História Undisclosed Magic - Capítulo 23


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Categorias Harry Potter
Personagens Alvo Potter, Andromeda Tonks, Dominique Weasley, Draco Malfoy, Fred Weasley Ii, Gina Weasley, Gui Weasley, Harry Potter, Hermione Granger, Hugo Weasley, Lysander Scamander, Narcissa Black Malfoy, Ronald Weasley, Rose Weasley, Scorpius Malfoy
Tags Aventura, Harry Potter, Nova Geração, Romance, Scorose
Visualizações 79
Palavras 1.008
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Colegial, Escolar, Fantasia, Ficção, Luta, Magia, Mistério, Misticismo, Romance e Novela, Violência
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Capítulo 23 - Diálogos


Fanfic / Fanfiction Undisclosed Magic - Capítulo 23 - Diálogos

-- Borgin&Burkes? Sem chance, Potter!

-- Ora, por que não, Malfoy? Qual é o problema? 

Scorpius parecia receoso para responder o amigo. Agitado, passou a mão pelos seus cabelos loiros emplastrados de gel e disse:

-- Bom, é que... talvez... veja... 

-- Pare de suspense e fale logo!

-- Certo. -- suspirou -- Durante a Guerra, meu pai ameaçou Borgin para infiltrar os Comensais no castelo. Certamente papai não queria que soubesse disso, mas um dia escutei ele e mamãe conversando e... e suponho que um Malfoy não seria bem-vindo por lá.

-- Já entendi. 

-- Por que não esquecemos esse assunto? Já nos tiraram pontos, e tem ideia da confusão que houve lá em casa? Isso já nos causou problemas demais. 

-- Eu não cheguei até aqui para desistir, Malfoy. Além do mais, deve ser algo muito importante a ponto de Hagrid arriscar nossa segurança, talvez seja algo que nem o próprio diretor saiba. 

-- Que seja. Amanhã falamos com a sua prima e pensamos em algo, mas eu juro que se fizermos tudo isso em vão, eu não terei problemas em ter detenções pelo resto do ano por te azarar. Boa noite, Potter. 

-- Me azarar? Que eu me lembre, você se meteu nisso porque quis. De qualquer forma, vamos falar com ela. Boa noite, Malfoy.

 

 

-- ...E então, após a visão, o mago Papus viajou à Rússia para contar ao Czar que seu reinado sucumbiria à revolta popular... -- Dizia o professor Binns em sua aula de História da Magia.

Uma pequena bola de papiro atingiu as costas de Rose, que virou-se para saber de onde tinha vindo. Scorpius a fitava e gesticulava para que abrisse o papel, e ela assim o fez.

"Weasel," -- ela revirou os olhos e continuou a leitura -- "aparentemente a única Fonte de informações sobre ofidioglocia está na Borgin&Burkes, você deve conhecer. Por problemas de relações familiares eu não posso ser visto lá, tampouco podemos sair da escola. É bom você começar a pensar em algo. 

S.M"

-- Senhor Malfoy, eu espero que estes bilhetes que você está passando à senhorita Weasley sejam anotações sobre a matéria, e não cartas de amor. 

A sala fez um coro de risadas e as bochechas de Scorpius adquiriram uma tonalidade avermelhada. 

-- Que é isso, agora, Rose? Está trocando bilhetinhos com Malfoy? -- Perguntou sua colega.

-- Não seja boba, Fiorella, são apenas negócios, entende? 

-- Se você está dizendo... -- Respondeu a garota que preservava forte antipatia pelo rapaz.

Rose encontrou Alvo e Scorpius ao final do almoço. Os três sentavam-se encostados nas grandes abóboras próximas à cabana de Hagrid. A tarde era tranquila para um assunto tão taciturno; a névoa se alastrava pelas coníferas e o gramado viçoso umidecia as vestes dos jovens. 

-- Então, Weasley, pensou em algo?

-- Como Al sabe, durante o segundo ano, mamãe preparou poção polisuco. Dizem que só vamos aprender como prepará-la no ano dos N.I.E.M's, mas achei que pudesse dar um jeito. No entanto...

-- No entanto? 

-- No entanto, Malfoy, em quem nos transformaríamos? Além do mais, teríamos que arrumar uma forma de sair de Hogwarts. 

-- A segunda parte não é problema -- disse Alvo -- afinal, temos o Mapa. 

-- Sim, Al, mas iam nota a nossa ausência.

-- Ela tem razão, Potter. Mas há sempre a possibilidade de sairmos na calada da noite.

-- É muito arriscado! 

-- Sei disso, mas vocês têm outro plano?

Os primos calaram-se e negaram com as cabeças, em união. 

-- Podemos esperar um fim-de-semana, em seguida pegamos a capa e vamos até lá. O que acham? 

-- Brilhante, Malfoy, você só esqueceu da parte em que encontramos as informações. 

-- Tenho certeza que você e a sua inteligência aguçada darão um jeito na hora, Weasley. Agora, se me dão licença...

O menino levantou-se, limpando a relva das roupas e recolhendo seus livros.

-- Onde vai? -- Alvo perguntou.

-- Encontrar sua prima.

-- Qual delas? 

-- Como "qual delas? Dominique, é óbvio, ela precisa de ajuda em poções. 

-- Não sei se percebeu, Malfoy, mas ela está dois anos acima de nós. Por que precisaria da sua ajuda? 

-- Caso não saiba, eu sou um dos melhores da turma em poções e parece que ela não tem muita aptidão. Que escolha eu tenho? 

-- Ignorar seria uma opção. Já não disse milhares de vezes para não prestar atenção no que ela diz?

-- Eu me lembro bem. Acalme-se, é só uma sessão de estudos. Não vou contar nada. 

Antes que Scorpius pudesse se afastar dos amigos, James, Fred e seus amigos da Grifinória lançaram-no um feitiço para que tropeçasse e caísse no chão.

-- Eu vi isso, James! -- Disse Rose, raivosa.

-- O que foi, priminha? Tem tempo para defendê-lo ou está muito ocupada trocando cartas de amor?

Alvo arregalou os olhos.

-- Cartas de amor? Que cartas de amor, Rose?

-- Ignore, Al, você não deve acreditar em boatos, e nem você, Sirius. Por que não o deixa em paz? Sabe, ele não tem culpa de...

-- Chega, Weasley!

Assustados, todos viraram-se para o menino que não tinham percebido que outrora levantara.

-- Eu te agradeci da outra vez -- fez uma pausa, engoliu seco e continuou -- mas já estou cansado do seu complexo de heroína. Não preciso de babá e muito menos de alguém pra me defender, ouviu bem? Se não se importam, todos vocês, tenho coisas mais importantes para fazer e pessoas mais importantes para encontrar.

Sem receber uma resposta, Scorpius se foi, deixando Alvo e Rose estáticos.

-- Viu só, Rose? De que serve perder tempo com alguém como ele? 

-- Esqueça, James. Vamos embora. -- Disse Fred, puxando o primo pelo braço e partindo dali às ruínas de escadas.

-- Rose, não fique assim, ele só estava estressado, tenho certeza que logo vai se arrepender e se desculpar.

-- Não quero as desculpas dele, Al, James está certo. Acho que vou para o dormitório. -- Respondeu estampando seu triste semblante.

-- Mas...

-- Até amanhã, Al.


Notas Finais


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