História Undying - Capítulo 10


Escrita por: ~

Postado
Categorias The GazettE
Personagens Aoi, Kai, Reita, Ruki, Uruha
Tags Akira, Aoi, Carta, Drama, Fanfic, Fic, Gazette, Kai, Kouyou, Matsumoto, Reita, Romance, Ruki, Shiroyama, Shounen Ai, Suzuki, Takanori, Takashima, Uke, Undying, Uruha, Yaoi, Yutaka, Yuu
Visualizações 30
Palavras 2.426
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Lírica, Poesias, Romance e Novela, Shonen-Ai, Universo Alternativo, Yaoi
Avisos: Homossexualidade
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Escrevi na época da Páscoa. Foi um relato que incidiu comigo, por isso escrevi esta carta e sobre esse tema. Espero que gostem.

Boa Leitura!
Desculpem os erros'

Capítulo 10 - Aos Anjos Sem Asas E Um Deus Sem Nome


Fanfic / Fanfiction Undying - Capítulo 10 - Aos Anjos Sem Asas E Um Deus Sem Nome

Santificados e sorridentes...

Mantiveram-nos vivos o quanto puderam, da melhor forma.

*

Yutaka bateu na porta do aposento de Kouyou, ingressando e observando-o repousar, embora já passasse da hora de despertar. Analisou-o friccionar os olhos dolentemente, porquanto a enxaqueca jazia intransigente. Yuu abrolhou no mesmo instante, contíguo a alguns enfermeiros que apartavam os acortinados e disseminavam confetes e serpentinas em cima de Kouyou, que, sentando-se no leito com dificuldade, não compreendia o que sucedia.

- Bom dia, raio de sol! – saudou Yuu, curvando-se para Kouyou. – Vim buscá-lo para a Caça Aos Ovos!

- “Caça Aos Ovos”...? – iterou Kouyou, tomando o medicamento e sopesando o semblante de cada um presente naquele ambiente, inclusive Yutaka, Akira e Takanori, que detiveram ao lado dos enfermeiros acolhedores. Tombou a cabeça para o lado, sorrindo. – Oi...?

- Um evento cristão que, honestamente, é perpetrado pelos chocólatras de plantão, não propriamente pelos fiéis. – Yuu estendeu a mão a Kouyou, ajoelhando-se no chão como um cavalheiro. – Anseia edulcorar sua vida, esplêndido caçador?

- Depende... – Kouyou riu divertido, contraindo a mão de Yuu. – Quem mais caçará?

- Eu, como seu leal escudeiro. – içou-se do chão, auxiliando o namorado imêmore a erguer-se da cama. – E estes garotos, nossos ingênuos rivais e atrozes caçadores, de quem te resguardarei.

- “Atrozes caçadores”? – reiterou Takanori, cruzando os braços. – Sequer sei como o evento labora.

- Bingo! – celebrou Yuu. – Este calouro não será problema para nossa caçada, Kou!

- Ei, quem me auxiliará na caça...? – Yutaka suspirou. – As lesões em minhas pernas ainda doem e estou mancando.

- Pena: agora é cada um por si. – Akira riu, conchegando Takanori pela mão para fora do aposento. – Foi mal, Yuta, entretanto, prometo que, se eu impetrar bastantes ovos, darei alguns a você.

- Eu não certifico nada, hein... – riu Yuu, igualmente puxando Kouyou pela mão, retirando-o do dormitório.

- Egocêntricos... – Yutaka riu, volvendo o olhar aos enfermeiros. – Posso aproveitar e esquadrinhar a próxima missiva do Meev?

- Claro, contudo, não esforce-se demais. Recorde-se de que o evento é para divertir, afinal, a Páscoa é uma das escassas datas que podemos brincar e adocicar a vida de vocês. – sorriu uma enfermeira gentil, bem como os demais. – Divirta-se!

Perfaziam nossas asas com algodões tenros...

