História Uneven - Capítulo 3


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Categorias Jensen Ackles, Justin Bieber
Personagens Jensen Ackles, Justin Bieber
Tags Drama, Gangster, Jensen Ackles, Jessica Jarrell, Justin Bieber, Máfia, Romance
Visualizações 49
Palavras 1.464
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Colegial, Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Escolar, Festa, Romance e Novela, Violência
Avisos: Álcool, Drogas, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Desculpem a demorinha...

Boa leitura.

Capítulo 3 - Bully Of Team


Fanfic / Fanfiction Uneven - Capítulo 3 - Bully Of Team

Quando estava subindo as escadas eu me lembrei de que estava super atrasada, não me deixariam entrar. Sentei na escada e fingi estar amarrando o cadarço.

— Quer que eu te ajude?

— Não precisa eu sei amarrar o cadarço sozinha. — Disse sem olhar quem era.

— Isso é bom. — Ouvi sua risada.

— Também acho — me lavantei e dei de cara com o professor de Literatura ficando completamente vermelha. — Desculpe professor, achei que fosse outra pessoa. — Me atrapalhei e bati as costas no corrimão da escada.

— Cuidado — ele segurou meu braço. — Eu te levo pra sua sala.

— Não precisa professor.

— Não te deixarão entrar, já viu que horas são? Eu te levo. — E então nós subimos as escadas e fomos até a sala de aula.

Eu não falei nada, fiquei em silêncio e me senti totalmente envergonhada pela forma que falei com ele. Ele me encarou assim que paramos na porta e deu uma risada estranha.

— O que foi? — Perguntei.

— É que você parece estar com vergonha de mim. Não precisa ter, sou seu professor e posso ser mais que isso. — Gelei.

— Mais? — meu coração começou a bater forte.

— Sim, posso ser seu amigo — riu. — Sou amigo de muitos alunos Megan.

Eu sorri aliviada, mas era estranho ele lembrar meu nome.

— Só disse meu nome uma vez. — Comentei

— Eu vi seus textos do ano passado, são realmente ótimos, não poderia esquecer o nome da autora. — Sorriu sendo gentiu.

— Obrigada, mas preciso mesmo entrar. — Olhei para meu relógio e vi que estava 20 minutos atrasada.

— Tudo bem. — Ele bateu na porta e a abriu logo depois, era aula de Química com a mesma professora do ano passado que até era bonita porém uma mejera.

— Onde você estava Megan? — Disse ríspida.

— Desculpe professora, o erro foi meu — Jensen começou a falar. — Eu a encontrei no corredor e a roubei um pouquinho. Tinha alguns assuntos que precisava tratar com ela.

— Tudo bem professor, essa eu deixo passar. — Ela foi simpática, ai meu Deus não posso acreditar.

Fui até minha classe e ouvi cochichos sobre "o que eu fazia com o professor." Até que uma das amiguinhas de Scarlet resolveu falar.

— Você é rápida. — alguns riram.

— Sim, nós dois somos. Fizemos sexo pelo colégio inteiro, rolou até um ménage com aquele novo assistente. Foi mágico. — Fui sarcástica e as vi fazer cara de nojo.

— Boa. — Jessie disse dando risada, e eu a acompanhei.

As aulas foram ótimas, não sei porque mas estava interessada em estudar. Queria me dar bem nesse último ano, e quem sabe conseguir uma bolsa na faculdade. Nosso colégio ajudava os alunos a entrarem na faculdade, e eu realmente estava afim de conseguir uma bolsa.
Esse ano estudariamos periodo integral, até as quatro e meia. Teriamos teatro e tudo o que você pode imaginar de artes cênicas.
Era hora do almoço e eu estava com uma fome que não era minha, ou era, até porque todos os anos Louise e eu éramos as primeiras da fila.

As meninas e eu nos sentamos nas mesas de sempre, era nosso lugar a anos. O que eu realmente gostava muito na hora do intervalo era rir muito e comer mais ainda.
Nós tinhamos acabado de nos ajeitar nas mesas quando ouvimos risadas, e mais risadas dos garotos do time.

— Vadia e gorda. — Um deles disse e puta que pariu, aquilo me irritou muito.

— Me deixem passar. — Ela dizia chorosa enquanto os garotos ficavam em sua frente.

— Mas que porra. — Gritei e fui até eles.

Ao chegar perto todos me olharam e ficaram sérios.

— Que bonito né? Os fodoes do time que não conseguem nem fazer pontos no futebol estão fazendo palhaçadas — comecei a rir. — Acho melhor vocês pararem antes que passem vergonha.

— O que você pensa que ta fazendo? — Max disse se aproximando.

