História Undertale - Superfície - Capítulo 1


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Categorias Undertale
Personagens Alphys, Asgore Dreemurr, Asriel Dreemurr, Chara, Doggo, Flowey, Frisk, Gerson, Greater Dog, Mettaton, Napstablook, Papyrus, Personagens Originais, Sans, Toriel, Undyne, Vulkin
Tags Chara, Frisk, Undertale
Exibições 10
Palavras 1.224
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 12 ANOS
Gêneros: Aventura, Mistério, Suspense, Universo Alternativo
Avisos: Homossexualidade, Spoilers, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


Bom, não tenho muito a dizer...
Apenas que a ideia surgiu e não pude deixar passar.
Beijos e boa leitura! <3

Capítulo 1 - Nova casa


Fanfic / Fanfiction Undertale - Superfície - Capítulo 1 - Nova casa

“Agora, humanos e monstros finalmente vivem juntos na superfície. As pessoas do vilarejo receberam bem a todos, graças a Frisk... A humana.”

 

--------------------------- Casa nova, superfície ---------------------------

Frisk acorda e olha em volta, uma sensação boa corre pelas suas veias. Ela sente como se tudo o que tivesse passado desde que caiu no subsolo tivesse sido um sonho. Mas aconteceu, e agora ela está feliz... Com os novos amigos que fez e por finalmente tudo estar bem.

... Pelo menos era o que ela imaginava...

A menina se levanta e vai ao banheiro, faz sua higiene matinal e se troca. Ela chega à mesa de jantar, onde Toriel já havia posto o café.

¬– Bom dia, minha pequena. – Toriel sorri, sentando-se a mesa com a garota.

– Bom dia, estou muito feliz agora que estamos todos juntos! – Ela sorri largamente, começando a comer um pãozinho.

Toriel ri de leve, tomando um gole do café. Ela fica pensativa e volta seu olhar para Frisk.

– Todos parecem abismados com as coisas aqui na superfície. Mas com o tempo vamos nos acostumar com tudo. – Disse Toriel, fazendo Frisk assentir com a cabeça com a boca um pouco suja de geléia.

Frisk e Toriel continuam conversando enquanto tomam café. Enquanto conversam, Toriel acaba perguntando se Frisk sabe onde sua família humana mora. A garota responde: – Sim, talvez eu vá visitá-los... Eu não sei, eles vão querer que eu volte a morar lá... Mas eu quero ficar aqui com você.

Toriel a olha ternamente, logo concordando. 

As duas saem de casa, indo para a escola. No caminho encontram Monstrinho que segue com elas também. A aula começa, as salas são separadas para humanos e monstros... Por ordem da direção. Frisk é obrigada a ter aulas com os humanos, pois os monstros estudam assuntos diferentes dos dela.

Os alunos da sua turma a enchem de perguntas sobre os monstros e sobre o subsolo (o qual ainda é habitado), mas outras crianças não, uma delas é uma menina de longos cabelos negros... A mesma é considerada “estranha” pela turma.

...

A aula corre bem. No intervalo, humanos e monstros brincam juntos, diferente dos adultos maioria das crianças acham os monstros formidáveis! 

Na saída... Frisk avisa a Toriel que vai visitar Sans, ela assente e a menina corre em direção a casa de Papyrus.

Mas, Frisk acaba esbarrando em alguém no caminho. A mesma se arrepia por alguns segundos e olha para o individuo.

– Descul... Hum? 

Mas ele Já havia sumido, deixando Frisk assustada e confusa. Ela resolve ignorar e segue rapidamente para ver o esqueleto.

...

Enquanto isso, Sans ”ajudava” Papyrus com uma cruzada. Os esqueletos pareciam estar complicando ainda mais aquilo.

– SANS!!!  É INACEITÁVEL QUE EU... O GRANDE PAPYRUS... NÃO CONSIGA RESOLVER UMA CRUZADA! – Papyrus resmunga para o irmão, que ri baixo.

– Fica frio, essa cruzada é osso. Mas você é mais! – Sans exclama para animar o esqueleto ao seu lado... Que olhava para o teto naquele momento, se sentindo mal por não conseguir resolver uma cruzada.

Papyrus olha para Sans. E sua expressão muda completamente.

– Com certeza! E eu odeio concordar com isso... MAS É VERDADE! CRUZADAS SÃO MAIS DIFÍCEIS QUE JOGO DA MEMÓRIA. É BEM... OSSO. NYE HE HE HE HE HE!

 

Os dois riem, logo voltando a tentar resolver à cruzada. 