*

“Uma rodovia solitária cruzou outra linha frígida da estação, há milhas de distância daquele que amo, com um escopo abstruso de impetrar.

Mancando, recordo-me de todos os versos que ouvi de seus lábios e esquadrinho pela próxima epístola abrigada por aqui. De olhos baixos, intuo que não há nada para mim nesta estrada sem graça e estou sozinho e estafado novamente – pelo menos, era o que arrazoava. Sorri acanhado e ergui minha cabeça, sendo amparado pelos enfermeiros a localizar alguns ovos de chocolate na toca de uma árvore.

As boutiques jaziam fechadas e não havia ninguém à noite, quando a urbe adormecia. Não consigo, inda hoje, deter de ajuizar nos momentos que tive contigo, admirando fotografias que auxiliam-me a seguir em frente. Procuro um caminho, muitas vezes não encontrando-o, então ele definha como eu, comodista. Contudo, ainda assim, prossigo a peregrinar e, acudido por anjos enfermeiros, localizo versos de uma oração silente – como você ficava quando arrazoava em nós, unido a um coelhinho de pelúcia na toca da árvore.

‘Gostaria de estar aí.

Querido Deus, a única coisa que depreco-Te é para cuidar dele quando eu não jazer por perto, quando estiver muito longe.

Todos carecem de uma pessoa especial, todavia, deixei-o quando encontrei-o, dando atenção a um logradouro egocêntrico – mesmo quando algo expunha-me para permanecer. Agora gostaria de ter ficado, pois estou sozinho e extenuado, sentindo ausência mais uma vez.

Querido Deus...

Cuide de meu amor’.

Interpretando esta missiva, Meev, refleti: você sabia que seu fenecimento jazia próximo e que não apresentaria cura? Arquivou suas angústias sobre abandonar-me e adjudicou a Deus a tarefa de acudir-me quando você não jazesse mais aqui? Afinal, este bilhete era para ter sido localizado ou fora tão-somente seu desabafo? Uma prece em prol de minha saúde?

Não fora egocêntrico, meu amor: sua hora abordara e teve de partir sem, no entanto, abandonar-me inteiramente só. Encontro-me cercado por anjos e sendo cuidado por um Deus sem alcunha, tudo por causa de suas intensas preces. Ainda assim, sinto carência de alguém para abraçar quando a esperança enceta a esvaecer.

Estou sentindo sua falta mais uma vez, ah não...

Mais uma vez”.

*

Doutrinavam-nos a voar...

Akira e Takanori jaziam com mais de quinze ovos em mãos, rindo por não conseguirem conduzir os chocolates por mais de três passos sem derrubá-los. Era a primeira Páscoa que Takanori passava na clínica e ao lado de quem amava, não da família que sentia saudades. Divertia-se com Akira, conquanto seus corpos pesassem demais pela diligência perigosa que depositavam nas pernas.

Sentando-se no chão do vergel, analisavam as crianças correrem anêmicas de um lado ao outro, bem como outros pacientes mais velhos sendo auxiliados pelos enfermeiros, que ofereciam dicas ou empurravam as cadeiras de rodas, acudindo-os a locomoverem-se e sorrirem a cada nova descoberta de ovos coloridos – não tão ocultados propositalmente. Entreolharam-se e, em completo sigilo, apreciaram os traços lívidos do semblante que amavam.

- Já caçara ovos antes? – averiguou Akira e Takanori negou com a cabeça, rindo.

- Primeira vez, mas foi divertido! – abriu um dos ovos, adquirindo uma porção e repartindo-a com Akira. – Todavia, não teria ido tão longe se não estivesse caçando comigo.

- Confesso que jamais fui tão longe nesta caça como fui contigo este ano. – riu Akira, abocanhando o doce. – Primeira vez que divirto-me tanto acossando ovos, embora meu corpo insulte-me pelo esforço que improvisei e não devia.

