História Undertale - Os Seis Humanos - Capítulo 3


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Categorias Undertale
Personagens Alphys, Asgore Dreemurr, Flowey, Gerson, Mettaton, Papyrus, Personagens Originais, Sans, Toriel, Undyne
Tags Undertale
Exibições 9
Palavras 1.054
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 10 ANOS
Gêneros: Aventura, Comédia, Drama (Tragédia), Luta, Magia, Romance e Novela, Universo Alternativo
Avisos: Spoilers
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


não sei oq escrever :P


...

Capítulo 3 - Integridade


Fanfic / Fanfiction Undertale - Os Seis Humanos - Capítulo 3 - Integridade

Tempo depois do segundo humano ter morrido, outra garota humana escalou o Monte Ebott. Ela vestia uma camisa azul com listras azuis escuras, uma calça preta, sapatos de balé e um tutu de balé. Ela adorava dançar e pular. Era praticamente uma bailarina.

A menina tomou muito cuidado para não tropeçar nas raízes, pulando por cima de todas elas enquanto dançava. Mas quando ela foi pular três raízes, ela acabou pulando no buraco.

Ela gritava e caía..

E acordou na cama de flores douradas.

-Pelo menos esse espaço é perfeito... pra dançar! - disse a menina. Ela dançava graciosamente enquanto Flowey a observava escondido nas outras flores.

Enquanto dançava, a menina acabou chutando Flowey.

-Ai... Chutei uma flor! Não acredito! - disse ela.

-Isso era tudo que eu queria - disse Flowey, com um sorriso maléfico.

-...?

Flowey tirou uma raiz e a prendeu. A menina se contorcia para tentar sair da raiz, mas quanto mais ela se mexia, mais ficava apertada.

Flowey jogou ela no chão, ainda com a raiz a prendendo, e lançou balas na menina.

Mas, mesmo presa, ela ainda conseguia pular. Ela pulou sobre todas as balas, e nenhuma a acertou.

Então, ela cortou a raíz com seus pés.

-Isso não pode estar acontecendo! -disse Flowey. 

-Tchau! - disse a menina, se despedindo.

-Ah, sério? Já é a terceira vez que isso acontece! -disse Flowey.

A menina saltitou até uma porta, onde estava Toriel.

-Oh, olá, pequena bailarina -disse Toriel. -Eu sou Toriel, a guardiã das Ruínas. -

-Ah, oi... Tem algum lugar onde eu possa praticar saltos? -a menina perguntou.

-Claro... siga-me... -disse Toriel.

Elas andaram até a casa de Toriel.

-É aqui - afirmou Toriel.

Elas entraram e a menina começou a dançar na sala principal (aquela que tem a escada). Toriel estava feliz de finalmente ter companhia.

A menina então decidiu explorar a casa e achou uma escada. Ela a desceu e andou pelo corredor. No final do corredor, ela viu uma porta, e saiu das Ruínas.

-Criança, o que você prefere? Canela ou... - Antes de Toriel terminar a frase, ela notou que a menina havia sumido.

-... Sozinha de novo... - disse Toriel, triste.

Flowey não apareceu para atrapalhar a menina, então ela seguiu até Snowdin. -Sans estava dormindo na estação de vigia, então a humana seguiu tranquilamente enquanto saltava.

Papyrus se deu conta de que tinha perdido um humano e começou a reclamar com Sans.

-SANS! ACORDA, SEU PREGUIÇOSO! NÓS PERDEMOS UM HUMANO! -disse Papyrus.

-ahh... foi mal, mano. é que nenhum humano chegava, aí eu fiquei com sono. -disse Sans.

-A MESMA DESCULPA ESFARRAPADA! -disse Papyrus, que saiu à procura da humana. Ela pulou pelos quebra-cabeças e pelos espinhos, passando facilmente. Então chegou à cidade, que estava inteiramente construída. 

Ela comprou algumas coisas na loja e seguiu em frente. No último corredor de Snowdin, lá estava Papyrus.

-ALTO LÁ, HUMANO! VAMOS VER SE CONSEGUE PASSAR POR MIM! NÃO VAI SER COMO VOCÊ PASSOU PELO SANS! -disse Papyrus, animado para capturar a humana. A menina deu um passo. -EI, NÃO SE MEXA, OU IREI ATACAR! -afirmou Papyrus. A menina deu mais um passo. -TUDO BEM, VOCÊ PEDIU POR ISSO. NYEH HEH HEH! -disse Papyrus, que começou a lançar ossos em direção a menina.

Ela pulou pelos ossos e se machucou em alguns.

-COMO CONSEGUE DESVIAR DOS MEUS ATAQUES? -disse Papyrus.