Frisk finalmente chega à casa dos esqueletos, ela toca a campainha que emite um som semelhante a batidas de ossos (como o começo da música “spooky scary skeletons” ‘<’). A garota ouve algo, e logo Papyrus abre a porta. Vendo Frisk, o esqueleto dá um sorrisão bagunçando os cabelos da menor.

– Olá human... cof cof... Frisk! Entra e me ajuda com essa cruzada, porque o preguiçoso do Sans já deve ter dormido a essas alturas!

Sans estava cochilando.

– Claro! Vamos lá, eu sou expert em cruzadas! – Frisk vai até o sofá e se senta, pegando a revista com as cruzadas. Era razoavelmente fácil, mas Papyrus havia enchido os quadradinhos com a letra “z”.

Ela ri baixo, e começa a apagar as letras. A menina olha para o lado e vê Sans no seu quinto sono, quando Papyrus se aproxima e senta no tapete ao lado dela.

Frisk começa a resolver a cruzada, enquanto Papyrus observa atentamente a forma como ela escreve e resolve.

– Humano!! Você é um gênio, está quase chegando ao nível do grande Papyrus... 

– Valeu! Mas ainda estou com um pouco de dificuldade com algumas palavras. – Frisk volta o olhar para as cruzadas e faz bico.

– Você vai conseguir, tenha d-e-t-e-r-m-i-n-a-ç-ã-o. – Papyrus fala animadamente, Frisk assente com a cabeça.

...

Depois de alguns minutos ela finalmente resolve aquela cruzada, a entregando ao Papyrus com um sorriso vitorioso.

Frisk fica lá conversando com o esqueleto por um bom tempo, até que se despede para ir pra casa.

– Mamãe deve estar me esperando... Eu tenho que ir. Nos vemos depois!  – Ela agora passou a chamar Toriel de “mamãe”. 

– Certo. Até mais, Frisk! ¬¬ Toque sempre a campainha quando vir aqui.

–... Por quê? ¬¬ 

– Eu amo aquele som! Pois é a minha cara!

Frisk gargalha ao se lembrar do som da campainha e olhar para Papyrus.

– Sim! Ele realmente lembra esqueletos, eu gostei. Vou sempre tocar a campainha quando vir aqui!

– Perfeito, assim você vai sempre se lembrar do grande Papyrus! Nye He He He He He He 

Sans abre um olho, observando a cena com vontade de rir. 

...

Frisk volta para casa, e vai para o quarto, Toriel havia acabado de sair para caçar insetos. Ela de repente começa a pensar na pessoa com quem esbarrou hoje a caminho da casa do Papyrus. 

– (Parecia alguém tão familiar... Estranho.)

Ela fecha os olhos e começa a sentir sono. Não costumava dormir a tarde, mas a casa estava tão silenciosa... Ela resolve dormir.

............

Enquanto isso, em um lugar não muito distante dali... Uma alma era torturada por...

Chara.

– PARE!!!!!! E-EU ESTOU COM MEDO... O QUE AINDA QUER DE MIM... PORQUE NÃO DEIXA FRISK EM... PAZ...? 

Era um menino, o mesmo carregava um colar com um pingente em formato de um coração azul. Chara ria ao ver a dor daquela criança.

O corpo do menino estava fraco, caído sobre o chão enquanto recebia golpes de faca. Ele representava a paciência. 

Havia chances de fugir, mas ele preferia esperar... Por um motivo...

– Fique quieta, alma inútil. Você acha mesmo que eu vou deixar aquela garota em paz...? Que eu vou permitir que ela tenha o “felizes para sempre”? – Disse Chara, de uma forma despreocupada... Como se aquilo não significasse nada.

– Esse jogo acabou, porque você simplesmente não desiste...? Ela venceu, ela está feliz agora. Desista.

– Não! – Chara ataca a alma novamente – Você não entende... Há há há... Nunca vai entender. Eu sou a alma que a incentiva a matar, mesmo que ela tenha resistido desde as ruínas... Ao ataque do... Froggit... Eu não vou desistir! Eu tenho determinação bem mais do que ela! E esse jogo... Não acabou.

Chara fala aquelas palavras e se vira, ela estava com um sorriso assustador nos lábios.

Aquele momento mostrou totalmente o quanto Frisk ainda não podia viver em paz, pois havia uma ameaça.

Era ela, a determinação em pessoa. O primeiro humano a cair no subsolo não havia sumido, ela estava lá... Desejando a morte de todos os monstros, desejando o dia ruim para todos.

Era ela, a ameaça...

Chara.

 

Continua...


Notas Finais


Espero que tenham gostado, já estou escrevendo o cap. 2
beijos! <3


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