História Undertale: O Ultimo Humano - Capítulo 26


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Categorias Undertale
Personagens Alphys, Asriel Dreemurr, Chara, Flowey, Frisk, Mettaton, Papyrus, Sans, Toriel, Undyne
Tags Goat-mom, Não É Au, Pacifista, Undertale
Exibições 65
Palavras 1.364
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 10 ANOS
Gêneros: Aventura, Comédia, Famí­lia, Fantasia, Ficção, Luta, Magia, Romance e Novela, Suspense
Avisos: Spoilers
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Antes que perguntem, não! Não tem nada a ver com Dreemurr Reborn (Eu odeio essa AU). Espero que gostem! E sim, eu tinha de fazer isso, e não achei nenhuma desculpa melhor! Ah, e obrigado pelos 117 comentários, 44 favoritos e 1378(!) visualizações!

Capítulo 26 - O renascer do Sonhador


Fanfic / Fanfiction Undertale: O Ultimo Humano - Capítulo 26 - O renascer do Sonhador

Mantive-me abraçando o Asriel por mais alguns minutos, quando ele finalmente fez questão de soltar:

- Frisk... Eu não posso manter as Almas de todos dentro de mim, o mínimo que eu posso fazer é devolvê-las... Mas antes tem uma coisa que eu preciso fazer: Eu estou sentindo o coração de todos baterem como um. E com o poder e a determinação de todos... É hora dos monstros terem a sua liberdade!

Asriel flutuou e as Almas humanas o circularam, centenas ou milhares de Almas brancas – as Almas dos monstros – saíram dele, um grande clarão estourou, e um grande ruído invadiu meus ouvidos.

- A Barreira foi destruída... – era a voz de Asriel – Os monstros estão livres...

A luz diminuiu e eu pude vê-lo novamente.

- Frisk... Eu tenho de ir agora... Sem o poder das Almas eu não posso manter essa forma... E em pouco tempo eu vou voltar a ser uma flor...

- Não... – eu não podia aceitar isso – As Almas Humanas! Mantenha-se com elas!

- Eu não posso... – ele estava realmente triste – Não tenho determinação suficiente, uma hora elas vão se soltar... É melhor que eles se esqueçam sobre mim, ok?

Novamente uma luz tomou conta da sala, eu gritei por Asriel, mas a única coisa que ouvi foi:

- Frisk! Por favor, acorde!

Minha visão clareou: Eu estava deitada no chão, Toriel, Asgore, Sans, Undyne, Papyrus e Alphys olhavam para mim preocupados.

- Oh! Finalmente você acordou! – Toriel parecia aliviada

- Nos avise da próxima vez que decidir tirar um cochilo! – disse Undyne

- Estávamos preocupados... – Alphys gaguejou – De termos perdido você para sempre...

- É... – Sans riu – Papyrus chorou como um bebezinho!

- Eu não chorei! – ele reclamou – Só entrou uma coisa no meu olho! LAGRIMAS!

- O importante é que Frisk está bem! – disse Asgore – Talvez um pouco de chá a ajude a melhorar!

- Bem... – Toriel se aproximou – Minha criança, o que aconteceu? Não nos lembramos de direito, tinha uma flor... E tudo ficou branco! Mas o importante é que a Barreira se foi! Finalmente podemos ir a Superfície!

Levantei-me e os encarei: Todos pareciam felizes com a quebra da Barreira, e eu estava feliz por eles, mas eu só tinha uma coisa na cabeça: Asriel. Eu tinha de achar uma maneira de salva-lo!

- Se importam se eu fizer umas coisas antes? – perguntei

- Claro que não! – respondeu Toriel – Sei que você quer dar adeus a todos os seus amigos! Vamos te esperar aqui!

Sai da sala com a mente a milhão: como eu iria salvar o Asriel? Ele precisava de uma Alma... E se eu desse a minha Alma para ele? Não... Provavelmente eu ia morrer, e ele não aceitaria... E se eu pedisse para a Alphys criar uma “Alma artificial” para ele? Não, me lembrei de que no Laboratório estava escrito que Almas não podem ser criadas artificialmente... Então, como?

Foi então que caiu a ficha: tirei as anotações que peguei do Laboratório da mochila, e as reli:

“... Concentrei toda a Determinação que tenho em duas esferas, vou fazer o teste com a primeira e esconder a segunda na Waterfall, com um Enigma que só eu saberei resolver. Acho que será necessária uma grande fonte de poder para que isso funcione, como o de uma Alma Humana...”.

Será que a Determinação Pura é capaz de criar uma Alma? E eu tenho uma Alma Humana à mão, ou melhor, tenho seis!

Passei pela sala dos caixões e dessa vez dei uma examinada; seis caixões estavam selados e tinham os corações nas cores: Amarelo, Verde, Azul, Azul-claro, Roxa e Laranja; mas estranhamente o caixão com o coração vermelho estava aberto e vazio, e com uma etiqueta nele: “Chara”. Se o corpo de Chara não estava lá... Onde ele estava?

