História Une Nouvelle Histoire. - Capítulo 35


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Categorias Miraculous: Tales of Ladybug & Cat Noir (Miraculous Ladybug)
Personagens Adrien Agreste (Cat Noir), Alya, Chloé Bourgeois, Gabriel Agreste, Hawk Moth, Marinette Dupain-Cheng (Ladybug), Nathanaël, Nino, Personagens Originais, Plagg, Sabine Cheng, Sabrina, Tikki, Tom Dupain
Tags Adrien, Chat Noir, Ladybug, Loup Blanc, Magia, Marinette, Miraculous, Miraculous Ladybug, Nathanael, Romance, Shoujo, Ster, Zzkit
Exibições 131
Palavras 2.309
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 10 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Colegial, Comédia, Escolar, Fantasia, Luta, Magia, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Super Power, Universo Alternativo
Avisos: Heterossexualidade, Spoilers
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


Iae pessoinhaaaas :3
Ai está o mais novo cap
Eeeeeh kkkk
Boa leitura XD

Capítulo 35 - Revista.


POV MARINETTEE

Essa semana se passou mais rápido do que eu imaginava.

Chat me visitava toda noite, e eu me sentia cada mais próxima dele. Nao que eu estivesse reclamando, longe disso.

Sua presença me trazia uma felicidade que há tempos eu não sentia.

Mais especificamente desde que eu havia sido rejeitada pelo Adrien.

- Vamos, Marinette - Alya me puxou pelo braço apressada e eu revirei os olhos, o teatro fechava em alguns minutos.

Apressamos o passo e finalmente chegamos.

Pagamos nosso ingresso e entramos no anfiteatro com o celular de Alya em suas mãos, o bloco de notas aberto em espectativa.

Eu apenas sorri.

Alya finalmente tinha conseguido seu tão desejado estágio em um jornal online.

Nada mais do que pequenas resenhas de filmes e peças de teatros que estavam em cartaz, porém isso a fazia incrivelmente feliz.

Os atores entraram no palco e o espetáculo começou.

Minha amiga digitava ferozmente no celular, ansiosa para enfim postar seu primeiro artigo no jornal online.

Assim que a peça acabou nos levantamos.

Esta até que fora bem interessante, seu tema girava em torno de uma mulher que vivia presa em uma gaiola, criticando a sociedade e essas coisas, porém não foi muito o tipo de história que eu gostaria de assistir.

Preferia aquelas peças e filmes que realmente contavam uma história, com personagens cativantes, um enredo bonitinho, um desfecho inesperado e um final feliz.

Alya, por outro lado, gostou tanto da peça e demorou cerca de dois minutos para enfim se levantar, relutante em aceitar o final da trama.

Eu apenas sorri, isso era a cara dela.

Saímos do anfiteatro e Alya foi ao banheiro, logo o hall do prédio se tornou vazio e Tikki colocou a cabeça para fora da minha bolsa, seu olhos brilhavam.

- Você gostou da peça? - Perguntei me lembrando de vê-la abrindo a bolsa, que estava no meu colo, quando as luzes se apagaram e a música de entrada começou.

- Sim, foi incrível - Falou com um sorriso no rosto, impressionada.

- Você gosta desse estilo de história? - Questionei sorrindo, nao sabia que ela gostava desse estilo.

- Sim - Juntou suas mãozinhas embaixo do rosto e sorriu para mim - Eu já vivi muito, e ver que o mundo está evoluindo, criticando o que acontece ao seu redor, é realmente algo impressionante.

Ela sorriu de volta, seus olhos transbordando orgulho.

- Você acha, é? - A olhei mais intensamente. Nunca imaginei Tikki tendo esse tipo de reação.

Ela balançou a cabeça ainda sorrindo e então se escondeu novamente dentro da bolsa.

Ergui meus olhos e percebi Alya se aproximando com os olhos grudados no celular.

- E... Enviar - Falou tocando mais demoradamente em sua tela e sorriu para mim - Acabei de mandar a resenha. Espero que gostem.

