História Undertale: Heart of Gold - Capítulo 1


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Categorias Undertale
Personagens Alphys, Asgore Dreemurr, Asriel Dreemurr, Chara, Doggo, Flowey, Frisk, Gerson, Greater Dog, Mettaton, Napstablook, Papyrus, Sans, Toriel, Undyne, Vulkin, W. D. Gaster
Tags Aftertale, Alphys, Asgore, Babybones, Birdtale, Dancetale, Dreamtale, Echotale, Errortale, Flowerfell, Frans, Frisk, Genocideswap, Horrortale, Ink!sans, Inktale, Metatton, Monster Kid, Outertale, Papyrus, Pokétale, Sans, Storyshift, Swapfell, Toriel, Trainertale, Underfell, Underfresh, Underlust, Undersong, Underswap, Undyne
Exibições 158
Palavras 1.941
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Artes Marciais, Colegial, Comédia, Drama (Tragédia), Escolar, Famí­lia, Fantasia, Festa, Ficção, Ficção Científica, Hentai, Lemon, Luta, Magia, Mistério, Orange, Poesias, Romance e Novela, Saga, Shoujo (Romântico), Super Power, Survival, Suspense, Terror e Horror, Universo Alternativo, Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Estupro, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Sexo, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


fala galera do spirittttttttttttttttt *explosaum*
e ai?
COMO VAI IRMÃ?
só eu to tentando procede cachorro?
ENTÃO É NÓOOOIS
to criando nova fanfic, de miraculo..
opa opa opa, dessa vez não!!
agora é #partiunovafic
AGORA É UNDERTALE (eeeeeeeeh)

espero que gostem

kissus com L.O.V.E e até a proxima!!

Capítulo 1 - Kitsune and help


Fanfic / Fanfiction Undertale: Heart of Gold - Capítulo 1 - Kitsune and help

Era um dia normal, como qualquer outro. Sans, frisk, papyrus, metatton, undyne, alphys e napstabloock haviam saído para um passeio.

— hey, alguém tem alguma ideia pra onde vamos?? — sans questionou

— não — todos responderam

— ei, que tal irmos em nevada.

— boa ideia kiddo — o esqueleto bagunçou os cabelo da menor. Sim, haviam se passado 5 anos, mais ela continua pequena e sans a chama frequentemente de kiddo.

— sans, eu não sou mais criança — a garota bufou

— eu sei kiddo — ele deu uma risada enquanto a garota bufava novamente.

Já haviam se passado 5 anos, frisk já não era mais tão criança, ela tinha 16 anos de idade, seu corpo havia mudado, seu tamanho... bem, cresceu 50 centimetros a mais, isso já era uma mudança... certo??

Enquanto todos estavam a caminho de nevada, frisk tropeça em um pequeno monte de neve.

— aff, montinho besta — ela chuta o montinho, enquanto sua neve voa foi possível ver um brilho laranja saindo de uma fresta da neve.

— olha la gente — papyrus apontou para o colar.

— olha, que colar bonito — frisk pegou e o colocou, fazendo o colar soltar uma pequena estrela em formato de raposa, que logo se desfez junto com neve que caia pacificamente do céu.

— ta bom, isso foi bem estranho — sans olha para frente e para os lados, procurando aquele ser, veio do nada uma imagem embaraçada de uma garota pequena que ele e papyrus seguravam, o mais estranho era que ele não enxergava o rosto da garota“quem será essa menina, e por que eu não a vejo direito”

— gente vamos logo — undyne perdeu a paciência — e oque vamos fazer la?

— decidimos quando chegarmos — frisk diz fuzilando ela pelo olhar.

Passaram o dia inteiro brincando com a neve e visitando alguns amigos que ainda quiseram permanecer no subsolo, pois disseram que não queria sair de lá, pois depois de tanto tempo, não quiseram largar um lugar onde passaram anos.

Todos foram embora, deixando apenas sans e frisk ali.

— então kiddo, vamos — sans preparou –se para se teletransportar.

— eu vou sozinha sans, eu não sou mais criança.

— ok, eu to confiando em você... — passou 10 segundos em um clima silencioso — tem certeza?

— haha, tenho sim.

Eles se despediram com um abraço e foram andando em direções opostas, frisk estava perto de sua casa até que um “psiu” foi reproduzido de um beco proximo.

— por que uma garota tão bela como você está sozinha — perguntou um cara alto de cabelos e olhos castanhos, com pele clara e todo vestido de preto.

— e-eu — ela não pronunciou mais nada além disso. O cara a puxou para o beco e a empurrou para a parede.

