História Undisclosed Desires - Capítulo 1


Escrita por: ~

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Categorias Originais
Exibições 15
Palavras 1.109
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Crossover, Famí­lia, Festa, Ficção, Romance e Novela
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Heterossexualidade, Incesto, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas da Autora


Hey, girls!!! Bom, essa é a primeira fic original que eu escrevo. Eu já estava com essa ideia há algum tempo, mas só agora tomei coragem pra começar a escrever.
Bom, eu espero que gostem dessa nova história!! :)

Capítulo 1 - Prólogo


Fanfic / Fanfiction Undisclosed Desires - Capítulo 1 - Prólogo

GUSTAVO POV

 

- Gustavo! – ouvi a voz de minha mãe gritar do andar de baixo da casa.

- O quê?  - perguntei no mesmo tom de voz que ela usava.

- A Jennifer chegou. Estou saindo para buscá-la na rodoviária.  – respondeu. Automaticamente meus olhos reviram dentro de suas órbitas.

- Tudo bem, mãe!  - falei. Em seguida bufei alto, demonstrando meu descontentamento com o fato.

 

Minha atenção, antes voltada para o videogame a minha frente, voltou-se para meu melhor amigo, David.

 

- Cara, qual é o seu problema com a sua prima? – perguntou com a testa franzida em pura dúvida.

- Não sei. Não gosto dela. – falei simplesmente.

- E por que não gosta dela? – insistiu na pergunta.

- Ela é...estranha! – sua cara de dúvida ainda continuava a me questionar. – Ela é chata. Vivia implicando comigo quando eu ainda morava na fazenda. E além do mais....ela é muito feia. – tentei explicar.

- Não gosta da sua prima porque ela é feia? Você só pode estar brincando.

- Ela também é chata!

- Como você pode saber disso? Já faz quantos anos que vocês não se veem? 4 ou 5?

- 6 anos.

- Então, cara. Relaxa! Vocês são adultos agora. Você tem bem vividos 22 anos nessa puta dessa cara. E a sua prima... er...quantos anos ela tem mesmo?

- 18.

- Então!  Não há motivo para continuar com essa birra de merda, Gustavão. – falou.

- Eu sei, eu sei.  É só que...eu não estou com um bom pressentimento sobre a vinda dela, sabe?

- Como assim? – perguntou.

- Não sei, não. Eu acho que vai dar alguma merda. – falei.

- Ih, mané. Tá com medinho de se apaixonar pela priminha?

- O quê? Credo! Que nojo! Ela é um dragão de tão feia, David!

- Ah, qual é?  Ela não pode ser tão horrível assim.

- Eu estou te falando. Ela tem uns dentes super  tortos, um cabelo todo embaraçado e bagunçado que ela odiava pentear, magra como uma vareta ambulante. Ela é super esquisita.  Eu tô te falando. Você vai ver quando elas chegarem aqui.

- A tua família é toda bonita. Por que com ela deu errado? – perguntou rindo.

- Ah, sei lá!  Ela é meio que adotada, sabe? Meu tio a pegou quando ela tinha uns 2 anos. Mas eu não seio que houve com os pais verdadeiros dela.

- Nossa! Por essa eu não esperava. – David comentou encerrando o assunto.

 

Voltamos a nos concentrar na tela da TV, e pouco tempo depois,  escutamos a porta da sala ser aberta e a voz da minha mãe ecoou pela escada até atingir o meu quarto,  alertando que as duas haviam chegado.

 

- Gustavo, David! – chamou minha mãe.  – Venham cumprimentar a Jennifer.

 

Respirei fundo por um instante, me preparando. Levantei-me da poltrona e David me acompanhou.

 

- Bora, cara! Vamos ver esse dragão.  – ele disse rindo e depositou dois tapinhas no meu ombro esquerdo.

 

Bufei e comecei a movimentar meus pés para fora do cômodo e depois para as escadas.

O olhar fixo no chão de piso branco, encarando os reflexos dos passos do meu melhor amigo, até que David parasse repentinamente e ficasse parado feito uma pedra.