Ela suspirou levemente aflita. Eu sabia o quanto isso eea importante para ela então dei-lhe umas três batidinhas leves em suas costas e sorri confinante.

- Eles vão gostar, você é incrível e sabe muito bem como escrever sobre algo - Falei com toda a determinação que consegui e os olhos de Alya pareceram se acender com isso.

- Você tem razão - Exclamou mais confiante - Se eles não gostassem de mim não teriam me contratado.

- Mas você é uma estagiária, eles não estão te pagando nada - Falei com uma risada abafada.

Alya me lançou um de seus olhares mortais.

- Isso não vem ao caso - Retrucou e começamos a andar em direção à rua.

Como Alya ia sair com Nino mais tarde nós nos despedimos e eu fui em direção à minha casa.

No meio do caminho me esbarrei com alguns colegas da escola, porém ninguém muito importante.

Cheguei em casa e subi as escadas em direção ao meu quarto com esperança de ver a janela aberta e um garoto de roupas pretas sentado na minha cama ou xeretando em alguma coisa.

Sorri com esse pensamento.

Após verificar que meu quarto estava vazio, para minha tristeza, voltei para a sala e peguei meu diário.

Chat sempre se mostrou muito curioso e isso me obrigou a esconder meu diário na sala, longe de suas garras ágeis.

Tikki saiu da minha bolsa assim que fechei o alçapão e voou em direção ao computador, começando a digitar freneticamente.

Desde que ela e Chat se conheceram, e assim falaram de um tal de Plagg, eles arrumaram um jeito dos dois Kwamis se comunicarem.

Isso é, Plagg usa o celular do chat enquanto Tikki usa meu computador.

Devo dizer que ela estava muito mais animada nesses dias graças a isso.

Olhei, curiosa, para oq ué ela estava escrevendo e sorri ao perceber que ela estava comentando sobre a peça, porém o sorriso em seu rosto vacilou e eu a olhei sentindo uma leve preocupação.

- O que foi?

Ela olhou para mim e sorriu.

- Nada, é que o Plagg não estava online. Chat saiu com a Ster hije então ele deve ter ido junto. - Suspirou pesadamente.

Uma leve pontada de ciúmes passou por mim.

Eu não gostava do fato de minha prima saber quem era o Chat Noir sem a máscara enquanto eu, a garota por quem ele jurou amar, sequer fazia ideia de seu nome verdadeiro.

Porém isso acabaria no dia em que eu me declarasse para ele.

Fiquei pensando nisso por um tempo.

Eu não sabia o que sentia por ele.

Não era apenas uma amizade, isso eu tinha certeza, porém não conseguia entender se era amor ou apenas admiração, e eu não queria correr o risco de estragar uma boa amizade com uma atitude impulsiva e impensada.

Ergui meus olhos e percebi que Tikki estava cabisbaixa.

Ela tinha me contado que sempre amou seu amigo kwami, porém ela não teve de fato muito tempo com ele, uma vez que raramente os portadores revelavam suas identidades, e com isso, seus Kwamis.

Ela me contou que fazia mais de quinhentos anos que não via o Plagg, e que isso doía em seu coração.

Mas mais que isso, doía no meu também.

Eu não conseguia imaginar o que era amar alguém por tantos séculos sem sequer poder vê-lo.

E com isso uma ideia cruzou minha mente.

Com um sorriso no rosto, porém tento ser o mais discreta possível, peguei meu diário e comecei a rabiscar enquanto Tikki assistia vídeos no computador em uma tentativa de distrair sua saudade.

Assim que me dei por satisfeita andei o mais calma possível e busquei os panos que julguei necessários.

Permaneci nas costas se Tikki o maximo que pude, tudo para evitar que ela visse o que eu estava fazendo.

Terminei em cerca de uma hora e me repreendi mentalmente por nao ter pensado em fazer isso antes.

Sorri satisfeita com o meu trabalho e escondi minha obra no armário antes que Tikki olhasse.

Segui o dia desse modo.

Tikki apenas se animou ao anoitecer quando Plagg por fim respondeu.

