História UNDERTALE - No Mercy /Sans/ - Capítulo 24


Escrita por: ~

Postado
Categorias Undertale
Personagens Papyrus, Personagens Originais, Sans, W. D. Gaster
Tags Game, Jogo, Origens, Sans, Superfície, Undertale
Exibições 55
Palavras 780
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Ação, Artes Marciais, Ficção, Luta, Magia, Mistério, Romance e Novela, Saga, Universo Alternativo
Avisos: Álcool, Drogas, Spoilers, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


YES! FINALMENTE EU ESTOU POSTANDO UM CAPITULO NO DIA CERTO! UHUUUUL!!!

Aproveitem! :D

Capítulo 24 - 7 Almas Para A Liberdade


Sentado na cadeira, impaciente a ansioso, eu esperava Gaster recolher suas ferramentas. Papyrus estava encostado num canto ao lado do elevador que levava para a casa de Gaster observando tudo com cuidado. Após alguns segundos o pesquisador levantou de perto da maleta, jogou os equipamentos em cima da mesa e a arrastou para um canto.

— Fique aí. Faremos o experimento aqui mesmo. — ele parecia animado como uma criança em uma gincana de jogos exóticos. Gaster era o tipo de pessoa que é séria e formal perto dos outros, mas quando está se divertindo parece um sensacionalista de descobertas.

O esqueleto chegou perto de mim com o que supus ser algo como um medidor de PM. O aparelho tinha um controlador — que estava no bolso do jaleco do cientista — de onde saíam dois fios que conectavam a suas respectivas garras, parecidas com os jacarezinhos que se usam nos motores de carros. A ferramenta era semelhante a um multímetro.

— Certo, aqui vamos nós. — o esqueleto abria e fechava os jacarezinhos compulsivamente.

— Vai doer? — perguntei, preocupado.

— Não... — olhou para um canto como quem tentava lembrar de algo — ...eu acho.

Gaster agarrou os jacarezinhos em cada um de meus dedos indicadores. Eles apertavam muito forte, e meu dedo esquelético doía com a pressão.

— Ei! Isso dói!

— Ah, deixa de ser fresco — rebateu Gaster. Acho que foi essa parte dele que Papyrus puxou.

O pesquisador tirou o controlador do bolso e começou a mexer nos botões, muito concentrado. Eventualmente ele puxava sua prancheta da mesa e fazia alguma anotação em Wing Dings. Reparei como o esqueleto desenhava os caracteres de mãos e símbolos muito rapidamente.

— Certo... Certo... — ele murmurava repentinamente quando concluía algum cálculo — Interessante...

Após alguns vários minutos de exames onde Gaster trocou de aparelho algumas vezes usando diversas ferramentas com diferentes funções, Papyrus observava o teto entediado e eu estava quase caindo no sono.

— OKAY! — gritou Gaster quando concluiu seus exames, fazendo eu dar um pulo ao acordar —Tudo pronto! E... Ok, isso é... — o pesquisador olhava com um semblante estranho para o papel — Tenho algumas conclusões a fazer, antes de qualquer coisa...

Em contraste com a versão animada e entusiasta de Gaster, agora o esqueleto parecia bem preocupado enquanto lia seus papéis e fazia mais cálculos. A cada conclusão o pesquisador parecia ficar um pouco atordoado.

— Certo... — ele concluiu, olhando para mim — Tenho o valor aproximado do PM de uma alma humana.

— E quanto é? — Papyrus perguntou, curioso.

— Hm... mais do que eu esperava. São mais ou menos... 50.000.000 PM.

Como é que é? — exclamei, embasbacado com o valor revelado. Papyrus bufou de modo debochado e desencostou da parede. O esqueleto foi até a mesa, puxou uma cadeira e se jogou na mesma, com as pernas cruzadas e os pés em cima dos papéis de Gaster.

— Pois é... 50.000.000 PM. Isso é o equivalente à força de toda a população do subsolo. Todos os monstros para derrotar um único humano... — disse Gaster.

— Mas esses valores são exorbitantes! — respondi, indignado — Como os monstros podem ser tão fracos?!

— Não são os monstros que são fracos, babaca — disse Papyrus. Percebi no tom do xingamento que a verdadeira intenção não era ofender — Os humanos que são fortes pra caralho. Vida injusta, não acha?

Nesse momento Gaster levantou da cadeira em um pulo. O semblante mostrava que o pesquisador acabara de fazer alguma conexão e a descoberta recente parecia chocá-lo.

— Mas... veja bem — Gaster deu um empurrão nos pés de Gaster, mandando-os de volta para o chão e fora da mesa. O esqueleto encarava os papéis com peso — O PM da barreira é de...

— 350.000.000 — concluiu um Papyrus de boa memória — Isso é o equivalente a 7 almas humanas. Para mim parece um plano viável. — ao ouvir aquilo, Gaster deu um tapa no braço de seu filho.

— Que plano? — eu estava confuso.

— Matar 7 humanos, pegar suas almas e quebrar a porra da barreira. — disse Papyrus, como se aquilo fosse a coisa mais tranquila do mundo.

— M-Matar... humanos?

Me senti imediatamente ameaçado. E se tentassem me matar? Já seria um sétimo do trabalho pronto, de graça! Eu já não sei lutar bem, vai ser simples para Asgore me caçar com a tal “Guarda Real” que tanto dizem por aí... Eu seria morto e minha alma usada para quebrar a barreira.

— Ah, não se preocupe, Dylanzinho querido — disse um Papyrus que parecia achar minha preocupação engraçada — Ninguém sabe que você tem alma humana, então Asgore não vai te caçar.

Me senti aliviado. É verdade, não tem como me caçarem. Afinal, eu sou só um monstro esqueleto ajudante de um pesquisador, não é?

Mas eu não garanto nada sobre outros humanos que caírem aqui... — concluiu Papyrus, de forma assustadora.


Notas Finais


Eaí, gostou? Deixe um comentário ;3

Até a próxima!


Gostou da Fanfic? Compartilhe!

Gostou? Deixe seu Comentário!

Muitos usuários deixam de postar por falta de comentários, estimule o trabalho deles, deixando um comentário.

Para comentar e incentivar o autor, Cadastre-se ou Acesse sua Conta.


Carregando...