— bem... uma bela garota como você... sem ninguém acompanhando-a — ele soltou um sorriso malicioso para a menor, que se assustou, ele levantou a blusa de frisk para cima e começou a passar a mão pelo corpo da mesma, que sentiu as lagrimas quentes escorrendo pelas bochechas “eu não quero que seja com ele, eu não quero isso agora”

Até que um brilho saiu do colar da menor, saindo uma pequena raposa de pelagem laranja e com uma coleira escrito “frisk” e um pingente dourado de coração escrito “kitsune” (raposa em japonês) do mesmo, que atacou o cara até faze-lo ficar paralizado.

— q-quem é você.

— sou kitsune, sou seu mascote e protetora, agora corra, ele tem apenas 8 segundos de paralização e já se passaram 4 segundos, irei chamar sans para te ajudar — frisk apenas confirmou com a cabeça e saiu correndo, kitsune se teleportou para casa do sans e correu escada a cima até o quarto do esqueleto, logo praticamente arrombando a porta e o assustando.

— meu deus caramba, papy tem uma raposa aqui no quarto — apareceram vários gaster blasters em volta da raposa, que se teletransportou em cima do “peito” do esqueleto e soltou um grito.

— A FRISK ESTÁ EM PERIGO, VOCÊ PRECISA AJUDA-LA!!!

— ah droga, eu sabia que não devia te-la deixado sozinha — os dois se teletransportaram para la, onde um cara estava quase chegando perto de frisk com um tipo de pano “deve ser droga

— eu distraio ele enquanto você leva a frisk para a casa dela. — ele assentiu com a cabeça e kitsune começou a correr em círculos e pular nas costas e na cabeça do maníaco, que se distrai com a raposinha, quando sans estava quase a se teletransportar para a casa de toriel, kitsune foi acertada com uma facada na barriga, sendo jogada perto de um latão de uma casa.

— KITSUNE!! — gritou frisk, que correu atrás da pequena, passou por baixo das pernas do ladrão e pegou a raposa, sans fez a alma do cara ficar azul e o controlou batendo ele nas paredes do beco, depois o jogando em uma parede e o deixando desacordado.

— vamos kiddo — sans pegou a mão de frisk e a teleportou para sua casa, onde seu irmão estava colocando alguns pratos com um espaguete que parecia comestível na visão de ambos, em cima da mesa.

— SANS, OQUE ESTÁ ACONTECENDO AQUI?? POR QUE SAIU E OQUE A HUMANA ESTA FAZENDO AQUI COM VOCÊ, AINDA POR CIMA COM ESSE BICHINHO?? — perguntou papyrus para ambos.

— não temos tempo papyrus, essa raposa é da frisk — frisk ficou surpresa por ele não te-la chamado de kiddo — e um cara acertou uma faca na barriga da raposa.

— VOCÊS DEVERIAM A LEVAR PARA A DRA. ALPHYS, ELA VAI SABER OQUE FAZER (aut: nossa, papyrus teve a idéia do século!!)

— boa ideia papyrus, sans, nos teleporte pra la.

A raposa começou a acordar e gemer de dor, ela olhou para frisk e para os irmãos esqueletos com os olhos entreabertos, até que disse:

— doutora alphys não é medica, ela não vai saber — tosse — oque fazer comigo.

— ela vai saber oque fazer sim, só descança...

— kitsune, meu nome é kitsune — e desmaiou nos braços dela

— sans, não temos tempo, vamos rápido — ele assentiu com a cabeça e teleportou até em frente do laboratório da dra. Alphys e bateu na porta, que foi atendida quase de imediato.

— entrem, eu já pensava que alguém viria pedir ajuda por alguma coisa — ela olhou a raposa nos braços de frisk e arregalou os olhos — o caso da raposa é urgente, ela está entre a vida e a morte — ela pegou a raposa dos braços de frisk e a colocou em uma maca e a levou para uma pequena salinha.

— acha que a kitsune vai ficar bem — pergunta frisk aflita.

— fica calma frisk, lembre-se, mantenha sempre DETERMINAÇÃO

— sim

Eles esperaram durante alguns minutos, até que alphys volta bem triste do consultório.

— me desculpem, ela não teve salvação, mais se quiserem dar um ultimo adeus a ela — frisk arregalou os olhos e começou a chorar, ela realmente havia pegado um pouco da personalidade dos monstros, eles mal conheciam mais já consideravam mais que amigas.

Frisk andou até a raposa e a encontrou de orelhas baixas, basicamente morta. Sentiu as lagrimas quentes rolarem por toda a extensão de sua bochecha, ela colocou a mão no rosto para esconder as lagrimas, até que sans aparece e a abraça por tras.

— não se preucupe, você vai superar.

— é que... ela meio que se sacrificou pra me salvar. Vocês dois me salvaram, obrigada sans — ela vira de frente para o esqueleto e o abraça, deixando suas bochechas em tom claro de azul.

“e obrigada kitsune”

Frisk colocou seu colar em cima da barriga cortada da pequenina, até que um brilho surge da raposa, uma alma de monstro e humano junto. Duas almas.

— oque é isso — os dois se afastaram.