- Sinto-me da mesma maneira, entretanto, não consigo cessar de sorrir... – o olhar de Takanori fora em adereço a algumas crianças que quase não conseguiam caminhar pela batelada de tubos nos pequenos corpinhos. Os enfermeiros, gentis e inteiramente de branco, fizeram Takanori tornar-se longínquo. – Ei, Aki... Não semelham anjos?

- Eles são anjos, Taka. – Akira sorriu, aliciando o olhar amoroso de Takanori, fitando-o veementemente. – Nós também podemos ser hoje, se desejarmos.

- Desejo... – segredou Takanori, auferindo um beijo sutil na bochecha vindo de Akira, que ergueu-se do chão e estendeu sua mão. Takanori apanhou-a incerto. – Vamos ajudá-los mesmo...?

- É, por que não? – conchegou-o para cima. – Gosto de fazer pessoas sorrirem. Amo vê-lo sorrir, Taka.

Takanori sorriu introvertido, afugentando o olhar. Destarte, apanhando os ovos que não abriram para degustação, disseminaram às crianças que quase não haviam os localizado e auxiliaram outras a viandarem pelo nosocômio e desvendarem as acanhadas tocas de coelhos. Aquele era um dia caracterizado pelos sorrisos alheios e trocas de ternuras.

Indagava-me onde jaziam suas asas...

*

Quando a chuva desabou violenta, Yuu e Kouyou introduziram-se dentro da toca de coelho de uma das árvores, no fundo da clínica Letzte Himmel. Continham somente um ovo mediano em mãos, porquanto dedicaram-se mais à brincadeira de explorarem o local que Kouyou “não conhecia” a propriamente esquadrinhar pelos chocolates. Abrangendo que o amado eriçava-se pelos favônios álgidos, Yuu repartiu seu agasalho, abraçando Kouyou e permitindo-o apoiar a cabeça em seu ombro, sorrindo frouxo e pueril.

- Está bem? – indagou Yuu, amimando suavemente o semblante lívido e frígido de Kouyou descarnado pela doença terminal.

- Estou... – encostou seus olhos. – Sempre fico contigo ao meu lado, Yuu...

- Recorda-se somente de mim hoje...? – sorriu, debelando as lamúrias que germinaram em seus olhos.

- Recordo-me... – aninhou-se nos braços do moreno. – De meu amor, que é você. Só isso satisfaz-me...

- Ei, não adormeça aqui, Kou... – repreendeu Yuu, porquanto não podia dormir devido a sua enfermidade e pelo fato de que não jaziam dentro do nosocômio. – Irá resfriar-se e precisamos retrogradar quando a chuva atenuar.

- Não importo-me... Sei que me acalorará mesmo se eu ruir no letargo acidentalmente. – Kouyou asseou seus olhos disfarçadamente, visto que não cobiçava que Yuu notasse-o choramingar. – Ansiava que adormecesse comigo sem receios ou que eu mantivesse-me desperto contigo por mais tempo. Nossas moléstias não colaboram para nossa adesão...

- Verdade, entretanto, jazemos sempre unidos quando desejamos. – Yuu sorriu, abraçando Kouyou com mais entusiasmo. – Quando adormecer, te aquecerei. Quando eu sufocar-me, respire seu ar em mim. Assim ficaremos contíguos eternamente.

- “Eternamente” enquanto recordar-me de ti... – sorriu Kouyou e Yuu riu. – Não consinta-me olvidar-me de ti, Yuu.

- Jamais, pois sempre te reconquistarei. Todas as manhãs até a derradeira. – içou o queixo de Kouyou, que cravou em seus olhos. – Então mantenha um espacinho privado para mim em seu coração e no cantinho de sua memória.

- Sempre terá um só seu, mesmo quando não mais semelhar. – estampilharam um introvertido e conciso ósculo. – Porque você é meu anjo da guarda...