Depois disso, andei até a Hotland – onde Muffet me deu um croissant de graça, pela quebra da barreira – lá peguei o barco do Riverperson até a Waterfall, onde estava escondido o artefato da Determinação, segundo as anotações...

Andei passando por uma estatua de pedra que tinha uma goteira em cima, então cheguei a uma sala com um balde cheio de guarda-chuvas e um piano. As anotações do livro diziam para eu tocar uma música especifica no piano, mas não diz qual... E também diz que o Artefato irá ser absorvido por qualquer ser vivo que o tocar, então eu não posso toca-lo.

Toquei algumas notas e nada aconteceu então me toquei que teriam infinitas combinações possíveis e comecei a me desesperar, eu tinha de descobrir! Andei pela sala até que tive uma ideia: Aquela estatua parecia bem misteriosa, quem sabe ela não esconde um segredo?

Peguei um guarda-chuva do balde e o coloquei em cima da estatua, a goteira começou a tocar um ritmo constante, que eu reproduzi no piano fazendo uma passagem se abrir.

Não acredito que deu certo! Dentro da passagem, encontrei a esfera de Determinação em cima de um pilar, dei dois passos em direção dela quando um cãozinho branco entrou na sala correndo em direção da esfera, nessa hora eu joguei tudo o que tinha na mochila fora e corri até ela antes do cão, enfiei-a na mochila rapidamente e a fechei.

- Você não vai pega-la! – gritei para o cão

Ele pareceu ficar bravo, mas foi embora. Eu tinha o artefato capaz de salva-lo, mas onde será que ele está? Fiquei alguns minutos pensando... Será... Que ele voltou para as Ruinas?

Levei uma hora para voltar as Ruinas, passei pela casa da Toriel – que estava bem empoeirada – e atravessei todos os Enigmas facilmente, chegando até onde cai, Asriel estava ajoelhado na cama de flores.

Eu estava a poucos passos dele quando ele se virou, e sorriu a me ver:

- Ah... Oi Frisk! Não se preocupe comigo... – ele ainda parecia triste – Eu já te disse que não posso voltar...

- Asriel... – me aproximei

- Frisk, me desculpe por ter te confundido com Chara... Vocês são muito parecidas em aparência... Mas bem diferentes em personalidade... Você seria o tipo amiga que eu gostaria de ter

- Asriel... – coloquei minha mão em seu ombro

- Frisk, obrigado por me fazer companhia... – ele piscou por um segundo – Mas como você vê, as Almas humanas estão perdendo o efeito, em pouco tempo eu vou voltar a ser o Flowey... E eu não quero que ninguém me veja assim. Então... Cuide de Mamãe e Papai por mim, ok?

- Asriel, eu tenho algo para você!

Ele se virou e me encarou sem entender, tirei minha mochila das costas e a abri, mostrando o artefato.

- Frisk, o que é isso?

- Não há tempo para explicar! Você ainda está com as Almas humanas?

- Sim... – ele tremulou e piscou novamente – Mas elas vão se libertar a qualquer momento...

- Rápido toque nessa esfera!

 Ele obedeceu, a esfera começou a brilhar e as Almas humanas apareceram em volta dele o rodeando, então elas se inverteram, ficando com a ponta do coração para cima e um estouro me jogou para trás.

Quando me levantei vi que Asriel segurava uma Alma monstro, mas ela não era branca como as outras e sim multicolorida, ele me olhava com uma expressão de surpresa absoluta:

- Frisk... Eu me sinto vivo de novo... E eu tenho uma nova Alma... Então isso significa...

- Sim – eu sorri, deu certo! – Você não irá voltar a ser uma flor Asriel! Você vai para a superfície conosco!

Ele ficou parado por alguns segundos, então se jogou em cima de mim com um abraço:

- Frisk... Obrigado! Muito Obrigado!

- Não seria um “Final Feliz” sem você, Asriel! – disse, respondendo o abraço.

Ele soltou o abraço, parecendo realmente feliz:

- Então... Vamos? Acho que eles estão te esperando!

- Espere um pouco, tem algo que eu preciso saber...

Fui até a Cama de Flores, se Asriel estava ali, isso só podia significar uma coisa:

- Chara... Você está ai?

Por um minuto delirante, nada aconteceu... Mas depois ela saiu das flores, com um sorriso satisfeito, Asriel tropeçou:

- C-Chara? É você?

- Olá Asriel! – ela se virou para mim – Olá Frisk!

- Chara... Eu fiz a minha parte! Agora é sua vez: Eu quero saber a verdade!


Notas Finais


Foi uma desculpa esfarrapada? Sim, mas já esta feito? O que vocês querem que a Chara conte? Ah, e eu conto a historia eu um capítulo gigantesco ou em dois menores? Obrigado a todos que estão acompanhando a Fic! Aguardando os Comentários!


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