— como ela pode ter duas almas? — sans apenas sussurrou um: eu não sei kiddo.

As duas almas se quebraram ao meio, enquanto assistiam já pensavam que as almas ia virar pedaços.

Mais não aconteceu

Os corações se juntaram novamente e sem saber como, se fundiram em um só, uma metade era vermelha e a outra metade cinza. Kitsune acorda.

— onde eu to??

— kitsune!! — frisk correu e abraçou a raposa, que quase sufocou em seu casaco.

— mff eu to mff sufocando.

— opa, desculpe — ela soltou a raposa.

— onde agente ta? Eu só me lembro daquela batalha e de mais nada.

— bem — sans começou — digamos que você tem 2 almas, uma de humana e uma de monstro — ela arregalou os olhinhos — que se juntaram e viraram uma.

— eu nunca pensei que fosse possível um monstro ter duas almas, ou uma hibrida no meu caso.

— perai, você é um hibrido.

— hibrida querida! Bem, estou atrás de alguns irmãos meus, eu quero voltar a ser humana, minha forma raposa foi tipo uma maldição pra mim, mais eu era apenas base de seus experimentos, eu não quero mais voltar pra la, aquele lugar é horrível, tem uma coisa que retira a determinação das pessoas, ele fazia experimentos comigo, meus irmãos apenas assistiam, sem saber oque fazer. Hehe, pequenos ingênuos, queria poder rever eles.

— calma, eu tenho certeza que vai encontra-los — frisk sorriu calmamente para a raposa, que soltou um risinho de lado — não é sans?

— sim, mais essa procura vai ser osso — a raposa abaixou as orelhas e frisk ficou olhando estranho pra ele.

— que piada ruim — diz a raposa, que leva um tapinha na nuca por frisk — ei, eu só falei a realidade.

— ei, minhas piadas são hilárias

— você é assim desde pequeno?

— err, vamos se dizer que sim. Mais antes, pode nos contar quem é esse cara que fez experiências com você.

— não lembro muito, só sei que é algo com W.D

— W.D Gaster.

— sim, isso mesm.... perai, como você sabe??

— ele era meu pai e pai do papyrus.

— OQUE?? Me leve até sua casa!!

— ah, por que?

— rápido — frisk a pegou no colo e segurou a mão de sans, que se teletransportou. A pequena raposa pulou dos braços de frisk e correu para o quarto de sans, os dois se olharam confusos e encontraram a raposinha na porta encarando-a, ai que frisk reparou.

Ela não tinha olhos.

Eram apenas duas orbes vazias com duas pupilas brancas, iguais a de sans.

— ei sans — frisk sussurrou para o mais velho, que a olhou no mesmo instante.

— oque foi kiddo? — ele sussurrou de volta

— olha os olhos da kitsune

— não tem nada demais, são apenas olhos nor... — ele olhou e reparou os olhos negros — ela não tem olhos.

— sim, igual você e papyrus.

— alo, podem parar de ficar de namorico ai e me ajudar a abrir essa porta.

— namorico uma ova!! — diz sans com as bochechas azuis e frisk com as bochechas vermelhas

— ok, só abre isso ai — ele abriu a porta e a raposa entrou que nem um raio dentro do quarto do esqueleto, entrando dentro do guarda roupa e encontrando vários pedaços de papel e os juntando, Logo arregalando os olhos.

— está tudo bem?? — frisk ia chegando perto, a raposa ficou com o olho esquerdo azul e o outro negro, fazendo a imagem voar até o rosto de frisk, que tirou e olhou a imagem.

— sans, chame papyrus! — diz a pequena raposa se aproximando do esqueleto menos e o empurrando com a cabecinha para fora do quarto, enquanto ele foi até la e chamou o maior, a raposinha estava sorrindo mais que sans (apesar dele sorrir o tempo todo).

— pap, vamos subir, a raposa ta te chamando — os dois subiram e kitsune tirou a foto das mãos de frisk e mostrou a eles, entregando a foto para papyrus, que logo depois entregou a sans.

— vocês lembram dessa garota?? — a raposa perguntou sorrindo.

— não, mais ela é bem familiar pra mim — diz o esqueleto menor.

— EU NÃO ME LEMBRO DELA — diz papyrus sem entender nada. A raposa abaixou a cabeça e soltou um risinho.

— hehe, vocês não se lembram mesmo de mim, não é? Maninhos

 


Notas Finais


só mais um passo, quase chegou.
a hora de eu mostrar do que a determinação é capaz
prepare-se pra morrer.
vai ter uma boa hora que nem eles.
mais você é só mais um tolo
venha a mim tente me matar com seus truques.
então vamos a começar a lutar.
vamos lá outro assasino! (stronger than you - versão chara undertale)

uhuhuhu, suspense no ar!!

foi só isso galerinha das tretas, até a proxima!

kissus com L.O.V.E e até a proxima!


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