— Te colocando na porra do seu lugar. Você é um merdinha e acha que pode ficar apontando o dedo pra todo mundo. — Eu estava tão irritada, não estava medindo minhas palavras e só queria dar um ponto final nesses babacas.

— Eu vou te mostrar quem é o merdinha. — ele me agarrou e começou a dar beijos em mim, eu apenas fiquei parada.

— Já terminou? — cruzei os braços. — Você é exatamente como as meninas dizem, um sem graça. E se elas estão certas sobre isso tenho, com certeza estão certas sobre os 10 segundos também. — sorri falsamente e puxei a menina. Mas antes de sair, peguei um copo de suco e joguei em sua cabeça. — Ops, escorregou da minha mão.

Todos deram risada enquanto Max rosnava feito um cachorro, alguns ficaram falando da minha atitude e me julgando como se eu tivesse feito algo errado. Como assim? Ele estava até poucos minutos xingando uma garota e estavam todos se divertindo, e agora eu estou errada? É sério? Nossa.

— Eles são uns babacas. — Jessie disse irritada.

— Você esta bem? — Perguntei para a garota.

— Sim, obrigada. — Sorriu sem graça.

E então alguns minutos depois a diretora veio até mim e me levou até a secretaria.

— Recebi algumas reclamações sobre sua atitude Megan. — Disse se sentando.

— Com certeza sim. — Fui ríspida.

— Sua atitude não foi correta...

— Sim, mas o Max ficar xingando aquela garota pra todo mundo ver foi lindo.

— Mais respeito mocinha, eu não ouvi nada sobre isso e não quero saber.

— Nada melhor que reclamar com quem pode menos — me levantei furiosa. — Eu não acredito em tanta hipocrisia, você se diz "justa" mas é pior que eles.

— Vou chamar os seus pais. — Disse pegando o telefone.

— Pode chamar, e chama a polícia também. Vamos aproveitar e fazer uma denúncia, o refeitório inteiro está de prova pelo que aconteceu. Eles não vão escolher lados como a senhorita. — Eu não deixei de encara-la por nenhum minuto e assim que toquei no assunto ela ficou completamente sem graça.

— Okay okay. Vamos esquecer toda essa confusão. Só pesso que isso não se repita. — Ajeitou os cabelos.

— Eu digo por mim, e não pelos outros. Você está procurando nos lugares errados.— Saí batendo a porta e dei de cara com Justin.

Ele me encarou e deu um sorriso de canto.

— Que menina mais mau educada você. — Seu tom era de divertimento.

— Não estou no clima, então não enche.

Saí correndo pelos corredores desesperada. Eu não sei o que aconteceu, apenas senti de novo aquele aperto horrível, meu coração estava batendo forte e minhas pernas bambas, eu não aguentei e caí no chão.

— Está tudo bem? — Ele correu até mim.

— Sim, obrigada. — Justin me ajudou a sentar em uma escada que havia por perto.

— O que aconteceu? — Se sentou ao meu lado.

— Meio obvio eu estar no chão e...

— Idiota.

— Sério, obrigada. — Dei risada.

— Ainda bem que ninguém viu. — Ele riu também.


— A confusão com Max já foi o suficiente para entrete-los. Não preciso cair também. — Sorri

— Confusão? — Ele se levantou e se escorou em uma parede.

— Aquele babaca estava zoando com uma garota e eu não suportei aquilo, ele faz isso para intimidar as pessoas. Mas eu não deixaria passar em branco.

— Você é maluca.

— E como se não bastasse ainda ficou me agarrando, eu tenho nojo daquele garoto. Ele é ridículo. — Rosnei.

Justin murmurou alguma coisa que eu não entendi e saiu, me deixou falando sozinha e não deu a mínima para o que havia acabado de falar.

O resto do dia passou tão rápido que eu não percebi. Definitivamente não estava me sentindo bem e não via a hora de ir pra casa. Louisa ficou a aula inteira comentando sobre algumas coisas que aconteceram naquela manhã e eu só sabia dar risada. Logo bateu o sinal e nós saímos, assim que cruzei a porta já não havia mais ninguém ali (pois tive que fazer algumas coisas antes de sair) me despedi de Louise e fui até meu carro. Quando estava prestes a abrir a porta Max a fechou e eu quase esmaguei meus dedos.

— Que porra você pensa que tá fazendo? — Gritei furiosa.

— Você acha que depois daquele showzinho você iria pra casa feliz da vida? Nós temos contas a acertar garota. — Ele me imprensou contra o carro com tamanha força que por um breve momento tive medo.





Notas Finais


Gente socorrrrro, estou com uma novidade que logo logo contarei. Beijão


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