*Pensamento de Papyrus -Hmm... Talvez, quando eu capturar o humano, eu possa absorver o poder da alma dele... Pensamento finalizado*

A menina pulou num osso, pulou sobre Papyrus e saiu correndo.

-EI! VOLTE AQUI! -disse Papyrus, correndo atrás da humana.

Eles chegaram na Cachoeira. A menina entrou atrás de uma cachoeira, deixou seu tutu de balé ali e logo pensou que, sem o tutu, Papyrus não a reconheceria. E ela estava certa. 

Mas Sans chegou. Ele estava lá procurando um lugar para pôr seu telescópio. 

-olha, Papyrus, aquele humano. -disse Sans.

-É ELE MESMO? EU NÃO O RECONHEÇO...- disse Papyrus.

-Um... Tchau! -disse a humana, que saiu correndo.

-EPA! VOCÊ NÃO VAI FUGIR DE MIM DESTA VEZ, HUMANO! - disse Papyrus, perseguindo a humana. -Sans seguia os dois, procurando um lugar para pôr o telescópio.

Ele achou um lugar para pôr o telescópio. Depois de colocá-lo ali, Sans ficou observando a perseguição.

A humana entrou numa sala sem saída.

*Pensamento dela Ah não... O que eu faço agora? Aquele esqueleto vai me capturar! Pensamento finalizado*

A menina acabou se escondendo num arbusto e deixou seus sapatos de balé ali.

-Agora não vão me reconhecer -afirmou a menina, que estava muito ferida, pois Papyrus atacou a humana enquanto a perseguia.

Ela saiu do arbusto e encontrou Sans e Papyrus parados ali.

-...

-ESTRANHO... AGORA NÃO A RECONHEÇO... -disse Papyrus, que estava em dúvida.

-aquele é o humano. ele só tirou os sapatos pra não ser reconhecida. -afirmou Sans.

-WOWIE! VOCÊ É MUITO ESPERTO, HUMANO. MAS AGORA, PREPARE-SE PARA SER CAPTURADO, POIS NÃO TEM MAIS SAÍDA! -afirmou Papyrus, que começou a atacar ela.

Desesperadamente, a menina pulou sobre alguns ossos. Ela estava cheia de integridade. Ela tinha sido atingida por alguns ossos, e sangue saía de sua cabeça.

-parece que você tá finalmente conseguindo derrotar um humano- disse Sans, na maior preguiça.

-FINALMENTE! SANS, ACHA QUE SE EU CAPTURAR O HUMANO, EU POSSA ENTRAR NA GUARDA REAL? -perguntou Papyrus.

-com certeza -respondeu Sans.

-NYEH HEH HEH! ISSO! VOU TE CAPTURAR, HUMANO! -disse Papyrus.

-Pode me capturar sem me matar? -perguntou a menina.

-ENTÃO VOCÊ NÃO RESISTE A MEUS ATAQUES, NÃO É? -disse Papyrus. -SANS! POR FAVOR, ME AJUDE A CAPTURAR A HUMANA! DÊ SEU MELHOR ATAQUE PARA ENFRAQUECÊ-LA!

-ok. -disse Sans, que lançou um osso na menina.

O osso atravessou o corpo dela, e ela morreu.

-OH! NÃO ACREDITO QUE MATAMOS O HUMANO! -disse Papyrus.

Sans absorveu o poder da alma da humana.

-SANS! O QUE ESTÁ FAZENDO? -perguntou Papyrus.

-só pegando um pouco de poder da alma humana pra transformar outras almas em azul- disse Sans, que já sabia do poder da alma humana.

-WOWIE! POSSO PEGAR UM POUCO DE PODER AZUL TAMBÉM? -perguntou Papyrus.

-fique à vontade -respondeu Sans.

Papyrus absorveu o poder da alma, e logo se deu conta de que devia entregar a alma humana para a Guarda Real. Ele a levou cuidadosamente para Undyne.

-Uma alma humana! Obrigada, cidadão -disse Undyne, que foi ao castelo de Asgore.

-Aqui está, Majestade. Uma alma humana. -disse Undyne, entregando a alma para Asgore.

-Muito obrigado, Undyne. -disse Asgore. 

Undyne foi embora. Alphys chegou com o recipiente, e colocou a alma humana nele.

Alphys olhou fixamente para o rei, sorrindo.

-Você parece feliz, Alphys. -disse Asgore.

-Hã...? E-Eu... c-claro, claro... estou feliz por t-termos conseguido o-outra alma humana... heheheh... -disse Alphys, que estava apaixonada por Asgore.





Notas Finais


Espero que tenham gostado de mais um capítulo :D
Ah, e só pra lembrar, os itens dos humanos ficam em lugares diferentes, isso quer dizer cada humano chegou longe, ou seja, quanto mais a história cresce, mais longos ficam os capítulos..


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