História Undertale - Os Seis Humanos - Capítulo 2


Escrita por: ~

Postado
Categorias Undertale
Personagens Alphys, Asgore Dreemurr, Flowey, Gerson, Mettaton, Papyrus, Personagens Originais, Sans, Toriel, Undyne
Tags Undertale
Exibições 16
Palavras 923
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 10 ANOS
Gêneros: Aventura, Comédia, Drama (Tragédia), Luta, Magia, Romance e Novela, Universo Alternativo
Avisos: Spoilers
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Segundo capítulo :D
-Mas já sansss?
-É, eu fiquei com vontade de postar..
-Por que?
-Ah, não importa. Vamos apenas ler.
-Mas eu queria saber...
-VOCÊ QUER TER UM MOMENTO RUIM?
-Tá bom!

Capítulo 2 - Bravura


Fanfic / Fanfiction Undertale - Os Seis Humanos - Capítulo 2 - Bravura

Tempo depois da primeira humana ter morrido, outro humano tinha ido explorar o Monte Ebott.

Ele vestia uma camisa cinza com listras laranjas, uma calça marrom, sapatos marrons, uma bandana na cabeça e luvas rosas. Ele era um atleta: nunca parava de correr ou de se mexer. 

-Olha só esse buraco!- disse ele.

Ele correu em volta do buraco e acabou tropeçando e caindo.

Ele caiu na cama de flores douradas.

-Urrgh... Onde estou?- perguntou se o menino. -Quanto tempo fiquei sem me mexer? Não posso ficar parado aqui! A vida é movimento!-

O menino correu até o local onde Flowey ficava.

-Opa! Como vai, corredor? Eu sou Flowey! Flowey a...-

O humano correu em disparada, não só porque tinha vontade, mas porque estava um pouco assustado com a cara de Flowey.

-Desculpa aí, florzinha! Não posso ficar parado! Ainda mais no Subsolo!- disse o menino.

-Ei, espera! Fica parado, ou não posso te acertar com... minhas... balas e...- disse Flowey, decepcionado.

-O humano correu e passou por todos os quebra-cabeças dificilmente, pois ele fazia as coisas sem pensar. Ao passar por tudo, ele viu uma casa no final das Ruínas.

-Oh! Uma casa! Lá posso descansar, já que quebrei minhas mãos batendo nesses monstros que estavam em meu caminho- disse o menino.

Toriel saiu da casa. -Oh, olá, minha criança. Eu sou Toriel, a guardiã das Ruínas- disse ela.

-Aí, espero que não queira me atacar, porque eu tô muito cansado...- disse o menino.

-Não se preocupe, eu estou aqui para te proteger.- disse Toriel. -Mas como você chegou aqui tão rápido?-

-Eu corri! E não descansei nem numa pedra, pois a vida é movimento!- disse ele.

-Oh... Entendo... Gostaria de entrar?- perguntou Toriel.

-Claro, claro. Todo atleta precisa descansar às vezes- afirmou o menino, entrando na casa de Toriel.

Ela tinha preparado uma torta de lesmas e ofereceu um pedaço para o menino.

-Obrigado! Vou precisar de muita energia para continuar minha corrida por todo o Subsolo!- disse ele.

-Um... desculpe, mas você disse "por todo o Subsolo?- perguntou Toriel. - Isso é bem perigoso para uma criança como você.-

-Não enquanto eu ser bravo e continuar correndo!- diz o menino, devorando a torta de lesmas.

-Depois de ter comido o pedaço de torta inteiro, ele saiu em disparada para o porão, onde achou uma porta. Toriel conseguiu alcançar ele.

-Por favor, criança, não vá... Você vai ser morto...-

-Não se preocupe comigo, Toriel. Sou um atleta profissional. Enquanto eu continuar me movendo, eu não serei morto.- disse o menino, num tom mais calmo.