Quem articulou que anjos carecem de asas?

*

No remate da noite, Takanori tossia veementemente, sentado no cantinho de uma sala isolada. Tomara um pouco de chuva e, embora já tivesse jantado e auferido um banho quente, ainda sentia a friagem percorrer sua espinha e acarretar-lhe arrepios severos, além de um grave mal-estar. Seu corpo jazia mortiço, porquanto excedera-se no empenho de esquadrinhar ovos e acudir outros pacientes a localizá-los. Alocou a mão no peito e ofegou por quaisquer segundos, enrubescendo e sentindo o coração apressar.

Ocultou o semblante nos joelhos e, sem conseguir manter-se lúcido, encetou a encostar as pálpebras, enquanto a consciência abandonava-o aos poucos – não antes, todavia, de seus olhos cravarem a corporatura de um garoto que amava. Sua bochecha febril experimentou o toque afetuoso de uma mão quente e gentil, ouvindo a voz perdida e tão amada ressoar em sua meditação, sem compreendê-la precisamente.

- Taka...? Ei, Taka...! – Akira avocava, sem obter revide. – Não adormeça aqui...! Precisa retornar a seu aposento...!

- Aki... – Takanori, fragilmente, brandiu a barra da blusa de Akira, fechando os olhos. – Não leve-me à enfermaria... Fique comigo...

- Taka... – e, assim, o menor desfaleceu.

Akira igualmente jazia fraco e quase não aguentava seu próprio peso, visto que suas pernas sucumbiam à enfermidade. Todavia, mesmo que seu coração açoitasse fragilmente e não desse conta de mantê-lo profícuo, atendeu à súplica do garoto que oferecia-lhe forças, assentando-o em suas costas e transportando-o pausadamente pelos corredores ocos da clínica.

Um passo sutil atrás de outro, o corpo quase ruindo ao chão, Akira mantinha-se firme para carregar Takanori em suas costas, embora amparasse-se nas paredes para manter-se de pé. O pequeno não era pesado, contudo, não era fácil carregá-lo quando não continha forças sequer para sustentar o peso de seu frágil coração. Ainda assim, com a força de seu amor, Akira levou Takanori à cama dele, desabando contíguo ao menor no leito.

Fitou os olhos fechados do novato, afagando seu rosto e arriscando regularizar o sopro ofegoso. A lucidez em seus olhos perdia-se e Akira não teria forças para regressar a seu próprio aposento, portanto, sorrindo anêmico, encostou seus olhos e adormeceu ao lado de Takanori, na mesma cama, um de frente para o outro. Os enfermeiros, ao abrolharem, sorriram e cobriram os meninos, averiguando se estavam bem ou se careciam de subsídio. Constatando somente esfalfamento, permitiram que os garotos repousassem unidos e trocassem calor, fechando a porta do aposento 1004, pertencente à Takanori.

Tão-somente carecem agraciar-nos...

*

- Uma concisa prece aos que partiram... – segredou Yutaka sozinho em seu aposento, com as mãos unidas e os olhos fechados para uma reza. – Meev, devo ir à ermida amanhã? Afinal, lá pode jazer sua próxima epístola...

- Com licença! – deprecou um jovem enfermeiro, ingressando comboiado de outra enfermeira, a qual ocultava algo nas costas. Yutaka virou-se para fitá-los, sorrindo esfalfado. – Deveria estar na cama já, porém, faremos vista grossa dessa vez porque estamos colonizando seu dormitório para presentear-te.

- Presentear-me? – indagou ambíguo. – Se for sobre os chocolates, ofereci os meus às crianças porque elas gostam mais, porém, juro que comi um pouco.

- Ah, não! É melhor do que chocolate! – riu a enfermeira, revelando o que trazia em mãos: um acanhado aquário rotundo com um peixinho azul. – Um betta para você!

