História Undestiny - Até Que A Morte Nós Separe - Capítulo 3


Escrita por: ~

Postado
Categorias Undertale
Personagens Alphys, Asgore Dreemurr, Asriel Dreemurr, Chara, Flowey, Frisk, Mettaton, Muffet, Napstablook, Papyrus, Sans, Toriel, Undyne
Tags Au Undertale, Frans, Frisk, Sans, Sansxfrisk, Undertale
Visualizações 25
Palavras 2.258
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Hentai, Luta, Magia, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Universo Alternativo
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Spoilers, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Olá anjinhos, eu sei que demorei pra postar, peso desculpas por isso. Eu estava ocupada com a escola, e no dia que eu ia postar, eu fiquei editando os dois caps anteriores, eles estavam com muito erro de português, e eu corrigi, e modifiquei algumas coisas. Mas agora vou tomar mais cuidado com isso.

Mas se mesmo assim ainda tiver erros, peso desculpas por isso, boa leitura!

Capítulo 3 - Trocando pesadelos por sonhos


Fanfic / Fanfiction Undestiny - Até Que A Morte Nós Separe - Capítulo 3 - Trocando pesadelos por sonhos

Já eram 4 horas da manhã, e o sono não vinha de jeito nenhum. Frisk virava pra um lado e pra outro, e não conseguia dormir. Além da falta de sono, ela estava com medo de dormir e ter outra pesadelo, mesmo que já tivesse acostumada com eles, ainda eram ruins.

Frisk se levantou indo em direção a cozinha, talvez uma água acalmasse ela. Ela pegou a jarra de água, e encheu um copo de água. A única luz que iluminava a cozinha era a luz interna da geladeira, ela resolveu não ligar nenhuma luz pra não acordar ninguém.

Ela fechou a geladeira, e ficou rodando em círculos.

"Não ta conseguindo dormir?" Frisk quase soltou o copo de água com o susto que levou

"Sans! Você me assustou, porque você sempre aparece assim do nada?" Sans sempre assustada a pobre coitada, parecia até que ele era onisciente, sempre aparecia do nada.

"Desculpa, tampinha, eu acabei acordando de tanto que você se movia" era impossível não acordar com alguém virando pra lá e pra ca em um sofá apertado com duas pessoas "Por que você veio dormir comigo? Teve outro pesadelo?".

Frisk ruborizou o rosto de leve ao lembrar que os dois estavam dormindo juntinhos. Não era pra Sans saber, ela iria sair de fininho antes que ele acordasse.

"sim... Então eu desci, e deitei do seu lado, eu estava assustada" Frisk caminhou mais pra perto de Sans, e colocou o copo vazio na pia "eu não estava conseguindo dormir..." 'sem você' pensou "sozinha.." lógico que Frisk não diria a verdade, mas também não queria mentir, então uma meia verdade não é ruim. Ela não poderia dizer que só se sentia segura e confortável dormindo nos braços de Sans, ou dizer que ele sempre estava em seus sonhos pra ela lembrar o quanto ele era importante quando ela sentia que podia perde-lo.

"Você podia ter me acordado, Frisk, não se preocupe, quando tiver pesadelos, pode me acordar, eu estarei aqui" Sans abraçou a pequena, deitando a cabeça da mesma em seu peito, e logo acariciando seus cabelos castanhos.