De acordo com ele Chat Noir tinha acabado de chegar em casa e estava tomando um banho, porém não tinha falado nada sobre me visitar, estava muito cansado.

Dito e feito.

Tikki sorriu quando me falou que Plagg lhe contou que Chat pegará no sono no momento que sentara no sofá para ver televisão.

Uma vantagem sobre Tikki conversar direto com Plagg era que eu sempre sabia o que Chat estava fazendo e quando ele ia aparecer, ou quase sempre.

Às vezes ele apenas aparecia aqui sem que Plagg tivesse chance de falar nada com Tikki.

Sorri sem graça e levemente triste, queria colocar meu plano em prática, mas pelo jeito eu teria de esperar uma próxima vez.

Desse modo subi as escadas e fiquei conversando com Ster.

Ela me contou que comprara um vestido lindo para amanhã e me mandou uma foto.

Adormeci pensando no que eu poderia fazer com o trage.

No dia seguinte eu acordei disposta e logo eu e Alya estávamos na porta da casa de Ster.

Cumprimentados meus tios e fomos para seu quarto.

Nossa visita nem durou muito, apenas fiz umas modificações na medida - que estavam dolorosamente erradas - e logo estávamos indo embora pois Ster tinha que se aprontar.

Eu estava tão ansiosa quanto ela, porém por motivos divergentes.

Não sabia se era assim que ela se sentia toda vez estava prestes a colocar um de seus planos em prática.

Me despedi de Alya e fui para casa, era hoje ou nunca.

Novamente Tikki voou em direção ao computador já comentando sobre seu dia e o kwami de Chat Noir fez o mesmo.

Porém, pelo que Tikki pôde me contar, ele tinha trabalhado praticamente durante o domingo inteiro.

Antes de minha pequena kwami e o Plagg começarem a conversar através do computador eu jamais teria imaginado o quão difícil é complicada era a vida dele.

Infelismente Tikki se negava a me passar muitas informações sobre ele e sempre apagava suas conversas, porém quando ela sempre me falava coisas como " Chat passou o dia inteiro trabalhando, ele está exausto", ou " Chat brigou com o pai de novo, e isso o está deixando mal", e coisas do gênero.

Claro que eu me preocupava, porém sempre que tentava falar sobre algo do gênero ele mudava de assunto, se mostrava incomodado ou começava a flertar comigo, logo mudando o rumo da conversa.

Mas isso não significava qus ele não me falava nada.

Em um desses dias Tikki me falou que ele tinha brigado feio com seu pai.

Quando Chat apareci na minha janela, com um sorriso falso no rosto, eu o questionei e ele acabou desabafando um pouco.

Isso tudo apenas alimentava o que eu vinha sentindo por ele.

Distraída em meus pensamentos fui ao banheiro e tomei um banho rápido, imaginei que, mesmo cansado por ter trabalhado o dia todo, Chat ia me visitar, desse modo resolvi deixar tudo pronto.

Antes de ir para o quarto peguei o que faltava para o meu pequeno plano.

" Estou andando demais com a Ster " Pensei balançando a cabeça quando percebi o que estava fazendo.

Com certeza sua mania por planos era algo contagioso.

Subi ao meu quarto e não me impressionou quando vi Chat Noir conversando com Tikki.

Ele estava animado como sempre, porém saber que ele tinha passado seu domingo todo trabalhando me fez perceber seus ombros curvados e uma leve olheira debaixo de seus olhos, está poderia ser facilmente escondida pela mais leve maquiagem.

Sorri quando seus olhos se encontraram com os meus, corrigindo sua postura na hora.

- Como foi seu dia, Pruuncesa? - Perguntou charmoso beijando minha mãe e eu apenas sorri. Ele olhou para o prato em minha outra mão - Para quê isso?

Seu tom era desconfiado, provavelmente porque já havia me dito o quanto ficava enjoado quando o assunto era queijo.

Meu sorriso se alargou.

- Isso é para o Plagg - Falei e ambos arregalaram os olhos.