- Betta...? – Yutaka tartamudeou versos, enquanto os olhos marejavam, as mãos estremeciam e os caminhares lassos eram escoltados pelo sorriso trêmulo que arredara em seus lábios lívidos, curvando-se sutilmente para sopesar o pequenino. – Um peixinho...? Por quê...?

- Sempre expôs melhora quando cuidava de outros e, já que Sol tristemente faleceu, todos os enfermeiros e pacientes reuniram-se para eleger um novo peixinho para você. – esclareceu o enfermeiro, enquanto Yutaka apanhava o aquário e içava os olhos. – Falta batizá-lo.

- Obrigado... – sorriu, despejando duas lágrimas, volvendo a cravar o peixinho acalorado com sua presença. – Se é um betta azul... O nome será Alfa.

- Isso confundirá a cabeça de todos. – riu a enfermeira, ambos retirando-se do aposento de Yutaka quando este, novamente, curvou-se e agradeceu.

- Ei, Alfa... – confidenciava Yutaka, enquanto alocava o aquário no criado-mudo. – Seu azul recorda-me do firmamento, onde residem os anjos. É lindo, sabia...? Um pouco macambúzio também, contudo, creio que afeiçoarei a ter um pequenino bocado do paraíso em cima de minha cômoda... – sorriu, acarinhando o cristal. – Se os anjos trouxeram-te, compete-me proporcionar-te a melhor estadia... Seja bem-vindo, meu acanhado e derradeiro empíreo.

*

“O azul bailava dentro do aquário com escassa água.

Quiçá sempre fosse trabalho dos anjos aquela conjuntura belíssima sem elucidação: um pote com um dedo d’água e uma pétala a flutuar na superfície, que afundava-se vagarosamente até impetrar o fundo. Quando inteiramente submersa, um peixinho abrolhava como uma nova esperança, adornando, nas escamas, a gradação da consternação que impregnava na água – afamadas lamentações.

Uma magia pulcra? Um milagre? Não: fora uma simples obra de anjos reprimidos na forma humana, sem qualquer asa. Como era bem o ofício destes guardiões de branco, ofereceram-me um pedacinho do paraíso que pude cuidar durante minha estadia em Letzte Himmel, compreendendo novamente o valor de uma sutil existência.

Queridos enfermeiros e médicos, não arrazoaram que olvidar-me-ia de vocês, não é mesmo? Anjos, talvez Deuses sem denominação, não importa-me: sempre cuidaram de nós. Abonaram-nos saúde, ofereceram-nos sorrisos e repartiram nossas lamúrias, alegrias e angústias. Sempre foram mais do que meramente cuidadores para nós, tanto que fazem jus a mais do que versos perdidos numa folha de papel.

Agradeço-os, por tudo o que é mais sagrado, por constituírem meus pessoais anjos da guarda e por todas as repreensões e mimos que ofereceram-me. Obrigado por presentearem-me com um tico do firmamento num aquário, um acanhado gesto que modificou minha vida e acarretou sorriso aos meus lábios hesitantes. Agora trago a fidúcia de algo: anjos não carecem de asas para serem angélicos e não necessitam muito mais do que afeição e sorrisos para salvar vidas. Esta epístola é para vocês.

Aos anjos sem asas e um Deus sem nome”.

Uke Yutaka.


Notas Finais


Minhas aulas da faculdade voltaram agora, então acredito que demore um pouco mais para sair os próximos capítulos. Ainda assim, me dedicarei para que isso não ocorra, pelo menos, não com frequência. A meta é finalizar a fic logo.

O que acharam do cap? Comentem! o/ Espero que estejam gostando.

Kissus! *3*


Gostou da Fanfic? Compartilhe!

Gostou? Deixe seu Comentário!

Muitos usuários deixam de postar por falta de comentários, estimule o trabalho deles, deixando um comentário.

Para comentar e incentivar o autor, Cadastre-se ou Acesse sua Conta.


Carregando...