Olhei para seu rosto e o vi encarando algo a minha frente com a boca aberta e olhos esbugalhados.

Será que Jennifer estava assim tão feia a ponto de deixa-lo sem reação?

Tomei coragem para tirar minha própria dúvida e olhei para a garota parada a minha frente.

 

Mas espera aí... por que tinha uma completa gostosa rodeada de malas parada na minha sala de estar? Oh não!  Oh não!  Não, não, não!

Aquela não era a Jennifer. Não podia ser.

Onde estavam os dentes de tubarão? O cabelo parecido com um ninho de pássaro? As pernas de saracura?

No lugar destes apareceram dentes  brancos e perfeitos, um cabelo preto brilhante e enorme, e coxas maravilhosas cobertas por uma maldita calça jeans apertada.

 

Eu e David estávamos estatelados, encarando o sorriso perfeito e esperto direcionado a nós.

Engoli em seco ao ouvir a voz rouca se perpetuar pela sala de estar.

 

- Oi, primo! Quanto tempo...

 

Os tapinhas em meu ombro se repetiram e eu ouvi meu melhor amigo sussurrar em meu ouvido.

 

- Cara, desenrola tua prima gostosa pra mim.

 

Fingi não escutar seu comentário idiota. Engoli em seco e arranhei a garganta na tentativa de encontrar minha voz.

 

- Errr...Oi, oi, Jenn-Jennifer! – reprimi a vontade bater a cabeça na parede. Mas que porra era aquela? Eu estava gaguejando? – Tudo bem?

- Sim. Eu estou ótima! – o sorriso continuava lá, deixando os lábios cheios e preenchidos por batom vermelho esticados. – Mal posso esperar para começar a Faculdade! – seu tom animado me fez sorrir de leve.

- Que ótimo. Você parece ótima. – não consegui impedir meus olhos de descerem pelo corpo da mais nova. Wow! Ela estava simplesmente incrível!

 

Senti um leve empurrão no meu braço e ouvi o pigarro de David ao meu lado.

 

- Err... Desculpe, Jennifer. Esse é o David, meu melhor amigo! – apresentei os dois.

 

David caminhou alguns passos para frente e tomou a liberdade de pegar na mão da minha prima e depositar um beijo na mesma, sorrindo galanteador. Revirei os olhos para a cena.

 

- É um prazer conhece-lo David. – ela falou.

- Pode acreditar que o prazer é todo meu. – um sorriso malicioso tomou conta de sua face. Eu estava prestes a manda-lo parar de graça quando minha mãe resolveu aparecer na sala novamente.

- Oh, querida! Já conheceu o David! – ela comentou. – Espero que se deem bem, David está sempre aqui em casa.

- Pode deixar comigo, dona Sandra! Se depender de mim, eu e a Jenn vamos nos dar muito bem. – Ele disse.

- Cala essa boca, David! – falei e dei um tapa em sua cabeça.

 

A risada de Jennifer invadiu meus ouvidos e foi impossível não gargalhar junto com ela.

 

- Gustavo, meu filho, você pode mostrar a casa para sua prima, por favor? Eu preciso ir ao mercado comprar algo para jantarmos.

 

- Vai lá, tia. Eu e Gustavão mostramos a casa sem problema, não é amigão? – David respondeu por mim.

- Claro que não... – concordei.

 

Assim que a porta da sala se fechou e nós 3 ficamos sozinhos, David foi rápido em pegar na mão de Jennifer e arrastá-la em direção as escadas.

 

- Vamos ver lá em cima primeiro, Jenn! – ele disse puxando-a para os primeiros degraus.

 

Fui atrás dos dois, subindo as escadas logo depois de Jennifer.

Precisei tomar uma grande lufada de ar ao me deparar com a sua bunda maravilhosa escondida e apertada pela calça jeans.

 

Aquilo não ia prestar. Não ia mesmo.


Notas Finais


Espero que tenham gostado. Por favor, deixem suas opiniões aqui nos comentários.
Até o próximo capítulo. Beijoooooos!!!


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