Frisk nunca entendeu o porque de Sans ser tão carinhoso e cuidadoso com ela, ele não era assim com os outros. Era como se ela fosse muito especial pra ele mas no fundo ela duvidava, ela era apenas uma humana que cresceu lá, por que ela seria tão importante assim? Os outros deveriam ser mais. a única explicação pra isso era achar que Sans a via além da amizade, mas ela acreditava fortemente que isso era apenas a mente dela iludindo ela. Era fato, ela tinha uma certa queda pelo esqueleto, e ele foi sua paixonite de infância. Quando Frisk era ainda uma criancinha, ela via Sans como o cara mais legal possível e charmoso do subsolo, ela dizia pra sí mesma que iria casar com ele, e ela sempre ria ao lembrar dessas memórias. Mas será que agora esses sentimentos estivessem voltando com mais força? Será que a queda que ela tinha estava se tornando algo mais forte? Frisk percebia nos últimos dias que pensava mais em Sans, e queria estar sempre com ele, ou chamar sua atenção. Aos poucos ela foi percebendo que talvez estivesse gostando de verdade daquele esqueleto. Mas ela queria interromper esses sentimentos, ela sabia que Sans a via apenas como amiga, e que nunca olharia pra ela, uma simples garota que nem tinha saído da infância ainda, e nem corpo tinha direito. Mas e as provocações? Ela tinha pensado seriamente sobre, teve o dia da cozinha, o dia que ela chegou tarde, e outros dias que ele fazia coisas provocativas, mas logo em seguida ele ria, e dizia que era apenas uma brincadeira, algo totalmente inocente, que talvez sua mente estivesse colocando maldade.

"Obrigada Sans, obrigada de verdade" Frisk aproveitou mais daquele abraço, afundando seu rosto no peitoral do esqueleto.

Sans continou com as carícias no cabela da menor, logo em seguida descendo as mãos para sua cintura fina. Levantamento com delicadeza a mesma a colocando sentada no balcão da cozinha, ficando entre suas pernas. Ele colocou os braços dos lados da pequena, e foi aos poucos chegando o rosto mais pra perto do dela. Frisk ruborizou de forma que era bem visível mesmo no escuro.

"Sa-sans... O que está fazendo?" Seu coração acelerou ao perceber as intenções do maior, e seu corpo esquentou por completo, ela sentia suas bochechas arderam. Ela sentia a repiração do esqueleto perto do seu rosto, e sentia o calor de seu corpo, e ela podia ouvir sua respiração calma, se juntar com a dela descompassada.

"Shhh.." Sans colocou um dedo na boca da menor indicando que ela ficasse quieta, ele acariciou seu rosto, e logo em seguida envolveu seus braços em sua cintura. Assim, selando seus lábios, mesmo envergonhada Frisk cedeu ao beijo, era o que ela mais queria. Ela apertou o tecido do casaco do maior pelo extremo nervosismo. 

Frisk acordou imediatamente, percebendo que tudo não passava de um sonho, e ficando decepcionada. 

"Outro... Sonho?" Ela colocou as mãos nos lábios, sentindo o calor dos lábios do esqueleto como se o sonho realmente tivesse sido real. Frisk se levantou percebendo que Sans não estava ao seu lado.

"Finalmente você acordou dorminhoca" Sans bagunçou os cabelos de Frisk "A Alphys me ligou mais cedo, ela pediu que nós dois fossemos no laboratório dela hoje".

"Alphys? O que será que ela quer? ela não costuma chamar ninguém pro laboratório dela" Frisk coçou os olhos, ainda sonolenta. Realmente, Alphys não era de convidar os amigos pro seu laboratório, se ela estava chamando, alguma coisa tinha ali. mas Frisk não estava preocupada com isso na hora, ela queria saber o que aconteceu ontem. Ela não lembrava o que tinha sido sonho e o que tinha sido realidade.

"Bom, você só vai descobrir se formos logo" .

"S-sim" Frisk se levantou, indo atrás de Sans.

"Sans?" 

"Hmmm?"

"O que aconteceu ontem? Eu não me lembro"  Frisk perguntou com um pouco de medo da resposta, e uma certa vergonha. Ela realmente não lembrava direito o que tinha acontecido.

"Ontem? Bom, você veio dormir comigo" 

"E depois?" 

"Depois, você acordou, você não parava quieta"

"E... Depois?" o coração de Frisk já começava a acelerar de leve

"Ai você foi pra cozinha, beber água" Sans já desconfiava daquela conversa, Frisk estava tendo outra perca de memória?

"Certo.. E d-depois disso?" Agora sim ela já sentia o coração na goela.

"Eu fui atrás de você, e nós bebemos água juntos, e conversamos um pouco. Depois disso nós vontades a dormir ué" Sans levantou uma das sobrancelhas sem entender onde Frisk queria chegar.

"Ah sim... Certo foi só isso, calma Frisk" 

"Oi? Só isso o que Frisk?"

