História Undertale do Humor (HUMORTALE) - Capítulo 19


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Categorias Undertale
Personagens Alphys, Asgore Dreemurr, Asriel Dreemurr, Chara, Doggo, Flowey, Frisk, Gerson, Greater Dog, Mettaton, Napstablook, Papyrus, Personagens Originais, Sans, Toriel, Undyne, Vulkin, W. D. Gaster
Tags Alternativo, Comedia, Engraçado, Fireboltvioleta, Humor, Paródias, Serie, Subterrâneo, Undertale, Universo, Zoeira
Exibições 200
Palavras 1.011
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 14 ANOS
Gêneros: Aventura, Comédia, Drama (Tragédia), Famí­lia, Fantasia, Festa, Ficção, Misticismo, Romance e Novela, Saga, Universo Alternativo, Violência
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Homossexualidade, Linguagem Imprópria, Self Inserction, Spoilers, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Capítulo 19 - O Pequeno Robô e Uma Ligação Nada Conveniente


Fanfic / Fanfiction Undertale do Humor (HUMORTALE) - Capítulo 19 - O Pequeno Robô e Uma Ligação Nada Conveniente

GUARDAS 1 E 2: (cantando e batucando num pandeiro, no pátio do castelo) eis amor, gostaria que tu souuuuubesses… o quanto que eu sofriiiiii… ao ter que me afastar de tiiiii….

UNDYNE: (chega dando um suplex no Guarda 1, fazendo Guarda 2 gritar feito uma menininha e tacar o pandeiro na fuça de Monster Kid, que sai rolando morro abaixo) SEUS DESOCUPADOS! (se ergue, bufando) não faz nem cinco horas que Bia foi embora, e isso virou um especial de fim de ano da Globo???

GUARDA 1: (choramingando e se abraçando em Guarda 2 pra levantar) desculpa, Undyne. Tipo, só quisemos curtir um pouquinho, brô!

UNDYNE: pois vão curtir ficando de sentinelas no vértice, pra ver se as almas estão bem e impedir que alguém entre. BORA! (Guardas 1 e 2 saem correndo escadaria acima, enquanto Undyne senta aonde estavam) hunf. Baderneiros (gesticula pra entrada do pátio) vem, meu amor! Vem com a mamãe!

Fazendo todos que estão se bronzeando no pátio arfarem de fofura, Smyle vai até Undyne, fazendo um escarcéu com a mini-armadura que a Undyne lhe fez, e rindo enquanto o capacete, grande demais, fica caindo sobre seu rostinho. A menininha sacode uma espadinha de madeira, parecendo contente.

SMYLE: mamain… vô batê nus calas maus!

TODO MUNDO: AWNNNN…

UNDYNE: meu orgulhinho! (abraça Smyle)

SMYLE: mamain... cadê a ota mamain?

ALPHYS: (rindo) tô aqui, filhota! (dá um controla na mão de Mettaton, que fica confuso, levantando a cabeça do ombro de Papyrus) ah, é (coça a nuca, nervosa) e-eu queria te dar um presentinho pra vocês, Mettaton. Bem… eu fiquei a manhã toda trabalhando nisso. Q-quer dizer… se eu e Undyne podemos ter um bebê… por que vocês não poderiam ter uma criança também?

Asgore cospe toda a água de coco que estava tomando na cara de Sans, fazendo o coitado cair pra fora de seu banquinho.

METTATON: (fazendo coro com Papyrus) UMA CRIANÇA??

ALPHYS: (mordendo a língua) é. E-eu usei a alma da Zoeira. Ela foi a única que conseguiu sair do vértice sem fechá-lo e, bem… ela era uma criança. E estava doida pra ser adotada, então…

A surpresa é geral quando, de dentro do castelo, sai um pequeno robô, fisicamente parecido com Mettaton, só que sem botas, de olhos azuis, peças negras e cabelinho de cuia loiro, do mesmo tamanho e fofurice de um humaninho de quatro anos.

UNIVERSO: AI MEU DEUS. QUE FOFOOOOOOOO!

PAPYRUS: (feliz da vida, abraçando Mettaton) wowie! Amor, nós vamos ser papais!

METTATON: (dividido entre o pânico e a euforia) p-papais? (incrédulo, mas sorrindo aos poucos) vamos ser papais?

ALPHYS: (achando graça) gente, esse aqui é o Calibri. Diga oi, Calibri!