-... Tudo bem, pequeno. Irei deixá-lo ir. Mas tome cuidado! Não deixe Asgore levar sua alma.- disse Toriel

-Seja lá quem for esse, não vou deixá-lo pegar minha alma.- afirmou o menino.

-Tudo bem. Adeus, minha criança...- Toriel se despediu do menino. Ele passou pela porta e reencontrou Flowey.

-Ora, -ora, se não é o jovem atleta, né?- disse Flowey.

-Foi mal, mas eu tenho que ir agora- disse o menino, que estava assustado com ele.

-NÃO VAI FUGIR DE MIM DESTA VEZ!- disse Flowey, numa voz maléfica.

Flowey atira meia dúzia de balas no menino, mas ele continuou se mexendo e não tomou dano. O menino estava cheio de bravura. Flowey continuou o atacando, e o menino continuou correndo, até que o menino passou pela porta que vai até Snowdin.

-Ha ha! Adeus, flor esquisita- disse o menino, fechando as portas. 

Ele andou um pouco pela floresta, até que viu dois esqueletos conversando. Um esqueleto, o mais alto, olhou para o lado.

-SANS! OLHE! AQUILO É UM HUMANO?!?- perguntou ele.

-não sei, Papyrus. ele não fica parado...- disse Sans.

-É, eu sou um humano. E daí?- disse o menino.

-NOSSA! UM HUMANO! -gritou Papyrus. EI SANS, OUVI DIZER QUE A GUARDA REAL QUER CAPTURAR UM HUMANO.- (nota: Papyrus ainda não queria ser da Guarda Real)

-hmm... isso é verdade. mas o que tem nisso?

-SANS, PENSE BEM! SE EU CAPTURAR ESTE HUMANO, IMAGINA O RESPEITO QUE A GUARDA REAL TERÁ POR MIM! -disse Papyrus.

-parece legal. mas é melhor capturar o humano antes que ele...- Antes de Sans terminar sua frase, ele percebeu que o humano não estava mais lá. Papyrus se virou e também viu que o humano não estava mais lá.

-Eles me capturarem? Tô fora! - disse o menino, correndo muito. Enquanto corria, uma das luvas dele ficou presa num galho de uma árvore.

-Ah... Não dá tempo de pegar aquela luva! Tenho que correr! - disse o menino. O humano passou direto por todos os quebra-cabeças de Papyrus e estava quase chegando na cidade de Snowdin, que ainda estava em construção, quando encontrou cachorros da Guarda Real.

O menino tentava fugir deles, mas não conseguiu. Os cachorros o atacaram. Alguns cachorros tinham absorvido o poder da alma azul clara e podiam fazer ataques azuis. O menino não resistiu e morreu. Os cães pegaram a alma humana laranja, mas não absorveram seus poderes. 

Eles estavam sendo guiados por Undyne e entregaram a alma pessoalmente à Asgore, que absorveu o poder da alma e podia preparar ataques laranjas, assim como ele também absorveu o poder da alma azul clara. -Mais um poder, e mais uma alma. Estamos mais um passo à frente para quebrar a barreira!- disse Asgore para Undyne e para os cães da Guarda Real. O Rei rapidamente armazenou a alma.

Todos os cães latiram alegremente, cheios de esperança. Undyne deu um grande sorriso.

A luva que o menino tinha esquecido no galho da árvore tinha sido pega por um adorador de caixas, que a colocou dentro de uma caixa em Snowdin.

 A outra luva e a bandana, que sobraram depois dos cães terem matado o menino, foram pegos por uma coelha roxa, que estava construindo sua loja em Snowdin. Ela colocou os itens à venda.

 




Notas Finais


hoi!
so temmie


Gostou da Fanfic? Compartilhe!

Gostou? Deixe seu Comentário!

Muitos usuários deixam de postar por falta de comentários, estimule o trabalho deles, deixando um comentário.

Para comentar e incentivar o autor, Cadastre-se ou Acesse sua Conta.


Carregando...