"Que?! Na-nada, estava pensando alto haha.." Mesmo tendo tomado um leve rubor, era perceptível sua vergonha. Frisk saiu andando rápido indo em direção ao quarto.

'Eu falei algo errado ontem?' Sans perguntou a sí mesmo tentando achar o que tinha falado ou feito de errado.


'"Não ta conseguindo dormir?" Frisk quase soltou o copo de água com o susto que levou

"Sans! Você me assustou, porque você sempre aparece assim do nada?" Sans sempre assustada a pobre coitada, parecia até que ele era onisciente, sempre aparecia do nada.

"Desculpa, tampinha, eu acabei acordando de tanto que você se movia" era impossível não acordar com alguém virando pra lá e pra ca em um sofá apertado com duas pessoas "Por que você veio dormir comigo? Teve outro pesadelo?".

Frisk ruborizou o rosto de leve ao lembrar que os dois estavam dormindo juntinhos. Não era pro Sans saber, ela iria sair de fininho antes que ele acordasse.

"sim... Então eu desci, e deitei do seu lado, eu estava assustada" Frisk caminhou mais pra perto de Sans, e colocou o copo vazio na pia "eu não estava conseguindo dormir..." 'sem você' pensou "sozinha.." lógico que Frisk não diria a verdade, mas também não queria mentir, então uma meia verdade não é ruim. Ela não poderia dizer que só se sentia segura e confortável dormindo nos braços de Sans, ou dizer que ele sempre estava em seus sonhos pra ela lembrar o quanto ele era importante quando ela sentia que podia perde-lo.

"Você podia ter me acordado, Frisk, não se preocupe, quando tiver pesadelos, pode me acordar, eu estarei aqui" Sans abraçou a pequena, deitando a cabeça da mesma em seu peito, e logo acariciando seus cabelos castanhos.' 

Sans relembrava os momentos, e aparentemente não percebia nada de errado. Ele estaria sendo grudento demais com ela? Era fato que Frisk era especial pra Sans de uma forma que nem ele entendia, mas talvez ela estivesse pensando errado, achando que era de uma forma maldosa ou algo assim. Logo Sans lembrou das provocações que as vezes ele fazia, e se sentiu um pouco culpado, ele poderia estar confundindo aquela cabecinha.


Undestiny


"Então Alphys, nos explique melhor... Porque você precisa de  amonstras de nosso D.N.A?" Sans confiava em Alphys. Mas toda aquela cautela pra falar tudo de uma vez estava sendo irritante.

"B-bom, eu preciso de uma a-amostra de sangue humano, e uma de monstro" Ajeitou os óculos pra continuar o discurso "A única humana no subsolo é Frisk, então era o-obvio que seria ela. Mas você, tinha que ser você, p-pois é o monstro mais forte que conheço depois de Asgore, m-mais eu não queria incomodar o rei, sa-sabe como é" Alphys coçou a nuca olhando para os lados tentando esconder seu leve rubor. "Eu irei fazer alguns experimentos, e o único caminho viável é o sangue. Mas como todos nós sabemos, monstros não tem sangue, então.. E-eu irei coletar a sua saliva" Alphys disse ajeitando seu jaleco, e tentando convencer os amigos.

"Por mim tudo bem! Já que aqui no subsolo você pode extrair meu sangue com magia em vez de ser com agulha" Frisk falou dando um de seus sorrisos fofinhos e logo em seguida encarando Sans esperando uma resposta positiva.

"OK... Por mim tudo bem tbm, eu acho.." Sans disse um pouco incomodando, mas não resistindo a carinha que Frisk fez quando ele iria rejeitar.

"Ó-ótimo! Vamos para os preparatórios".


Undestiny


"O-ok Frisk, agora relaxe, eu vou extrair seu sangue com essa m-maquina mágica"  Alphys empurrou Frisk pra perto de uma máquina rosa fazia, mas Frisk se lembrava muito bem que antes aquela máquina era cheia de uma gosma rosa estranha.

"Espera, essa máquina não era cheia de gosma rosa antes?" Frisk disse analisando mais de perto.