- Você espera que eu termine minha transformação - Perguntou descrente, provavelmente se lembrando de sua promessa.

Caminhei até meu armário e retirei a máscara preta que havia feito no dia anterior.

Entreguei tanto o prato quanto a máscara para ele e subir até o terraço sem falar nada. Me sentei no chão apoiando minhas costas na grade e fiquei a esperar.

Ele com certeza tinha entendido o que eu estava fazendo.

Esperei durante algum tempo até escutar gritos de alegria vindos do meu quarto, sorri com isso.

Logo depois o alçapão se abriu e vi um garoto subindo por ele.

Sua cabelos louros e seus olhos verdes eram os mesmos, até mesmo a máscara parecia a mesma, porém todo o resto estava diferente.

Eu corei.

Nunca o tinha visto sem o uniforme, e essa visão, com toda certeza, foi de tirar o fôlego.

Chat vestia uma blusa polo azul claro e uma calça jeans preta. Em seus pés um all star cinza dava o toque final.

Ele estava simples, porém sedutor e, com toda certeza, lindo.

Ele sorriu malicioso quando percebeu minhas bochechas vermelhas e se sentou ao meu lado.

Virei meu rosto para o lado oposto, envergonhada.

- Foi bem legal oq ué você fez - Comentou chamando minha atenção. Encarei seus olhos tão intensos - Eles estavam com muitas saudades um do outro.

Sorri com isso e ele retribuiu.

- Deve ser difícil - Olhei para o céu onde as estrelas brilhavam cheias de beleza - Eles se amam, porém estão à mais de quinhentos anos sem se ver.

- Sim - Ele suspirou - Eu sei como é.

Um silêncio se seguiu e eu em senti constrangida. Mais ainda quando senti sua cabeça tombar e se apoiar no meu ombro.

- C-Chat? - Chamei-o envergonhada. - Chat? - O silêncio se seguiu.

Franzi o cenho e virei meu rosto o suficiente para enxergar o dele e meus olhos se arregalaram.

Chat tinha pego no sono.

Com um sorriso bobo no rosto -que se recusou a sumir - e com muito cuidado eu desci sua cabeca até meu colo e fiquei fazendo carinho nele pelo resto da noite.

Quando acordei senti meu corpo todo dolorido.

Sequer tinha percebido que tinha dormido.

Tentei me mexer e percebi que estava deitada na minha cama, com uma coberta sobre meu corpo.

Tikki dormia tranquilamente ao meu lado com um sorriso discreto no rosto.

Me levantei lentamente e desci a escada, sem compreender oq ue tinha acontecido.

Ao menos ate eu ver um bilhete sobre a mesa do computador e sentir meu coração pulsar quando as lembranças me invadiram.

Li o bilhete e um sorriso dominou meu rosto.

" Você dormiu lá fora e eu te coloquei na cama.

Ps: Você fica muito bonita dormindo.

Ass: O gato dos seus sonhos."

Sorri ao ler isso e senti meu rosto corar.

Chat não tinha jeito.

Me espreguicei e comecei a me arrumar, hoje eu tinha aula.

Assim que terminei fui para a cozinha e levei o prato que tinha deixado no meu quarto, tomei um café da manhã, furtei alguns biscoitos para Tikki e fui para a escola.

Estava com o melhor humor possível.

Assim que cheguei percebi uma movimentação estranha, uma rodinha de meus colegas estava ocupando o meio do pátio, o que chamou minha atenção.

- Marinette - Alya me chamou e correu em minha direção com o que parecia ser a revista na mão, seu rosto mostrava aflição e medo, descrença e relutância.

Apenas por isso senti meu coração acelerar, alguma coisa estava errada.

Assim que Alya me alcançou e me entregou a revista, com isso finalmente entendi o que a deixara desse modo.

Meus olhos se arregalaram.

- Não - Foi a única coisa que consegui murmurar quando compreendi o que estava acontecendo.


Notas Finais


E é isso pessoal :3
Muito obrigada por terem lido e até a próxima kkkk

Bjus da Zz *3*


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