CALIBRI: oi, papais! (corre e abraça Mettaton e Papyrus) já amo vocês!

TODO MUNDO: que meigo!

SANS: (já com a cara seca) ei, Papyrus! (vem cumprimentar Calibri, enquanto Mettaton e Papyrus choram de emoção) esse meu sobrinho é meio perigoso, não é?

PAPYRUS: (confuso) não, Sans. Por que ele seria perigoso?

SANS: (faz shrug face) sei lá, né? Vai que ele é um… Calibri 12.

ALPHYS: ah, não. 'Ta que pariu (faz cosplay de Bia e chuta a canela do Sans, fazendo todos rirem) não se atreva (chuta a bunda ossuda dele) a zoar (chuta o joelho) meu afilhado!

UNDYNE: (pega Alphys pelo cangote, enquanto Sans choraminga no chão) ei, amor. Se acalma (pisca, surpresa) quem soca as pessoas por aqui sou eu!

ALPHYS: (bufa) tá bom. Já me acalmei. Me desce, Dyne (Undyne a bota de volta ao chão, e Alphys vai se sentar na espreguiçadeira, resmungando)

PAPYRUS: (levantando o irmão, enquanto Sans cura seus hematomas, também falando a língua da agonia) mas voltando ao assunto… (pega Calibri no colo, abraçando-o) adoramos ele, Alphys. Obrigado! Ah (conjura um cachecol azul com seus poderes) aqui, garotão! Pra você! Do seu grande papai Papyrus!

CALIBRI: eba! (veste o cachecol, feliz da vida)

METTATON: (emocionado) vamos ensinar essa gracinha todos os segredos da culinária e do glamour, não é, querido?

CALIBRI: (rindo e brincado com as órbitas de Papyrus, olhando para trás) papais, quem é aquela ali?

Todos se viram para onde Calibri aponta, e seguram vários sorrisos ao fitarem Smyle – que não parece menos curiosa, ao encarar o robozinho no colo de Papyrus.

UNDYNE: (erguendo uma sobrancelha, risonha) ela? (pega a filha nos braços) é a Smyle.

CALIBRI: ela é tão fofinha!

TORIEL: ahhhhh (cutuca Asgore) acho que nossas novas crianças já estão se entendendo!

MUFFET: (sarcástica) ah, é. Pra mim o Calibri tá é querendo o penacho do rabinho da Smyle, isso sim.

O telefone de Asgore toca do nada, fazendo todo mundo saltar de susto com o toque de Anaconda.

ASGORE: (corado, evitando olhar para Toriel) oh, desculpem (atende o telefone, enquanto Mettaton, entusiasmado, começa a cantarolar “my anaconda don't”) alô?

AUTORA: Asgore!

ASGORE: ah. Oi, Bia! Como vai?

AUTORA: tudo jóia. Já nos instalamos aqui na pousada. Passeamos… enchemos a cara de coelhinhos de canela… mas Asriel misturou cidra de aranha no suco dele… e, bem… capotou (engole em seco) e não quero me estender muito no que aconteceu antes dele apagar, então… (suspiro) tudo certo aí?

ASGORE: tudo (olha para Calibri, sorrindo) aliás, acho que vão ficar muito surpresos quando voltarem.

AUTORA: (tom de quem já ouviu essa história antes) surpresa? Do tipo bom? Ou do tipo ruim?

ASGORE: do tipo fofa e mordível, eu diria (risadinha)

AUTORA: (murmurando) hum… então está bem. Nos vemos depois de amanhã. Qualquer coisa me liga. Tchauzinho.

ASGORE: distraído, sem notar o silêncio ao redor) tchau (deliga o celular, sorrindo) era a Bia. Queria saber se estava tudo… (olha para o lado, vendo todos paralisados) bem… gente?

UNDYNE: (apertando uma Smyle assustada no colo) então não devia ter desligado, Asgore.

Asgore se vira para onde todos estão olhando, e guincha de choque, ao ver uma figura magra, esquelética, trajada de negro, fitando os presentes, com um meio sorriso torto e medonho, no rosto desfigurado por uma longa cicatriz aberta.

W. D. GASTER: ah. Olá. Faz realmente… muito tempo…. (encara Asgore, dando uma risada macabra) então… vamos falar de negócios, Asgore.

CHARA: fundeu.

 

 


Notas Finais


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AVISECO:

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