"S-sim, na época eu estava tentando extrair sangue de uma espécie de planta, mas não deu muito c-certo..... Enfim, ela é feita especialmente com magia para extrair sangue humano! Certo, agora relaxe" Alphys colocou Frisk dentro da máquina, e colocou um pequeno frasco nomeado de 'Sangue humano - Frisk' na parte da máquina que recebia o líquido obtido.

Assim que a máquina foi ligada Frisk começou a sentir cócegas pelo corpo, e uma pequena falta de ar. Mas logo a máquina abriu as portas e seu sangue já tinha sido absorvido.

"Isso foi divertido, Alphys" Frisk soltou uma risadinha "Agora é a vez do Sans!".

"Pra extrair a saliva do Sans s-será mais simples, apenas vou ali buscar uma seringa" Alphys desceu as escadas rolantes deixando Sans e Frisk sozinhos.

"Ah não, seringa? Isso vai doer. Espera, sua pele está avermelhada pela extração de sangue" Sans se aproximou de Frisk passando os dedos em sua bochecha esquerda. "Humanos tem um corpo e reações e tanto interessantes" Sans disse sério analisando o rosto de Frisk, como um cientista analisando uma nova descoberta. Depois dessa aproximação, o rosto de Frisk ficou mais rosado ainda, mas Sans ainda acreditava que era por ter extraído sangue.

"V-voltei! Sans, sente-se nessa cadeira, e coloque a língua pra fora" Sans obedeceu, colocando sua língua extremamente azul pra fora, e fechando os olhos.

'Então a língua de Sans é azul? Espera... Esqueletos não tem língua, então todas os órgãos que Sans tem a mais, são azuis?............ Ah não Frisk, não pense essas coisas agora' Frisk ruborizou depois do pensamento indecente.

Mas ela estava certa, Sans não era um esqueleto comum, ele tinha órgãos a mais, como língua, alma e pupilas. Mas todo órgão que fosse a mais, era de fato azul, e azul bem oceano. Frisk tentou fugir do pensamento impuro, mas era impossível não associar esse fato com coisas pervertidas.


Undestiny


"Por que sua língua é azul?" Frisk não se conteve, era a única coisa que pensou durante todo o dia. E agora ela não conseguia dormir.

"Frisk... Por que você faz perguntas tão estranhas de noite, hm? Você devia ir dormir" Sans abriu os olhos, encarando Frisk cara a cara "Na verdade eu não sei... Eu sempre fui assim ué, seria o mesmo que eu perguntar o porque de sua língua ser vermelha".

"Hm, entendi. Mas é estranho, o Papyrus também é um esqueleto, e a língua dele é igual a minha"

"Talvez eu seja especial" O esqueleto deu uma piscadinha "Mas a língua dele não é diferente da minha só em cor.... Ela tem habilidades especiais, ela pode fazer coisas que a dele não faz" Sans semicerrou os olhos, e deu um sorriso de canto, ele sabia que não deveria voltar a provocar Frisk, mas isso se tornou seu passatempo preferido "E então... Quer ver o que ela pode fazer?" Frisk corou intensamente ao ver Sans aproximar o rosto e colocar a ponta da língua pra fora.

"S-sans?" O que ele estava fazendo, ele iria tentar beijar Frisk? O coração dela começou a acelerar, mas logo se acalmando ao ver Sans se afastar e colocar a língua azul de volta na boca.

"Viu? Ela brilha no escuro, não é incrível? Bom, agora eu vou dormir. Boa noite baixinha" Sans deu um beijinho na testa da menor e se virou de costas pra dormir. Tentando segurar a vontade de rir ao ver a cara que a pequena fez.








Notas Finais


Gostaram fofinhos? Me desculpem pelo cap curto, eu to meio que sem tempo, e hoje eu vou sair. Mas assim que eu puder, eu vou postar um daqueles caps enormes pq adoro isso hdksksks.

Eu resolvi mudar a foto cap da história, e o nome também, pq eu achei q estava muito curto. Mas eu não queria tirar Undestiny do nome, eu amei essa junção que eu fiz com o nome Undertale e destino em inglês. Então ficou isso ae. Bom, até a próxima!


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