar:

-Então… Porque é que te sentes tão culpada? – Undyne e eu olhámos para ela, confusos. – VÊ bem. Tu deste uma nova vida a monstros já mortos, mesmo que agora sejam uma mistura deles, os mesmos podem ter alguém para conversar, mesmo que sozinhos. – Ela riu um pouco com o seu comentário, enquanto eu e a Undyne sorrimos. – Utilizaste um pouco das “qualidades” de cada alma. E o mal?  O teu único erro foi esconder a verdade de todos. Não podes continuar a manter tudo isto dentro de ti. Falo tanto pelo bem dos outros, mas como pelo teu. Não é bom ter muito peso às costas e, sem dúvida nenhuma, que já te sobrecarregaste só para poderes lidar com isto, sozinha. Isso foi o que fizeste de errado. Não precisas de ter medo de falar, afinal, os teus amigos estarão lá para te ajudar, como eu e o Blue estamos a fazer agora. – Ela sorriu e eu só consegui ver a Undyne a vir ter connosco e a abraçar-nos.

-É exatamente como a Frisk disse. Eu, o Magnífico Blueberry, irei estar sempre ao lado dos meus amigos.

Ela largou-nos e disse:

-Muito obrigada, vocês têm toda a razão. Vou já remedia a situação. – Ela saiu a correr.

-Uau Frisk, tu és demais.

-Hum? – Ela olhou para mim, confusa. – Porquê?

-Porque, podes até mesmo estar a repetir os teus atos e palavras, mas continuas a ser genuína. – Eu vi-a ficar vermelha com o comentário e, por algum motivo, eu senti as minhas bochechas ósseas ficarem quentes.

-Bom, agora temos de para o castelo. Vamos ter de enfrentar a (Telma: Vadia.) Rainha Toriel. – Eu olhei assustado para ela. Mas não era por ter medo que a Rainha Toriel se magoe, mas sim pelo contrário. Eu não quero que a minha Frisk se magoe… … … Minha? -  Não te preocupes, desta vez, não irá acontecer nada de mal com ela.

-Não era por isso que eu fiquei assustado! Eu não quero que te magoes! – Eu exclamei. E, mais uma vez, senti as minhas bochechas quentes. Ela olhou espantada para mim. – V-Vamos embora. – Eu disse, sem olhar para ela, para disfarçar um pouco o rubro das minhas bochechas.

 

P.O.V. Frisk

Ele…. ARGH!!! Eu estou muito confusa. E porque é que eu estou tão vermelha?!

Eu respirei fundo e acalmei-me. Vamos só… Esquecer isto. Pelo menos, por agora.


Notas Finais


Mais uma vez, desculpem a demora T^T
Já agora, o Halloween é amanhã e eu pensei "Será que eles gostariam de algum especial para o melhor dia de todo o ano?" Enfim, eu estou a perguntar agora. O que é que acham? Devo fazer algo? Cabe a vocês decidir ^-^
Muitos beijinhos e até à próxima ^3^

ASSINADO: Telma


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